Por: Flávia Furlan Nunes - InfoMoney
A retomada do crescimento econômico, após a crise mundial, trouxe à tona a “guerra por talentos” no mercado de trabalho brasileiro, marcado pela presença de apenas 16% da população economicamente ativa com alguma qualificação, segundo o MTE (Ministério do Trabalho e Emprego).
“A guera por talentos é uma realidade e tem sido marcada por competição por profissionais, 'dança das cadeiras' dos executivos e debates relacionados à ética nesse processo”, afirmou a presidente da ABRH-Nacional (Associação Brasileira de Recursos Humanos), Leyla Nascimento.
De acordo com Leyla, por este motivo, a retenção de talentos será um dos maiores desafios das áreas de Recursos Humanos nas empresas, que devem ter em mente que a escolha dos profissionais por uma empresa pode ser feita por salário e reputação, mas que grande parte dos desligamentos é motivada por questões de relacionamento.
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4.24.2010
Guerra por talentos volta ao mercado de trabalho e exige mais da área de RH
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4.22.2010
Empresas abrem portas para previdência mais barata aos profissionais
Por: Flávia Furlan Nunes - InfoMoney
A previdência privada tem sido cada vez mais usada de forma estratégica pelas empresas. E quem sai ganhando é o funcionário, que tem acesso a uma reserva de longo prazo com custos mais baixos do que aqueles que encontraria diretamente no mercado e ainda pode contar com a ajuda financeira da empresa.
..:: Contribuições ::..
Por outro lado, quando a empresa participa da acumulação de recursos, então, a previdência privada passa a ser mais útil para a captação e a retenção de talentos.
Para isso, a empresa impõe regras, como o profissional ter de ficar durante um determinado tempo trabalhando nela até que possa retirar todos os recursos da previdência privada, por exemplo. “Ela turbina a constituição de reserva do funcionário, mas equaliza o tempo de casa como retenção, de acordo com o tipo de negócio, com o turn over, com o período de um projeto”, disse.
Quando existe uma contrapartida financeira da empresa, Lacerda afirmou que a aceitação à previdência privada costuma atingir quase a totalidade dos funcionários.
..:: Cargo e faixa etária ::..
Segundo Lacerda, para a média gerência, esse tipo de benefício é visto com bons olhos e como diferencial para a aceitação de uma vaga no mercado de trabalho. Porém, para executivos do alto escalão, tem pouco diferencial, uma vez que esses profissionais contam com outras formas de remuneração, como bônus e benefícios de longo prazo.
..:: Fonte: InfoMoney: Empresas abrem portas para previdência mais barata aos profissionais
A previdência privada tem sido cada vez mais usada de forma estratégica pelas empresas. E quem sai ganhando é o funcionário, que tem acesso a uma reserva de longo prazo com custos mais baixos do que aqueles que encontraria diretamente no mercado e ainda pode contar com a ajuda financeira da empresa.
De acordo com o sócio-diretor da consultoria de benefícios e gestão empresarial Torres Associados, Cristiano Lacerda, existem diversos modelos de previdência privada dentro das empresas. Em um deles, a companhia não tem participação na contribuições mensais, mas oferece taxas mais competitivas pelo contingente de profissionais que aderem ao plano.“A empresa cede à seguradora o espaço para trabalhar. Do ponto de vista social, é relevante, porque abre portas para se ter uma previdência privada mais barata, mas não é estratégico para a companhia”, explicou. Além disso, existe o impacto emocional da medida, que é o profissional sentir que está sendo cuidado e que a empresa está preocupada com seu futuro.
..:: Contribuições ::..
Por outro lado, quando a empresa participa da acumulação de recursos, então, a previdência privada passa a ser mais útil para a captação e a retenção de talentos.
Para isso, a empresa impõe regras, como o profissional ter de ficar durante um determinado tempo trabalhando nela até que possa retirar todos os recursos da previdência privada, por exemplo. “Ela turbina a constituição de reserva do funcionário, mas equaliza o tempo de casa como retenção, de acordo com o tipo de negócio, com o turn over, com o período de um projeto”, disse.
Quando existe uma contrapartida financeira da empresa, Lacerda afirmou que a aceitação à previdência privada costuma atingir quase a totalidade dos funcionários.
..:: Cargo e faixa etária ::..
Segundo Lacerda, para a média gerência, esse tipo de benefício é visto com bons olhos e como diferencial para a aceitação de uma vaga no mercado de trabalho. Porém, para executivos do alto escalão, tem pouco diferencial, uma vez que esses profissionais contam com outras formas de remuneração, como bônus e benefícios de longo prazo.
Porém, a tendência é de que os mais novos aceitem mais a previdência privada. “Com muito tempo de contribuição, o valor cai e fica mais tangível e interessante. Então, os jovens estão pensando bastante nisso”.De forma geral, Lacerda afirmou que os brasileiros estão conscientes da importância da previdência privada e que, quando as empresas oferecem o benefício, fica a cargo das seguradoras explicar o produto para os funcionários. “A constituição de reserva já é um benefício valorizado pelas pessoas”, disse.
..:: Fonte: InfoMoney: Empresas abrem portas para previdência mais barata aos profissionais
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Ministério do Turismo e sua Festa de Babette
Por: João dos Santos FilhoNão sei por que! Mas quando estava pensando na Política Nacional de Turismo, visualizei um banquete, onde a prática gastronômica explicitava inexistir a plena felicidade sem o pecado, que pode ser o da gula em razão da comida e do dinheiro pela existência das emendas parlamentares. O Ministério do Turismo seria madame Babette em seu banquete articulado por um maquiamento marqueteiro, buscando contrapor a noção do pecado com a idéia da felicidade.
O uso da estrutura administrativa e política do aparelho de Estado no extremo limite, entre o legal e o imoral levam a situações questionadas pela Controladoria Geral da União – CGU, que investiga o desvio de recursos destinados a municípios por meio de emendas parlamentares para patrocinar, eventos, feiras e exposições. Segundo dados publicados pela imprensa foram cerca de 1.500 atividades envolvidas ao turismo que receberam um total de 250 milhões de reais.
Esse dinheiro arrecadado por meio de emendas parlamentares, em que políticos estão fazendo a verdadeira festa com o dinheiro público, associados à ONGs segundo o Blog do Noblat em matéria veiculada em 19/04/2010 - Fraude com recurso para festas repete “sanguessuga”:
Entre as 50 ONGs que mais receberam dinheiro do Turismo para organizar festas entre 2007 e 2009, a Folha identificou que 26 têm relação direta com políticos e partidos. As entidades receberam R$ 53 milhões no período.
O Ministério do turismo foi criado em 2003 tendo como ministro o político Walfrido Mares Guia, que soube preparar a estrutura ministerial para conseguir a colaboração de deputados e senadores para gastarem suas emendas parlamentares em atividades supostamente turísticas, segundo a CGU podendo haver desvio de dinheiro que esta sendo investigado. Como também requereu a quebra de sigilos bancário e fiscal de agentes públicos e dirigentes do Ministerio de Turismo.
Na verdade o CGU suspeita que prefeitos e ONGs e parlamentares tenham utilizado de notas fiscais frias para sustificar o evento, ou que essas atividades tenham sofrido superfaturamento. Uma coisa é certa existe, algum esquema facilitador para que o Ministerio seja objeto de uma quantidade elevada de emendas parlamentares, associado a prefeituras para o recebimento de verbas para o turismo.
Esse processo já denunciado pela emprensa, de ser investigado, e para apimentar ainda mais esse fato pedimos ao CGU que investigue:
http://www.cgu.gov.br/No periodo que o ministro Walfrido Mares Guia esteve a frente do Ministerio de turismo, verificar como foi a distribuição de verbas por Estado, parece que teriamos grandes supresas;
B)Analisar cada evento que recebeu verba e sua ligação com parentes de politicos;
Como podemos ter uma Política Nacional de Turismo, voltada para o turismo interno, se os aportes financeiros são direcionados segundo decisões políticas e politiqueiras?
Por isso, nunca se contratou tanto show de duplas sertanejas de artistas conhecidos e desconhecidos; nunca se deu tanta verba para a construção de portais turísticos que nada significam e não leva a lugar nenhum; rodeios sem qualquer valor cultural e econômico inventados por filhos de políticos. Será que esses parlamentares e o Ministério de turismo assistiram ao filme: A festa de Babette?
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Iata prevê prejuízo com cinzas de vulcão
Por: Juliana Cardoso - Valor OnlineA crise provocada pelas cinzas de um vulcão na Islândia custou às companhias aéreas mais de US$ 1,7 bilhão em receita perdida até terça-feira, seis dias depois da erupção inicial. Entre 17 e 19 de abril, quando as interrupções no tráfego aéreo foram mais marcadas, as receitas perdidas corresponderam a US$ 400 milhões por dia. Os dados foram divulgados ontem pela Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês).
"As receitas perdidas somam agora mais de US$ 1,7 bilhão apenas para as empresas aéreas. A crise teve impacto de 29% na aviação global e afetou 1,2 milhão de passageiros por dia. A escala da crise obscureceu o 11 de Setembro, quando o espaço aéreo dos Estados Unidos ficou fechado por três dias", comentou o executivo-chefe da Iata, Giovanni Bisignani.O organismo observou que existem algumas economias de custos relacionadas com a permanência das aeronaves em solo. Por exemplo, a conta de combustível encolheu em US$ 110 milhões por dia em comparação a um dia normal. Ao mesmo tempo, as empresas aéreas tiveram outros custos, como a atenção aos passageiros afetados pelas restrições do tráfego aéreo na Europa.
"Para uma indústria que perdeu US$ 9,4 bilhões no ano passado e deve perder mais US$ 2,8 bilhões em 2010, esta crise é devastadora. Está atingindo em cheio onde as transportadoras estão em um situação financeira mais difícil. As transportadoras da Europa já esperavam perder US$ 2,2 bilhões este ano, a maior perda na indústria", ressaltou Bisignani.
Entre os fatores que o executivo apontou para aliviar o impacto da crise no setor aéreo, está o de os governos avaliarem formas de compensar as companhias aéreas pelas receitas perdidas."Sou o primeiro a dizer que esta indústria não quer ou não precisa de socorros, mas esta crise não é resultado de má administração dos negócios. É uma situação extraordinária exarcebada por um processo ruim de tomada de decisão pelos governos. As empresas aéreas não puderam realizar negócios da maneira habitual", declarou o representante da Iata.
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1.18.2010
Projeto de Eike promete "matar paulista de inveja"
"A reforma do Hotel Glória, comprado por R$ 80 milhões em 2008 pelo empresário Eike Batista, dono da EBX, começou efetivamente no início deste mês, depois de um longo período de demolição. Centenas de caminhões de entulho depois, a obra começa tendo apenas a fachada clássica do antigo hotel de pé. O objetivo de Batista é que o hotel, que vai se chamar Glória Palace, se torne um novo ícone do Rio de Janeiro quando for reinaugurado no fim de 2011. A reforma vai custar R$ 120 milhões, elevando o custo total do empreendimento para R$ 200 milhões.
O hotel, que não é tombado pelo Patrimônio Histórico, mas sim preservado, é mais um dos projetos apelidados por Eike Batista de MPI, sigla de 'Matar Paulista de Inveja', inventada pelo empresário. A lista de entretenimento do grupo de Batista inclui o iate Pink Fleet, que faz passeios turísticos pela Baia de Guanabara, o restaurante de comida chinesa Mr. Lam, na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio. Provocações à parte, o objetivo de Batista é transformar o Glória em uma opção para empresários e turistas em busca de charme, conforto, uma vista deslumbrante da Marina da Glória - cuja concessão ele acabou de comprar - e próximo do aeroporto Santos Dumont e do centro do Rio de Janeiro.
O Gloria Palace terá um restaurante com cúpula de vidro, spa, piscina com borda infinita, um bar a céu aberto na cobertura e um centro de convenções para reuniões corporativas. O preço das suítes vai variar entre R$ 800 e R$ 1,2 mil reais. Já a suíte presidencial custará mais de R$ 6 mil."
..:: Leia a matéria completa: Projeto de Eike promete "matar paulista de inveja"
O hotel, que não é tombado pelo Patrimônio Histórico, mas sim preservado, é mais um dos projetos apelidados por Eike Batista de MPI, sigla de 'Matar Paulista de Inveja', inventada pelo empresário. A lista de entretenimento do grupo de Batista inclui o iate Pink Fleet, que faz passeios turísticos pela Baia de Guanabara, o restaurante de comida chinesa Mr. Lam, na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio. Provocações à parte, o objetivo de Batista é transformar o Glória em uma opção para empresários e turistas em busca de charme, conforto, uma vista deslumbrante da Marina da Glória - cuja concessão ele acabou de comprar - e próximo do aeroporto Santos Dumont e do centro do Rio de Janeiro.
O Gloria Palace terá um restaurante com cúpula de vidro, spa, piscina com borda infinita, um bar a céu aberto na cobertura e um centro de convenções para reuniões corporativas. O preço das suítes vai variar entre R$ 800 e R$ 1,2 mil reais. Já a suíte presidencial custará mais de R$ 6 mil."
..:: Leia a matéria completa: Projeto de Eike promete "matar paulista de inveja"
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1.07.2010
Carlyle é acionista majoritário da CVC
Por: Alberto Komatsu - Valor Online
Depois de dois anos de flerte, a CVC e o fundo americano de investimentos Carlyle anunciam hoje a maior transação da história do setor de agências de viagens no Brasil. O Carlyle tornou-se acionista majoritário da maior operadora de turismo do país, com cerca de 63% de participação. O valor do negócio não deve ser divulgado, mas pessoas próximas estimam que seria de aproximadamente US$ 600 milhões ou o equivalente a pouco mais de R$ 1 bilhão.
O fundador da CVC, Guilherme Paulus, permanece no conselho de administração, de nove membros. O atual presidente da operadora Valter Patriani, tido como peça-chave na empresa, onde iniciou carreira em 1978 como vendedor, continuará no cargo. No conselho, o Carlyle deverá ocupar seis cadeiras. O fundador da CVC, por sua vez, poderá indicar três pessoas.
Só a operadora foi negociada. Outras empresas do grupo, como WebJet, CVC Cruzeiros, GJP Administradora de Hotéis e Set Travel permanecem com Paulus. Os recursos da venda vão expandir a operação da CVC, que pretende se internacionalizar.
A CVC foi fundada em 1972, em Santo André. Cresceu com a venda de pacotes turísticos a funcionários de montadoras do ABC paulista. Em 2009, embarcou 2 milhões de pessoas. Já o Carlyle estreou no Brasil em 2007, ao comprar a Scopel, do ramo imobiliário, por US$ 70 milhões.
Depois de dois anos de flerte, a CVC e o fundo americano de investimentos Carlyle anunciam hoje a maior transação da história do setor de agências de viagens no Brasil. O Carlyle tornou-se acionista majoritário da maior operadora de turismo do país, com cerca de 63% de participação. O valor do negócio não deve ser divulgado, mas pessoas próximas estimam que seria de aproximadamente US$ 600 milhões ou o equivalente a pouco mais de R$ 1 bilhão.
O fundador da CVC, Guilherme Paulus, permanece no conselho de administração, de nove membros. O atual presidente da operadora Valter Patriani, tido como peça-chave na empresa, onde iniciou carreira em 1978 como vendedor, continuará no cargo. No conselho, o Carlyle deverá ocupar seis cadeiras. O fundador da CVC, por sua vez, poderá indicar três pessoas.
Só a operadora foi negociada. Outras empresas do grupo, como WebJet, CVC Cruzeiros, GJP Administradora de Hotéis e Set Travel permanecem com Paulus. Os recursos da venda vão expandir a operação da CVC, que pretende se internacionalizar.
A CVC foi fundada em 1972, em Santo André. Cresceu com a venda de pacotes turísticos a funcionários de montadoras do ABC paulista. Em 2009, embarcou 2 milhões de pessoas. Já o Carlyle estreou no Brasil em 2007, ao comprar a Scopel, do ramo imobiliário, por US$ 70 milhões.
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1.04.2010
Japão dobra linha de crédito à JAL
"A Japan Airlines (JAL) recebeu ontem a notícia de que receberá auxílio temporário, com o governo japonês aceitando dobrar uma linha de crédito estatal para 200 bilhões de ienes (US$ 2,1 bilhões).
O governo japonês pediu ao Development Bank of Japan (DBJ) para elevar sua linha de crédito à JAL, depois de ministros como o de Transportes, Seiji Maehara, e o vice-primeiro-ministro, Naoto Kan, terem se reunido para discutir como o governo federal poderia apoiar a debilitada empresa aérea. O DBJ, 100% controlado pelo governo do Japão, informou que estudará o pedido e divulgará sua decisão o mais cedo possível 'de forma a cooperar com a operação segura' da empresa aérea.
O banco possui linha de crédito de 100 bilhões de ienes com a JAL, dos quais 55 bilhões de ienes já foram usados. O aumento na linha almeja aliviar os receios dos credores e fornecedores da JAL quanto a sua estabilidade financeira. A empresa aérea perdeu mais de 130 bilhões de ienes no período de seis meses encerrado em setembro.
As ações da JAL vêm sendo fustigadas pelos temores de que a companhia aérea seria forçada a buscar um processo equivalente ao de recuperação judicial. A ansiedade com as condições financeiras da JAL vem sendo alimentada pelas notícias na mídia local de que a Enterprise Turnaround Initiative Corporation, estatal encarregada de ajudar na recuperação de empresas, estuda se deve colocar JAL nesse processo. Acredita-se que os principais bancos privados credores sejam contrários a uma recuperação judicial."
..:: Fonte: Japão dobra linha de crédito à JAL
O governo japonês pediu ao Development Bank of Japan (DBJ) para elevar sua linha de crédito à JAL, depois de ministros como o de Transportes, Seiji Maehara, e o vice-primeiro-ministro, Naoto Kan, terem se reunido para discutir como o governo federal poderia apoiar a debilitada empresa aérea. O DBJ, 100% controlado pelo governo do Japão, informou que estudará o pedido e divulgará sua decisão o mais cedo possível 'de forma a cooperar com a operação segura' da empresa aérea.
O banco possui linha de crédito de 100 bilhões de ienes com a JAL, dos quais 55 bilhões de ienes já foram usados. O aumento na linha almeja aliviar os receios dos credores e fornecedores da JAL quanto a sua estabilidade financeira. A empresa aérea perdeu mais de 130 bilhões de ienes no período de seis meses encerrado em setembro.
As ações da JAL vêm sendo fustigadas pelos temores de que a companhia aérea seria forçada a buscar um processo equivalente ao de recuperação judicial. A ansiedade com as condições financeiras da JAL vem sendo alimentada pelas notícias na mídia local de que a Enterprise Turnaround Initiative Corporation, estatal encarregada de ajudar na recuperação de empresas, estuda se deve colocar JAL nesse processo. Acredita-se que os principais bancos privados credores sejam contrários a uma recuperação judicial."
..:: Fonte: Japão dobra linha de crédito à JAL
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12.10.2009
Informar-se ajuda a tomar decisões certas
Empreendedor precisa saber o que dizem os números para administrar melhor seu negócio.
Diz um velho adágio que informação é poder. De fato, quem está atualizado pode tomar decisões mais rápidas, práticas e seguras. Mas quando se tem a responsabilidade de conduzir uma empresa, como saber que tipo de informação é preciso ter? O primeiro grande desafio é conhecer o próprio negócio, afirma o consultor do Sebrae-SP, Jorge Luiz da Rocha Pereira. Tão importante quanto saber onde se está pisando é a capacidade de analisar a situação financeira da empresa. Para isso, o empreendedor dispõe de duas ferramentas básicas: fluxo de caixa e demonstrativos de resultado.
Quase sempre, a simples análise de como ocorrem os descasamentos pode indicar possíveis caminhos para solucionar o problema, como renegociar prazos ou recorrer ao capital de terceiros (empréstimos). No entanto, só o acompanhamento diário das informações permite visualizar com exatidão onde estão os buracos a serem tapados.
Já o Demonstrativo de Resultado do Exercício (DRE) serve para mostrar qual o resultado financeiro da empresa em um período de um ano, embora seja importante o acompanhamento da evolução mensal. Por meio dele, o administrador consegue verificar se estão sendo cumpridas suas metas (de vendas, de lucratividade, etc.). A informação permite ainda analisar como a empresa está trabalhando, detectar eventuais problemas na gestão financeira e buscar alternativas para melhorar o desempenho do negócio.
Embora o DRE e o fluxo de caixa sejam ferramentas essenciais, o gestor financeiro não deve ater-se somente a elas. Toda informação que possa melhorar a análise financeira do empreendimento e causar impacto positivo no negócio pode e deve ser levada em conta. Saber, por exemplo, o que os analistas projetam para a economia como um todo e para o seu mercado em particular, como vão se comportar preços e salários, qual é a expectativa de trabalho e renda do público que consome seus produtos e serviços, quais as tendências do mercado e onde podem surgir novas oportunidades, entre outras, é uma boa maneira de planejar as ações e ter uma noção de mais longo prazo sobre o que pode ser feito para incrementar o negócio.
O que o DRE pode mostrar.
Como está o faturamento em relação ao ponto de equilíbrio, ou seja, se o retorno do negócio está ou não sendo suficiente para pagar os custos.
Como estão as margens de lucro. Se estiverem baixas, é sinal de que os preços fixados pela empresa estão subestimados.
O peso das despesas financeiras. Quando ele é grande demais é porque a empresa tem uma necessidade de caixa não coberta, ainda que de forma temporária. Ela acaba gastando com juros um dinheiro que poderia se transformar em investimento, capital de giro ou até lucro.
..:: Como fazer o fluxo de caixa ::..
Anote todos os recursos que entram em saem da empresa, diariamente.
Vendas ou prestação de serviços pagas a prazo devem ter seus valores lançados no dia do vencimento. O mesmo vale para os pagamentos a efetuar.
Analise o fluxo. Veja se a entrada de recursos prevista para os próximos dias ou semanas é compatível com os pagamentos a serem feitos.
Caso os pagamentos vençam antes dos recebimentos, veja se é possível renegociar prazos para evitar ter de cobrir as despesas com financiamento externo, sempre sujeito a juros, ou com uma parcela do capital de giro.
Corrija datas e valores caso receba ou pague fora do prazo (antes ou depois) inicialmente estipulado, para manter o controle do fluxo.
..:: Fonte: Folha On-line!
Diz um velho adágio que informação é poder. De fato, quem está atualizado pode tomar decisões mais rápidas, práticas e seguras. Mas quando se tem a responsabilidade de conduzir uma empresa, como saber que tipo de informação é preciso ter? O primeiro grande desafio é conhecer o próprio negócio, afirma o consultor do Sebrae-SP, Jorge Luiz da Rocha Pereira. Tão importante quanto saber onde se está pisando é a capacidade de analisar a situação financeira da empresa. Para isso, o empreendedor dispõe de duas ferramentas básicas: fluxo de caixa e demonstrativos de resultado.
"Deve-se sempre fazer o controle de contas a pagar e a receber, a da entrada e saída de dinheiro", afirma José de Arimatea Dantas, também consultor do Sebrae-SP. Esse é o chamado fluxo de caixa, no qual são lançadas diariamente as entradas e saídas de dinheiro. É o instrumento que permite saber exatamente quanto a empresa tem disponível, quanto terá nos próximos dias e quanto falta ou sobra para honrar despesas mais imediatas.Pelo fluxo de caixa, consegue-se visualizar se a entrada de recursos é ou não suficiente para suportar as despesas ou se é necessário buscar algum tipo de financiamento externo. Ele também ajuda a planejar compras, pagamentos e até recebimentos, embora seja comum a empresa de pequeno porte não ter muito controle sobre essas variáveis.
Quase sempre, a simples análise de como ocorrem os descasamentos pode indicar possíveis caminhos para solucionar o problema, como renegociar prazos ou recorrer ao capital de terceiros (empréstimos). No entanto, só o acompanhamento diário das informações permite visualizar com exatidão onde estão os buracos a serem tapados.
Embora o DRE e o fluxo de caixa sejam ferramentas essenciais, o gestor financeiro não deve ater-se somente a elas. Toda informação que possa melhorar a análise financeira do empreendimento e causar impacto positivo no negócio pode e deve ser levada em conta. Saber, por exemplo, o que os analistas projetam para a economia como um todo e para o seu mercado em particular, como vão se comportar preços e salários, qual é a expectativa de trabalho e renda do público que consome seus produtos e serviços, quais as tendências do mercado e onde podem surgir novas oportunidades, entre outras, é uma boa maneira de planejar as ações e ter uma noção de mais longo prazo sobre o que pode ser feito para incrementar o negócio.
O que o DRE pode mostrar.
Como está o faturamento em relação ao ponto de equilíbrio, ou seja, se o retorno do negócio está ou não sendo suficiente para pagar os custos.
Como estão as margens de lucro. Se estiverem baixas, é sinal de que os preços fixados pela empresa estão subestimados.
O peso das despesas financeiras. Quando ele é grande demais é porque a empresa tem uma necessidade de caixa não coberta, ainda que de forma temporária. Ela acaba gastando com juros um dinheiro que poderia se transformar em investimento, capital de giro ou até lucro.
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Anote todos os recursos que entram em saem da empresa, diariamente.
Vendas ou prestação de serviços pagas a prazo devem ter seus valores lançados no dia do vencimento. O mesmo vale para os pagamentos a efetuar.
Analise o fluxo. Veja se a entrada de recursos prevista para os próximos dias ou semanas é compatível com os pagamentos a serem feitos.
Caso os pagamentos vençam antes dos recebimentos, veja se é possível renegociar prazos para evitar ter de cobrir as despesas com financiamento externo, sempre sujeito a juros, ou com uma parcela do capital de giro.
Corrija datas e valores caso receba ou pague fora do prazo (antes ou depois) inicialmente estipulado, para manter o controle do fluxo.
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