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3.27.2010

Como Viver a Vida, segundo a Globo

Por: Leandro Vieira - Portal Administradores

"É fato: as novelas da Globo e seus programas de grande audiência continuam ditando normas, valores e costumes. Volta e meia ouvimos alguém soltar famosos bordões como “hare baba”, “tô certo ou tô errado?”, “né brinquedo não”, “ishalá”, e outros consagrados pelos folhetins globais.

Antes que alguém levante a mão para perguntar, esse texto tem, sim, muito a ver com Administração. Qualquer evento que influencie, direta ou indiretamente, o nosso comportamento é extremamente importante para a forma como conduzimos os nossos negócios. Não é à toa que os grandes anunciantes disputam a peso de ouro o horário nobre da televisão brasileira - bem como os próprios atores. Da mesma forma, as grifes (re)direcionam suas coleções aos estilos exibidos pelas belas e influentes atrizes das novelas, mesmo que essas se passem em lugares exóticos como Índia e Marrocos, ou genuinamente brasileiros como Barretos, Rio e São Paulo. Até pouco tempo atrás, muitas moças estavam usando parte do sutiã à mostra, para imitar o modelito de Norminha, a simpática – e faceira – personagem interpretada recentemente por Dira Paes. Novelas ditam modas e, como administradores, devemos estar atentos.

Espanta-me essa última, que traz o curioso título de “Viver a Vida”. Apesar de apresentar depoimentos emocionantes de pessoas reais que superaram grandes problemas no final dos episódios, Viver a Vida dá um show de deturpação de valores do começo ao fim de cada capítulo.

Normalmente, as obras de ficção dividem claramente as pessoas entre boas e más, o certo e o errado são evidentes, e nos colocamos a torcer pelo sucesso do protagonista e o castigo dos vilões, como o fizemos em A Favorita, com o duelo entre Donatela e Flora."

..:: Confira o artigo completo aqui: Como Viver a Vida, segundo a Globo

3.13.2010

Teixeira Duarte cresce 46% no Brasil

Grupo português de construção somou volume de negócios de 78,2 milhões de euros no mercado brasileiro no ano passado.

A Teixeira Duarte aumentou em 46,4% o seu volume de negócios no mercado brasileiro no ano passado. O grupo português de construção aumentou o volume de negócios no Brasil de 53,4 milhões de euros em 2008 para 78,2 milhões de euros em 2009, revela o relatório de resultados da Teixeira Duarte.

O Brasil foi um dos mercados que mais cresceram na lista de países onde a Teixeira Duarte está presente. Em Portugal o volume de negócios da Teixeira Duarte recuou 10,2%, para 497 milhões de euros. Na Argélia caiu 24,7%, para 101,7 milhões. Em Angola, pelo contrário, a Teixeira Duarte cresceu 11,4%, somando vendas de 495,7 milhões.
Em mercados de menor expressão para o grupo português a Teixeira Duarte registou crescimentos de 8,6% em Espanha e 105% em Moçambique. Marrocos, Ucrânia e Venezuela tiveram quedas de dois dígitos.
Outra rubrica onde o Brasil desempenha um papel relevante na actividade do grupo é o endividamento, que cresceu no ano passado, passando de 3,18 mil milhões de euros para 3,51 mil milhões. Um acréscimo "essencialmente em resultado do investimento no Lagoas Park e no Hospital de Cascais, bem como nas actividades em desenvolvimento em Angola e no Brasil", explica a Teixeira Duarte.

..:: Grupo passou de prejuízo a lucro ::..

Em 2009 a Teixeira Duarte teve um lucro de 116,6 milhões de euros, que compara com o prejuízo de 347,2 milhões de euros no ano anterior.

Os proveitos operacionais ficaram estáveis, apenas com ligeiro crescimento de 0,6%, para 1,38 mil milhões de euros. Já os custos operacionais desceram 1,2%, para 1,17 mil milhões de euros. Dessa forma, o grupo melhorou o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) de 187,8 milhões de euros em 2008 para 209,7 milhões em 2009.

Na receita do grupo português a construção apresentava no final do ano passado um peso de 55%. Os restantes 45% estão dispersos por sete outras actividades, como imobiliário (11%), comércio de automóveis (9%), comércio alimentar (8%), venda de combustíveis (7%), hotelaria (6%), concessões (3%) e cimentos (1%).

..:: Fonte: Portugal Digital: Informação e Comunicação Empresarial Luso-Brasileira

1.11.2010

Tendências e Mercado » New York Times destaca BA como destino turístico para 2010

"A Bahia, único estado citado do Brasil, foi eleita pelo jornal mais influente dos Estados Unidos, o New York Times, como um dos 31 destinos para se visitar em 2010. A matéria ressalta os principais atrativos baianos e cita a riqueza da culinária regional, a diversidade cultural e o turismo étnico.

O município de Trancoso, no sul da Bahia, foi um dos assuntos da reportagem, pelas belas paisagens, além dos resorts e hotéis de luxo que garantem o bem-estar e a modernidade para seus hóspedes.

Em 2009, a Secretaria do Turismo e a Bahiatursa participaram de diversas ações promocionais nos Estados Unidos, através da Coordenação de Turismo Étnico e da Diretoria de Relações Internacionais.

É fundamental o trabalho de divulgação e promoção que a Bahia realiza naquele país com o segmento étnico-afro. Temos voos diretos e diários vindos de Miami, o que ajuda a manter esse bom relacionamento com os norte-americanos. A recente pesquisa da Fipe apontou que os Estados Unidos é o maior mercado emissor de turistas para o nosso estado”, disse a presidente da Bahiatursa, Emília Salvador Silva.

A lista completa você confere clicando aqui.

..:: Fonte: Tendências e Mercado » New York Times destaca BA como destino turístico para 2010

1.07.2010

Carlyle é acionista majoritário da CVC

Por: Alberto Komatsu - Valor Online

Depois de dois anos de flerte, a CVC e o fundo americano de investimentos Carlyle anunciam hoje a maior transação da história do setor de agências de viagens no Brasil. O Carlyle tornou-se acionista majoritário da maior operadora de turismo do país, com cerca de 63% de participação. O valor do negócio não deve ser divulgado, mas pessoas próximas estimam que seria de aproximadamente US$ 600 milhões ou o equivalente a pouco mais de R$ 1 bilhão.

O fundador da CVC, Guilherme Paulus, permanece no conselho de administração, de nove membros. O atual presidente da operadora Valter Patriani, tido como peça-chave na empresa, onde iniciou carreira em 1978 como vendedor, continuará no cargo. No conselho, o Carlyle deverá ocupar seis cadeiras. O fundador da CVC, por sua vez, poderá indicar três pessoas.

Só a operadora foi negociada. Outras empresas do grupo, como WebJet, CVC Cruzeiros, GJP Administradora de Hotéis e Set Travel permanecem com Paulus. Os recursos da venda vão expandir a operação da CVC, que pretende se internacionalizar.

A CVC foi fundada em 1972, em Santo André. Cresceu com a venda de pacotes turísticos a funcionários de montadoras do ABC paulista. Em 2009, embarcou 2 milhões de pessoas. Já o Carlyle estreou no Brasil em 2007, ao comprar a Scopel, do ramo imobiliário, por US$ 70 milhões.

1.02.2010

Empresas no EUA planejam ampliar contratações em 2010

Por: Karin Sato - Valor Online


Uma pesquisa da CareerBuilder revelou que 20% das empresas americanas pretendem ampliar em 14% o número de funcionários permanentes, para trabalhar em tempo integral, no ano que vem, ao passo que 9% planejam reduzir a equipe em 16%.
Outras 61% não pretendem contratar nem demitir, enquanto 10% ainda não definiram uma estratégia. O estudo foi realizado com 2,7 mil gerentes de Recursos Humanos dos Estados Unidos e significa um alento ao povo americano que, desde a deterioração da crise em 2008, protagonizou o aumento do desemprego no país.
Nos últimos meses, muitos indícios apontaram para a recuperação da economia americana, especialmente a queda na quantidade de postos de trabalho fechados, uma tendência, que irá, esperamos, se manter no novo ano", disse o CEO da CareerBuilder, Matt Ferguson.

Mas ele também alertou que, embora 20% dos executivos planejam ampliar o quadro de funcionários em 2010, eles permanecem cautelosos com relação às contratações. "Nós estamos na direção certa, mas não devemos esperar um crescimento substancial no número de empregos antes do segundo trimestre de 2010", disse.

Outro sinal positivo é o fato de 11% dos empregados pretenderem contratar 9% mais pessoas para trabalhar meio período, no ano que vem. Por outro lado, 8% relatam planos de reduzir em 14% os funcionários para meio período, e 69% não planejam contratar nem demitir. Outros 13%, entretanto, não têm certeza do que vão fazer.


12.14.2009

As tendências da área de RH em 2010

Entre os meses de outubro e novembro de 2009, a Fênix Editora e a ISK Consultoria Organizacional, em uma parceria inédita, fizeram um estudo com dezenas de profissionais de RH acerca das diretrizes gerenciais da área para 2010. A primeira edição contou com a participação de empresas de portes diversos e variados segmentos de atuação e traçará um panorama do mercado de Recursos Humanos no ano que entra. O objetivo do estudo residiu em identificar o impacto da economia na gestão de pessoas, nas expectativas de negócios e nas tendências e prioridades de investimento em gestão de pessoas.

Na edição de janeiro de 2010 da Revista Profissional & Negócios, todos os resultados desse estudo serão divulgados: os perfis das empresas participantes, expectativas de negócios, prioridades de investimentos para o ano que entra, gestão de talentos e remuneração, desenvolvimento organizacional, inclusão de portadores de necessidades especiais, plano de contingência e projetos de RH.

Aproveitamos esta oportunidade para agradecer às equipes de RH das empresas participantes pela cooperação recebida durante o desenvolvimento do estudo, pois elas contribuíram significativamente para tal conquista.

Boas festas a toda a comunidade de RH brasileira!

..:: Fonte: O Estado de São Paulo
..:: Autor: ABRH-SP