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Mostrando postagens com marcador produtividade. Mostrar todas as postagens
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7.25.2010

A Arte de dizer NÃO

Às vezes é prazeroso ser aquele que sabe fazer, que resolve. Os colegas dependem de você, tratam com respeito, confiam e sabem que, ao final do dia, você realizará um bom trabalho.

Os problemas começam quando a existência de um colega que resolve torna-se uma justificativa para que os outros se acomodem e deixem de aprender. Deste ponto em diante, o faz-tudo acaba com a agenda repleta de pequenas tarefas que nem seriam de sua responsabilidade, e sem tempo para concluir o próprio trabalho.

..:: Os benefícios de dizer NÃO ::..

- Libera tempo para seu próprio trabalho, aquilo pelo qual é pago;

- Permite o Foco nos projetos realmente desafiadores e importantes;

- Outras pessoas vão ter que aprender também seus pequenos problemas, geralmente técnicos, o que tornará seus colegas mais capacitados e produtivos;

- Reduz a possibilidade de outras pessoas pedirem a mesma coisa de novo;

Mais importante: delimita funções dentro da equipe e seu poder de escolha de não trabalhar como um carregador de piano.

..:: Quando dizer NÃO ::..

- Se a lista de favores e tarefas extras compromete seriamente sua produtividade;

- A tarefa solicitada exige pouco aprendizado, e o solicitante vai precisar deste conhecimento outras vezes;

- Se o favor pedido exige uma grande curva de aprendizado em uma área sem utilidade posterior;

- Se o projeto não lhe interessa de nenhuma maneira;

..:: Como dizer NÃO ::..

Simples, comece com a palavrinha mágica (não), educadamente, e explique as razões, que podem ser:

- Um respeitável cronograma das tarefas a cumprir, o que deixa claro que realmente não há tempo livre para problemas alheios;

- A tarefa solicitada exige um background que você ainda não tem, e não tem o dever de ter;

- O oferecimento de um endereço na internet com as instruções de que o colega necessita para cumprir a tarefa. Neste caso, a velha história de ensinar a pescar.
É preciso ter sensibilidade para perceber que favores aceitar ou rejeitar, uma vez que o crescimento da sua carreira depende de se aprender coisas novas todos os dias; além do que, às vezes, uma tarefa extra, particularmente difícil, pode resultar em uma oportunidade na escalada corporativa.
Entretanto, ao aprender a dizer não de forma segura e não ofensiva, você ensina outras pessoas a respeitar seu tempo e sua energia. Ao intercalar o SIM e o NÃO você delimita suas funções dentro da equipe e ajuda seus colegas a reorganizarem seus próprios recursos para seu trabalho.

E você, já aprendeu a dizer não a tarefas sem valor para sua carreira?

..:: Baseado no texto The art of saying No

3.20.2010

Gestor perde 60% da produtividade "apagando fogo"

Segundo levantamento, resolução de problema e atividades administrativas consomem grande parte do tempo dos líderes.

Mais da metade do tempo dos gestores, especificamente 59% das horas trabalhadas, acaba sendo utilizada para "apagar incêndios". A informação é da consultoria empresarial ProGeps, que utilizou como base para o resultado seu universo de clientes.

De acordo com a empresa, essa demanda divide-se na resolução de problemas (29%) e em atividades administrativas (30%), como reuniões, despacho de papelada, checagem de e-mail e telefonemas.

Já atividades importantes no que diz respeito a estratégia, como treinamento e coaching de seus subordinados, ocupam somente 1% do horário de trabalho dos líderes. A gestão propriamente dita ocupa apenas 16% do tempo desses profissionais, índice que representa menos da metade do valor considerado adequado (35%), segundo especialistas da consultoria.

Como resultado disso, o levantamento aponta que a produtividade média alcançada pelas organizações é de 60%, ou seja, há um desperdício de cerca de 30% no potencial produtivo das empresas, considerando que entre 5% e 10% constituem perdas irrecuperáveis.

..:: Falta de objetividade ::..

"Quando chegamos a uma empresa, o que vemos é redundância, falta de objetividade entre departamentos, falta de visão e alinhamento. Trata-se de um conjunto de coisas que têm que trabalhar em harmonia", explica o presidente da ProGeps, Elzo Guarnieri.

As organizações geralmente tendem a acreditar que a solução para o aumento da produtividade está em novos investimentos, principalmente em sistemas de gestão automatizados.

"É necessário trabalhar de baixo para cima, "mãos na massa", entrar nos detalhes e, como isso sempre, de alguma maneira, se reflete nas pessoas, ter um programa dirigido para todo os universo coberto pelo trabalho de melhoria", disse.

2.14.2010

RH.com.br - Desempenho - Não deixe a desorganização contaminar sua gestão

No dia a dia, a correria torna o tempo insuficiente para que as pessoas realizem suas atividades sem deixar qualquer pendência na agenda. E isso vale tanto para a vida pessoal quanto profissional. Nas organizações, o que mais se vê são profissionais com acúmulo de atividades que precisavam ser entregues na 'semana passada'. Mas toda organização sempre possui períodos em que se exige do profissional e em outros, chega a ter certa 'calmaria'. Não que isso signifique uma 'paralisia' temporária, mas sim que a agitação está controlada e é possível realizar outras ações que agregarão valor ao desempenho do profissional e ao próprio negócio. Abaixo seguem algumas sugestões que podem ser aplicadas por qualquer profissional, quando a agitação do setor der uma trégua.

1 - Não há profissional que deixe de ficar com os cabelos, ao abrir uma gaveta e encontrar um amontoado de papéis sem qualquer ordenação em meio a canetas, lápis e outros materiais de escritório. Por isso, não custa dedicar uns 15 minutos do seu dia para organizar as documentações e jogar fora as anotações sem valor algum. Use uma pasta, para que a papelada não se espalhe novamente e você tenha um retrabalho.

2 - Para os demais itens (lápis, canetas, marcadores, réguas, etc), tenha um espaço destinado a eles. Para aqueles que você usa com pouca frequência, uma caixinha pode acomodá-los tranquilamente e quando for preciso, será fácil encontrá-los. Para os de uso contínuo, um porta-lápis é a solução.

3 - Tenha próximo a você sempre um bloco de notas, um caderno para anotar alguma informação importante. Não confie apenas na sua memória, pois com tantas atividades, é possível deixar fugir algo que poderá atrapalhar até mesmo a conclusão de um relatório importante.

4 - Agenda de celular é uma maravilha, mas como qualquer outra tecnologia é passível de ser danificada. Por esse motivo, para seus contatos mais importantes vale aquela velha agenda digitada no Word ou, então, as tradicionais em forma de caderneta.

5 - Por falar em tecnologia, ela já está presente em nossa vida e não há como negar esse fato. Pensar em sair sem um celular, deixar de ter acesso a um micro é sinônimo de desespero para grande parte dos profissionais. Isso levar os mais cuidadosos a fazerem back-ups dos seus arquivos, principalmente aqueles considerados indispensáveis para suas atividades.

..:: Confira as demais dicas: RH.com.br - Desempenho - Não deixe a desorganização contaminar sua gestão

10.02.2009

Assim nasceu o 'Super RH'

Por: Auri Rodrigues Filho*. O autor conta como e por que a Área de Gestão de Pessoas assumiu a responsabilidade de elaborar e conduzir todo o planejamento estratégico da Ferramentas Gerais

Quando o departamento de Recursos Humanos de uma empresa se transforma em "Área de Gestão de Pessoas", é preciso mudar mais do que a plaquinha que fica na porta do setor. É necessário, também, formar uma equipe estruturada e alinhada com os objetivos e metas da organização. Uma equipe que seja capaz de enxergar a parte submersa do iceberg lá onde se encontram as percepções, sentimentos, atitudes, valores e comportamentos que regem a organização. E de executar um conceito bastante difundido, mas ainda pouco praticado: o de que as pessoas têm um papel estratégico no ambiente corporativo.

A Ferramentas Gerais inovou ao colocar em prática esse discurso. Agora, o Planejamento Estratégico da empresa parte de dentro do RH - ou melhor, da "Área de Gestão de Pessoas". Trata-se de uma mudança essencial, que traduz não só uma tendência, mas uma necessidade da organização como um todo. O discurso de que "empresas são feitas por pessoas" precisa ser aplicado na prática. Vivenciar essa nova experiência é algo que oportuniza a ampliação dos horizontes, a identificação de novos rumos e o aumento do leque de ideias por parte dos colaboradores. É justamente aí que a empresa ganha em vantagem competitiva.

Na prática, o que muda é o raciocínio que guia a gestão do Planejamento Estratégico. Antes, escolhíamos um caminho e depois, as pessoas para trilhá-lo. Hoje, escolhemos as pessoas e elas é que indicam o caminho. A própria mudança de nome do departamento de Recursos Humanos, que passou a se chamar "Área de Gestão de Pessoas", reflete essa nova realidade. Geralmente, o termo "recurso" é associado à área financeira ou tecnológica. É comum pensar em "recurso" como uma coisa ou um objeto, e não como uma pessoa. Daí a troca do nome: se pessoas são diferentes de recursos, nada mais lógico do que colocar "pessoas" no nome dessa área tão importante.

..:: Gestão de pessoas ::..

Para encarar esse desafio, é preciso que todas as pessoas que atuam na Área de Gestão de Pessoas tenham o planejamento em mente. A forma que encontramos para mudar a cultura dos colaboradores que atuavam no RH foi criar uma ferramenta palpável, que eles pudessem tocar, ver e ouvir todo dia. Foi assim que nasceu o "Modelo de Gestão de Pessoas". Trata-se do Planejamento Estratégico da empresa desdobrado para dentro da área. Na prática, nada mais é do que os objetivos gerais da corporação traduzidos para os limites nos quais podemos atuar.

No modelo estão descritos desde o objetivo principal da Ferramentas Gerais - "Vender Mais, Melhor e Sempre" - até o desdobramento dentro da Área de Gestão de Pessoas, que tem a missão de transformar 2 mil colaboradores em 2 mil vendedores. A partir daí, tornamos mais explícitos os planos estratégicos, táticos e operacionais da empresa, permitindo que as pessoas tenham uma visão macro, saibam entendê-la e principalmente, discuti-la.

..:: Mudança organizacional ::..

A cultura da Ferramentas Gerais e de seu presidente, Marcelo Favieiro, é fortemente alicerçada em um tripé: Tecnologia, Disponibilidade e Pessoas. Trata-se de uma premissa fundamental para o desenvolvimento e crescimento da empresa no longo prazo. Nesse contexto, a mudança relegou à Área de Gestão de Pessoas uma atuação estratégica ativa. A área é responsável por proporcionar o desenvolvimento pessoal e profissional a todos os colaboradores para que, em equipe, eles possam atingir os objetivos estratégicos construídos pelo próprio grupo.

Até o momento, o impacto da mudança tem sido muito positivo, tanto em relação ao público interno quanto ao externo. Nossos stakeholders têm, hoje, um entendimento muito mais claro de quais são as atribuições da Área de Gestão de Pessoas. Eles sabem que a área participa ativamente dos assuntos estratégicos da empresa - isto é, que discute o futuro da organização e tem um papel fundamental na construção do nosso Planejamento Estratégico. Ao mesmo tempo, os colaboradores e os gestores reconhecem a importância dessa nova abordagem - o que fica claro ao início de cada novo projeto ou ação.

É um trabalho de longo prazo. As pessoas, de um modo geral, estavam descrentes de que seria possível praticar a teoria e fazer com que a área de Recursos Humanos atuasse estrategicamente. A superação dessas dificuldades se deu, principalmente, com a entrega de resultados, quando as pessoas começaram a sentir os efeitos de toda essa mudança - que ocorreu sem perdas na qualidade do trabalho e no cumprimento dos prazos. De certa forma, estamos mostrando a todos como a Área de Gestão de Pessoas pode contribuir verdadeiramente para o alcance de resultados das demais áreas.

Ao mesmo tempo, sabemos que desenvolver um trabalho pioneiro exige um alto investimento. Mas, quando esse projeto der certo, estaremos à frente das empresas que ainda não o fizeram. O grande desafio é ter perseverança (e uma boa dose de paciência) diante das eventuais resistências. Temos nossos objetivos bem definidos e estamos com as pessoas certas. Barreiras e obstáculos certamente aparecerão pelo caminho. Para superá-los, basta dar tempo ao tempo e sermos persistentes em nossos propósitos e práticas de gestão. É preciso vivenciar essa atmosfera todos os dias, rever nossos planos de ação, avaliar e aprimorar constantemente nossos indicadores e, principalmente, envolver a equipe nesse processo. Somente assim conseguiremos gerir pessoas - e não apenas recursos humanos.

* O autor é gerente corporativo da Área de Gestão de Pessoas - o antigo departamento de RH - da Ferramentas Gerais

9.13.2009

Psiu... Silêncio, por favor!

Consultoria Pieraccianni criou um espaço silencioso onde o funcionário pode produzir tranquilo. Iniciativa reduziu o número de erros em 35%

Por: Ana Cristina Dib – Portal Pequenas Empresas Grandes Negócios (G1)

Telefone, computador e internet, além da interação entre as pessoas, são vitais para o andamento de qualquer empresa. Porém, o uso excessivo de ferramentas tecnológicas e a preocupação em estar sempre conectado com os outros distrai funcionários e torna o local de trabalho menos produtivo.

Segundo pesquisa feita pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, ao sermos interrompidos enquanto realizamos alguma tarefa, demoramos, pelo menos, 25 minutos para recuperar a concentração. O estudo constatou que o uso de telefone, msn, redes sociais e e-mail faz com que a pessoa tenha a atenção desviada, o que aumenta o estresse e as chances de erro.

Para combater o problema, a Pieracciani, consultoria especializada em gestão de inovação, criou o pensódromo, espaço onde é possível trabalhar sem ser interrompido.

Valter Pieraccianni, sócio-diretor da empresa, diz que a iniciativa de montar o ambiente surgiu da necessidade de silêncio. “A sala principal da empresa não tem divisória porque é importante haver integração. Mas o barulho estava atrapalhando os consultores, principalmente os responsáveis por áreas criativas. Era preciso ter um outro lugar que permitisse o equilíbrio entre estudo, pesquisa e reflexão”.

O pensódromo é ventilado e amplo. As poltronas e cadeiras são confortáveis. É proibido o uso de telefone e a internet só está liberada para consulta. Em funcionamento há um ano, a criação do local foi amplamente apoiada pela equipe, composta por 30 pessoas.

Natali Vanali, coordenadora de metodologias do empreendimento, diz que a nova sala contribuiu para a melhoria do desempenho. “Foi uma medida simples, barata e que trouxe resultados. A produtividade aumentou em 30% e o número de erros caiu 35%”. Ela diz que hoje se sente mais confiante para cumprir metas. "Não adianta cobrar resultados e inovação e não disponibilizar um local adequado para que as boas ideias surjam".

Montar um pensódromo é simples e barato. Veja as dicas da Pieraccianni e faça o mesmo na sua empresa:

· Escolha uma sala ampla e arejada

· Coloque uma mesa de reunião ou mesas menores

· Opte por cadeiras e poltronas confortáveis

· Se possível, as paredes devem ser pintadas com cores claras

· O uso de celular ou telefone deve ser proibido, assim como as conversas paralelas.

· Estabeleça um número máximo de usuários por vez

· Libere a internet apenas para pesquisas

· Antes de autorizar a música ambiente, peça opinião aos funcionários. Na Pierccianni, por exemplo, a maioria preferiu o silêncio total.

· Lembre-se que o espaço deve ser criativo e não recreativo. Máquinas de jogos, lanchinhos e sofás contribuem para que os funcionários relaxem além da conta

7.29.2009

Adequar-se ao sono do funcionário pode ser rentável para empresas

Por: Aline Alves - Casa da Notícia Comunicação

Até pouco tempo, as empresas estipulavam a escala de trabalho e o funcionário a cumpria, sem ao menos questionar ou sugerir uma alternativa para adequar suas necessidades físicas e psicológicas às empresariais.

As novas possibilidades que o mercado de trabalho apresenta e a mudança de perfil dos empresários estão mudando esse quadro. Adequar-se às necessidades fisiológicas do funcionário pode ser uma alternativa para as empresas que buscam melhores resultados profissionais.
“É importante que os empresários entendam que há pessoas matutinas, ou seja, que podem entrar mais cedo no trabalho, pois não terão problemas para acordar. No entanto, outra parcela, é vespertina, e terá melhor rendimento a partir do final da manhã para a tarde e a noite.
O que não significa que os vespertinos são preguiçosos ou os matutinos, trabalhadores, é apenas uma questão orgânica”, explica o Prof. Dr. Luis Vicente Franco Oliveira, Coordenador do Laboratório do Sono da Universidade Nove de Julho – UNINOVE.

Trabalhar a noite, para uma pessoa que não se adapta ao turno, ou vice-versa, pode ser um grande risco, pois, a sonolência faz com que o profissional tenha uma redução dos reflexos, diminua a capacidade de concentração e criatividade, aumente a fadiga, nível de estresse, e, consequentemente, os riscos de acidentes no ambiente de trabalho e no trânsito são maiores.

Atualmente, algumas empresas já oferecem um espaço e período de descanso para o funcionário. Meia hora pode ser suficiente para a recomposição física e psicológica. Além de ter um ganho no rendimento profissional, a empresa pode deixar de perder monetariamente, afinal, funcionário afastado ou acidentado, gera alto custo.

7.16.2009

10 mil horas

"Veja artigo que levanta a questão da eficiência através da regra das 10 mil horas.

A tônica do momento é discutir a crise global e seus efeitos, num movimento de miopia coletiva que impede vislumbrar as oportunidades que surgem, deixando-as em segundo plano. O livro 'Outlier - Fora de Série', de Malcolm Gladiwell, aponta-nos uma perspectiva intrigante à respeito das razões que permitem a poucos a obtenção do sucesso em tempos como esses.

Em síntese, Gladiwell aposta que o êxito individual depende de talento, dedicação e sorte, mas também de outros fatores para os quais nunca se deu a atenção devida. A começar por aquilo que o autor denomina o 'exemplo Mateus': 'porque a todo aquele que tem será dado e terá em abundância, mas daquele que não tem, até o que tem lhe será tirado' (Mateus, 25:29). Uma alegoria brilhante para induzir à uma reflexão sobre os desdobramentos do fracasso, e sobre a seletividade dos vitoriosos."

Continue a leitura: 10 mil horas

Resiliência: exigência do mundo corporativo

"Com as mudanças acontecendo com rapidez, a resiliência torna-se uma competência altamente valorizada.

Na engenharia, o conceito de resiliência pode ser definido como a resistência e flexibilidade de uma edificação, necessária para que ela não desabe com as forças da natureza como furacões ou tremores de terra. Há algum tempo a medicina passou a adotar este conceito para definir a capacidade de um indivíduo se comportar frente as pressões e adversidades da vida moderna, impedindo que elas interfiram negativamente na maneira como ele interage com o mundo."

Confira o artigo completo: Resiliência: exigência do mundo corporativo

7.07.2009

Gestão eficiente, desafio para o varejo

Por: Marcio Blak - HSM Management

Uma das situações que tenho observado é a dificuldade de operação dos estabelecimentos comerciais, por conta, principalmente, da baixa qualificação dos funcionários e da alta rotatividade, principalmente no setor de alimentação e no pequeno comércio.

O empresário do setor varejista não precisa dar “murro em ponta de faca” para perceber que o gerenciamento de seu negócio tem que se modernizar. Perceber que o mundo mudou, também no comércio, é fundamental para sua sobrevivência. Não é mais possível gerenciar apenas por bom senso, repetindo práticas do passado.

Muitas vezes, o empresário chega a contratar o serviço de uma consultoria. Os especialistas chegam na empresa, fazem uma análise minuciosa de todos os processos, realizam a informatização do negócio, informam e orientam sobre as mudanças no processo de gestão e apresentam os resultados.

O novo sistema tem tudo para dar certo, mas na prática não é o que acontece. Não há perenidade. Com o fim da consultoria, os resultados somem porque os processos não são aplicados ou mantidos, não entram na corrente sanguínea da empresa. Aí, o investimento na consultoria vai por água abaixo.
Neste novo mundo dos negócios, é necessário perceber que a capacidade gerencial é o maior recurso de uma empresa. Para se obter lucro sobre o investimento, é preciso não deixar a marca à deriva, sob o fogo cerrado dos concorrentes. A função de uma consultoria de varejo é criar estratégias, apontar caminhos de maior eficiência e imprimir um escudo protetor para garantir o sucesso da empresa e isto geralmente é feito com a implantação de um bom sistema de gestão informatizado. Mas, sem uma visão clara do empresário sobre essa necessidade de mudança, bem como a colaboração ativa de seus gerentes e funcionários, essa mudança não acontece, o processo não deslancha.
Os gerentes, principalmente, precisam ter um amplo conhecimento do sistema de gestão implantado. Se não houver domínio sobre os métodos e técnicas necessárias para se atingir metas, elas não serão atingidas e a empresa perde tempo e principalmente, dinheiro.

* O autor é engenheiro, consultor em automação comercial e diretor da Varejo & Consultoria.

Brinquedos no trabalho melhoram a produtividade

Por: Rhymer Rigby (Financial Times) - Valor Online

Todd Redfoot tem um lançador de mísseis USB em sua mesa, que de vez em quando ele pluga em seu PC. O diretor de desenvolvimento interno da Go Daddy, uma companhia de tecnologia dos Estados Unidos, diz: "Se você está em uma reunião chata, pode disparar alguns mísseis de espuma em seus colegas. Isso dá uma sacudida no ambiente. Também funciona bem em entrevistas para emprego - os candidatos parecem de fato gostar".

A Go Daddy não é a única empresa que acredita que ter alguns brinquedos por perto no escritório melhora o ambiente e aumenta a produtividade. Muitas empresas, especialmente as dos setores criativos, enchem seus ambientes de trabalho com essas coisas. Elas vão de pequenos itens comprados pelos funcionários, como o lançador de mísseis de Redfoot, até brinquedos que fazem parte dos projetos dos prédios. Provavelmente o mais conhecido desses grandes "brinquedos" é um escorregador que passa por vários andares do escritório em Londres da Red Bull, fabricante de bebidas energéticas.

A consultoria de Londres especializada em inovações WhatIf! também é adepta de um ambiente de trabalho divertido. "Geralmente há bolas de futebol nas sessões de 'brainstorm'", diz Chriz Baréz-Brown, diretor de aprendizado global. Há também brinquedos maiores: a companhia tem um modelo de vaca na portaria cujo couro tem uma estampa do Homem-aranha. As pessoas também são encorajadas a levar para o serviço coisas que gostam: "Elas adaptam seus espaços", explica Baréz-Brown. "Outro dia, alguém trouxe uma raposa empalhada que comprou em um leilão de antiguidades."

Os escritórios da agência de propaganda Wieden and Kennedy em Londres também têm uma atitude alegre em relação ao trabalho. O diretor de criação David Bruno explica que junto com a usual mesa de pebolim, a mesa de vidro na recepção abriga "uma das menores galerias de arte de Londres", onde os funcionários podem mostrar tudo que for de interesse, como suas coleções de tênis. As paredes da sala do conselho de administração são forradas com cortiça, os bancos têm o formato de teclas gigantes de um teclado de computador e a mesa tem o formato de um bloco gigante de Post-It; outra sala é uma cela acolchoada para pequenas reuniões e leitura.

..:: Tudo muito divertido ::.. Mas existe um componente de seriedade nessas trivialidades?

Simon Jordan, presidente da Jump Studios, que projetou os escritórios da Red Bull, diz que esse tipo de coisa é mais do que um artifício divertido. "Características incomuns como esta são engraçadas, agradáveis, se transformam em motivo de comentários e os visitantes gostam; além disso, acompanham a imagem do produto."

Baréz-Brown acredita que os brinquedos no escritório têm duas funções: "Uma é agir como estímulo e ajudar as pessoas a pensarem de maneira diferente. A segunda é que eles criam um ambiente mais relaxado, no qual as pessoas são mais criativas". Ele acrescenta que é importante fazer com que isso inspire os funcionários, e não os tranforme em completos idiotas.

Além disso, a geração mais nova espera que seus locais de trabalho sejam divertidos, e não os escritórios sérios de seus pais. "Inevitavelmente, a vida no trabalho e a vida social acabam colidindo, de modo que os escritórios ficaram mais domésticos", diz Jordan.

Jeremy Myerson, professor de estudos de design do Royal College of Art, emite um alerta. Primeiro, diz ele, o que é apropriado para uma agência de propaganda pode não ser para um private bank - brinquedos no escritório funcionam melhor quando estão em harmonia com sua marca. "Há também uma coisa de gerações. Para os mais velhos, esse tipo de coisa pode ser muito excludente. Você precisa se lembrar que nem todo mundo quer jogar videogames e assistir a MTV no trabalho."

Sua maior preocupação é que a ideia que está por trás dos brinquedos no escritório é a de que eles ajudam a estimular a colaboração. "Mas ela é apenas uma parte do trabalho criativo. As pessoas precisam de espaço para contemplação e silêncio para se concentrarem". Certamente, escorregadores e lançadores de mísseis são legais, mas você precisa ter também celas acolchoadas.