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10.17.2010

Elogiar: Avalie a sua vida pela alegria

O ser humano é feito, entre outras coisas, de sonhos, ideais, expectativas... O futuro, apesar dos percalços e obstáculos do presente, sempre se desenha com bons ventos, melhorias e conquistas. Por isso, sempre devemos prosseguir lutando, doando o melhor de nós na busca dos objetivos e metas.

Nesse percurso, à medida que nos esforçamos, alcançamos degraus intermediários e vitórias parciais que nos animam e estimulam avante. Ser reconhecido pelos que nos cercam, parentes ou colegas de trabalho, é um grande incentivo.

Aprendamos a elogiar as boas atitudes, as idéias felizes, os esforços sinceros daqueles que caminham conosco; digamos-lhes o quanto foi importante trabalhar juntos dedicadamente.

Evitemos abrir a boca para a crítica desalentadora, tendo em mente que colhemos tudo o que plantamos. O rigor desanima e afasta, tanto quanto as bajulações excessivas.
Elogiar é reconhecer as virtudes e os esforços dos outros, assim como gostaríamos que fizessem conosco.

..:: Avalie a sua vida pela alegria ::..

As duas prioridades do Espírito Santo em você são amor e alegria. A pessoa santa é alguém jubilosa. Jesus Cristo é o ser mais feliz no céu (Salmo 45:7). O hábito de resmungar e se queixar, a tendência de ser negativo, refletem em parte a sua vida espiritual. A entrada de um cristão radiante de alegria num grupo é como um sopro de ar vindo do céu".

Texto retirado do livro: Avalie a sua vida: 17 maneiras de examinar a sua vida sob a perspectiva de Deus de Wesley L. Duewel


6.03.2010

Razão x Emoção: líder deve ficar atento para não basear decisões nos sentimentos

Por: Gladys Ferraz Magalhães - InfoMoney

A dualidade razão e emoção está presente no dia-a-dia de qualquer pessoa, porém, no cotidiano daquelas que exercem papéis de liderança, ela é mais forte. Assim, alerta a gerente-geral da Right Management, Elaine Saad, estes profissionais devem ficar sempre alertas para que a emoção não ultrapasse a razão na hora de tomar decisões.
“Com o passar dos tempos, nos apegamos àqueles que trabalham conosco, passamos a gostar dessas pessoas, do que elas são em sua essência. Porém, muitas vezes, isso nos cega para enxergar o que eles são verdadeiramente como profissionais”, diz.
De acordo com Elaine, o líder que toma decisões considerando mais o relacionamento que tem com os funcionários do que a capacidade profissional dos mesmos corre o risco de prejudicar a empresa e a própria carreira.

Isso porque tal atitude acaba por gerar em alguns funcionários o sentimento de injustiça, o que acaba desmotivando a equipe e, consequentemente, impactando a performance da organização, o que, por sua vez, pode fazer com que o líder perca posições ou seja preterido em promoções dentro da empresa.

..:: Autoconhecimento ::..

Dessa forma, quem exerce o papel de líder deve procurar separar a amizade do ambiente profissional, levando sempre em consideração o que é correto para a empresa. Para se ter mais claro este conceito, a especialista cita o técnico da seleção brasileira masculina de futebol, Dunga, no momento da convocação dos jogadores que disputarão a próxima Copa do Mundo.
“Uma frase sua que me chamou muito a atenção foi particularmente a que ele menciona que, muitas vezes, ao analisar a lista, seu coração o chamava para alguns nomes, porém sua razão o fez optar por outros”.
Para que os profissionais não caiam na armadilha de sempre priorizar a amizade em vez da empresa, Elaine dá a seguinte dica: “A pessoa precisa se autoconhecer e, caso perceba que é mais emocional, deve pensar em como toma decisões. Para isso, um exercício é escrever os fatores que o norteia nas tomadas de decisões e partilhar com a chefia e colegas para ver se está utilizando mais a razão do que a emoção”.

5.16.2010

Só o sucesso é capaz de reter talentos


Por Jack Welch com Suzy Welch - Portal Exame

Em vista da mobilidade cada vez maior da mão-de-obra hoje em dia, o que um executivo precisa fazer para manter seus funcionários?
(Claudia Stowers, Filadélfia, Pensilvânia)


Já vai longe o tempo em que o profissional começava a trabalhar aos 21 anos e permanecia na empresa até se aposentar. Naquela época, as pessoas queriam ficar onde estavam. Elas adquiriam um imóvel, tinham filhos, fincavam a proverbial cerquinha branca no jardim e eram sócias de algum clube local. Por fim, o profissional tinha uma carreira sem sobressaltos sempre no mesmo emprego.

Há algumas décadas esse estilo de vida entrou em decadência. Não é difícil encontrar quem tenha mudado de emprego duas ou três vezes no prazo de dez anos. Contudo, embora isso talvez seja bom para a carreira do indivíduo, não é bom para as empresas. Toda vez que um empregado produtivo e talentoso decide sair, leva junto sua experiência e o treinamento recebido. É um investimento alto que deixa de produzir o retorno esperado.

Por isso, é imprescindível que as companhias contem com mecanismos poderosos de retenção capazes de segurar os bons profissionais. Infelizmente, muitas não dispõem de tais mecanismos -- e não estamos nos referindo aqui a salários competitivos. A retenção começa quando a alta administração passa a se interessar realmente pelo assunto -- e não delega o problema apenas à área de recursos humanos. É um pecado perder um profissional que está entre os 20 melhores da empresa. É o tipo de coisa que não pode acontecer e ficar por isso mesmo. Portanto, é imperativo que as empresas tenham um sistema rigoroso de avaliação e de premiação, de modo que saibam exatamente quem são os melhores funcionários e, assim, possam gerenciá-los e recompensá-los devidamente.

..:: Leia o artigo completo no Portal Exame!

2.14.2010

A única coisa que devemos temer é o Medo!

Caros amigos,

Compartilho aqui uma fábula muito objetiva, simples e verdadeira. Tenho certeza que as perguntas deixadas no ao ao final do texto fazem sentido a todos nós, ou pelo menos já fizeram em algum momento de nossas vidas pessoais e/ou profissionais.

Um forte abraço!
Sucesso sempre,
Aristides Faria

-x-

Numa terra em guerra havia um rei que causava espanto.

Cada vez que fazia prisioneiros, não os matava, levava-os a uma sala, que tinha um grupo de arqueiros em um canto e uma imensa porta de ferro do outro, na qual haviam gravadas figuras de caveiras.

Nesta sala ele os fazia ficar em círculo, e então dizia:

- Vocês podem escolher morrer flechados por meus arqueiros, ou passarem por aquela porta e por mim lá serem trancados.

Todos os que por ali passaram, escolhiam serem mortos pelos arqueiros.

Ao término da guerra, um soldado que por muito tempo servira o rei, disse-lhe:
Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?

- Diga, soldado.

- O que havia por trás da assustadora porta?

- Vá e veja.

O soldado então a abre vagarosamente, e percebe que a medida que o faz, raios de sol vão adentrando e clareando o ambiente, até que totalmente aberta, nota que a porta levava a um caminho que sairia rumo a liberdade.

O soldado admirado apenas olha seu rei que diz:

Eu dava a eles a escolha, mas preferiram morrer a arriscar abrir esta porta.

..:: Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar ?

..:: Quantas vezes perdemos a liberdade, apenas por sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos?

12.09.2009

O Cavalo no Poço

Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda. Um dia, seu capataz veio trazer a notícia de que um dos cavalos havia caído num velho poço abandonado.

O fazendeiro foi rapidamente ao local do acidente e avaliou a situação. Certificando-se de que o animal não se machucara, mas, pela dificuldade e o alto custo de retirá-lo do fundo do poço, achou que não valeria a pena investir numa operação de resgate.

Tomou então a difícil decisão: determinou ao capataz que sacrificasse o animal, jogando terra no poço até enterrá-lo, ali mesmo.

E assim foi feito: os empregados, comandados pelo capataz, começaram a jogar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o cavalo.

Mas, à medida que a terra caía em seu dorso, o animal sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando ao cavalo ir subindo. Logo, os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra enchia o poço, até que enfim, conseguiu sair.

Sabendo do caso, o fazendeiro ficou muito satisfeito e o cavalo viveu ainda muitos anos servindo ao dono da fazenda.

Mensagem de Motivação aos Gladiadores e Gladiadoras!



Algumas empresas e suas boas práticas

"O que me inspirou a escolher o tema foi a preocupação sobre o quanto cada empresa investe ou ainda tem a investir em seus empregados, se os querem mais talentosos. Chega a ser intrigante notar que diversas avarias ou perdas de mercadorias vistas nos supermercados aumentam pela inércia de alguns funcionários e ainda assim muitas dessas organizações não se preocupam em capacitar as suas pessoas.

Assim como este, vários são os casos de desrespeito entre vendedor e cliente, ou de profissionais que por trabalharem na área de projetos não dão ao cliente a sua devida importância. Pelo que se observa no mercado, este artigo objetiva incentivar empregadores a programarem as suas boas práticas. E para gerar ideias, nada mais oportuno do que conhecermos o que algumas companhias brasileiras estão fazendo.

É fato que tais práticas nos servem como ideias para novas atitudes e não como pacotes, pois uma vez boas para uma organização, não necessariamente servirão para a sua empresa. Afinal, cada organização possui um mercado e cada mercado possui um grupo de pessoas que se diferem, inclusive em suas necessidades de sobrevivência."

..:: Artigo completo: RH.com.br - Motivação - Algumas empresas e suas boas práticas

8.03.2009

Roberto Shinyashiki: Um tijolo por vez

Nossas metas precisam ser conquistadas pouco a pouco. Um passo de cada vez, um pouco por dia. Temos que ter a disciplina de colocar um tijolo depois do outro, paciente, regular e cuidadosamente. Todo grande prédio sobe gradualmente em direção ao céu.

Muitas vezes cometemos o erro de querer ir atrás de tudo de uma vez só e acabamos por não conquistar coisa alguma. Essa pressa faz com que a meta a ser alcançada pareça estar cada vez mais longe. Ficamos com a impressão de que nossos esforços parecem não adiantar e de que não avançamos na conquista de nossas metas.

É preciso ter em mente que nossas pequenas ações fazem parte do todo
. Aliás, cada uma delas é o todo – afinal, a meta completa, depois de atingida, terá em seu corpo cada um desses nossos pequenos esforços.

Lembre-se: o alcance de sua meta é apenas um momento específico, que coroa os esforços de uma longa caminhada. É sempre nesses momentos que se mostram os resultados de seu trabalho, onde você contabiliza e realiza a soma de todos os seus esforços de cada dia.

7.20.2009

10 maneiras de blindar sua empresa contra a crise

Por: Marcelo Ortega*

1. Defina uma visão para um futuro breve: Onde quer chegar ao se superar neste momento financeiro complicado? Um objetivo deve ser esteticamente agradável e você deve e sua equipe devem sentirem-se felizes durante o processo de conquista deste;

2. Fique por uma semana sem palavras negativas e que remetam ao fracasso: perder, impedir, cancelar, dificuldade, azar, fracasso, derrota, lamentação, demitir, declinar, anular ou frases deprimentes: É impossível, Não vai dar certo, O concorrente está melhor que a gente, etc.;

3. Mude a maneira de iniciar o trabalho: também durante uma semana faça reuniões motivacionais com todos na equipe, bem cedo antes do inicio do trabalho. Todos falam algo positivo que quer para o seu dia;

4. Defina novas maneiras de falar com clientes: é preciso preparar discursos que considerem a crise como um fato, mas que provoquem a atenção do cliente para os ganhos em comprar agora, justamente por que a crise está aí. “cliente, adiar esta compra lhe fará bem mesmo sabendo que perderá o conforto e a tranqüilidade proposta” Esses ganhos são menos importantes?

5. Busque os exemplos de sucesso para aumentar a auto-confiança no trabalho, pois é comum na crise aumentar o número de pessoas que só lembram de histórias ruins. Será que ninguém está vendendo bem nessa crise? Eu garanto que não, tem gente se dando muito bem apesar dos pesares;

6. Organize sua mesa, seu armário e aprenda com este ato. Quando arrumamos algo assim, primeiro retiramos tudo que estive, por sobre a mesa ou dentro de gavetas e armários. Depois jogamos coisas fora, e então limpamos tudo e guardamos de volta o que nos interessar. Pense nisso na sua vida também.

7. Faça algo inovador todos os dias: Use a criatividade para melhorar tudo que for possível, estimulando as pessoas a darem idéias que renovem processos e o modo de trabalho em geral, e principalmente, ponha em prática tudo que for viável e possível;

8. Organize melhor sua agenda produtiva, e se for líder de equipe, estimule e premie os resultados de sua equipe, não apenas pelo resultado final, aumento nas vendas. Considere que o importante em uma crise é a iniciativa e a qualidade do trabalho como um todo: mais visitas a clientes, melhor atendimento e satisfação dos clientes existentes, aumento na qualidade na hora de atender, negociar e converter propostas em negócios, ou ainda, pontualidade, organização para o trabalho, etc.;

9. Tenha estratégias diferentes para problemas e desafios diversificados: Não pense em apenas uma saída, um modelo de trabalho para solucionar a queda nas vendas. É preciso ter um plano A, B e C se for preciso. Estude, portanto o mercado em que atua e seus tipos diferentes de clientes e prospects para que consiga desenhar formas mais cativantes de atraí-los ainda mais a comprar de sua empresa sempre.

10. Tenha, sobretudo, perseverança e foco absoluto no que vai melhorar, pois só uma atitude vencedora interessa. Lamentações, comodismo, falta de preparo e planejamento impedem as ações anteriores.

Segundo Albert Enstein, a crise é um mal necessário que vem seguida de transformação, como após numa noite escura sempre nasce um maravilhoso dia.

* Palestrante, Vendedor, Consultor e Autor de Sucesso em Vendas – Ed. Saraiva