..:: [Pesquisa] ::..

..:: [Translate] ::..

Mostrando postagens com marcador investimento em treinamentos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador investimento em treinamentos. Mostrar todas as postagens

10.17.2010

Empresa Tartarugas participa de formação da Outward Bound

Empresário de Florianópolis, André Ricardo de Souza, sócio proprietário da Empresa TARTARUGAS – TURISMO DE AVENTURA, e coordenador das Atividades Corporativas ao Ar Livre – ACAL, acaba de voltar de uma expedição auto-suficiente de 14 dias, percorrendo uma rota no sul de Minas Gerais, próximo a cidade de Luminárias, carregando todo equipamento e alimentação necessária. A expedição fez parte do curso para Formação de Educadores ao Ar Livre (FEAL), uma oportunidade única no Brasil para pessoas que objetivam desenvolver e aprimorar suas habilidades para trabalhar em programas ao ar livre.
Foram utilizadas técnicas de montanhismo, canoagem, dinâmicas de grupo, estratégias de planejamento de cursos, procedimentos de emergência e gestão de segurança. Durante todo tempo, os conteúdos foram trabalhados na prática.
O curso foi ministrado pela Outward Bound, organização líder em educação ao ar livre no mundo, pioneira mundial em educação experiencial ao ar livre. Presente em mais de 30 países e com mais de 65 anos de história, atua no desenvolvimento humano de jovens e adultos, despertando valores como confiança, espírito cooperativo, liderança e responsabilidade pessoal, social e ambiental.

A qualificação só veio validar o trabalho que a equipe da TARTARUGAS vem realizando por meio dos programas de Atividades Corporativas ao Ar Livre (ACAL). Para conhecer melhor a ACAL acesse www.tartarugas.net/acal



10.06.2010

Ensina.Net: Preparatório para Certificação ANBID-ANBIMA | CPA-10

Prezados colegas e leitores,

Compartilho a seguir um convite do Sr. Carlos Soares, membro da equipe da Ensina.Net, relevante empresa de assessoria em Treinamento e Qualificação profissional, que possui reconhecida atuação em Educação a Distância.




..:: Confiram ::..:



"Olá,

Meu nome é Carlos Soares e gostaria de pedir a sua preciosa atenção.

Como você deve saber, hoje, quem que ser Gerente de Banco ou já é Gerente, deve ter uma certificação chamada Certificação ANBID-ANBIMA - CPA-10.

Estou trabalhando a divulgação do Preparatório para o exame da Certificação ANBID-ANBIMA - CPA-10 junto ao Ensina.Net.

Se você desejar acessar outros temas como Auto-ajuda, RH, Compliance, Qualidade, etc. basta visitar o Portal Ensina.Net!

Conto com sua colaboração!

Que haja muita Luz, Sucesso e Sabedoria em sua vida".

Carlos Soares
contato@ensina.net.br

..:: Serviço ::..

Visite o hotsite do preparatório CPA-10 ! Clique aqui!

9.26.2010

Consultoria Simioni & Associados - Desde 1976

Hotéis – Pousadas – Eno Gastronomia – Consultoria

Palestras | Cursos | Treinamentos in company | Interin management

Valorize Sua Empresa | Aplique em Capital Humano | Invista em Treinamento

Porque empresas são iguais do ponto de vista físico, o maior diferencial está na prestação de serviços com qualidade, foco no Cliente e resultados, e não na tarefa.

Treinamos seus colaboradores em suas dependências. Hora e data você decide.

Nosso Treinamento In Company e feito em sessão de quatro a oito horas para cada tema e turma de ate 25 colaboradores. Ou em horas e dias alternados. Ótimo custo X beneficio.

Aprendizado profissional comportamental, com foco no conhecimento e na pratica, estimulo ao empreendedorismo, liderança, disciplina, respeito ao Cliente, fidelidade à empresa.

..:: Temas ::..

Vendas

Palestra: Motivação de vendas

Aumento das vendas em tempos difíceis (19 pontos de vendas)

Liderança

Falhas gerenciais e como evitá-las (8 horas) (sucesso no Sinduscon 2008/9)

Trabalho em equipe / Apara de arestas (abrigo subterrâneo)

Atendimento com Qualidade

Atendimento Telefônico – Seja cortês ao telefone

Pense como o Patrão

Etiqueta e Boas Maneiras para o sucesso profissional

Atendimento com qualidade – 3 horas (vídeo de apoio: Hotel no cinema)

Hospitalidade

Treinamento de camareira

Procedimentos em Recepção e Reservas de Hotel

Gastronomia

Treinamento para commis e garçom / garçonete

As preparações a mesa do cliente

Tipos de restaurantes e atribuições do pessoal

O Barman: Coquetéis: teoria e prática

Vinho: Implantação de carta de vinho, treinamento de serviço e venda


Gilberto Simioni, professor, administrador Hoteleiro, Consultor em Hotéis, Pousadas, Eno-Gastronomia. Em Hotelaria, Gastronomia desde 1965, Consultoria 1976. Treinamento in company 1982. Boas experiências na Accor (Novotel, G.R.Generalle de Restauration Collective), Jequitimar, Meliá, Casa Grande Resort Guarujá, Deville, Bourbon, Aguativa, Barra Bonita, Bittar, Bristol, Clube dos 500 (set 2010)


..:: Serviço ::..


Fone: (11) 2317-2112 | (11) 9731-4428
E-mail: consultoriasimioni@yahoo.com.br
Na web: www.hoteliernews.com.br

Gilberto Simioni
Palestras, cursos, treinamentos
Consultoria em Hotelaria, Gastronomia, Comércio, Serviços
www.hoteliernews.com.br

9.06.2010

Programa forma profissionais para o Turismo de Aventura

O turismo de aventura deverá, nos próximos meses, formar novos profissionais para aprimorar os serviços no Estado de Santa Catarina. A informação é do diretor de marketing da Tartarugas Turismo, Thiago Albino Sardá, ao anunciar o primeiro Programa de Qualificação Profissional em Turismo de Aventura, cuja meta é aumentar a qualidade e segurança dos serviços. Os cursos são inéditos.

O programa de qualificação é inovador no Brasil porque utiliza normas técnicas da ABNT, da experiência da equipe Tartarugas, de publicações pertinentes e opinião de especialistas e peritos para elaborar o conteúdo programático e qualificar o ensino, formando pessoas competentes para o mercado de trabalho ou formar pessoas interessadas em adquirir competências neste segmento.

..:: Informações ::..

Website: www.tartarugas.net/cursos
E-mail: thiago@tartarugas.net – Thiago Sardá (48) 9991-2972

Para esta edição está sendo lançados 5 cursos.

1º) Condutor de Turismo de Aventura - 03, 04 e 05 de setembro de 2010
Local: Santo Amaro da Imperatriz.

2º) Técnicas Verticais básico - 18 e 19 de setembro de 2010
Local: Santo Amaro da Imperatriz e Florianópolis.

3º) Técnicas Verticais avançado - 02 e 03 de outubro de 2010
Local: Santo Amaro da Imperatriz e Florianópolis.

4º) Montanhismo e escalada - 29, 30, 31 de outubro e 1 de novembro de 2010
Local: Florianópolis.

5º) Condutor de Caminhada de Longo Curso – 12, 13, 14 e 15 de novembro de 2010
Local: Santo Amaro da Imperatriz.

8.29.2010

Universidade e mercado em lados opostos

Por: Joyce Trindade - Folha Dirigida, 23/08/2010 - Rio de Janeiro (RJ)

O que os estudantes mais desejam é conseguir ingressar no mercado de trabalho e alcançar a realização profissional. Para isto, milhares de jovens buscam ingressar em universidades e faculdades de todo o país. Porém, chegar ao ensino superior ainda está longe de ser garantia de uma colocação de destaque no mercado.

Mesmo após frequentarem os bancos universitários por três, quatro, cinco anos, não são poucos os recém-formados que ainda chegam despreparados às empresas. E a causa já é conhecida há tempos: as salas de aulas geralmente não conseguem se aproximar da realidade das organizações onde os alunos se tornam funcionários.

O enfoque teórico que muitos cursos possuem contrasta com as demandas de natureza prática das empresas. Além disto, enquanto a formação universitária muda a passos lentos, o dinamismo do mundo corporativo impõe, em ritmo mais acelerado, novas exigências ao profissional, como dinamismo, espírito empreendedor, habilidade em trabalhar sob pressão e com foco em resultados. E o mercado, ao que parece, valoriza estes e outros atributos ligados a atitudes e comportamentos, e que passam longe dos currículos das graduações, como destaca Daniela Azevedo, especialista em Recursos Humanos da Telefônica Oi. "É importante que o estudante ou recém-formado saiba fazer bem suas atividades, mas não esqueça também como deve trabalhar em equipe, como ele deve lidar com as pessoas, como deve ser a comunicação dele com a empresa", defende a especialista.
Por causa desta distância entre a formação universitária e as demandas do mercado de trabalho, as oportunidades de estágio têm sido encaradas como cada vez mais estratégicas, pelos estudantes. Não por acaso, eventos como a Mostra PUC, que terminou na última sexta, dia 20, mobilizam multidões em busca não só de preencher currículos, mas, sobretudo, de saber o que as companhias esperam dos profissionais. O problema é que, hoje em dia, em vários casos, não é possível esperar o período de estágio para adquirir certas competências.
A própria seleção para as vagas já considera isto, como diz a gerente de Recursos Humanos da Seguradora Mongerau Aegon, Carla Muniz. Um dos problemas que ela percebe nos estudantes é a dificuldade de entender que cada empresa tem sua cultura, sua forma de se organizar. Ou seja, nem sempre dá para fazer algo do jeito que aprenderam no ambiente acadêmico. "Muitas vezes, o estudante aprende sobre um assunto na faculdade e percebe, ao entrar em uma empresa, que a prática sobre aquilo é totalmente diferente", destaca a especialista, para quem as competências comportamentais deveriam ser mais trabalhadas na faculdade. "É dada mais importância à inteligência intelectual, em detrimento da inteligência emocional. Muitos profissionais ingressam nas empresas com muita técnica e conceitos, mas com grandes carências quanto ao relacionamento interpessoal."

Empresas precisam investir para complementar a formação - A falta de sintonia entre a formação universitária e o mercado gera um custo para as empresas, que, em vários casos, precisam realizar cursos e outras atividades para ajustar o perfil do recém-formado àquele que exige de seus profissionais. "Para minimizar essa diferença, investimos em ações de desenvolvimento voltadas para o trabalho de competências na organização", diz Daniela Azevedo, da Oi. De acordo com a account manager para recrutamento da IBM Brasil, Sandra Garbo, a empresa também realiza inúmeras ações de capacitação dos profissionais. "A faculdade poderia trabalhar mais esses aspectos através de palestras, grupos de trabalho e visitas de empresários de sucesso e diretores de empresas à faculdade, para contar suas experiências e o modo como alcançaram suas metas", analisa.

Outra empresa que busca oferecer capacitação a seus colaboradores, sempre que necessário, é a Ipiranga. A gerente e Recursos Humanos da companhia, Mônica Garcez, até acredita que as faculdades têm se esforçado para o ensino não ficar só na teoria, principalmente por meio de estágios internos e empresas juniores. Mas, ela salienta que ainda há espaço para melhorar a interação com o mercado e que os formandos só têm a ganhar com isto. "O que percebemos é que quando contratamos alguém que já possui essas habilidades desenvolvidas, ele consegue ascender profissionalmente mais rápido", comenta.

Sentir falta de algumas competências não significa que as empresas não valorizam a formação universitária. o diretor de Recursos Humanos da TIM, Flávio Morelli, por exemplo, acredita que nem tudo o que é esperado pelo mundo corporativo, atualmente, pode ser desenvolvido no ensino universitário. Para ele, o papel de uma universidade vai além. "Como uma faculdade vai ensinar alguém a ter espírito inovador, por exemplo? Os alunos interessados é que devem correr atrás desse desenvolvimento", afirma o diretor. Daniela Azevedo, da Oi, acredita que outros pontos que são foco na formação de nível superior também são importantes para os profissionais. "A faculdade tem que ter uma papel de formadora de cidadão, não só de aluno."

7.25.2010

Crescimento x Desenvolvimento

Por: Paulo Ricardo Mubarack

Quando identificavam um rapaz que trabalhava e estudava, nossos avós afirmavam: “Ele é um bom partido!”. Isto significava que tais criaturas eram cobiçadas para ser os futuros maridos de suas filhas. Conceito ultrapassado, faz parte apenas das reminiscências do passado, alguns podem afirmar, mas cuidado! Aprendi a respeitar a sabedoria dos “antigos”. É interessante observar o que eles valorizavam: estudo e trabalho. Trabalhar para crescer, estudar para se desenvolver. Crescimento E desenvolvimento. Conceitos muito próximos para alguns, conceitos muito diferentes na realidade. Muitas empresas crescem, aumentam faturamento, share, lucro, rentabilidade, número de funcionários, número de lojas, número de fábricas etc. mas não se desenvolvem. Uma situação similar àquele sujeito que é um grande empreendedor e que ganhou dinheiro, mas continua aos oitenta anos tão grosseiro e analfabeto como quando nasceu.

Simplificando, lucro qualquer um tem, crescer qualquer um cresce, mas garantir este crescimento por dezenas ou centenas de anos, poucos conseguem. O que garante o crescimento contínuo e sustentável é o que se chama de desenvolvimento. O Brasil de 2010 é um claro exemplo de quem cresce, mas não se desenvolve. Apesar do aumento do PIB, continuamos com níveis altos de crimes e de tragédias no trânsito. Apesar dos bons índices da economia, temos péssimo sistema educacional e de saúde. Entre 1880 e 1920, a Argentina cresceu mais do que a maioria dos países da Europa e América e os argentinos sonhavam em ser uma superpotência.

Quase cem anos depois, não se comparam ao Brasil e estão no rol dos países subdesenvolvidos. O que aconteceu? Cresceram, porém não se desenvolveram. É lícito, portanto, que façamos a pergunta: o que é uma empresa desenvolvida? A resposta é simples: é aquela empresa onde, além do crescimento, existe uma forte cultura de DESENVOLVIMENTO HUMANO. A admissão de funcionários acontece nos cargos mais simples e quase que exclusivamente a prata da casa é promovida para o nível gerencial e diretivo. Empresas subdesenvolvidas buscam gerentes e diretores com freqüência na rua. Empresas desenvolvidas criam seus próprios dirigentes.

Nas empresas desenvolvidas, a área de RH é tão importante quanto a área financeira ou vendas e o treinamento é intenso. Quase não cometem erros grosseiros e há raros problemas de comportamento. As virtudes do trabalho e do estudo são cultivadas com fervor religioso. O trabalho é intenso e o treinamento também. A tolerância com os pequenos deslizes é zero e a administração é severa, conservadora e justa. Meritocracia e constante avaliação de desempenho são regras básicas e praticadas sem contestação. Apesar de divergências, confiança e respeito são marcas indeléveis da cultura.

Quando uma empresa cresce mas não se desenvolve, a decadência no curto prazo é inevitável. Empresários precisam avaliar quais esforços reais estão fazendo para desenvolver suas organizações. Funcionários devem evitar trabalhar em empresas que apenas crescem. Elas não são confiáveis.

Faça contato com o autor!

6.03.2010

I Curso de Monitoria de Lazer e Recreação em Meios de Hospedagem

Equipe Birutas | Lazer e Recreação Convida!

I curso de monitoria de lazer e recreação em meios de hospedagem

Período: 05, 06 e 07 de novembro de 2010
Local: colônia de férias do banco nossa caixa
USCEESP, Itanhaém (SP)
Saídas de São Paulo e Santos

..:: O que inclui ::..

Transporte, hospedagem,alimentação, aulas teóricas e práticas, certificado de 40hs, apostila em cd e enfermeira disponivel durante o curso.

..:: Grátis ::..

Camistea do curso,kit lanche e luau hawaiano com mesa de frutas,banda ao vivo e hidro noturna.

..:: Conteúdo do curso ::..

Palestras,primeiros socorros (situações comuns), city tour(procedimento e técnicas com grupos), recreação em ônibus, jogos e dinâmicas ecológicas, músicas recreativas,cirandas e rodas cantadas,atividades recreativas em quadra,campo,praia,salão e para dias de chuva, grandes jogos temáticos,alongamento temático, atividades em trilha,atividades aquáticas,atividades noturnas,jogos cooperativos e jantar temático.

..:: Investimento ::..

..:: São Paulo e interior: R$ 270,00

..:: Santos, São Vicente, Praia Grande e Guarujá: R$ 250,00

..:: Itanhaém, Mongagua e Peruibe: R$200,00

À vista 10% de desconto ou em até 6x no cheque

* Desconto para grupos, professores, empresas e parceiros

Seja um colaborador birutas e ganhe desconto + comissão!

..:: Certificação: ABBTUR São Paulo: Associação Brasileira de Bacharéis em Turismo, secção São Paulo

..:: Apoio: abae - associação brasileira de acampamentos educativos

..:: Informações e inscrições ::..

Tio Madruga (13)9118-7413
Tio Nescau (13) 9732-8462
Tio Tranqueira (13)9716-1473


..:: Web: www.equipebirutas.blogspot.com


..:: E-mail: equipebirutas@hotmail.com

..:: Msn: monitoressuarao@hotmail.com


..:: Patrocínio ::..

Faculdade Litoral Sul - FACSUL
Gig - Isntrumentos Musicais
Litoral sul águas, gás e gelo
Auto Peças 3G
Di Fiori - Pizzaria e Churrascaria
NZ Transportes - Fretamento e Locação


..:: Apoio ::..

Colônia de férias do banco Nossa Caixa - USCEESP
Gatorade
Vereador Marco Aurélio
Associação Comercial de Itanhaém - ACAI
AMA Ecoturismo - Agência de Monitoria Ambiental
Conexão - Festas e Eventos
[RH em Hospitalidade]


..:: Não fique de fora!!!!! Faça já sua inscrição!!! ::..

..:: Vagas limitadas ::..



5.24.2010

Guarujá prepara curso para formar monitores locais

Com o objetivo de formar jovens em condição de vulnerabilidade social para se tornarem monitores locais de Turismo, a Prefeitura de Guarujá promove um curso de qualificação por meio do Projeto de Turismo Sustentável. A iniciativa tem como base o programa "Turismo Sustentável e Infância", do Governo Federal, e é direcionada a pessoas entre 15 e 25 anos de idade, que morem em comunidades de baixa renda.

A ação será aplicada pela Secretaria Municipal do Turismo e parceiros a partir do segundo semestre deste ano. Serão oferecidos quatro cursos com duração de dois meses cada, oferecendo grade curricular de 228 horas. A primeira turma será composta por 20 alunos da região do Rabo do Dragão (Serra do Guararu). No próximo ano serão contemplados jovens da Cabeça do Dragão (Santa Cruz dos Navegantes) e Barriga do Dragão (Enseada) e em 2012 da Asa do Dragão (Vicente de Carvalho).

Os jovens desta primeira turma foram selecionados a partir de nomes fornecidos pela Sociedade Amigos da Prainha Branca. Os líderes comunitários conhecem os adolescentes e apontaram aqueles que são realmente carentes, precisam trabalhar e têm potencial para atuar com Turismo Ecológico nas trilhas da região.

O curso da primeira turma acontece de 2 de agosto a 17 de setembro, de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas, com 90% de aulas práticas no Instituto Litoral Verde (Estrada Guarujá-Bertioga, quilômetro 14,5). As metas são regularizar visitação pública em áreas naturais e de patrimônio histórico, gerar emprego e renda e, após o curso, fazer o emplacamento e sinalização das trilhas. Após o curso, o aluno recebe o certificado de monitor local e será cadastrado num banco de dados da rede municipal.
Para a aplicação do curso, a Prefeitura fornecerá suporte das secretarias do Turismo e do Meio Ambiente terá como parceiro nesta iniciativa as Forças Armadas, Polícia Ambiental, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Sociedade Amigos da Prainha Branca, Instituto Litoral Verde, Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), agência Nau Brasilis e agência Nação Ecológica Ecoturismo.
Os alunos terão aulas de primeiros socorros, equipamentos e vestimenta, fauna, flora, Educação Ambiental, recreação na trilha, recepção, técnicas de trekking, planejamento e manutenção de trilhas e empreendedorismo/cooperativismo.

..:: Fonte: Guarujá Convention & Visitors Bureau

5.16.2010

Treinar, Adestrar ou Desenvolver? Eis a questão!

Por: Suely Pavan - Pavan Desenvolvimento

Do outro lado da linha, ao tentar resolver um problema encontro um ser adestrado. Como sei disso? Ele não consegue resolver o meu problema, segue um “script”, e dele não sai nem que a vaca tussa. Sinceramente nem entendo direito o que ele faz lá, poderia ser facilmente substituído por uma máquina. Não faria diferença alguma. Ele foi adestrado, e não treinado e muito menos desenvolvido, para fazer atendimento ao cliente.

Em seis lojas ouço um não como resposta. Aprendi que cada não que se diz ao cliente, é uma venda perdida. Nenhum vendedor me dá opções “Não têm”, eles dizem fechando totalmente qualquer probabilidade de venda. Foram adestrados para dizer sim ou não, como robôs, e não para atenderem às necessidades do cliente. Operadores de telemarketing costumam ser o bode expiatório para o atendimento adestrado que o cliente recebe, mas quem trabalha com treinamento e desenvolvimento há mais de 20 anos, sabe que tanto ao telefone, ou chat na internet ou ainda pessoalmente está sendo atendido por um “Alien”, ou um coitado que recebeu um dito treinamento robótico. Fico com dó daquele ser humano que se esconde atrás daquela profissão, no qual o “role playing”, foi substituído pelo “role training”. Foram programados (treinados) para dar determinados tipos de respostas (role training) e não para jogar com uma nuance de possibilidades (role playing). Os danos à saúde mental destes profissionais são imensos, mas quem se preocupa com isto?

Os treinadores, desenvolvedores de pessoas das empresas que fazem estes verdadeiros adestramentos também não foram habilitados a fazer pensar, ou ampliar o nível de respostas.
Quando eu estudei lá na década de 70, tudo era em grupo. Confesso que a princípio era até chato, já que estávamos acostumados a receber a orientação total dos professores. Mas este jeito grupal de resolver as coisas ampliou e muito a nossa capacidade de pensar, discutir, e lidar com a diversidade. Também, naquela época, era preciso experimentar, ou seja, o aprendizado era vivo, inesquecível. O esquema escolinha, um sentado olhando a cabeça do outro e com foco no professor, foi substituído pelo sagrado ( aquele que cura) círculo. O Chaplin de “Tempos Modernos” que operava máquinas no filme, hoje opera cérebros e corpos. Cérebros que pensam iguais, agem iguais, têm corpos parecidos e adoram aprender sentados. Querem respostas prontas para qualquer coisa, já que não foram educados nas escolas, nem nas empresas e muito menos nos cursos de graduação e pós, a levantar a b... da cadeira e ir atrás, e experimentar o conhecimento, transformando-o em atitude,ou um jeito novo de pensar. Quando tem que fazer isto na prática, relacionando-se com um cliente, um funcionário, ou um par, tá na cara que o resultado é catastrófico. Fazem uso de jargões, e respondem sempre de um jeito pasteurizado.
Ninguém ensina a pensar. Muito menos a agir, e ação é pernas! Apesar do nome novo dado às coisas na área de recursos humanos das grande e médias empresas, o que se vê hoje na prática é um comportamento bitolante, chato, enfadonho, pra não dizer burro. Em treinamentos, cursos, ou o nome que você queria dar, o que se vê é gente sentada atrás da cadeira, protegida, com pouca mobilidade para aprender. Gostaria de saber também o professor, instrutor, facilitar, ou seja lá o nome modernoso que a liderança em sala de aula tenha, que esteja de fato preparado para agüentar o caos. Sim, o caos: gente em grupo discutindo, tendo orgasmos múltiplos pelas descobertas que faz, com os olhos brilhando. Claro, que para se chegar a este resultado leva tempo é necessário mais do que nunca de iniciadores (aquecimentos), não os tradicionais de treinamento que esquentam e logo depois esfriam, já que não permitem o compartilhar. A platéia, ou participantes também já vem bitolada, preparada para receber a resposta pronta sobre: Como lidar com o cliente; Como lidar com o funcionário; Ou como lidar com qualquer coisa!
É preciso quebrar este paradigma e botar o povo pra funcionar, lembrar a eles que a potencia é deles. Quando se dá cursos assim, o trabalho é árduo, nem dá para ficar passando slides no notebook. Muda-se o jeito conforme a platéia, impossível seguir um roteirinho, ou um script. Isto exige do facilitador inteireza. Ele não precisa saber apertar botões e ditar regras, mas sim ouvir e ver, e ter espírito de botar fogo na galera, acostumada a receber tudo prontinho. Mestres assim não perdem o objetivo a que se prepõem no seu plano instrucional, mas mudam o jeito que darão à aulas conforme as demandas. Mas insisto isto leva tempo, já que há um comportamento instalado e muito, mas muito acomodado. Se você treinar um grupo em atendimento, por exemplo, ao invés de dizer como se deve atender, proponha problemas cabeludos e deixe a platéia resolver, mas na prática. Talvez eles errem muito, mas não faz mal. Ao invés do notebook, use um flip chart e anote a gama de respostas do grupo, você ficará surpreso ao se deparar com a verdadeira metodologia de construção grupal. Dá trabalho? Muito, você provavelmente perderá pelo menos um quilo em cada aula que dá, este é o melhor regime para emagrecer que eu conheço. Mobilidade dá nisto, a gente emagrece e o grupo também. Não adiante sair de uma sala de aula gordo de conhecimentos, se o participante é incapaz de brincar com eles em seu dia a dia.
Lembre-se também que treinar é sempre algo relacionado com a esfera do conhecimento, e que desenvolver é algo mais amplo, melhora pessoas. E pelo amor de deus não confunda o que eu escrevo aqui com encher o grupo com “dinamicazinhas” sem nenhum sentido. Não trate adultos como crianças. Estude andragogia, que é a arte de ensinar adultos, seja em cursos, ou universidades. Use o notebook apenas para fixar alguns conceitos que o grupo por si só já concluiu. E não se importe de deletar dezenas de slides que você preparou, afinal o seu foco deve ser o sabor do aprendizado e não o programa planejado( isto é coisa de professorinha de mil novecentos e antigamente). Já vi facilitador modernoso após uma aula dizer: Ufa! Conseguir passar todos os slides do power point. Mas o pessoal aprender e apreendeu? Pergunto. A resposta que obtive: Sim claro, eles estavam ouvindo!

..:: Como se adultos aprendessem só ouvindo ou rindo! ::..

Antes de colocar o pé numa sala de aula, lembre-se que você está lá para deixar o mundo melhor, e sempre ampliar respostas e possibilidades. Senão vá trabalhar num canil, lá está adequado o adestramento, afinal cães não pensam. Gente ao contrário tem história, usa-as, e não desqualifique o grupo. Você não precisará ensinar tudo e vai aprender muito. Hoje as perguntas mudaram, e as respostas mais ainda. Se você é antenado com o mundo perceberá que tem pouca gente preparada para o inusitado. Leia Edgar Morin, Paulo Freire, Claude Dejours, Guy Debord, Paula Sibilia e Shakespeare. Assista às instigantes palestras da vibrante Viviane Mosé lá na TV Cultura, e fuja dos modismos irritantes de RH que vivem dizendo que uma coisa é novíssima, mas chegou junto com Cabral. Deixe isto para os bitolados e aqueles que buscam respostas prontas e jamais são capazes de decidir por si só. Aqueles que copiam e colam, pois são não sabem refletir. Ah! E se você acredita em tudo que as grandes empresas dizem que fazem “peloamordedeus” leia a matéria deste blog.

4.26.2010

Gestão de pessoas: O trabalho sob a ótica dos jovens

..:: Fonte: ABRH-SP

Para comemorar o Dia do Trabalho, celebrado no próximo sábado, o JRH ouviu quatro representantes da geração que está prestes a entrar ou acaba de entrar no mercado de trabalho. Nesses depoimentos, eles falam sobre o significado do trabalho, plano de carreira, relacionamento com outras gerações e como uma associação de profissionais pode ajudá-los no dia a dia. Leia a seguir:

“O trabalho é essencial para realizar todas as minhas aspirações e sonhos. Tenho prazer em trabalhar com algo que gosto, ver o resultado disso e ser reconhecido no mercado. Além do ganho financeiro, quando você faz o que gosta, o trabalho traz amizade, reconhecimento e, no meu caso, até diversão, que muitas vezes se confunde com a vida pessoal. Mas sempre levado com seriedade e cumprindo o que deve ser feito. Como comecei a trabalhar cedo, sempre convivi com pessoas de várias gerações e nunca tive problemas com isso. Muitas vezes, os mais velhos são mais abertos e fáceis de trabalhar que os jovens, porque entre estes existe a competição.” Yan Brehm mora em São Paulo, tem 19 anos e é sócio de uma empresa da área de marketing digital e mídias sociais.
“Eu já tenho um plano de carreira traçado. Ao terminar o meu curso de Direito, quero advogar por um tempo e logo prestar concurso para promotoria ou delegacia federal. Uma vez no mercado de trabalho, espero poder aprender muito com as outras gerações, com suas experiências e habilidades, mas também espero poder ensiná-los alguma coisa. Entendo que o papel de uma associação de profissionais é me ajudar ao me manter antenada com as últimas notícias da área, além de divulgar o meu nome e abrir portas no mercado de trabalho.” Fernanda Barollo, 18 anos, estuda Direito em Taubaté (SP).
“Quando comecei a trabalhar, no primeiro ano de faculdade, achava que tinha um plano traçado, com as áreas que gostaria de estar envolvido. Mas, hoje, no último ano, vi que o plano foi alterado. Minhas áreas de interesse mudaram e o mercado de trabalho me ofereceu outros caminhos para serem traçados. Espero que isso aconteça novamente daqui a uns anos. Em relação ao convívio com outras gerações, cinco anos atrás, achava que, por ser novo, seria tratado de forma inferior e pouco ouvido. Mas hoje vejo que muitas pessoas valorizam os jovens por terem novas ideias e, muitas vezes, vontade de renovar. Por sorte, temos os mais velhos ou mais experientes para solucionar certas situações, impor limites e, muitas vezes, trazer a realidade de volta.” Henrique Macedo, 23 anos, mora em Campinas (SP), estuda Direito e trabalha em uma multinacional há quase três anos.

“Eu já tracei meu objetivo profissional, entretanto não posso afirmar que tudo sairá como o previsto. O que faço é me esforçar para ter êxito em minha carreira hoje e espero continuar fazendo isso sempre. Assim que ingressar no mercado de trabalho, espero me relacionar bem com as outras gerações, absorvendo toda a experiência positiva que possam me proporcionar. Quanto ao papel de uma associação de profissionais, deve ser o de lutar pelos interesses de nossa classe, estar atenta às decisões que possam nos prejudicar e encontrar os melhores meios, dentro da lei, para zelar pela qualidade dos profissionais.” Edson Cândido Vicente Neto, 20 anos, faz faculdade de Economia.

3.27.2010

RH.com.br - Desenvolvimento - Hardware, software e “humanware”!

Por: Marizete Furbino - Portal RH.com.br

"Sabedoras de que a maior commodity do século XXI é o Conhecimento, as empresas devem investir 'pesado', não somente em equipamentos (hardware) e procedimentos (software), mas também em pessoas ('humanware'), uma vez que todos eles são considerados pilares para quaisquer empresas e, por sua vez, possuem o poder tanto de alavancar como de arruinar empresas.

Equipamentos e procedimentos não terão êxito algum se não forem bem comandados e executados por profissionais competentes. Deste modo, são as pessoas que irão garantir a competitividade, a sobrevivência e a solidez da empresa frente à acirrada competitividade.
Em decorrência do exposto, quando se faz um investimento financeiro em equipamentos é fundamental lembrar que os profissionais que compõem o quadro da empresa é que irão trabalhar diretamente com tais equipamentos e, assim sendo, devem ser capacitados para exercer sua função com eficiência. Caso essa importante providência não seja seguida, o valor investido no equipamento 'escoará' por entre as 'mãos da empresa', levando-a a um caos.
Nessas circunstâncias, os processos de ensino/aprendizagem deixam de ser de responsabilidade somente das instituições de ensino e passam a ser preocupação constante também das empresas. Estas, por sua vez, são as responsáveis por implantar a cultura da aprendizagem organizacional. É dessa forma que as empresas contribuem, para que as informações transformem-se em conhecimentos e assim sirvam para agregar valor ao produto e/ou serviço, adquirindo competitividade, despontando, enfim, a empresa na frente perante o mercado. Nesse mesmo sentido, preocupar-se com o desenvolvimento das pessoas envolvidas no processo organizacional significa preocupar-se com a própria empresa.

A análise do conjunto acima descrito leva-nos a pensar e a crer que procedimentos, estratégias, planejamentos e outros só alcançarão sucesso quando aliados com as ações das pessoas. Do mesmo modo, é preciso que haja interesse, capacitação, preparação, motivação, muito envolvimento, comprometimento, responsabilidade, bem como muita vontade de fazer acontecer, para que tudo ocorra de forma a garantir qualidade e eficácia."

..:: Artigo completo: RH.com.br - Desenvolvimento - Hardware, software e “humanware”!

3.20.2010

Gestor perde 60% da produtividade "apagando fogo"

Segundo levantamento, resolução de problema e atividades administrativas consomem grande parte do tempo dos líderes.

Mais da metade do tempo dos gestores, especificamente 59% das horas trabalhadas, acaba sendo utilizada para "apagar incêndios". A informação é da consultoria empresarial ProGeps, que utilizou como base para o resultado seu universo de clientes.

De acordo com a empresa, essa demanda divide-se na resolução de problemas (29%) e em atividades administrativas (30%), como reuniões, despacho de papelada, checagem de e-mail e telefonemas.

Já atividades importantes no que diz respeito a estratégia, como treinamento e coaching de seus subordinados, ocupam somente 1% do horário de trabalho dos líderes. A gestão propriamente dita ocupa apenas 16% do tempo desses profissionais, índice que representa menos da metade do valor considerado adequado (35%), segundo especialistas da consultoria.

Como resultado disso, o levantamento aponta que a produtividade média alcançada pelas organizações é de 60%, ou seja, há um desperdício de cerca de 30% no potencial produtivo das empresas, considerando que entre 5% e 10% constituem perdas irrecuperáveis.

..:: Falta de objetividade ::..

"Quando chegamos a uma empresa, o que vemos é redundância, falta de objetividade entre departamentos, falta de visão e alinhamento. Trata-se de um conjunto de coisas que têm que trabalhar em harmonia", explica o presidente da ProGeps, Elzo Guarnieri.

As organizações geralmente tendem a acreditar que a solução para o aumento da produtividade está em novos investimentos, principalmente em sistemas de gestão automatizados.

"É necessário trabalhar de baixo para cima, "mãos na massa", entrar nos detalhes e, como isso sempre, de alguma maneira, se reflete nas pessoas, ter um programa dirigido para todo os universo coberto pelo trabalho de melhoria", disse.

3.13.2010

Unip: oportunidade de capacitação

A Universidade Paulista, por meio da Vice-Reitoria de Extensão Comunitária, tem realizado atividades com o objetivo de colaborar com o desenvolvimento local, regional e nacional. Assim, a Universidade abre suas portas para a comunidade e tenta efetivar seu compromisso com a melhoria das condições de vida das pessoas, através de um saber ligado a seus interesses e necessidades.

Com esse objetivo, a UNIP, por meio da Vice-Reitoria de Extensão Comunitária, desenvolve os seguintes projetos:

1. Alfabetização Solidária – em parceria com uma Ong e o Governo Federal. Este projeto tem como objetivo alfabetizar trabalhadores rurais residentes na região Nordeste, Norte e em localidades carentes de grandes centros urbanos. Só em 2003 beneficiou mais de 100 mil trabalhadores;

2. Curso de Extensão Comunitária – são cursos de curta duração, aos sábados, totalmente gratuitos. Alguns cursos ministrados são: Espanhol, Alfabetização de Adultos, Técnicas de Redação, Matemática, Shantala, Massagem, Oratória, Fotografia, Bricolagem, Artesanato, entre outros;

3. UNIP na Comunidade – os alunos e professores dos cursos da área da saúde prestam atendimentos gratuitos em favelas, promovem eventos para pessoas carentes com a participação do ônibus-laboratório da Universidade;

4. Coral – aberto para toda a comunidade, regido por um maestro profissional.

5. Eventos parceiros – Organização e apoio a eventos de instituições sem fins lucrativos.

..:: Clique aqui e acesse o calendário de cursos do primeiro semestre ::..

O objetivo da UNIP é aumentar o número de projetos para atender uma maior parcela da comunidade. Para mais informações sobre os cursos e projetos, entre em contato:

..:: Serviço ::..

VREXCO - Vice-Reitoria de Extensão Comunitária
End.: Luís Goes, 2211 - Mirandópolis - SP
CEP: 04043-200
Tel.: (11) 5586-4256 / 5586-4257
E-mail: extcom@unip.br



Informática - Submarino.com.br

1.26.2010

Portugal Digital - Enotel estuda investimento de R$ 210 milhões no Ceará

"A rede hoteleira portuguesa Enotel, com sede na Ilha da Madeira, está a estudar um novo investimento no Brasil. O presidente da Enotel, Estêvão Neves, admitiu no último fim-de-semana que o grupo poderá construir uma nova unidade com 500 quartos no estado do Ceará, com um investimento de R$ 210 milhões.

A decisão, indicou o presidente da Enotel, citado pelo 'Diário do Nordeste', depende de infraestrutura pronta para receber o empreendimento, como energia, saneamento, água, acesso, além de condições para o desenvolvimento de serviços no entorno, como taxistas e comércio. O objetivo do grupo luso é poder inaugurar a nova unidade em 2014.

A intenção foi revelada durante a visita do governador do Ceará, Cid Gomes, às obras do Cumbuco Golf Resort, empreendimento que a cadeia Vila Galé, também portuguesa, está a promover no Estado. Instalado a 41 quilómetros de Fortaleza, o 'resort' do grupo Vila Galé corresponde a um investimento inicial de R$ 110 milhões.

Com três hotéis na Madeira e dois no Brasil, em Porto de Galinhas, o grupo Enotel é um dos investidores portugueses de referência no mercado turístico brasileiro. Cadeias consolidadas em Portugal como o grupo Pestana e a Vila Galé já investem há vários anos no Brasil."

..:: Matéria completa: Portugal Digital - Enotel estuda investimento de R$ 210 milhões no Ceará

1.07.2010

Carlyle é acionista majoritário da CVC

Por: Alberto Komatsu - Valor Online

Depois de dois anos de flerte, a CVC e o fundo americano de investimentos Carlyle anunciam hoje a maior transação da história do setor de agências de viagens no Brasil. O Carlyle tornou-se acionista majoritário da maior operadora de turismo do país, com cerca de 63% de participação. O valor do negócio não deve ser divulgado, mas pessoas próximas estimam que seria de aproximadamente US$ 600 milhões ou o equivalente a pouco mais de R$ 1 bilhão.

O fundador da CVC, Guilherme Paulus, permanece no conselho de administração, de nove membros. O atual presidente da operadora Valter Patriani, tido como peça-chave na empresa, onde iniciou carreira em 1978 como vendedor, continuará no cargo. No conselho, o Carlyle deverá ocupar seis cadeiras. O fundador da CVC, por sua vez, poderá indicar três pessoas.

Só a operadora foi negociada. Outras empresas do grupo, como WebJet, CVC Cruzeiros, GJP Administradora de Hotéis e Set Travel permanecem com Paulus. Os recursos da venda vão expandir a operação da CVC, que pretende se internacionalizar.

A CVC foi fundada em 1972, em Santo André. Cresceu com a venda de pacotes turísticos a funcionários de montadoras do ABC paulista. Em 2009, embarcou 2 milhões de pessoas. Já o Carlyle estreou no Brasil em 2007, ao comprar a Scopel, do ramo imobiliário, por US$ 70 milhões.

12.09.2009

O Cavalo no Poço

Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda. Um dia, seu capataz veio trazer a notícia de que um dos cavalos havia caído num velho poço abandonado.

O fazendeiro foi rapidamente ao local do acidente e avaliou a situação. Certificando-se de que o animal não se machucara, mas, pela dificuldade e o alto custo de retirá-lo do fundo do poço, achou que não valeria a pena investir numa operação de resgate.

Tomou então a difícil decisão: determinou ao capataz que sacrificasse o animal, jogando terra no poço até enterrá-lo, ali mesmo.

E assim foi feito: os empregados, comandados pelo capataz, começaram a jogar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o cavalo.

Mas, à medida que a terra caía em seu dorso, o animal sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando ao cavalo ir subindo. Logo, os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra enchia o poço, até que enfim, conseguiu sair.

Sabendo do caso, o fazendeiro ficou muito satisfeito e o cavalo viveu ainda muitos anos servindo ao dono da fazenda.