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12.27.2009

Faltas ao trabalho por motivo de enchentes e trânsito podem ser descontadas

"A legislação trabalhista admite determinadas situações em que o empregado poderá deixar de comparecer ao serviço, sem prejuízo do salário.

Dentre as situações previstas estão o falecimento do cônjuge, casamento, nascimento de filho, doença ou acidente de trabalho entre outras.

No entanto, há situações, não previstas na legislação, que podem gerar a falta ao trabalho e que as empresas ficam sem saber se abonam ou descontam do empregado.

Ultimamente as principais situações que podem estar gerando a falta ao trabalho são as enchentes e consequentemente o congestionamento do trânsito, casos em que o trabalhador deixa de comparecer ao local de trabalho por estar impedido de trafegar pelas ruas ou mesmo preso nos terminais rodoviários, fatos estes que podem ser apurados pelas empresas.

Ainda que a falta tenha sido provocada por motivos alheios à vontade do empregado, tais motivos não estão previstos na legislação trabalhista e, portanto, os dias não trabalhados podem ser descontados.

Há que se verificar, no entanto, se tais motivos estão previstos em acordo ou convenção coletiva de trabalho, o que afastaria a possibilidade do desconto, pois tais normas devem ser respeitadas pelas empresas, consoante o art. 7, inciso XXVI da Constituição Federal.
Mesmo não havendo previsão em acordo ou convenção coletiva as empresas podem optar, por exemplo, em compensar estas faltas em outros dias da semana, ou ainda, lançar as horas em banco de horas, situação em que o empregado poderá compensá-las até o término do período de banco.

Não obstante, uma vez comprovado a impossibilidade de locomoção por fato público e notório em razão de enchentes, alagamentos ou congestionamentos, cabe às empresas optar pelo bom senso.
Nestes casos, há que se apurar se o empregado tinha ou não a possibilidade de tomar caminhos alternativos para se chegar ao trabalho ou se este teve sua residência atingida pela enchente. Se não havia outro caminho ou se o empregado faltou ao trabalho para salvar seus pertences, puni-lo com o desconto do dia não trabalhado seria uma pena excessiva, o que poderia comprometer ainda mais sua situação financeira.

É importante que em tais situações o empregado, antecipadamente, comunique a empresa do ocorrido, de modo a evitar o desconto de faltas ou negociar a compensação das horas não trabalhadas."

..:: Fonte: FALTAS AO TRABALHO POR MOTIVO DE ENCHENTES E TRÂNSITO PODEM SER DESCONTADAS

12.09.2009

Algumas empresas e suas boas práticas

"O que me inspirou a escolher o tema foi a preocupação sobre o quanto cada empresa investe ou ainda tem a investir em seus empregados, se os querem mais talentosos. Chega a ser intrigante notar que diversas avarias ou perdas de mercadorias vistas nos supermercados aumentam pela inércia de alguns funcionários e ainda assim muitas dessas organizações não se preocupam em capacitar as suas pessoas.

Assim como este, vários são os casos de desrespeito entre vendedor e cliente, ou de profissionais que por trabalharem na área de projetos não dão ao cliente a sua devida importância. Pelo que se observa no mercado, este artigo objetiva incentivar empregadores a programarem as suas boas práticas. E para gerar ideias, nada mais oportuno do que conhecermos o que algumas companhias brasileiras estão fazendo.

É fato que tais práticas nos servem como ideias para novas atitudes e não como pacotes, pois uma vez boas para uma organização, não necessariamente servirão para a sua empresa. Afinal, cada organização possui um mercado e cada mercado possui um grupo de pessoas que se diferem, inclusive em suas necessidades de sobrevivência."

..:: Artigo completo: RH.com.br - Motivação - Algumas empresas e suas boas práticas

12.01.2009

Inscrições abertas para o programa DuPont Novos Talentos 2010

Inscrições abertas para o programa DuPont Novos Talentos 2010: "A DuPont do Brasil está com as inscrições abertas para o programa de estágio ‘Novos Talentos 2010’. Em sua quarta edição, o programa oferece 57 vagas no total, sendo 28 para o site da DuPont em Guarulhos (SP), 5 para Paulínia (SP) e 24 para Alphaville (Barueri – SP).

O período do estágio é de 20 a 30 horas semanais e se estenderá por um período de um a dois anos. Os pré-requisitos para inscrição no programa Novos Talentos são: conclusão do curso superior entre dezembro de 2010 e dezembro de 2012; Inglês intermediário (não necessário para Agronomia, Engenharia Agronômica e Técnico em Química); bons conhecimentos de microinformática; iniciativa e habilidade para trabalhar em equipe.

As inscrições podem ser efetuadas até o dia 10 de janeiro de 2010 pelo site da Cia de Talentos www.ciadetalentos.com.br/dupont.

Além da bolsa-auxílio, os estagiários também contarão com assistência médica e odontológica, seguro de vida, ônibus fretado, reembolso para medicamentos e subsídio alimentação. Os candidatos passarão por uma seleção padrão que inclui dinâmicas em grupo e, posteriormente, entrevistas individuais."

7.29.2009

O blablablá das empresas está a cada dia mais cheio de eufemismos

..:: Fonte: O Globo

O que você entende da frase "tal colaborador foi desligado"? Antes de pensar que um consultor de sua empresa se mostra desatento ou que um colega que tem contrato temporário foi dispensado de um projeto, experimente trocar a palavra colaborador por funcionário e desligado por demitido. Captou a mensagem? Cada vez mais, palavras usadas no discurso das companhias - seja no trato com o funcionário, cliente ou fornecedor - vêm sendo substituídas por outras, capazes de amenizar o que realmente significam.

Apontada por especialistas em recursos humanos (RH) como uma ferramenta aplicada para manter um bom clima organizacional, esse vocabulário também é entendido como um reflexo da falta de transparência, gerando imprecisão. Resumo da ópera: se você faz, bem, mil coisas diferentes ao mesmo tempo no trabalho, não adianta reclamar que está "sobrecarregado". A empresa provavelmente gosta e considera você um funcionário "multifuncional".

Manda quem pode, obedece quem tem juízo? Não mais, pelo menos segundo especialistas em RH. No dicionário das empresas, a figura do "chefe" - que cobra metas e resultados - vem sendo substituída cada vez mais pela do "gestor". E a lista não para por aí.

- Ser chefe remete a uma liderança estagnada e autoritária. O gestor planeja, administra e pensa estrategicamente - enumera Ana Maffra, diretora de RH da Equipe Certa. - O exemplo é apenas um, entre muitos, que refletem uma necessidade das empresas de traduzir em palavras um novo paradigma.

O problema é que, muitas vezes, apropriações erradas acontecem. Segundo Ana, credibilidade não se ganha apenas com a mudança de um nome:

- É preciso que a pessoa, a empresa, aja como tal.

7.20.2009

Trabalhar sob pressão só aumenta produtividade no curto prazo

Por: Diário da Saúde

..:: Pressão e engajamento no trabalho ::..

Muitas pessoas afirmam trabalhar melhor com prazos apertados, mas um novo estudo publicado no International Journal of Innovation and Learning afirma que é um erro assumir que uma equipe pode trabalhar efetivamente sob pressão constante de tempo e permanecer engajada e inovativa em seu trabalho.

Ari Putkonen, da Universidade de Oulu (Finlândia), explica que os enfoques convencionais adotados no planejamento de projetos podem falhar porque eles não levam em conta as alterações na eficiência e na capacidade inovadora dos membros das equipes ao longo do projeto.

..:: Sobrecarga mental ::..

O pesquisador simulou e previu efeitos dinâmicos das sobrecargas mentais de trabalho causadas por pressões de tempo sobre o trabalho de projetistas (designers).

Levando em conta aspectos do gerenciamento de projetos, ergonomia e saúde ocupacional, ele descobriu que a pressão do tempo e a sobrecarga mental afetam o desempenho geral e a qualidade e a capacidade de inovação do trabalho de design. Em última instância, isto afeta o tempo para se completar o projeto inteiro.

..:: Produtividade no curto prazo ::..

Inicialmente, a sobrecarga mental, a pressão do tempo e os prazos podem ter um efeito positivo sobre a produtividade, explica Putkonen. Esta é a sabedoria convencional, cristalizada na frase: "Eu trabalho melhor sob pressão," frequentemente cantarolada por indivíduos criativos e membros de equipes trabalhando com design ou em áreas relacionadas, onde o tempo é frequentemente um fator crítico para o sucesso.

Entretanto, esse benefício normalmente só tem um impacto positivo no curto prazo. É isso o que demonstra a nova pesquisa.

..:: Reduzindo o moral da equipe ::..

O estudo demonstrou que há efeitos negativos no longo prazo porque a pressão do tempo eventualmente leva a uma fadiga mental prolongada, o que afeta a qualidade e a produtividade de forma crescente ao longo do tempo. Mais do que isso, a fadiga mental diminui o engajamento da equipe, o que por sua vez diminui a capacidade inovadora do grupo de designers.

A falha em reconhecer esses efeitos, o incremento inicial súbito da eficiência e o surgimento lento da fadiga mental, levam a previsões irrealísticas sobre as necessidades dos recursos humanos. Esses efeitos podem levar gerentes e líderes de equipe a fazer previsões super-otimistas sobre os prazos e reduzirem o moral da equipe quando esses prazos não são cumpridos.

7.16.2009

Os perigos de “triturar” talentos em momentos de crise: a eterna batalha entre capital e trabalho | HSM

"Dias atrás, uma grande amiga, que atua no mercado de consultoria, veio conversar comigo. Estava se sentindo acuada, sem saída, pressionada por todos os lados. Sem hora para sair do trabalho, passou a acumular mais trabalho nos fins de semana, deixando-a sem tempo para os filhos. Com os efeitos da crise, a empresa em que trabalha passou a cobrar ainda mais por resultados e, de contrapartida, reduziu seu salário.

Visivelmente esgotada, me perguntou o que fazer. Sabe que o momento não é um dos melhores e acredita que se não der mais o sangue corre o risco de levar o cartão vermelho. Está até com medo de tirar férias e quando voltar, ter sua cadeira ocupada por outra pessoa. Esse clima de medo e insegurança tem atingido muitas pessoas com quem encontro nos últimos meses."

Artigo na íntegra: Os perigos de “triturar” talentos em momentos de crise: a eterna batalha entre capital e trabalho | HSM

Seis dicas para quem tem um chefe narcisista

"Conheça algumas características do narcisista típico e use-as ao seu favor.

Difícil não reconhecermos algum parente ou colega de trabalho, quando lemos um pouco da teoria sobre o narcisismo. Nada fácil é nos enxergar nela, assumir nosso telhado de vidro. Mas o fato é que, em maior ou menor grau, todos somos narcisistas e talvez seja o Narciso em nós que nos impulsione a buscar e alcançar nossas ambições.

Isso posto, deixarei o politicamente correto de lado, para confessar que, ao estudar o narcisismo, uma fila de chefes que tive desfilou pela minha mente. Por que os chefes? Ora, precisa explicar? Chefes são as personagens mais engraçadas, se tivermos condições de olhá-los a distância, mais longe de todo o amor e todo o ódio que possam despertar em nós. Aos nossos olhos subalternos e parciais, são como caricaturas, isto é, têm alguns traços exagerados: um nariz gigante ou um ego descomunal. Como já fui tanto chefe quanto subordinada, falo isso com tranquilidade."

Leia o artigo na íntegra: Seis dicas para quem tem um chefe narcisista

Diversidade: a parede de pedras

"A valorização da pluralidade torna a empresa mais preparada a enfrentar as mudanças.

A palavra diversidade, dentre outros significados, representa idéia de pluralidade, multiplicidade, diferentes ângulos de visão ou de abordagem, heterogeneidade, variedade, tolerância e convivência mútua. Tal significado também pode ser transcrito para o mundo corporativo.

Embora o tema a primeira vista pareça ser uma necessidade decorrente da responsabilidade social, mais do que ser eticamente correta, para a empresa, a valorização da pluralidade da força de trabalho a torna mais preparada a enfrentar a variedade de situações impostas pelas rápidas mudanças no comportamento de seus consumidores, da contínua renovação do mercado e das oscilações econômicas do mundo atual."

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10 mil horas

"Veja artigo que levanta a questão da eficiência através da regra das 10 mil horas.

A tônica do momento é discutir a crise global e seus efeitos, num movimento de miopia coletiva que impede vislumbrar as oportunidades que surgem, deixando-as em segundo plano. O livro 'Outlier - Fora de Série', de Malcolm Gladiwell, aponta-nos uma perspectiva intrigante à respeito das razões que permitem a poucos a obtenção do sucesso em tempos como esses.

Em síntese, Gladiwell aposta que o êxito individual depende de talento, dedicação e sorte, mas também de outros fatores para os quais nunca se deu a atenção devida. A começar por aquilo que o autor denomina o 'exemplo Mateus': 'porque a todo aquele que tem será dado e terá em abundância, mas daquele que não tem, até o que tem lhe será tirado' (Mateus, 25:29). Uma alegoria brilhante para induzir à uma reflexão sobre os desdobramentos do fracasso, e sobre a seletividade dos vitoriosos."

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O líder sabe o que quer?

"Mais do que nunca, a dissensão torna-se essencial para a sobrevivência e o crescimento das organizações produtivas. Consultor discute o posicionamento dos gestores que não promovem o embate de opiniões.

Vivemos numa sociedade de egos inchados, de carências afetivas e traumas devastadores que, queiramos ou não, limitam nossos resultados. Com alguma freqüência, encontramos empresários e diretores que demonstram uma necessidade muito grande da aprovação das pessoas e particularmente dos funcionários."

Artigo completo: O líder sabe o que quer?

7.10.2009

Sábado Legal: Transporte de Pessoas e Bagagens (Parte 2)

Por: Larissa Miguel

..:: Responsabilidade Civil no Transporte de Pessoas ::..

Voltando ao assunto relativo ao contrato de transporte de pessoas e, conseqüentemente, de suas bagagens, hoje colocaremos em pauta a responsabilidade civil quanto ao transporte de pessoas.

Como já vimos, trata-se de o presente contrato de ato jurídico bilateral (envolve duas partes) e, sendo assim, ambas as partes têm direitos e deveres, e estão sujeitas a respeitarem os termos do contrato visando sua fiel execução.

A responsabilidade do transportador perante o passageiro trata-se de responsabilidade objetiva, decorrente de um contrato previamente acordado entre as partes. E, sempre importante lembrar que tal contrato é de adesão, conforme já discorremos na primeira parte do tema, o que implica numa interpretação mais favorável ao passageiro, uma vez que este se submete as condições impostas pelo transportador afim de obter o serviço do qual necessita.

Com a existência do contrato de transporte, passa o transportador a assumir as seguintes obrigações que, quando não cumpridas podem gerar sua responsabilização (na esfera civil, indenizações que versam sobre perdas e danos, danos morais e danos materiais).

Temos como principal obrigação assumida pelo transportador o próprio objeto contratual: transportar o passageiro de um local para outro, no tempo e modo convencionados.

Se o objeto principal do contrato não restar cumprido, prevê o artigo 737 do Código Civil, que o transportador responderá por perdas e danos, salvo apenas casos em que houver motivo de força maior.

Ainda, o artigo 739 aponta que o transportador não pode recusar-se a transportar passageiro, a não ser nos casos previstos nos regulamentos ou em que as condições de higiene e saúde do interessado o justificarem. Exemplo bem atual é o caso das pessoas suspeitas de portarem o vírus da gripe suína. Essas pessoas não podem ser banidas do serviço de transporte, contudo a transportadora deve tomar as devidas cautelas para que tal pessoa, bem como os demais passageiros, fiquem isentos de maiores transtornos.

Enfim, a responsabilidade do transportador, e aqui falamos da responsabilidade objetiva, decorrente do contrato celebrado entre as partes, começa a partir do momento em que o passageiro contrata o serviço até o momento de sua chegada em seu destino final. Ou seja, necessário que o dano sofrido pelo passageiro ocorra nesse ínterim.

Verifica-se que para a existência da responsabilidade civil no presente caso necessária a existência de um contrato. Tal premissa já afasta logo de início a responsabilidade do transportador nas hipóteses de passageiro clandestino ou daquele transporte efetuado por camaradagem. Não há questão a ser discutida no presente ponto, uma vez que o transportador não pode responder contratualmente pelo transporte pretendido se não há a existência do mesmo. Contudo, resta sempre presente a possibilidade de caracterização de responsabilidade extracontratual.

7.09.2009

“Não treinar, se possível”

Por: Sebastião Guimarães (guimaraes@tgtreinamento.com.br)

O título deste artigo é o texto de uma grande faixa colocada na área de RH da GE. O texto é provocador é leva-nos à um reflexão bastante objetiva.

Sobre o assunto, a norma ISO 10015 dá a seguinte orientação:

4.2.6 Identificação de soluções para eliminar as lacunas de competência
As soluções propostas para eliminar as lacunas de competência podem ser os treinamentos ou outras ações tais como a reformulação dos processos, recrutamento de pessoal treinado, terceirização, melhoria de outros recursos, redução da rotatividade e modificação dos procedimentos de trabalho.
Reformulação dos processos

Com base em estudos e pesquisas, hoje sabemos que 85% dos problemas são oriundos dos processos e que apenas 15% são oriundos das pessoas. Estes dados deixam bem clara a questão da eliminação das lacunas. Se um processo estiver mal estruturado, apresentando falhas que comprometem o resultado final, a melhor solução é sua reformulação e, em casos mais específicos, sua eliminação. Pouco ou nada adiante treinar pessoas para desenvolver um processo que, comprovadamente, é considerado falho e mal estruturado.

Sobre a importância da melhoria dos processos e do desenvolvimento de pessoas, Dieter Kelber, diretor-executivo do Insadi, cita, com frequência, a seguinte frase: “Quer melhorar as pessoas? Invista nos processos. Quer melhorar os processos? Invista nas pessoas”.

..:: Recrutamento de pessoal treinado ::..

É bom lembrar que recrutamento é uma fase anterior à seleção. Quando pensamos em recrutar uma pessoa treinada para desenvolver determinada atividade, temos, também, que pensar onde poderemos encontrá-la. Como os hadhuters, os profissional de RH também devem ter a competência necessária para recrutar, selecionar e contratar pessoal treinado.

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7.07.2009

Revista Melhor - Gestão de Pessoas

"Quando a Suprema Corte da Califórnia sancionou o casamento entre pessoas do mesmo sexo em maio do ano passado, alguns defensores aplaudiram a decisão e deram um aceno às empresas. Eles disseram que a decisão simplesmente confirma realidades existentes no mundo corporativo, onde a igualdade entre casais homo e heterossexuais tem sido a regra por anos. [N.R: Após a decisão da Suprema Corte da Califórnia, um plebiscito realizado em novembro de 2008 no estado desaprovou a oficialização da união de casais do mesmo sexo. Contudo, outros cinco estados norte-americanos deram sinal verde para a legalização do casamento gay: Massachusetts, Iowa, Vermont, Connecticut e Maine. No Estado de Nova York, está sendo analisada proposta para a legalização desse tipo de união.]"

Arigo completo: Revista Melhor - Gestão de Pessoas

Redes Sociais ganham importância como Ferramenta de Desenvolvimento e Networking

"Muitos profissionais mergulharam de cabeça na onda das comunidades virtuais em busca de desenvolvimento e para fazer networking. Mas como estas ferramentas podem auxiliar?

Os meios de comunicação eletrônicos revolucionaram o modo como nos relacionamos, graças à facilidade do uso, à rapidez e à instantaneidade que eles trouxeram. Hoje, inúmeros sites de relacionamento nos permitem encontrar pessoas com os mesmos interesses e afinidades. No mundo corporativo, redes sociais como o LinkedIn trouxeram novas possibilidades para executivos que desejam trocar experiências, estar atualizados com o que está acontecendo no mercado e interagir sobre as novas práticas nas organizações.

Neste cenário, surgem fenômenos como o Twitter, serviço de microblogs, que ganha novos seguidores diariamente e cada vez mais é utilizado para fins profissionais, por pessoas que querem ampliar e acessar com mais facilidade sua rede de contatos ou se informar e trocar experiências sobre temas que podem ajudar a se desenvolverem profissionalmente."

Artigo completo: MAXPRESS Net

G1 > Concursos e Emprego - NOTÍCIAS - Comportamento inadequado na dinâmica de grupo pode barrar contratação

"O candidato enviou currículo para a empresa e foi selecionado por preencher os requisitos básicos. Mas, antes de ser contratado, geralmente passa por uma etapa muito importante: a dinâmica de grupo.

Nunca aplicada isoladamente num processo seletivo, segundo recrutadores, a atividade serve para conhecer melhor alguns traços da personalidade do candidato à vaga. E eles garantem: o comportamento inadequado na dinâmica pode tirar o candidato da seleção."

Matéria completa: G1 > Concursos e Emprego - NOTÍCIAS - Comportamento inadequado na dinâmica de grupo pode barrar contratação

Como vencer o terror da entrevista - você s/a

"A entrevista é, sim, o momento mais importante e decisivo no processo de contratação. Para conseguir uma posição em qualquer empresa deste planeta, você terá de enfrentar pelo menos uma entrevista. Hoje em dia, um candidato passa, em média, por três ao pleitear um cargo. E será que você está pronto para enfrentar os desafios típicos dessa situação? Infelizmente, as empresas também acham que a maioria dos candidatos não está. O principal problema: chegar para a entrevista com o script pronto, decoradinho.

Lição fundamental: não queira ser na entrevista o que você não é de fato. Depois de alguns meses você pode perceber que não tem nada a ver com a empresa. E aí suas chances de crescimento profissional são mínimas. Você simplesmente trava sua carreira. Mais: não invente respostas quando você não sabe o que dizer. Numa dessas escorregadas, o candidato perde a vaga na hora. É melhor assumir que não sabe a resposta. Para conseguir a combinação de espontaneidade e argumentação bem fundamentada indispensável para uma entrevista bem sucedida, é preciso se preparar muito. A seguir, apresentamos um roteiro que irá ajudá-lo nessa empreitada."

Matéria completa: Como vencer o terror da entrevista - você s/a

Você se esconde para não tomar decisões?

"A importância da educação corporativa e as estratégias criativas a partir de uma metodologia.

Nosso compromisso inicial com o leitor é não mencionar a palavra crise, bem como outras abordagens que nos levam a comportamentos de paralisia e sintomas de desespero. Quem assume a “doença” pode não perceber quando o organismo reage.

Vamos focar aqui a função da “Educação Corporativa” e o que se pode fazer com os poucos recursos com que certamente fomos contemplados."

Artigo completo: Você se esconde para não tomar decisões?

Retenção de talentos ganha importância

"É cada vez maior o número de empresas que procuram apoio no desenvolvimento de políticas de retenção de talentos. Veja!

Se até alguns anos atrás as empresas conseguiam ser competitivas somente graças às características de seus produtos ou serviços, essa é uma missão muito mais difícil de alcançar hoje em dia. As empresas estão oferecendo produtos cada vez mais parecidos e padronizados, o que faz com que a competitividade de uma organização dependa muito mais de outros fatores."

Artigo completo: Retenção de talentos ganha importância

Foco nos melhores - Notícias - Você RH

"Maio é temporada de negociação na Braskem, empresa do grupo Odebrecht, resultado da fusão de seis petroquímicas. Nada a ver com as oscilações no preço do barril de petróleo. Os 4 760 funcionários da companhia precisam fechar os termos do Programa de Ação (PA), no qual assumem compromisso com as metas para os próximos meses."

Artigo completo: Foco nos melhores - Notícias - Você RH

Os profissionais de RH mais admirados

Fonte: Revista Gestão & RH

Os dez mais bem colocados na pesquisa abordam as mudanças no perfil dos líderes de RH e mostram como engajam os colaboradores em tempos de crise. Vencedores de premiação deste ano mostram a importância de associar crenças e valores à estratégia do negócio.

A Gestão & RH, por meio de sua publicação especializada no setor de recursos humanos, escolheu neste mês de junho os melhores profissionais da área no ano. Lilian Guimarães, do Santander, e Wagner Brunini, da Basf, foram escolhidos os vencedores.

“O papel de RH deve ser de ‘facilitador’ do processo de gestão. Acredito que o desenvolvimento das equipes é responsabilidade dos líderes. Nós, em RH, temos de conhecer os negócios e ajustar nossas entregas ao plano estratégico. Além disso, colaborar para que os indivíduos se sintam melhores como pessoas e, consequentemente, como colaboradores”, conta Liliam Guimarães, diretora-executiva de recursos humanos para o Grupo Santander Brasil. O seu principal desafio é a integração dos bancos Santander e Real.

“A participação e o envolvimento de todos os diretores demonstram que procuramos construir um grupo que considera o melhor de todas as suas empresas, inclusive os dois bancos. Não foi simplesmente uma aquisição, em que apenas uma cultura predomina”, afirma Lilian. Ela lembra, também que “Nosso Compromisso” foi desenvolvido pelos 26 integrantes da diretoria executiva do Grupo, ao longo de vários meses.

“O profissional de RH está cada vez mais ao lado de cada gestor, participando ativamente da definição e implementação das estratégias de gestão de pessoas. Sendo assim, cada vez mais, a área de RH está se tornando estratégica no dia-a-dia da empresa”, ressalta Wagner Brunini que ocupa o cargo de diretor de Recursos Humanos da América do Sul do Grupo Basf, onde está há 26 anos.

“O que mais valorizo da minha atividade como gestor é o aprimoramento da capacidade de motivar pessoas e contribuir com o desenvolvimento de seu potencial. Acho, também, que uma conduta louvável que internalizei é a crença inabalável nos resultados positivos, sem receio de possíveis fracassos.”, declara Brunini. “Um bom ambiente é a base para o desempenho favorável das atividades de trabalho e para o alcance dos resultados”, finaliza.

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