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Mostrando postagens com marcador mundo dos negócios. Mostrar todas as postagens
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8.08.2010

Ninguém vive sozinho

Por: Daniela Tófoli e Fernanda Carpegiani - Revista Crescer

Fazer as crianças entenderem que precisamos nos relacionar com pessoas diferentes e seguir regras sociais é um desafio, já que vivemos uma era tão individualista e com famílias cada vez menores. Daí a missão dos pais em mostrar, dando o exemplo, qual o verdadeiro valor de uma amizade.

Ubuntu. Bastou uma Copa do Mundo na África do Sul para a gente descobrir uma palavra que parece resumir tudo o que buscamos ensinar aos nossos filhos para que sejam mais felizes e construam um mundo melhor. Tão africana e tão difícil de traduzir, “ubuntu” significa irmandade, compaixão, solidariedade, amizade. Ou, como explicou o bispo sul-africano Desmond Tutu, Nobel da Paz: a essência do ser humano.
“Você não pode viver isoladamente, você não pode ser humano se é só”, resumiu. Nosso desafio é conseguir ensinar às crianças, em uma sociedade cada vez mais individualista, que ninguém vive sozinho. Mais do que isso, como diz a música, precisamos mostrar que “é impossível ser feliz sozinho”. E aqui não estamos falando de uma vida cor-de-rosa, de finais felizes ou de comunidades hippies. Estamos tratando de sobrevivência pura, estamos falando de saúde.
Parece estranho? Você vai ver como não é: “A saúde é um conjunto de bem-estar ‘biopsicossocial’, então não é possível promover saúde sem afeto e sem empatia, que estão intimamente relacionados às interações sociais. Mais do que ensinar que ninguém vive sozinho, é preciso admitir que é impossível ser feliz na solidão”, afirmam a neuropediatra Lara Cristina dos Santos e a neuropsicóloga Maria Dalva Lourenceti, ambas do Ambulatório de Desvios da Aprendizagem da Unesp de Botucatu (SP). Nem nas histórias infantis, para ficarmos em um assunto que as crianças adoram, heróis e mocinhas conseguem vencer suas batalhas sozinhos. Chapeuzinho Vermelho tem a ajuda do lenhador. Batman, do Robin. Branca de Neve, dos Sete Anões...

A questão é como estimular essas interações sociais. Segundo especialistas, pesquisas e livros consultados pela CRESCER, há vários caminhos possíveis, mas existe um que é infalível: o exemplo dos pais. É nossa missão mostrar o valor de uma amizade, de que forma se exercita a solidariedade (e não é só doar roupas que não usamos mais, mas também deixar um carro entrar na frente no meio do congestionamento, por exemplo) e como precisamos, todos os dias, da ajuda uns dos outros. Ninguém consegue viver sem que o motorista de caminhão trabalhe, porque os alimentos não chegariam a nós, sem que os lixeiros recolham os entulhos, porque a sujeira tomaria conta de tudo... Por mais “invisíveis” que algumas relações possam ser, dependemos delas para viver.

Quando uma criança convive com o outro, ela experimenta sentimentos e pensamentos que contribuem para a formação do seu caráter, da sua moral e do seu senso de justiça, explicam as especialistas da Unesp. “Assim, os pais são, ou pelo menos deveriam ser, os primeiros facilitadores do processo de convivência, mediante interações saudáveis, vínculos positivos e modelos adequados. Não adianta falar para a criança uma coisa e agir contrariamente.” Cabe a nós, ainda, ensinar as regras da vida em sociedade e dizer o que é certo e o que é errado. Segundo estudo norte-americano de 2006, que examinou dezenas de pesquisas sobre como as crianças se relacionam com os amigos, vários dos comportamentos infantis são influenciados diretamente pelo modo de agir dos pais. Quando os pais ensinam o que é permitido fazer (e seguem seus ensinamentos, claro!) e estimulam a empatia, os filhos têm maior tendência a levar os sentimentos dos amigos em consideração e conseguem construir vínculos sociais mais sólidos.


Claro que as crianças já nascem com traços de personalidade definidos e uma menina introvertida jamais será a miss simpatia da escola, ainda que seus pais sejam as pessoas mais sociáveis do mundo. O que acontece é que, quando elas veem o exemplo dos pais, sentem-se mais encorajadas a repetir o comportamento. Só é preciso ter cuidado para que não sejam estabelecidos apenas relacionamentos superficiais. Aprofundar o vínculo com um amigo é tão gostoso – e importante – quanto fazer uma nova amizade. Outra preocupação, lembram os especialistas, é com a perda da individualidade. Às vezes uma criança quer tanto ser aceita pelo grupo que se torna uma maria vai com as outras e deixa de ter opinião, gostos e sonhos próprios.

Manter as características de cada integrante é um desafio no grupo musical Pequeno Cidadão. Com oito adultos e dez crianças no palco, a produção se vira para respeitar a personalidade de cada um. Os figurinos, por exemplo, levam em conta o gosto de todas as crianças. Taciana Barros, mãe de Daniel e Luzia, que teve a ideia de formar o grupo com Arnaldo Antunes, Edgard Scandurra e Antônio Pinto, lembra que é preciso respeitar também os momentos de reclusão de cada um. Não é porque eles estão em uma turma grande que não têm direito à solidão. “É importante saber curtir os momentos individuais e equilibrá-los com os momentos em grupo. Às vezes é preciso estar só pra compor, refletir, pensar... Em outras horas, a parceria é fundamental e acrescenta muito.”

7.25.2010

7 lições de Ouro de Steve Jobs

O fundador da Apple, Steve Jobs, é considerado um dos mais criativos, inovadores e perfeccionistas executivos do mundo, com um instinto de marketing digno de um popstar. Algumas de suas frases sintetizam lições que podem ser seguidas por todos os profissionais:

1. “A inovação define líderes e seguidores”.

2. “Seja um fanático pela qualidade. A maioria das pessoas não está acostumada a um ambiente onde a excelência é a regra”.

3. “A única maneira de fazer um grande trabalho é amar o que você faz. Se você ainda não encontrou o trabalho que preenche seus sonhos, não se acomode”.

4. “Um conceito do budismo é ‘uma mente aprendiz’. É maravilhoso ter uma mente aprendiz”.

5. “Nosso tempo de vida é limitado, não o gaste vivendo a vida de outras pessoas”.

..:: Quer saber quais as outras duas? Acesso o Portal Meta Executiva!

7.24.2010

[RH em Hospitalidade]: balanço do primeiro semestre

Caros leitores,

Apresento a seguir algumas realizações que obtivemos durante o primeiro semestre deste ano. Foram seis meses intensos, de muito suor e tantos quilômetros rodados/voados. A intensidade e o suor trouxeram excelentes contatos comerciais e, melhor do que isso, boas amizades.

Durante o segundo semestre terei a oportunidade de retomar as rédeas de nosso blog, que hoje consolidado, movimentou-se pouco nos últimos meses, mas continuou firme e forte na web. Espero que possamos aumentar nosso número de visitantes e também a participação da moçada a cada novo post.

Vamos às novidades, então...

..:: Santos e Região Convention & Visitors Bureau ::..

O ano de 2010 começou com uma grata surpresa, que se mostrou uma oportunidade mágica de negócios. Fui convidado a trabalha como Assessor de Relacionamento no SRC&VB. Trata-se de um cargo bastante semelhante a Diretoria de Comunicação ocupada por mim na ABBTUR São Paulo.

Hoje, seis meses depois, fundimos este cargo com o de Captação de Eventos e criamos uma terceira – e nova – cadeira, a Assessoria de Eventos e Novos Negócios. Apesar de ser uma derivação, dá idéia de que o foco da entidade orienta-se a atração de eventos e oportunidades de negócios para a região.

..:: ABBTUR São Paulo ::..

Aliás, o primeiro trimestre do ano foi marcado pelo processo seletivo do Programa Olá Turista”. A ABBTUR São Paulo foi considerada pela Fundação Roberto Marinho a quarta melhor organização gestora do processo seletivo do citado Programa. Marca que resume a dedicação da atual Diretoria e também consolida a entidade entre as mais influentes e profissionais do setor turístico.

..:: Encatho 2010 ::..

Palestramos novamente no Encontro Catarinense de Turismo e Hotelaria apresentando um estudo sobre as possibilidades de aplicação das Tecnologias da Informação e Comunicação na gestão hoteleira. Sem palavras... muito bom reencontrar velhos amigos.


Acertando as contas com a história...

..:: SENAC Santos ::..

Ministrei o módulo de Introdução ao Turismo aos alunos do curso Técnico em Hotelaria do SENAC Santos. Foram dois meses de trabalho duro, profundas reflexões e muito diálogo sobre nosso campo de atuação.

O combinado sempre foi “aulas descontraídas”, mas nunca “avaliações suaves”. Busquei avaliar cada um dos alunos a cada dia, por meio de diversas atividades – muitas delas voluntárias – e também por apresentações orais e redações. Penso que o sentimentos de liberdade e pertencimento marcaram nosso módulo.

Minha maior satisfação foi ter selecionado uma aluna para estagiar no SRC&VB e outra para trabalhar na [RH em Hospitalidade]. Missão cumprida!

..:: Top Blog 2010 ::..

Nosso blog é considerado um dos 100 mais populares blogs sobre variedades no campo profissional no Brasil. E é o único que tem o “RH” e/ou a “Hospitalidade” como seu pano de fundo.



Bem, é uma mistura de orgulho, fé, determinação, parcerias... sentimentos que convergem e resumem todo o amor que deposito em nosso trabalho diário. O blog [RH em Hospitalidade] foi lançado/publicado no Intercom 2009, o maior evento técnico-científico sobre Ciências da Comunicação da América Latina, o que corrobora a estratégia e o estudo que tem por trás de cada ação que tomamos.

Há um horizonte sem fim de melhorias programadas a nosso espaço na web... o tempo trará os meios e as oportunidades para implementarmos estas intervenções. Iremos concretizar nosso trabalho sem qualquer stress. Atenção e dedicação extrema, sim. Ansiedade e exaustão, não mais.

Por um momento tivemos de trabalhar até a exaustão para estruturar nosso blog, nossa proposta empresarial e também dar andamento a nossa carreira acadêmica e executiva. Hoje podemos contar com parceiros sólidos e relevantes no mercado de negócios turístico.

..:: Marketing & Empreendedores ::..


A maior das glórias foi a indicação ao Troféu Marketing & Empreendedores, que recebemos em São Paulo, durante jantar no Tivoli Mofarrej Hotel.


Durante os próximos dias publicarei as imagens do evento e comentarei a cerimônia de premiação...

6.03.2010

Mulheres são melhores líderes que homens

Mulheres que ocupam cargos executivos são vistas como melhores líderes do que os homens, aponta um novo estudo da Universidade Duke, dos Estados Unidos. O importante, de acordo com os especialistas, é que elas quebrem a barreira do estereótipo de que são muito "sensíveis" para comandar uma negociação.

A pesquisa, que foi publicada no Journal of Applied Psychology, concluiu que as mulheres são consideradas mais eficientes para assumir cargos de lideranças, e elas também sabem levar melhor os relacionamentos profissionais do que os homens. "Em ambientes de negócios, competência e simpatia costumam ter um certo nível de compatibilidade para as mulheres", destaca o coordenador Ashleigh Rosestte.

Avaliação - O levantamento para avaliar o papel das mulheres à frente dos negócios foi feito com mais de 300 estudantes da universidade - de graduação e pós-graduação -, que analisaram as características de líderes fictícios. Quando compararam as trajetórias de mulheres e homens citados e a razão de seu sucesso, eles se mostraram mais favoráveis à ascensão delas. Eles justificaram dizendo que as mulheres são mais competentes, principalmente por enfrentar os preconceitos da sociedade para assumir funções antes exclusivamente masculinas.

"Muitas vezes, as mulheres têm que trabalhar duas vezes mais para obter a metade do reconhecimento conferido aos homens. Então, executivas bem-sucedidas podem se beneficiar desta percepção, levando vantagem no posto de líder", explica Rosestte, salientando que os traços de um líder tradicional, geralmente remetidos a um homem, devem ser eliminados.

..:: Fonte: Veja.com

Dez sinais de que você pode ser o próximo demitido

Por: Talita Abrantes - EXAME.com

Problemas financeiros estão entre as principais razões para a demissão de executivos. Atentar para esses indícios pode ser o primeiro passo para virar o jogo

Por mais repentino que pareça, o processo de demissão sempre é anterior à cortante frase "não precisamos mais dos seus serviços". Os convites para reuniões ou tomadas importantes de decisão cessam e a pressão e os desentendimentos aumentam. É um período tenso. E as consultorias de recursos humanos não poderiam ser mais certeiras ao definir boa parte desses casos como o tempo da "fritura".

"É quando você começa a sentir fumaça. Acontecem situações que levam a pessoa para a marca do pênalti", diz José Augusto Minarelli, presidente da consultoria de outplacement Lens&Miranelli. "Trata-se de um processo lento de queimar o profissional para descartá-lo do grupo". O peso desse processo, contudo, não é regra para todas as companhias. Mesmo assim, "o chefe irá deixar transparecer alguns sinais", diz Iaci Rios, consultora da DBM.

Evidentemente, não está nos planos de nenhum profissional encarar este cenário. Apesar do tom sombrio, é preciso lembrar que todos estão sujeitos a isso. Para não ser pego de surpresa, o conselho dos especialistas é ficar atento aos sinais. Reconhecer as evidências de que seus dias na empresa podem estar contados pode ser a primeira estratégia para salvar o emprego ou dar uma guinada de mestre na sua carreira.

1. A companhia foi ou será vendida

Se a empresa está sendo vendida ou passou por um processo de fusão, fique atento. Este pode ser o primeiro indício de que seu emprego está em risco. De acordo com Minarelli, mudanças corporativas como estas estão por traz de boa parte das demissões de executivos brasileiros. "O vendedor, geralmente, enxuga as estruturas para tornar a companhia mais leve e atraente para o comprador", diz. Quando duas empresas se unem, por sua vez, é comum que algumas vagas sejam suprimidas. "Neste caso, é importante atentar se há duplicidade de cargos", afirma o presidente. "Se seu histórico dentro da empresa for bom, os riscos são menores", afirma Iaci.

..:: Confira os outros nove sinais no Portal Exame!

Carreira x futebol: sua área diz quem você seria dentro de campo!

Por: Flávia Furlan Nunes - InfoMoney

Este ano é de Copa do Mundo, o que torna comum as comparações entre diversos temas e o futebol, paixão nacional. E o ambiente corporativo não poderia ficar de fora desta onda: você sabia que a área em que atua pode definir qual posição ocuparia dentro de campo?

A equipe da Junto Fast Recruitment, formada pelos headhunters Ricardo Nogueira, Mariana Gaspar e Lucas Padilha, preparou essa analogia para o InfoMoney.

..:: Dentro de campo: cada posição, uma área diferente ::..

O goleiro, por exemplo, deve ter reflexo apurado e grande flexibilidade. Quem são eles? Os profissionais de TI (tecnologia da informação), que protegem a empresa, por meio da segurança da informação.
Em seguida, estão os zagueiros, que costumam ter grande força e resistência, em detrimento das técnicas de drible, típicas de jogadores mais ofensivos. Afinal, sua função é primariamente a de bloquear as proximidades da grande área. Com essas características, eles podem ser comparados à área jurídica, responsável por colocar “ordem na casa” nos momentos de ataque de um adversário.
Depois dos zagueiros, estão em campo os laterais e alas, que oferecem a ligação entre a defesa e o meio-de-campo. Eles são jogadores com resistência e velocidade, já que devem apoiar o ataque – podendo até finalizar – e também defender o time dos adversários pelos lados. A analogia é com a área de comunicação, que deve ter agilidade com a informação para se defender e atacar.

..:: Leia o artigo completo no Portal InfoMoney!

Ou sua empresa muda ou terá fracassos

Por: Flavio Roberto Evangelista de Andrade - Portal Administradores

Assim como as pessoas só gostam de mudar para melhor, as organizações também. É muito óbvio que se as organizações são formadas por pessoas e as pessoas mudam, as organizações também devem mudar ou estarão dadas ao fracasso.

A ideia de mudança em administração começou a ser estudada ainda quando da Teoria do Desenvolvimento Organizacional, ou simplesmente Teoria do D.O. O descongelamento e o recongelamento de novas idéias necessárias à sobrevivência das empresas levou-as a arriscar mudanças importantes para um melhor desenvolvimento organizacional.

Mudanças às vezes são fundamentais outras vezes causam medo. É difícil dizer hoje em time que está ganhando não se mexe", justamente por causas das transformações velozes que passam as empresas. Tecnologia? Não! Nanotecnologia. Carta?Não?E-mail!Visão? Não!Ação ... e assim vai. Caro leitor, observou que tudo muda? É a ordem natural das coisas, assim como vemos no Marketing que existe o ciclo de vida do produto: introdução, crescimento, maturidade e morte, observamos que praticamente quase tudo que existe passa por um ciclo parecido.

É fácil perceber que as empresas devem comprar os desafios atuais fomentando a real necessidade de mudança e principalmente da quebra de paradigmas.

..:: Leia o artigo completo no Portal Administradores!

Trabalhadores com curso profissional têm mais chances na hora do emprego

Por: Equipe InfoMoney

Um profissional que possui formação completa de tecnólogo ou técnico conta com uma ampla vantagem em relação ao trabalhador que estudou até o Ensino Médio.

Pesquisa realizada pelo Centro de Políticas Sociais da FGV (Fundação Getulio Vargas) e pelo Instituto Votorantim constatou que este profissional tem 48,2% mais chances de conseguir um emprego.

Nos cursos de educação profissional, as pessoas avaliam que possuir conteúdo é necessário ao desempenho do trabalho, ou seja, é o principal atributo para a inserção no mercado de trabalho.

..:: As situações e os profissionais ::..

Os profissionais que integram o grupo dos cursos profissionalizantes possuem salário 12,94% mais alto. Essa faixa conta ainda com uma possibilidade 38% maior de conseguir uma vaga formal.

Associado a estes dados, o estudo comprovou que o maior salário médio é representado por aqueles que optaram pelo curso de qualificação profissional em Comércio e Gestão – média de R$ 952. Os salários da área de Indústria e Manutenção aparecem em seguida, com R$ 940.

O Distrito Federal, juntamente com Santa Catarina e São Paulo, apresenta os melhores salários pagos a um profissional com curso técnico, com o valor de R$ 1.403. Já as duas outras localidades contam com R$ 1.038 e R$ 1.004, respectivamente.

São Paulo é o estado onde os trabalhadores com curso profissionalizante trabalham mais tempo (média de 43 h). Já o Piauí é a região que detém a menor carga horária (37 h).

..:: Áreas de atuação ::..

O estudo também mostra que, quanto mais alto o nível de qualificação, maior a porcentagem de pessoas que trabalham na mesma área do curso realizado: tecnólogo de nível superior (79,5%), técnico de nível médio (70,1%) e qualificação (60,8%).

Em relação às contratações, os setores automobilístico (45,71%), seguido pelo de finanças (38,17%) e de petróleo e gás (37,34%) são os que mais empregam trabalhadores com este tipo de educação

..:: Estudantes ::..

De acordo com o estudo, 29 milhões de pessoas frequentam hoje cursos de educação profissional, o que representa 19,72% da população com mais de 10 anos de idade do Brasil.

Ao todo, 16,07 % (23,5 milhões de pessoas) frequentaram cursos de qualificação profissional, 3,54% (5,1 milhões de pessoas) fizeram ensino médio técnico e 0,11% (160 mil pessoas) tiveram formação tecnológica.

Em termos de educação profissional, os setores com maior proporção de pessoas formadas nesses cursos são Automobilístico (45,71%), Finanças (38,17%) e Petróleo e Gás (37,34%). Em contrapartida, Agronegócio (7%) e Construção Civil (17,80%) são os que demandam menos alunos.

5.18.2010

Dez mandamentos do empreendedor de sucesso

..:: 01 - TENHA INICIATIVA E CURIOSIDADE

Descobrindo e transformando oportunidades em produtos ou negócios inovadores. "Milhões viram a maçã cair, mas só Newton perguntou por quê". Bernard M. Baruch - Conselheiro Presidencial de W.Wilson a D. Eisenhower

..:: 02 - SEJA PERSISTENTE NAS METAS E FLEXÍVEL NAS ESTRATÉGIAS

As estratégias mudam com as circunstâncias - Seja persistente, não teimoso. "Nada está em nosso poder como a própria vontade". Santo Agostinho

..:: 03 - CALCULE OS RISCOS

O empreendedor não está em busca de aventuras e sim de resultados. "É preciso menos tempo para fazer algo da maneira certa do que explicar por que foi feito da maneira errada". Henry Longfellow

..:: 04 - PERSIGA SEMPRE A MÁXIMA EFICIÊNCIA

Exceder padrões de qualidade com menores custos: este é o desafio. "Só o melhor é o suficiente". Autor ignorado

..:: 05 - COMPROMETA-SE COM SEUS PROJETOS

Dedicação e responsabilidade não são sacrifícios, mas investimentos. "Não há atalhos para os lugares aos quais vale a pena chegar". Beverly Sills

..:: 06 - ESTUDE O MERCADO

Necessidades dos clientes, competência dos concorrentes e condições dos fornecedores: este é o seu universo. Conheça-o. "O homem pode tanto quanto sabe". Francis Bacon

..:: 07 - ESTABELEÇA METAS

Desafios de curto, médio e longo prazo são a sua estrada. Boa viagem! "O real não está na saída e nem na chegada, está na travessia". Guimarães Rosa

..:: 08 - FAÇA UM PLANO DE NEGÓCIOS

Planejar é projetar hoje aonde se quer chegar no futuro, enxergando o caminho a ser percorrido e seus obstáculos. É o sonho conseqüente. "A velocidade só faz sentido quando você sabe aonde quer chegar". Autor ignorado

..:: 09 - DESENVOLVA SEU ESPÍRITO DE LIDERANÇA

Forme redes de contatos. Desperte e conquiste corações e mentes! "A liderança existe quando há um movimento em direção a um objetivo". Amyr Klink

..:: 10 - ACREDITE EM VOCÊ

Errar faz parte da natureza de qualquer ser humano. Fazer dos erros uma oportunidade para se tornar melhor, é da natureza do empreendedor.

..:: Contribuição recebida via e-mail, autor desconhecido.

5.16.2010

Só o sucesso é capaz de reter talentos


Por Jack Welch com Suzy Welch - Portal Exame

Em vista da mobilidade cada vez maior da mão-de-obra hoje em dia, o que um executivo precisa fazer para manter seus funcionários?
(Claudia Stowers, Filadélfia, Pensilvânia)


Já vai longe o tempo em que o profissional começava a trabalhar aos 21 anos e permanecia na empresa até se aposentar. Naquela época, as pessoas queriam ficar onde estavam. Elas adquiriam um imóvel, tinham filhos, fincavam a proverbial cerquinha branca no jardim e eram sócias de algum clube local. Por fim, o profissional tinha uma carreira sem sobressaltos sempre no mesmo emprego.

Há algumas décadas esse estilo de vida entrou em decadência. Não é difícil encontrar quem tenha mudado de emprego duas ou três vezes no prazo de dez anos. Contudo, embora isso talvez seja bom para a carreira do indivíduo, não é bom para as empresas. Toda vez que um empregado produtivo e talentoso decide sair, leva junto sua experiência e o treinamento recebido. É um investimento alto que deixa de produzir o retorno esperado.

Por isso, é imprescindível que as companhias contem com mecanismos poderosos de retenção capazes de segurar os bons profissionais. Infelizmente, muitas não dispõem de tais mecanismos -- e não estamos nos referindo aqui a salários competitivos. A retenção começa quando a alta administração passa a se interessar realmente pelo assunto -- e não delega o problema apenas à área de recursos humanos. É um pecado perder um profissional que está entre os 20 melhores da empresa. É o tipo de coisa que não pode acontecer e ficar por isso mesmo. Portanto, é imperativo que as empresas tenham um sistema rigoroso de avaliação e de premiação, de modo que saibam exatamente quem são os melhores funcionários e, assim, possam gerenciá-los e recompensá-los devidamente.

..:: Leia o artigo completo no Portal Exame!

O improvável equilíbrio entre o hoje e o amanhã

Por Jack Welch com Suzy Welch - Portal Exame

Diante da tendência dos mercados de privilegiarem os resultados de curto prazo, como podemos nos preparar para os de longo prazo?
(Wayne Abernathy, Washington)
A solução é uma só: gestão. Em outras palavras, equilibrar as demandas por resultados trimestrais com a pressão por lucros futuros. É para isso que os executivos são pagos. Desculpe se a resposta parece meio rude, mas, todas as vezes que ouvimos essa pergunta, a seguinte indagação nos vem à mente: "Afinal de contas, por que você acha que foi contratado?" Para lidar com um paradoxo, foi para isso que o contrataram. Cabe a você dar um jeito na situação - e não apenas uma vez, mas muitas e muitas vezes.

Qualquer um pode gerenciar só o curto prazo. Basta "espremer" seus custos até o bagaço. Também é simples se concentrar apenas na administração de longo prazo. Basta dizer todos os dias às pessoas: "Calma, com o tempo nossa estratégia dará o retorno esperado". O difícil é fazer ambos ao mesmo tempo, e isso exige liderança. O líder é um sujeito de fibra, de visão e de coragem, capaz de lidar com as expectativas de longo e de curto prazo ao mesmo tempo.

Um bom exemplo disso é a área de gerência de pessoal. Esse é um setor que, mais do que qualquer outro, exige um perfeito equilíbrio entre o longo e o curto prazo. Você, naturalmente, quer motivar sua equipe a produzir resultados imediatos. Pode fazê-lo com incentivos e recompensas, objetivos definidos e também com uma atitude contagiante de vitória. Contudo, não pode jamais deixar de se preocupar com o crescimento de seus funcionários. Inscreva-os nos programas de treinamento interno ou externo da empresa, proporcione a eles diferentes experiências e submeta-os a novas atividades, encorajando-os a correr riscos. Essas iniciativas podem não produzir resultados imediatos, mas são investimentos para o futuro.

..:: Leia a matéria na íntegra no Portal Exame!

Existe uma maneira certa para demitir uma pessoa?

O impacto de uma demissão pode ser menos traumático se o bom senso prevalecer

Por: Roberta Cardoso - Época Negócios

“Existem muitas formas de demitir uma pessoa. A maior parte delas é invariavelmente errada”. Este é o discurso de Rachelle Canter, de São Francisco, especialista em recolocar pessoas no mercado de trabalho e também auxiliar companhias que precisam enxugar o quadro de funcionários.

De acordo com reportagem publicada no jornal New York Times, esta é uma pergunta particularmente pertinente em uma fase em que a economia dos Estados Unidos passa por turbulências e empresas de grande porte anunciam quase que diariamente reestruturações que afetam o número de postos de trabalho.

Segundo uma projeção feita pela agência Independent Budget Office, de Manhanttan, espera-se que Nova York perca 33 mil trabalhos. O Impacto será sofrido por setores diversos. Neste ano, a Starbucks cortará 12 mil postos. A General Motors, por exemplo, fechará quatro plantas de suas fábricas no país, reduzindo assim 20% das despesas com salários.
Para toda pessoa que é despedida, há alguém cujo trabalho é despedir. A ingrata missão é algo que geralmente desperta medo em quem é escalado a ceifar o trabalho do colega. A tarefa, complicada, desencadeia questionamentos pessimistas sobre o futuro profissional na companhia– algo como “o próximo pode ser eu”.
Se você se acha que está sendo demitido, a coisa mais importante para se lembrar - e isso deve preceder a vontade de chorar - é que de que você, na hora em que for dada a notícia, estará em choque. Portanto, não estará com o pensamento organizado e deve evitar a tentativa de responder todas as perguntas que lhe vêm em mente.

Não é uma atitude fácil de colocar em prática, mas é o mais indicado, diz Canter. Segundo ela, que você deve sair com um contato de alguém que depois de um tempo possa responder suas perguntas, assim que a tranqüilidade voltar.

Demitir não é fácil. “A meta é fazer isso de forma que você não se sinta terrível com a sua responsabilidade e, principalmente, ter a consciência em paz por ter tratado a pessoa com respeito”, diz Donna Flagg, responsável por dúzias de demissões e agora presidente da Krysalis Group, uma consultoria que administra empresas. "Eu realmente acho que a não é qualquer pessoa que pode demitir”, diz.

..:: Confira o artigo na íntegra no Portal Época Negócios!

4.26.2010

Sucesso na carreira depende de riscos calculados

O CIO da Purdue Pharma detalha como o fato de abrir mão de uma estável posição na Glaxo o ajudou a atingir seus objetivos profissionais.

O velho ditado “sem riscos não há recompensas” casa perfeitamente com o momento em que Larry Pickett decidiu aceitar o convite para ser o CIO da companhia farmacêutica Purdue Pharma. Em sua trajetória, o executivo teve de abrir mão de um emprego estável na TI da Glaxo – uma das maiores empresas do setor farmacêutico –, com o objetivo de atingir suas metas profissionais.

Algumas vezes, é necessário dar um passo atrás ou se movimentar horizontalmente por um período para crescer”, relata Pickett. “Não é uma escada, muito menos uma escalada de montanha”, acrescenta, ao detalhar como ele analisa sua trajetória.

A história do executivo começou quando ele assumiu uma posição de média gerência na área de TI na Glaxo, no final dos anos 80. Na época, já tinha o desejo de transformar-se em um CIO de uma indústria farmacêutica. Para isso, fez um MBA, com o objetivo de fugir do do perfil técnico e preparar-se para atuar como um gerente-geral do departamento de tecnologia. E seu objetivo era atingir essa condição em uma década – quando ele estaria com 40 anos.
Ao longo dos anos, ele teve acesso a uma série de situações que o ajudaram a ter um perfil orientado ao negócio e à estratégia. Pickett afirma muito disso deve-se ao fato dele nunca se esconder atrás dos sistemas de TI, ao contrário, envolveu-se em grandes projetos das áreas de negócio, como a implementação de um painel de controle voltado a suportar os principais executivos da empresa com dados estratégicos para a tomada de decisões.
Então, em 1995, a Glaxo se fundiu à Wellcome. Com uma empresa maior, Pickett sentiu que estava pronto para liderar a área de sistemas do grupo. Mas quando comunicou para o CIO o seu desejo, foi informado que outra pessoa iria assumir a posição.

Com uma família jovem e uma casa recém-comprada, o executivo decidiu enviar seu currículo para qualquer companhia que sinalizasse com uma oportunidade de melhoria em sua carreira. Dois meses depois, mudava com sua família para uma nova cidade, com o intuito de assumir uma posição de diretoria na indústria farmacêutica Merck, na qual teria oportunidade de atuar diretamente com a área comercial.

A sua primeira tarefa foi garimpar os dados nas gigantescas base de dados dos clientes, com o intuito de suportar o crescimento da empresa. Essa tarefa Pickett sabia muito bem como desempenhar. Ao mesmo tempo, era um desafio interessante para sua carreira e não saía completamente da sua zona de conforto.

Por conta de seu desempenho, em apenas um ano, o executivo foi convidado para ser o CIO da Purdue Pharma.

Construir um objetivo concreto de transformar-se um CIO da indústria farmacêutica logo no início de carreira ajudou o executivo a trilhar o caminho certo, mas ele admite que a maior lição que aprendeu é a necessidade de ser flexível, para assumir riscos e fazer mudanças dramáticas e não fechar os olhos para a necessidade de ter um rígido plano de como chegar lá.

Gestão de pessoas: O trabalho sob a ótica dos jovens

..:: Fonte: ABRH-SP

Para comemorar o Dia do Trabalho, celebrado no próximo sábado, o JRH ouviu quatro representantes da geração que está prestes a entrar ou acaba de entrar no mercado de trabalho. Nesses depoimentos, eles falam sobre o significado do trabalho, plano de carreira, relacionamento com outras gerações e como uma associação de profissionais pode ajudá-los no dia a dia. Leia a seguir:

“O trabalho é essencial para realizar todas as minhas aspirações e sonhos. Tenho prazer em trabalhar com algo que gosto, ver o resultado disso e ser reconhecido no mercado. Além do ganho financeiro, quando você faz o que gosta, o trabalho traz amizade, reconhecimento e, no meu caso, até diversão, que muitas vezes se confunde com a vida pessoal. Mas sempre levado com seriedade e cumprindo o que deve ser feito. Como comecei a trabalhar cedo, sempre convivi com pessoas de várias gerações e nunca tive problemas com isso. Muitas vezes, os mais velhos são mais abertos e fáceis de trabalhar que os jovens, porque entre estes existe a competição.” Yan Brehm mora em São Paulo, tem 19 anos e é sócio de uma empresa da área de marketing digital e mídias sociais.
“Eu já tenho um plano de carreira traçado. Ao terminar o meu curso de Direito, quero advogar por um tempo e logo prestar concurso para promotoria ou delegacia federal. Uma vez no mercado de trabalho, espero poder aprender muito com as outras gerações, com suas experiências e habilidades, mas também espero poder ensiná-los alguma coisa. Entendo que o papel de uma associação de profissionais é me ajudar ao me manter antenada com as últimas notícias da área, além de divulgar o meu nome e abrir portas no mercado de trabalho.” Fernanda Barollo, 18 anos, estuda Direito em Taubaté (SP).
“Quando comecei a trabalhar, no primeiro ano de faculdade, achava que tinha um plano traçado, com as áreas que gostaria de estar envolvido. Mas, hoje, no último ano, vi que o plano foi alterado. Minhas áreas de interesse mudaram e o mercado de trabalho me ofereceu outros caminhos para serem traçados. Espero que isso aconteça novamente daqui a uns anos. Em relação ao convívio com outras gerações, cinco anos atrás, achava que, por ser novo, seria tratado de forma inferior e pouco ouvido. Mas hoje vejo que muitas pessoas valorizam os jovens por terem novas ideias e, muitas vezes, vontade de renovar. Por sorte, temos os mais velhos ou mais experientes para solucionar certas situações, impor limites e, muitas vezes, trazer a realidade de volta.” Henrique Macedo, 23 anos, mora em Campinas (SP), estuda Direito e trabalha em uma multinacional há quase três anos.

“Eu já tracei meu objetivo profissional, entretanto não posso afirmar que tudo sairá como o previsto. O que faço é me esforçar para ter êxito em minha carreira hoje e espero continuar fazendo isso sempre. Assim que ingressar no mercado de trabalho, espero me relacionar bem com as outras gerações, absorvendo toda a experiência positiva que possam me proporcionar. Quanto ao papel de uma associação de profissionais, deve ser o de lutar pelos interesses de nossa classe, estar atenta às decisões que possam nos prejudicar e encontrar os melhores meios, dentro da lei, para zelar pela qualidade dos profissionais.” Edson Cândido Vicente Neto, 20 anos, faz faculdade de Economia.

4.24.2010

Treinamento corporativo: você se comporta como um macaquinho?

Por: Rodolfo Araújo - Portal Administradores



Os experimentos de Skinner revolucionaram a Psicologia ao incorporar a estatística ao estudo do comportamento dos animais. Com sua engenhosidade mostrou como o treinamento pode influenciar atitudes. Mas quais seriam as influências disso no mundo corporativo?

No final da década de 1920, a Primeira Guerra Mundial acabara de terminar, deixando um enorme e traumático rastro de destruição, tanto física quanto psicológica. O principal consolo vinha dos divãs onde a psicanálise de Freud era a (única) resposta para tudo.

Mas para o psicólogo americano B. F. Skinner, a grande influência vinha da obra do russo Ivan Pavlov e suas pesquisas com o condicionamento de cães.

Fascinavam-lhe as histórias sobre o como o cientista era capaz de fazer seus cães salivarem ao simples toque de uma sineta. Mas Skinner não via glamour nenhum na saliva do cão. Se a hipótese funcionava para uma glândula, especulava, deveria funcionar também para o organismo todo.

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Será este o grande segredo do sucesso profissional?


Nunca, jamais, diga o que sente. Por mais que doa, por mais que te faça feliz. Quando sentir algo muito forte, peça um drink.” Caio Fernando Abreu