Sinais do Som
View more presentations from Aristides Faria.
Empresário de Florianópolis, André Ricardo de Souza, sócio proprietário da Empresa TARTARUGAS – TURISMO DE AVENTURA, e coordenador das Atividades Corporativas ao Ar Livre – ACAL, acaba de voltar de uma expedição auto-suficiente de 14 dias, percorrendo uma rota no sul de Minas Gerais, próximo a cidade de Luminárias, carregando todo equipamento e alimentação necessária. A expedição fez parte do curso para Formação de Educadores ao Ar Livre (FEAL), uma oportunidade única no Brasil para pessoas que objetivam desenvolver e aprimorar suas habilidades para trabalhar em programas ao ar livre.Foram utilizadas técnicas de montanhismo, canoagem, dinâmicas de grupo, estratégias de planejamento de cursos, procedimentos de emergência e gestão de segurança. Durante todo tempo, os conteúdos foram trabalhados na prática.O curso foi ministrado pela Outward Bound, organização líder em educação ao ar livre no mundo, pioneira mundial em educação experiencial ao ar livre. Presente em mais de 30 países e com mais de 65 anos de história, atua no desenvolvimento humano de jovens e adultos, despertando valores como confiança, espírito cooperativo, liderança e responsabilidade pessoal, social e ambiental.
Prezados colegas e leitores,Vendas
Palestra: Motivação de vendas
Aumento das vendas em tempos difíceis (19 pontos de vendas)
Liderança
Falhas gerenciais e como evitá-las (8 horas) (sucesso no Sinduscon 2008/9)
Trabalho em equipe / Apara de arestas (abrigo subterrâneo)
Atendimento com Qualidade
Atendimento Telefônico – Seja cortês ao telefone
Pense como o Patrão
Etiqueta e Boas Maneiras para o sucesso profissional
Atendimento com qualidade – 3 horas (vídeo de apoio: Hotel no cinema)
Hospitalidade
Treinamento de camareira
Procedimentos em Recepção e Reservas de Hotel
Gastronomia
Treinamento para commis e garçom / garçonete
As preparações a mesa do cliente
Tipos de restaurantes e atribuições do pessoal
O Barman: Coquetéis: teoria e prática
Vinho: Implantação de carta de vinho, treinamento de serviço e venda
O turismo de aventura deverá, nos próximos meses, formar novos profissionais para aprimorar os serviços no Estado de Santa Catarina. A informação é do diretor de marketing da Tartarugas Turismo, Thiago Albino Sardá, ao anunciar o primeiro Programa de Qualificação Profissional em Turismo de Aventura, cuja meta é aumentar a qualidade e segurança dos serviços. Os cursos são inéditos.
Por: Joyce Trindade - Folha Dirigida, 23/08/2010 - Rio de Janeiro (RJ)Por causa desta distância entre a formação universitária e as demandas do mercado de trabalho, as oportunidades de estágio têm sido encaradas como cada vez mais estratégicas, pelos estudantes. Não por acaso, eventos como a Mostra PUC, que terminou na última sexta, dia 20, mobilizam multidões em busca não só de preencher currículos, mas, sobretudo, de saber o que as companhias esperam dos profissionais. O problema é que, hoje em dia, em vários casos, não é possível esperar o período de estágio para adquirir certas competências.A própria seleção para as vagas já considera isto, como diz a gerente de Recursos Humanos da Seguradora Mongerau Aegon, Carla Muniz. Um dos problemas que ela percebe nos estudantes é a dificuldade de entender que cada empresa tem sua cultura, sua forma de se organizar. Ou seja, nem sempre dá para fazer algo do jeito que aprenderam no ambiente acadêmico. "Muitas vezes, o estudante aprende sobre um assunto na faculdade e percebe, ao entrar em uma empresa, que a prática sobre aquilo é totalmente diferente", destaca a especialista, para quem as competências comportamentais deveriam ser mais trabalhadas na faculdade. "É dada mais importância à inteligência intelectual, em detrimento da inteligência emocional. Muitos profissionais ingressam nas empresas com muita técnica e conceitos, mas com grandes carências quanto ao relacionamento interpessoal."
Por: Paulo Ricardo Mubarack Tio Madruga (13)9118-7413
Tio Nescau (13) 9732-8462
Tio Tranqueira (13)9716-1473
Faculdade Litoral Sul - FACSUL
Gig - Isntrumentos Musicais
Litoral sul águas, gás e gelo
Auto Peças 3G
Di Fiori - Pizzaria e Churrascaria
NZ Transportes - Fretamento e Locação
Colônia de férias do banco Nossa Caixa - USCEESP
Gatorade
Vereador Marco Aurélio
Associação Comercial de Itanhaém - ACAI
AMA Ecoturismo - Agência de Monitoria Ambiental
Conexão - Festas e Eventos
[RH em Hospitalidade]
..:: Vagas limitadas ::..
.jpg)
A ação será aplicada pela Secretaria Municipal do Turismo e parceiros a partir do segundo semestre deste ano. Serão oferecidos quatro cursos com duração de dois meses cada, oferecendo grade curricular de 228 horas. A primeira turma será composta por 20 alunos da região do Rabo do Dragão (Serra do Guararu). No próximo ano serão contemplados jovens da Cabeça do Dragão (Santa Cruz dos Navegantes) e Barriga do Dragão (Enseada) e em 2012 da Asa do Dragão (Vicente de Carvalho).Para a aplicação do curso, a Prefeitura fornecerá suporte das secretarias do Turismo e do Meio Ambiente terá como parceiro nesta iniciativa as Forças Armadas, Polícia Ambiental, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Sociedade Amigos da Prainha Branca, Instituto Litoral Verde, Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), agência Nau Brasilis e agência Nação Ecológica Ecoturismo.Os alunos terão aulas de primeiros socorros, equipamentos e vestimenta, fauna, flora, Educação Ambiental, recreação na trilha, recepção, técnicas de trekking, planejamento e manutenção de trilhas e empreendedorismo/cooperativismo.
Por: Suely Pavan - Pavan DesenvolvimentoQuando eu estudei lá na década de 70, tudo era em grupo. Confesso que a princípio era até chato, já que estávamos acostumados a receber a orientação total dos professores. Mas este jeito grupal de resolver as coisas ampliou e muito a nossa capacidade de pensar, discutir, e lidar com a diversidade. Também, naquela época, era preciso experimentar, ou seja, o aprendizado era vivo, inesquecível. O esquema escolinha, um sentado olhando a cabeça do outro e com foco no professor, foi substituído pelo sagrado ( aquele que cura) círculo. O Chaplin de “Tempos Modernos” que operava máquinas no filme, hoje opera cérebros e corpos. Cérebros que pensam iguais, agem iguais, têm corpos parecidos e adoram aprender sentados. Querem respostas prontas para qualquer coisa, já que não foram educados nas escolas, nem nas empresas e muito menos nos cursos de graduação e pós, a levantar a b... da cadeira e ir atrás, e experimentar o conhecimento, transformando-o em atitude,ou um jeito novo de pensar. Quando tem que fazer isto na prática, relacionando-se com um cliente, um funcionário, ou um par, tá na cara que o resultado é catastrófico. Fazem uso de jargões, e respondem sempre de um jeito pasteurizado.Ninguém ensina a pensar. Muito menos a agir, e ação é pernas! Apesar do nome novo dado às coisas na área de recursos humanos das grande e médias empresas, o que se vê hoje na prática é um comportamento bitolante, chato, enfadonho, pra não dizer burro. Em treinamentos, cursos, ou o nome que você queria dar, o que se vê é gente sentada atrás da cadeira, protegida, com pouca mobilidade para aprender. Gostaria de saber também o professor, instrutor, facilitar, ou seja lá o nome modernoso que a liderança em sala de aula tenha, que esteja de fato preparado para agüentar o caos. Sim, o caos: gente em grupo discutindo, tendo orgasmos múltiplos pelas descobertas que faz, com os olhos brilhando. Claro, que para se chegar a este resultado leva tempo é necessário mais do que nunca de iniciadores (aquecimentos), não os tradicionais de treinamento que esquentam e logo depois esfriam, já que não permitem o compartilhar. A platéia, ou participantes também já vem bitolada, preparada para receber a resposta pronta sobre: Como lidar com o cliente; Como lidar com o funcionário; Ou como lidar com qualquer coisa!
É preciso quebrar este paradigma e botar o povo pra funcionar, lembrar a eles que a potencia é deles. Quando se dá cursos assim, o trabalho é árduo, nem dá para ficar passando slides no notebook. Muda-se o jeito conforme a platéia, impossível seguir um roteirinho, ou um script. Isto exige do facilitador inteireza. Ele não precisa saber apertar botões e ditar regras, mas sim ouvir e ver, e ter espírito de botar fogo na galera, acostumada a receber tudo prontinho. Mestres assim não perdem o objetivo a que se prepõem no seu plano instrucional, mas mudam o jeito que darão à aulas conforme as demandas. Mas insisto isto leva tempo, já que há um comportamento instalado e muito, mas muito acomodado. Se você treinar um grupo em atendimento, por exemplo, ao invés de dizer como se deve atender, proponha problemas cabeludos e deixe a platéia resolver, mas na prática. Talvez eles errem muito, mas não faz mal. Ao invés do notebook, use um flip chart e anote a gama de respostas do grupo, você ficará surpreso ao se deparar com a verdadeira metodologia de construção grupal. Dá trabalho? Muito, você provavelmente perderá pelo menos um quilo em cada aula que dá, este é o melhor regime para emagrecer que eu conheço. Mobilidade dá nisto, a gente emagrece e o grupo também. Não adiante sair de uma sala de aula gordo de conhecimentos, se o participante é incapaz de brincar com eles em seu dia a dia.Lembre-se também que treinar é sempre algo relacionado com a esfera do conhecimento, e que desenvolver é algo mais amplo, melhora pessoas. E pelo amor de deus não confunda o que eu escrevo aqui com encher o grupo com “dinamicazinhas” sem nenhum sentido. Não trate adultos como crianças. Estude andragogia, que é a arte de ensinar adultos, seja em cursos, ou universidades. Use o notebook apenas para fixar alguns conceitos que o grupo por si só já concluiu. E não se importe de deletar dezenas de slides que você preparou, afinal o seu foco deve ser o sabor do aprendizado e não o programa planejado( isto é coisa de professorinha de mil novecentos e antigamente). Já vi facilitador modernoso após uma aula dizer: Ufa! Conseguir passar todos os slides do power point. Mas o pessoal aprender e apreendeu? Pergunto. A resposta que obtive: Sim claro, eles estavam ouvindo!
..:: Fonte: ABRH-SP“Eu já tenho um plano de carreira traçado. Ao terminar o meu curso de Direito, quero advogar por um tempo e logo prestar concurso para promotoria ou delegacia federal. Uma vez no mercado de trabalho, espero poder aprender muito com as outras gerações, com suas experiências e habilidades, mas também espero poder ensiná-los alguma coisa. Entendo que o papel de uma associação de profissionais é me ajudar ao me manter antenada com as últimas notícias da área, além de divulgar o meu nome e abrir portas no mercado de trabalho.” Fernanda Barollo, 18 anos, estuda Direito em Taubaté (SP).“Quando comecei a trabalhar, no primeiro ano de faculdade, achava que tinha um plano traçado, com as áreas que gostaria de estar envolvido. Mas, hoje, no último ano, vi que o plano foi alterado. Minhas áreas de interesse mudaram e o mercado de trabalho me ofereceu outros caminhos para serem traçados. Espero que isso aconteça novamente daqui a uns anos. Em relação ao convívio com outras gerações, cinco anos atrás, achava que, por ser novo, seria tratado de forma inferior e pouco ouvido. Mas hoje vejo que muitas pessoas valorizam os jovens por terem novas ideias e, muitas vezes, vontade de renovar. Por sorte, temos os mais velhos ou mais experientes para solucionar certas situações, impor limites e, muitas vezes, trazer a realidade de volta.” Henrique Macedo, 23 anos, mora em Campinas (SP), estuda Direito e trabalha em uma multinacional há quase três anos.
Em decorrência do exposto, quando se faz um investimento financeiro em equipamentos é fundamental lembrar que os profissionais que compõem o quadro da empresa é que irão trabalhar diretamente com tais equipamentos e, assim sendo, devem ser capacitados para exercer sua função com eficiência. Caso essa importante providência não seja seguida, o valor investido no equipamento 'escoará' por entre as 'mãos da empresa', levando-a a um caos.Nessas circunstâncias, os processos de ensino/aprendizagem deixam de ser de responsabilidade somente das instituições de ensino e passam a ser preocupação constante também das empresas. Estas, por sua vez, são as responsáveis por implantar a cultura da aprendizagem organizacional. É dessa forma que as empresas contribuem, para que as informações transformem-se em conhecimentos e assim sirvam para agregar valor ao produto e/ou serviço, adquirindo competitividade, despontando, enfim, a empresa na frente perante o mercado. Nesse mesmo sentido, preocupar-se com o desenvolvimento das pessoas envolvidas no processo organizacional significa preocupar-se com a própria empresa.
Segundo levantamento, resolução de problema e atividades administrativas consomem grande parte do tempo dos líderes.