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6.03.2010

Quem te disse?

Por: Suely Pavan - Pavan Desenvolvimento

Um dia alguém te falou que você precisava ser uma única coisa na vida, “tipo assim” ser engenheiro. O que não te disseram é que você poderia ser engenheiro e também ator, e também mais qualquer outra coisa que você quisesse, até um poeta. Quem te disse que uma escolha exclui outra?

Tem gente que às vezes me pergunta: Mas posso mudar de carreira com 40 anos? De chefe de TI passar a ser Gestor de marketing? O rosto da pessoa que me pergunta isto tem uma enorme vontade de mudar, mas o que fazer com o medo da mudança?


Não sei quem foi que disse que em matéria de talentos podemos ter só um na vida. Só posso te dizer que isto é uma grande bobagem, talentos são múltiplos, e se a gente for pesquisar lá dentro de nós e sem medo vai descobrir alguns surpreendentes. Só que às vezes confundimos as coisas, porque não damos espaço para o novo, o deslumbrante. Nunca irei esquecer-me de uma foto que vi. Era a apresentação de uma moça da área de recursos humanos. Na foto ela mostrava o que fazia. E era assim: metade da foto ela estava toda formal vestida a caráter como se veste um gerente de RH, e no outro lado da foto ela estava descabelada e descalça, pintando um quadro no meio da rua. Esta era ela profissionalmente.

O que a gente confunde é o trabalho que nos sustenta, com outros que são puro prazer. Talvez você seja um poeta, um escritor, um bailarino, ou até um grande chef de cozinha para os seus amigos. E se esquece que isto também é trabalho. A melhor definição de trabalho que eu conheço é a da possibilidade de transformação de uma cultura. Pois diferentemente de todos os animais do planeta o homem e a mulher trabalham para transformar este mundo. E podem e devem fazer isto usando os seus múltiplos talentos. Trabalho não é apenas ganhar dinheiro, trabalho é defender uma causa, é expressar-se através de algo humano como a arte. Infelizmente a nossa sociedade, dividida, dicotomizada, e departamentalizada não enxerga no artista, por exemplo, um trabalhador, mas ele é.
Talvez, também, lá na empresa em que você trabalha não aja espaço, afinal os departamentos são tantos, para você mostrar seu talento de liderança, mas já pensou em ser síndico, ou em organizar uma ONG? Talvez você não ganhe nada fazendo isto, mas com certeza estará usando o seu talento em algo útil. Não existe talento inútil, existe apenas talento fora de época ou tentando se amoldar a alguma atividade remunerada. Gosta de dançar, é um pé de valsa ou de hip hop? Vai ensinar a galera robotizada a soltar o corpo lá na comunidade perto da tua casa. Você vai usar o teu talento e vai se divertir também e aprender novos passos com a molecada.
A gente reclama do mundo, mas se esquece dos múltiplos talentos que temos, deveríamos usá-los. Ama escrever?Faça um blog. Gosta de cozinhar? Venda seus pratos preferidos no final de semana para os vizinhos que odeiam botar o pé na cozinha, e talvez você ainda possa ganhar um dinheirinho.

Nos ensinaram a restrição, a lobotização, e se esqueceram de dizer que: Você tem talentos sim. E o que é um talento? É aquilo que você faz melhor do que os outros, e com o pé nas costas, como por exemplo: cozinhar, dançar, fazer contas, saber eventos históricos, ter um tino para curar... enfim, são tantos. Então arregace as mangas e não confunda dinheiro com talentos. E cá pra nós você pode até ganhar uma grana com isto.

Você reparou que este texto está repleto da palavra "talvez"? É isto mesmo, a vida é repleta de incertezas, que são as portas e possibilidades. O Fernando Pessoa tinha uma frase ótima e bem conhecida: Navegar é preciso, viver não é preciso. Para viver não há precisão alguma, não há marcadores ou instrumentos de precisão como na navegação. A vida se abre na medida que estamos abertos à diversidade de nossos talentos.

Mas, me conte qual é o seu talento, aquele que você acabou de descobrir que tem? Ou ainda aquele que você tem e já usa. Vou fazer um painel no meu site, com os talentos, estas raras pérolas que transformam a nossa vida e a das outras pessoas. Quais os talentos que os leitores de meu site, cadastrados para ler os meus textos e seguidores( etâ palavra ridícula!) do twitter @pavandesenvolv têm?

Responda-me através do site, ou via e-mail ou ainda lá no twitter. Vamos espalhar os talentos de todos por aí. O mundo precisa disto para se transformar.

Estou curiosa para saber.

Endomarketing ainda é pouco usado por muitas empresas

Por: Bernt Entschev - ParanaShop

Aos olhos de muitos empresários e donos de pequenas e médias empresas, o investimento em um setor de Comunicação ainda não é visto com bons olhos. Parece ser outro gasto supérfluo, mas a comunicação interna pode mudar – e muito – o interior e o clima de trabalho de uma empresa por dentro. Qual empresa nunca pensou em fazer uma campanha para redução de custos e economia de papel? Este tipo de ação é um exemplo de marketing interno.

Baseado em ações de marketing aliado ao setor de RH, profissionais destinados a isso podem desenvolver o endomarketing e garantir grandes melhorias no que diz respeito a assuntos de interesse dos colaboradores. A partir do momento em que o RH constata uma necessidade dos funcionários, a área de comunicação desenvolve campanhas para atender essas demandas.

Para Bernt Entschev, headhunter e presidente da De Bernt Entschev Human Capital, o endomarketing “tem papel fundamental no que diz respeito a fazer o colaborador vestir a camisa da empresa”. Ele ressalta ainda que as ações promovem a integração entre funcionários, setores e hierarquias, tornando o ambiente de trabalho mais agradável. “É muito confortável trabalhar em um ambiente onde ninguém se sente superior ou inferior a ninguém. Todos são iguais, afinal de contas”, completa Bernt.

Há uma variedade imensa de ações que podem ser desenvolvidas. Além de comunicar mudanças através de canais tradicionais como jornal mural ou newsletter, podem ser ofertados ainda cursos, palestras, workshops, festas, descontos e bônus especiais nas lojas da empresa etc. “O canal de comunicação empresa-funcionário é importantíssimo para que ele se sinta integrado a ela. Quando ele acredita na empresa e nos produtos/serviços que ela oferece, certamente vai trabalhar com muito mais gosto pelo seu desenvolvimento”.

3.06.2010

O ser humano como centro das atenções

"As características que definem o ambiente dos negócios sofreram mudanças profundas nesta primeira década do século XXI. No novo ambiente econômico, a principal fonte de produção vem migrando do capital físico para o capital intelectual, o que faz da gestão de pessoas um fator crítico para a criação de valor nas organizações. Passada a era da reengenharia, da reestruturação organizacional e dos investimentos em projetos de qualidade total, o mundo corporativo vive hoje em plena era do conhecimento e informação.

Para sobreviver neste ambiente o principal desafio dos executivos e gestores de negócio é a incessante busca por vantagens competitivas pelo aprendizado contínuo. Na opinião do brilhante observador social americano Alvin Toffler, “na onda da informação o poder deriva do conhecimento”.

Contudo, seria impossível agregar conhecimento, mais importante fonte de poder em nossa época, para a organização sem gerenciar o capital humano. O conhecimento das organizações depende fundamentalmente das pessoas, o que é bastante coerente com o discurso que tenho ouvido de muitos colegas afirmando que “as pessoas são o grande diferencial competitivo das organizações”.

As empresas perceberam que para se tornar competitivas nesse mercado globalizado não basta ter os melhores recursos tecnológicos. A tecnologia de ponta e as boas práticas de gestão, apesar de serem realmente importantes, não são suficientes para a obtenção de diferenciais no mercado."

..:: Artigo completo: O ser humano como centro das atenções

Conheça os sete principais erros na comunicação no trabalho

Por: Karla Santana Mamona - Infomoney

Você já parou para pensar como é a sua comunicação no ambiente de trabalho? Pois saiba que essa análise pode ajudar a evitar diversos problemas com os colegas, a chefia, os clientes e os fornecedores.

De acordo com o especialista em comunicação verbal e focada em gestão de pessoas, Reinaldo Passadori, as empresas têm buscado profissionais competentes na comunicação, principalmente na verbal.

Ele afirma ainda que, para ter uma comunicação eficiente, é necessário que os profissionais façam uma reflexão sobre a forma que interpretam os fatos, como compreendem o próximo e como tratam as pessoas.

..:: Erros de comunicação ::..

Para melhorar a comunicação no ambiente corporativo, é necessário evitar alguns erros. Confira abaixo os sete principais pecados na comunicação que foram listados por Passadori: Clique aqui e confira!



Telefonia - Submarino.com.br

2.14.2010

Falar sem medo e culpa

Por: Ronaldo Passadori - Revista Melhor

Conheça os sete pecados capitais de comunicação no ambiente de trabalho

As empresas atualmente têm muitos desafios, ainda mais em um momento de mudanças de cenários tão significativos e vertiginosos. Um desses desafios é ter seus colaboradores devidamente preparados e capacitados em uma das principais competências do profissional moderno - a comunicação, notadamente a comunicação verbal.

O papel do colaborador é justamente participar do "time" e se relacionar com os outros na empresa. E ele precisa saber como, afinal, manter uma relação de convivência diária com seus colegas de trabalho, já que um bom relacionamento interno é um fator estratégico para seu sucesso profissional e para o sucesso da empresa.
Conhecer a si mesmo é a primeira etapa de uma vida equilibrada, e por consequência, de uma comunicação eficiente. É preciso fazer uma reflexão profunda de como é a nossa interação com o mundo e conosco: a forma de interpretar fatos, de compreender o próximo, de adquirir o conhecimento, de tratar as pessoas.
Pensando no processo de comunicação, quando falamos, achamos que o outro está recebendo a nossa mensagem sem interpretação pessoal; entretanto, esquecemos que o nosso interlocutor adiciona significados. Ele reelabora o que apresentamos, baseado nas suas experiências e referências. Além das palavras, usamos a linguagem não verbal, gestos e expressões para transmitir sentimentos, ideias, intuições, valores e crenças pessoais. Nossa comunicação verbal e não verbal é a representação do nosso mundo interior interagindo com o exterior, que se confronta com a representação do mundo do nosso interlocutor.

No contexto de uma empresa, cada pessoa precisa avaliar seu relacionamento com os funcionários de diferentes setores da companhia: saber lidar com a gerência, a diretoria e os mais diversos departamentos, muitas vezes envolvendo fornecedores e parceiros. Ser um profissional proativo, comunicativo e perspicaz vai ajudar a evitar os sete pecados capitais ao se comunicar no trabalho. Eles foram inspirados nos sete pecados capitais e nas suas respectivas contrapartidas, as sete virtudes sagradas. Classificados por São Tomás de Aquino (1225-1274), os mais conhecidos são: gula, luxúria, avareza, ira, inveja, soberba, vaidade, preguiça, mentira, arrogância, calúnia, adultério, roubo, orgulho, ódio.

E se durante a Idade Média o indivíduo era condenado ao cometer uma falha, hoje em dia o ser humano é visto como multidimensional e em constante evolução. Todos cometemos erros, porém, o que não devemos é permanecer neles. Na vida moderna, parte do avanço conquistado vem do aprendizado proporcionado pelas vivências e treinamentos corporativos. Durante a carreira profissional, e no decorrer da vida, é essencial observar quais pecados de comunicação são cometidos e o que fazer para evitá-los:

..:: Apatia ::..

Ela reflete o desconhecimento das características do público-alvo. De nada adianta ter o domínio da forma e do conteúdo se a fala é sem "alma", sem sensibilidade e sem conexão com a audiência. O contrário da apatia é a empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendendo o seu nível sociocultural, temperamento e momento psicológico. Ser empático é ser generoso com o outro, ao contrário da avareza, o querer tudo para si. Com a voz serena, mas firme, podem-se articular palavras com calma, confiança, polidez e respeitabilidade, tornando a comunicação atraente.

..:: Insegurança ::..

A falta de informação, de conhecimento sobre uma situação ou um tema, pouco ou nenhum conteúdo evidenciam a ausência de assertividade. Pessoas inseguras geralmente se comportam de maneira agressiva, para causar medo e intimidação. Expressam autoridade com rispidez. Essa imposição encobre o receio das suas próprias fragilidades. Ser assertivo é ter autoconhecimento. Quem se conhece verdadeiramente pode se observar "de fora". Possui uma consciência de si tão sensível que pode observar a própria atuação durante as relações interpessoais. Detém o controle de seus atos, seus gestos e suas palavras. A comunicação interpessoal é o reflexo da comunicação intrapessoal. Ao dominar as ações e o discurso, cultiva-se o equilíbrio interior, e certamente os reflexos na comunicação interpessoal serão positivos. Uma pessoa assertiva quer defender seus direitos e ideias e, ao mesmo tempo, procura aceitar os dos demais. Ela é firme, confiante, respeitosa, é, afinal, controlada. Quem mantém um comportamento assertivo é alguém emocionalmente inteligente e maduro e com certeza tem um destino destacado no futuro: o sucesso.

..:: Leia o artigo completo na página da Revista Melhor!

12.11.2009

Redes sociais internas são tendência para as empresas em 2010

Estudo aponta adoção das redes sociais para melhorar processos de comunicação. O recurso tecnológico já está na mira de 65% das companhias.

Um estudo global, conduzido pela consultoria Watson Wyatt, consolida a idéia de que as redes sociais são muito mais abrangentes do que o uso em propaganda e promoções. De acordo com a pesquisa Communication ROI, 65% das empresas planejam utilizá-las para melhorar seus processos internos de comunicação já em 2010.

O levantamento foi feito com 328 companhias de vários países e os resultados mostram que as empresas estão em pleno processo de melhorias de suas plataformas eletrônicas de comunicação. Cerca de 78% delas melhoraram suas infraestruturas nos últimos 24 meses, 55% implantaram programas de comunicação face-to-face e 48% buscaram formas de diminuir os memorandos e relatórios impressos.

De acordo com a coordenadora da pesquisa, é natural que essas companhias procurassem inovações ainda maiores para redefinir a forma como se comunicam internamente. Para Kathryn Yates, consultora da Watson Wyatt, os empregados mostram necessidades novas de adequar suas agendas e afazeres de acordo com as mudanças rápidas de mercado e as empresas estão explorando as redes sociais como uma nova fronteira nesse sentido.

Atualmente, vivemos uma fase intermediária entre as antigas plataformas de comunicação interna e as novas, baseadas nas novas mídias. Embora haja muito interesse e isso deva se consolidar já no próximo ano, por enquanto há desafios a serem resolvidos. Muitos pesquisados apontam dificuldades na implementação dessas novas mídias. Há problemas técnicos ou de usabilidade para 36%, outros 40% reclamam de falta de conhecimento sobre os tópicos e 45% das empresas sentem falta de participação maior dos funcionários nas mídias sociais implantadas internamente.

Nesse retrato atual, os meios internos de comunicação permanecem mais populares. As reuniões de grupo são preferidas para 73% e outros 43% ainda preferem a intranet do jeito que está. O estudo completo pode ser conferido no site da Watson Wyatt.

Gilberto Pavoni Junior para o IT Web

..:: Fonte: HSM Inspiring ideas

12.01.2009

Multimídia: a era dos blogs

"O blog é uma página da internet atualizada frequentemente. De forma cronológica, o blogueiro insere sua mensagem relatando o que fez de interessante em seu dia, escreve poesias, coloca fotos, posta músicas e tudo o que a imaginação do autor permitir. Mas hoje os blogs deixaram de ser apenas um simples diário virtual onde o autor expõe informações de sua vida. Eles são uma ferramenta poderosa de marketing e comunicação, que pode render até mesmo um bom dinheiro para os seus criadores, segundo o jornalista Frederico Fagundes, um dos criadores do blog Jacaré Banguela.

Fagundes, que mora em Cuiabá (MT), esteve em Uberlândia pela primeira vez anteontem, 28, para participar do 1º Blogsfera Minas, realizado pelos administradores do site Página Cultural e o Fottus.com. As mais de 100 pessoas que participaram do evento tiveram a oportunidade de conhecer a história do site Jacaré Banguela, além de ouvir dicas sobre como criar um blog de sucesso. “Nosso objetivo era justamente reunir vários blogueiros, produtores, interessados, estudiosos e curiosos para discutir sobre o universo da blogsfera”, disse Sérgio Evangelista, um dos organizadores do encontro."

..:: Matéria completa: Multimídia: a era dos blogs

11.07.2009

Coisa de RH? As responsabilidades sobre a gestão de pessoas

Por: George Brough - Diretor de Desenvolvimento Organizacional da Caliper Brasil - e Hevelin Quintão - Coordenadora de Marketing da Caliper Brasil

Refletindo sobre os trabalhos de desenvolvimento realizados pela Caliper em muitas empresas, tanto no Brasil como em outros países, nos últimos quase 50 anos, percebemos um enorme desgaste de tempo e energia gerado pela confusão sobre as responsabilidades referentes ao capital humano das empresas. Em muitos casos a questão é discutida de forma tão intensa que tem causado um impacto negativo na produtividade e lucratividade das organizações.

Talvez, um dos maiores exemplos deste impasse ocorra quando os profissionais de RH precisam cobrar dos gestores as avaliações de desempenho, as pesquisas de clima e vários outros resultados relacionados às suas equipes. Esta tarefa é difícil, em grande parte, porque os gestores não vêem a conexão destas ações com os resultados da organização e pelos quais são cobrados (e recompensados) diariamente. Por outro lado, parece, em muitos casos, que os profissionais de RH não conseguem se expressar através da linguagem dos “negócios” e, assim, explicar qual é seu real papel e quais as ferramentas de que dispõem para ajudar os gestores a realizarem seus objetivos.

Então, para ajudar as empresas a serem mais eficazes e gerarem mais resultados, gostaria de oferecer um ponto de partida para o diálogo entre diretoria x gestores x profissionais de RH, baseado em experiências obtidas com empresas do mundo inteiro e com profissionais que, em sua maioria, entenderam os pontos que destacarei abaixo e conseguiram fazer com que a empresa crescesse de forma sustentável e sem gastos desnecessários.

..:: O que é responsabilidade da diretoria? ::..

Os diretores têm a responsabilidade por três pontos que considero essenciais e a base para a sustentação da empresa:

Comunicar a toda empresa os pontos principais de seu planejamento estratégico, quantas vezes forem necessárias. Não é culpa dos profissionais da empresa se eles não compreendem o planejamento da organização. Na maioria das vezes ele não é explicado de forma clara ou em um número suficiente de vezes. Por isso, a diretoria tem o dever de sempre reforçar os pontos do planejamento para que todos os funcionários captem-no, entendam e consigam relacioná-los com as suas atividades de seu dia-a-dia.

Definir e comunicar as competências mais importantes e exigidas pela organização para que as pessoas atinjam os resultados esperados. Para isso é preciso refletir sobre: Qual é o melhor caminho para atingir os resultados contemplados no plano estratégico? O que leva uma pessoa ao sucesso dentro da sua organização? Quais são as características de personalidade, as habilidades e as atitudes esperadas pela empresa? Alguns exemplos de competências que fazem a diferença nos resultados da empresa são: inovação, pró-atividade, valorização do tempo, habilidade para tomar decisões, habilidade de alinhar, entre outras.

Definir como estas competências se manifestam quando transformadas em comportamentos, pois eles são diferentes entre uma cultura empresarial e outra. Por exemplo, a competência “tomada de decisão” pode significar maior poder, autonomia para agir em determinada empresa, enquanto em outra empresa, pode ser caracterizada pela necessidade de respeito a uma hierarquia antes de agir. É fundamental que todos os funcionários entendam quais são os comportamentos considerados aceitáveis e não-aceitáveis dentro da sua organização. Também é necessário que todos os gestores valorizem e premiem estes mesmos comportamentos.

Normalmente, estes três pontos formam o conteúdo de grande parte dos programas de desenvolvimento de líderes e altos potenciais que realizamos, sempre auxiliando a diretoria da empresa a colocá-los em prática. Uma vez realizado este trabalho, os resultados dos programas são excepcionais e as empresas gastam menos tempo e dinheiro e alcançam resultados concretos,pois todos se esforçam para chegar ao mesmo objetivo, conhecem “as regras do jogo” e estão sendo avaliados pelas mesmas medidas e pesos.

..:: O que é responsabilidades dos gestores? ::..

Recrutar/definir quais profissionais formarão suas equipes. Mesmo que o RH faça o processo de recrutamento os gestores são diretamente responsáveis pelos resultados de todos em sua equipe, portanto, são responsáveis por todos que entram e permanecem na equipe.

Identificar o potencial dos membros de sua equipe para entender suas reais oportunidades de desenvolvimento e, assim, agir no sentido de gerar resultados. Por ser responsáveis pelos resultados da equipe, cabe ao gestor entender o potencial de cada membro e apoiá-los no processo de colocar este potencial em prática, gerando os resultados esperados.

Avaliar ou monitorar o desempenho da equipe, ou seja, os resultados que ela conquista e através de quais comportamentos consegue obtê-los. Isto é importantíssimo, pois num departamento em que alguns poucos profissionais atingem metas, mas devastam os outros membros da equipe (através da centralização de informações, por exemplo), a sustentabilidade, a retenção e a atração de profissionais se tornam questões problemáticas. Por isso, é necessário valorizar dois tipos efetivos de indicadores:

..:: Indicadores Financeiros/Concretos – produção, lucro, vendas etc. ::..

..:: Indicadores Comportamentais – trabalho em equipe, respeito pelos outros etc. ::..

Entre estes indicadores não há separação: o primeiro é dependente do segundo. É preciso que os gestores entendam que é importante definir cada uma deles e entender que somente através dos indicadores comportamentais será possível gerar os financeiros.

Desenvolver a equipe. Este trabalho precisa ser compartilhado com: a própria empresa, porque é ela que define quais são as suas necessidades e as relaciona com os pontos de desenvolvimento de seus profissionais; e cada profissional da equipe porque, para serem desenvolvidos, eles precisam demonstrar vontade e empenho.


..:: O que é responsabilidades do RH? ::..

Realizar consultoria interna. Os profissionais de RH não devem fazer a gestão das pessoas na empresa porque os gestores, sim, devem fazer este trabalho; porém sua função é orientá-los e apoiá-los, como consultores internos, sobre o que fazer para gerir sua equipe de forma sustentável e eficaz.
Levar aos gestores o benchmark das “melhores práticas” e ferramentas de gestão de pessoas, bem como as informações sobre como utilizá-las, e formar parcerias com empresas especializadas no assunto que podem fornecer o conhecimento que a organização precisa e não possui internamente.
Montar os processos de gestão de pessoas (não necessariamente realizar este trabalho, mas coordená-lo), juntando todos os resultados processados e obtidos pelos gestores de cada equipe e avaliando os saldos de cada um.

E, por fim, capacitar os gestores sobre como utilizar estes processos, esclarecendo a conexão que existe entre seus resultados (competências, indicadores de desempenho, etc) e o planejamento estratégico da organização.

Com todas estas informações em mãos, seria possível evitar desgaste e gastos desnecessários e focar a empresa toda no objetivo principal de atingir os resultados planejados, por meio do que considero seu principal ativo: o capital humano.

Por isso, entender as responsabilidades de cada departamento da empresa é só o primeiro passo em busca do sucesso. O segundo passo, e mais importante, é colocar todas estas ações em prática.

Esclarecer as responsabilidades ajudará a empresa a gerar resultados melhores com os recursos atuais – algo sempre bem-vindo num mundo cada vez mais competitivo.

8.10.2009

Cubatão (SP): I Conferência Municipal de Comunicação

Cubatão (SP): Prefeitura abre as portas para a comunidade entender e sugerir formas de melhorar a comunicação. Encontro está marcado para o dia 12 de agosto, às 18 horas, no mini-auditório do Paço Municipal.

Você está satisfeito ou satisfeita com a comunicação da sua cidade? Qual a sua opinião sobre as rádios e tv comunitária? De que forma a Administração Municipal e outros órgãos públicos devem comunicar seus atos à comunidade? A programação das tvs atendem sua necessidade de informação? Quando a internet começa a ser prejudicial? Comunicar-se e praticar a comunicação é um direito de todos. Por isso, a Prefeitura de Cubatão, por meio da Secretaria de Ação Governamental e da Comissão Baixada Santista Pró-Conferência de Comunicação convida todos os segmentos sociais, organizações não governamentais, instituições, clubes de servir, esportivos, representações de classes e veículos de comunicação, como rádios, tvs, jornais e profissionais de multimídia para participar do segundo encontro que vai encaminhar os preparativos para a 1ª Conferência Municipal de Comunicação, no dia 12 de agosto, a partir das 18 horas, no mini-auditório do Paço Municipal Piaçaguera.

Para o Governo Municipal, que já vem ampliando suas ações de comunicação social na cidade de Cubatão, outro objetivo do encontro é o de fazer valer o direito do cidadão de poder comunicar-se, de expressar suas idéias, de contribuir para o desenvolvimento cultural e social da comunidade em que vive, enfim, é o momento em que a sociedade deve sugerir melhorias no sistema de comunicação brasileira e pedir a real democratização dos meios de comunicação. Os temas debatidos em Cubatão serão levados para as conferências da fase regional, estadual e nacional.
Para participar inscreva-se pelo telefone 3362-6124 ou pelo e-mail imprensacubatao@cubatao.sp.gov.br.

..:: Mais informações podem ser obtidas nos endereços eletrônicos ::..

Rede Social
: http://conferenciacombs.ning.com/
Site: baixadasantista.proconferenciasp.org
Blog: conferenciacombs.blogspot.com

.:: Fonte: Departamento de Imprensa, Prefeitura Municipal de Cubatão

8.09.2009

Poder de persuasão: coach explica como desenvolver essa competência

Por: Karin Sato - InfoMoney

Profissionais querem sabem como suas opiniões podem ser levadas a sério, de forma a aliviar frustrações diárias.

Alguns já nasceram com essa competência. Sem empreender muita energia e esforço, conseguem tudo o que desejam. É de se esperar que suas vidas sejam mais fáceis também. O poder da persuasão, que tem muito a ver com a neurolinguística, é tema dos livros mais vendidos no País na atualidade. As pessoas querem que suas opiniões sejam levadas a sério, de forma a aliviar suas frustrações diárias.

"Não é apenas no mundo corporativo que saber persuadir é fundamental. A persuasão traz resultados também na vida pessoal. Quem possui o poder da persuasão se relaciona melhor com as pessoas e isso ocasiona bem-estar", afirma o presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching, Sulivan França.

Segundo ele, a capacidade de persuasão é essencial para publicitários, médicos, profissionais de Recursos Humanos, vendedores, advogados, coachs, consultores, entre outras atividades.

..:: Dá para desenvolver? ::..

Perante a dificuldade de fazer valer suas ideias sem causar questionamentos e aversões na equipe, a maioria dos profissionais que se sentem frustrados se pergunta: dá para desenvolver o poder da persuasão? Eu posso mudar meu jeito de me relacionar com colegas de trabalho e superiores? Como isso é possível?

França diz que as pessoas não só podem desenvolver a persuasão como devem. "Aqueles com capacidade de persuadir conseguem criar um ambiente harmonioso em torno de si", garante.
"Por outro lado, quem não tem essa competência costuma ser visto como antipático. Determinadas pessoas simplesmente não são agradáveis. Mas não se trata de antipatia, elas apenas não conseguem persuadir os demais. Este é um traço comum entre profissionais que trabalham mais com a lógica do que com a inteligência emocional. Há ainda aqueles que são inflexíveis e intolerantes".
..:: A persuasão e o carisma ::..

Para quem está decidido a se aprimorar, saiba que a persuasão está atrelada à capacidade de compreender o próximo. "É preciso entender as demandas alheias e se permitir a ajudar. Trata-se de uma capacidade relacionada ao carisma e à compreensão do mapa mental das pessoas com quem se convive".

Como saber se alguém tem o poder da persuasão? É simples. Geralmente, quem tem esse poder interage com os demais de forma diferenciada, sendo influente e carismático, na maioria das vezes sem precisar se esforçar para tal.

Carisma, para quem não sabe, é justamente aquele dom que tem tudo a ver com flexibilidade e capacidade de escutar. Não de ouvir, mas de escutar. "Pessoas com poder de persuasão gostam de escutar, ou seja, elas não apenas ouvem o que os demais têm a dizer como também permanecem o tempo todo atentas aos sinais que a face, a expressão corporal e a forma de se comunicar transmitem", afirma.

Quando chegamos a este tópico, muitos se perguntam: dá para persuadir o interlocutor se a conversa ocorrer por telefone e não for presencial? "Sim", responde o coach. "Por meio do ritmo de voz, da forma como se comunica, do tópico da conversa que é enfatizado sutilmente...", explica.

..:: Persuasão em apresentações ::..

Outra dúvida que pode surgir é: "Se tenho de escutar as pessoas mais do que falar, como devo agir durante uma apresentação?".

Durante apresentações de produtos ou projetos, França recomenda a brevidade. "Seja sucinto, faça uma apresentação de três minutos e depois deixe as pessoas fazerem perguntas. Dentro desta tática, é importante terminar raciocínios com frases abertas, como "Do que você mais gostou a respeito deste projeto?", que dão abertura para a conversa continuar".

..:: O que impede a persuasão? ::..

O que pode impedir a persuasão logo de cara é a abordagem de uma crença, por exemplo. Ser flexível e tolerante sempre é a regra número um. "Se um cliente fala de um valor cuja importância para ele é perceptível, é possível mostrar outro ponto de vista, mas de forma sutil e sempre respeitando diferentes opiniões".

Outra dica na hora de persuadir diz respeito à expressão corporal. No momento da conversa, analise o interlocutor e procure ficar em posições parecidas com a dele. Logo, se as pernas estão cruzadas, cruze as pernas também.

França finaliza lembrando que, em um mundo profissional competitivo, existem pessoas boas, ótimas e excelentes. As boas têm pouco conteúdo, mas sabem persuadir. As ótimas têm conteúdo, mas não sabem persuadir. Já os profissionais em estado de excelência têm tudo ao seu alcance: conteúdo e poder de persuasão.

7.29.2009

Mentirinhas quase inocentes têm perna curta no ambiente corporativo

Por: Karin Sato - InfoMoney

"Não dá para ter alguém que não inspira confiança na equipe", ressalta especialista em Recursos Humanos.

Quem nunca teve - ou conhece alguém que teve - o desprazer de trabalhar com aquela pessoa que frequentemente soltava uma mentirinha, daquelas sorrateiras, pequeninas, que poderiam até passar despercebidas... Se não envolvessem o ambiente corporativo.

Quando o assunto é trabalho, mentirinhas aparentemente inofensivas podem assumir proporções assustadoras, prejudicando líder, equipe e até empresa. A gerente de Recursos Humanos da V2 Consulting, Andréa Kuzuyama, explica que os profissionais que mentem o fazem por três motivos: para se defender de críticas, porque são inseguros ou porque não dominam um determinado assunto.

Nesse último caso, Andréa explica que o profissional fica enrolando, sem saber o que falar. "Falta maturidade para admitir que não conhece muito sobre o tema".

..:: Quando a mentira se torna grave ::..

Segundo Andréa, algumas mentiras prejudicam apenas o mentiroso, porque não dizem respeito a ninguém. Há quem minta sobre a vida pessoal, por exemplo, se gabando da casa na praia, que na realidade não tem, ou dos lugares caros, que na verdade nunca conheceu.

O problema é quando a mentira passa a envolver terceiros. "Algumas pessoas, para se defender de críticas, culpam seus pares. Isso é antiético", diz a especialista.

..:: A reação da equipe ::..

Cedo ou tarde, a máscara cai. E, quando isso acontece, segundo Andréa, os colegas de trabalho acabam excluindo o mentiroso do grupo. Quem mente, por menores que sejam as mentiras, fica com descrédito junto à equipe. "Ao ponto de, quando falar a verdade, ninguém acreditar", diz Andréa.

O pior é que, segundo a especialista, "às vezes por causa de uma única pessoa, toda a equipe perde credibilidade, ou até mesmo a empresa". Ela explica que, se o profissional que tem o costume de mentir lida diretamente com o público externo, a exemplo dos clientes, parceiros e colaboradores, a imagem da empresa pode ficar comprometida. "O cliente não fala do fulano que mentiu e rapidamente associa a falha à empresa", exemplifica.

Quando as mentirinhas envolvem terceiros - caso daquelas em que o mentiroso joga a culpa em um colega, para se defender de críticas -, podem causar a ruína da equipe. "Mentiras podem causar muito conflito dentro do grupo", afirma.

Para agravar a questão, segundo Andréa, não é raro os líderes não perceberem que há um mentiroso na equipe. "As mentirinhas se dão em gotas, mas quando o gestor percebe, estas já formaram um oceano. Por isso, líderes devem ter a percepção aguçada. É fundamental que, ao se depararem com mentiras no ambiente corporativo, eles busquem fatos e dados e tomem providências. Não dá para ter alguém que não inspira confiança na equipe", aconselha.

A felicidade está em casa

Por: Reinaldo Polito

Às vezes ficamos tão preocupados em manter um bom relacionamento com as pessoas que trabalham conosco que chegamos a nos esquecer de que a boa convivência deve começar dentro da nossa própria casa. Quem consegue se relacionar bem com parentes e amigos têm mais facilidade para estreitar os contatos no ambiente profissional.

Nem sempre temos consciência de que as pessoas da nossa própria família, de maneira geral, são as primeiras que desconsideramos. Pense bem, como tem sido o seu relacionamento com as pessoas da sua família. Você tem conversado com os filhos, com a esposa, com o marido, com os pais, com os irmãos? E que tipo de contato tem sido? Só olá, tchau e uma ou outra pergunta ou comentário, quase como se fosse obrigação?

O que poderia existir de mais importante do que olhar nos olhos daqueles que fazem parte da nossa família e procurar saber com sinceridade se estão com algum problema, se possuem algum plano, se estão se dedicando a alguma causa, se estão se sentindo sozinhos, tristes, ou se estão precisando de alguém para comemorar uma vitória?

Criticar o filho ou o irmão porque foi mal em alguma matéria na escola, ou se desentendeu sem motivo com amigos ou colegas de trabalho, é fácil. Montamos o nosso tribunal de acusação e baixamos a sentença de culpado. Mas será que nossa indiferença e descaso nos momentos em que eles se sentiram sozinhos e sem saber a quem recorrer não contribuíram para que a situação tivesse esse fim?

Não estou dizendo que somos culpados pelos problemas das pessoas que estão à nossa volta, mas sim que se agíssemos de maneira mais solidária e presente talvez o resultado pudesse ser diferente. Você pode estar pensando: 'Mas, por que eles também não se preocupam comigo? Será que só eu devo levantar essa bandeira? Se alguém precisa tomar a iniciativa, e se ninguém fez nada até agora, considere-se escalado para essa missão - e em beneficio próprio.

Às vezes passamos dias e até semanas sem um contato mais próximo com nossos pais. As pessoas quando envelhecem ficam ansiosas, perdem um pouco a paciência, tornam-se exigentes, em alguns casos até rabugentas, mas acima de tudo se sentem sozinhas e carentes de atenção.

Não existe prazer maior para elas do que quando encontram alguém disposto a ouvir suas histórias. Separe alguns minutos do seu dia para se dedicar a esse contato com as pessoas mais idosas da sua família. São apenas alguns minutos e se não puder ser todos os dias que seja pelo menos uma ou duas vezes por semana.

Nada de ouvir, entretanto, com aquele jeito de quem está atrasado para algum compromisso e torcendo para a conversa acabar e poder cair fora. Nada disso. Faça desse momento um ritual de atenção e de interesse verdadeiro. Sente-se sem pressa e demonstre que aquele momento está sendo dedicado para ouvir e contar alguns casos interessantes. E não se incomode se tiver de ouvir as mesmas histórias que já ouviu dezenas de vezes. Lembre-se de que as histórias serão apenas o pretexto para que exista maior aproximação.

Esse deve ser um plano de curtíssimo prazo, que não pode ser adiado de jeito nenhum. Amanhã nossa vida poderá se transformar inesperadamente com a mudança de emprego que nos leva para uma cidade distante, ou nos confina em projetos que por longo tempo nos retiram do convívio com a família. Sem contar que com o passar do tempo chegará o dia em que eles irão nos deixar, e aí serão apenas lembranças. E essas recordações serão o resultado da qualidade dos contatos que mantivermos agora.

Cuidado. Se você não estiver acostumado a conversar de maneira mais profunda com seus familiares, a tendência é a de começar a falar com o tom de quem faz um interrogatório ou carrega a receita irretocável de como as pessoas devem se comportar. Por isso, nada de fazer sermão ou cobrar mudanças de conduta, apenas se aproxime para conversar.

Embora essa oportunidade de aproximação possa servir para resolver problemas, não imagine que esse deva ser o único objetivo. Ao contrário, será sempre muito agradável se puder se divertir, contar umas piadas e rir sem reservas.

Você conhece bem as pessoas da sua família e sabe quais são as características de cada uma. Umas são mais diretas e objetivas, outras preferem explicar os fatos com detalhes e pormenores, enfim, são pessoas diferentes e que possuem maneiras próprias de se relacionar. E aí é que está o segredo da boa comunicação com os familiares - falar com cada um de acordo com a personalidade e o jeito de ser deles.

Não espere para pensar nas pessoas da família apenas quando ficarem doentes, estiverem distantes ou morrerem. Não, aproxime-se delas agora e faça do bom relacionamento com elas a base da sua disposição para viver bem.

trabalho, exige dedicação, mas os resultados são muito compensadores, pois, além de melhorar o relacionamento e tornar o ambiente mais agradável, é também um excelente exercício de comunicação que será útil em todas as circunstâncias da vida.

7.10.2009

Endomarketing envolve funcionários no cumprimento de metas | Mundo do Marketing

"O Marketing vem se especializando a cada ano em técnicas de envolvimento de consumidores. Em uma sociedade onde cada vez mais se exige um relacionamento com seus stakeholders para a propulsão dos negócios, um dos públicos mais importantes acaba não sendo muito discutido: os funcionários.

É pensando nesses colaboradores e na sua importância no sucesso das empresas que muitas delas estão apostando no Endomarketing. A disciplina ainda gera uma certa confusão. Há aqueles que dizem que significa toda e qualquer ação de comunicação interna, enquanto há quem acredita que trata-se de ações de incentivo a funcionários.

Para Analisa Brum, sócia-diretora da HappyHouseBrasil, agência especilizada na área, “quando a empresa repassa uma informação, utilizando canais oficiais, está fazendo Comunicação Interna. Mas quando, para repassar a informação, se utiliza de técnicas e estratégias de marketing como cor, frase de efeito, foto, materiais diferenciados, etc., está fazendo endomarketing”, define em entrevista ao Mundo do Marketing."

Artigo completo: Endomarketing envolve funcionários no cumprimento de metas | Mundo do Marketing

7.07.2009

Treinamento EcoEmpresarial: Carreira vs. ocupação

Por: Aristides Faria

Enquanto profissional da área de gestão de recursos humanos venho me questionando rotineiramente acerca da situação do mercado de trabalho, sobretudo, sobre o momento de entrada, após a realização de algum curso de formação.

Eu e alguns colegas temos algumas dúvidas sobre “qual” ou “quais” competências, habilidades e atitudes são essenciais para a conquista de boas posições na carreira. Perceba que a cada ano o acesso a informação e à formação são mais amplos e menos restritos a poucos afortunados. O ponto-chave da discussão não é exatamente a qualidade de tais cursos, mas o que é feito com a informação obtida durante estas vivências.

Verifica-se, então, que são as atitudes, os comportamentos e a habilidade de comunicação os elementos diferenciais dos profissionais de ponta. Note que são itens de nossa personalidade. Apenas com muito amadurecimento e autoconhecimento é que podemos educar nossa maneira de agir. E isso só acontece com o tempo.
A vivência integrada na natureza nos possibilita sair do meio controlado e nos percebermos “de fora”. Nossas fraquezas e fortalezas afloram. A socialização no meio ambiente natural é interessante a grupos que precisam incrementar a qualidade da comunicação que compartilham. São vivências na mata que ajudam a evoluirmos enquanto profissionais, acadêmicos e seres humanos.
Ver mudanças no comportamento de colegas que julgamos conhecer é uma experiência única e que só pode efetivamente acontecer em situações, ambientes adversos, como a mata. Agir instintivamente frente a crises e ao medo, a incerteza e a insegurança é natural. Entretanto, compreender este comportamento não é.

Só mesmo com amadurecimento, muito boa vontade e esforço focado neste sentido é que se torna possível gerenciar nossos gatilhos emocionais. Na empresa, em casa ou em nossas relações amorosas não devemos agir instintivamente. Temos de gerir nossas emoções para construir relações agregadoras e de aprendizado mútuo.

É muito bacana notar como evoluímos com a idade, mas é mais gostoso ainda ver que não é meramente a idade que lapida nossa maneira de ser. São os próprios relacionamentos que nos transformam em pessoas melhores. Comparo com o ato de cozinhar.

Além de ser uma arte, cozinhar pode ser entendido como uma reverência a Deus, um ritual de agradecimento pelo alimento. Cozinhar e compartilhar do alimento podem ser momentos entendidos como de reverência à natureza, quem nos proporciona esta energia tão positiva. Bem, mas comparo mesmo, por que só se aprende a cozinhar, cozinhando. Treino, dedicação e investimento (de tempo e diversos recursos).

..:: O que isso tem a ver com carreira, ocupação? ::..

Quando falo em carreira, visualizo um aprendizado contínuo. Vejo investimento convicto em um plano de longo prazo. Percebo construção, alicerce e acabamento durante um bom espaço de tempo. Comparo com a arte de cozinhar.

Ocupação? São os restaurantes de fast food. São as soluções de curto prazo, imediatistas e que resolvem apenas em parte o “problema”. Não são de menor valor, mas de menos profundidade em nossas vidas.

..:: Invista atenção em você e descubra todo o potencial latente em seu coração! ::..

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PUBLICAÇÃO SIMULTÂNEA NO BLOG DA ABBTUR SÃO PAULO, NO BLOG DO CAIÇARA E NO WEBSITE OUTRO LADO DA NOTÍCIA.

Playing for a change: Stand by me

O vídeo é fascinante. A música contagiante. Os artistas de ponta. Vale a pena conferir e refletir acerca da nova dimensão que a tecnologia da comunicação tomou. Viva a rede social e a aprendizagem colaborativa!

Redes Sociais ganham importância como Ferramenta de Desenvolvimento e Networking

"Muitos profissionais mergulharam de cabeça na onda das comunidades virtuais em busca de desenvolvimento e para fazer networking. Mas como estas ferramentas podem auxiliar?

Os meios de comunicação eletrônicos revolucionaram o modo como nos relacionamos, graças à facilidade do uso, à rapidez e à instantaneidade que eles trouxeram. Hoje, inúmeros sites de relacionamento nos permitem encontrar pessoas com os mesmos interesses e afinidades. No mundo corporativo, redes sociais como o LinkedIn trouxeram novas possibilidades para executivos que desejam trocar experiências, estar atualizados com o que está acontecendo no mercado e interagir sobre as novas práticas nas organizações.

Neste cenário, surgem fenômenos como o Twitter, serviço de microblogs, que ganha novos seguidores diariamente e cada vez mais é utilizado para fins profissionais, por pessoas que querem ampliar e acessar com mais facilidade sua rede de contatos ou se informar e trocar experiências sobre temas que podem ajudar a se desenvolverem profissionalmente."

Artigo completo: MAXPRESS Net

Sucessão sem dor – Isso é possível?

Por: Eduardo M. Gentil - HSM Management

As dores do crescimento estarão presentes num processo sucessório de empresa familiar, mas elas serão menos intensas, se sucessão não for um tabu. Leia os conselhos do especialista.

Ao longo dos últimos dez anos, pude vivenciar vários casos de sucessão familiar, todos únicos, mas com uma característica em comum: a dor. Mas trata-se daquela dor que podemos considerar positiva. É a famosa dor do crescimento, aquela que nos acomete quando aprendemos algo pelo método de tentativa e erro, talvez o mais eficaz. Durante um processo sucessório, todos aprendem, cada um no seu papel.

A sugestão que dou a todos é deixar de lado a preguiça ou o medo de sentir ou causar um pouco de dor, arregaçar as mangas e tratar do assunto de maneira sincera, objetiva e, obviamente, planejada, pois, sem esses poucos, mas importantes, ingredientes, a dor com certeza será grande e, talvez, inútil.
Entendo que cabe aos pais, sem mais ou menos carga a um deles, iniciar os preparativos para uma sucessão. Afinal, ninguém é eterno. Os piores casos que vivenciei ou tive notícia foram aqueles em que o assunto “sucessão” sempre foi tratado como tabu familiar. São casos nos quais os patriarcas não mencionavam ou até mesmo escondiam o seu dia a dia da família, bem como os assuntos da própria empresa familiar (problemas, receitas, dívidas e tudo o mais que se possa imaginar), e, um belo dia, este patriarca se vai. Aí começam as dores mais fortes: a dor de quem perde um ente querido e a dor de quem ficou e tem de tentar entender como era a vida deste ente, a “herança” (um bom patrimônio e créditos ou débitos e obrigações não cumpridas?). A poeira de debaixo do tapete surge como um raio.
Se o tabu não é a melhor saída, o jeito é falar sobre o assunto. A conversa familiar é um ingrediente fundamental à sucessão bem-sucedida, não importando se ela resultará em um testamento ou em uma estrutura mais sofisticada, como a formação de uma holding, por exemplo.

A conversa familiar é o método mais antigo e simples para iniciar e conduzir um processo sucessório. Com frequência, porém, é o menos utilizado. Converse com todos da família, começando por seu cônjuge. Exponha as coisas boas, as ruins, suas preocupações, seus sonhos, e, com isso, acabará conhecendo melhor a pessoa que está ao seu lado, em seus aspectos positivos e, infelizmente em alguns casos, nos mais indigestos. Faz parte da natureza humana. Até hoje, só vivenciei os bons casos, mas já soube de inúmeros ruins. Penso que sou sortudo. Ou talvez tenha um olhar voltado para as boas coisas em detrimento das más.

Depois do cônjuge, normalmente chega a vez dos filhos, e, uma vez mais, vêm as boas e más surpresas, sempre necessárias. O melhor de tudo é que as boas podem ser muito bem aproveitadas. Quanto às más, sempre é tempo de tentar melhorá-las, como tentar fazer com que haja uma preparação melhor daquele filho por meio de mais conversas, treinamentos, cursos, viagens e muitas outras soluções e providências.

..:: Agregados sim, desagregadores, não! ::..

E temos os genros e noras, os quais nem sempre devem fazer parte de uma estrutura voltada para a sucessão, mas, preferencialmente, devem participar do processo. Eles devem perceber que são bem-vindos e que devem contribuir com tudo o que for possível. É um prazer ver agregados na família, da mesma forma que é triste ver os “desagregados”, ou pior, os desagregadores!

Netos e netas: importantíssimo tratar deles, mas tudo ao seu tempo, e não tratarei disto neste breve artigo, mas apenas lembro aos patriarcas e matriarcas que não se esqueçam de seus filhos ao privilegiarem seus netos. O perigo é criar-se uma “geração sanduíche”, ou seja, aquela na qual os patriarcas ficam por tanto tempo na gestão dos negócios que, quando chega a hora de passar o bastão, voluntária ou involuntariamente, os filhos já estão velhos ou desmotivados demais para assumir os negócios.

A conversa familiar fortalecerá ainda mais as relações familiares e intergeracionais e fará com que todos possam vislumbrar um objetivo comum, seus papéis e aspirações dentro desse objetivo, e que consigam se entender, se respeitar e, principalmente, crescer. A dor, na justa medida, pode ser fortalecedora.

* O autor é advogado e sócio da TRUST Gestão Patrimonial.

6.23.2009

O poder emocional

Por: Eduardo Shinyashiki - HSM Online

Como utilizar a nossa competência emocional? Veja algumas das principais habilidades.

Seres humanos são seres emocionais, e não há nada de errado com isso. Ouvir o nosso corpo e as emoções que ele manifesta significa ouvir um conselheiro com uma experiência muito maior do que a razão e a lógica.

Mas não basta ouvir apenas um lado, uma opinião, temos que ouvir o todo, equilibrar o emocional com a razão lógica. Essa harmonia gera resultados positivos, pois, como foi evidenciado por várias pesquisas médicas sobre o cérebro, temos capacidade de mudar estados de consciência, hábitos e atitudes indesejáveis.

Ao ouvir o apelo emocional de nosso corpo, fazemos uso da nossa competência emocional, identificada com algumas habilidades principais, entre elas:

• Autoconsciência: conhecimento das próprias emoções, percebendo como e quando elas acontecem em nossa vida;

• Gestão das emoções: nossa capacidade de lidar com as emoções de maneira apropriada, sem nos deixar dominar por elas;

• Auto-motivação: poder de ativar as nossas emoções positivas como impulso à ação.

• Empatia: palavra originada do grego empátheia, que significa “entrar no sentimento”. É o reconhecimento das emoções dos outros;

• Gestão eficaz das relações interpessoais: habilidade de flexibilizar os próprios comportamentos e atitudes em relação à percepção de nós mesmos e dos outros.

Ao focar nesses quesitos da competência emocional, podemos transformar e melhorar muitos aspectos de nossa vida, como, por exemplo, a comunicação.
Comunicação são todas as formas expressivas, verbais e não verbais, que permitem nos colocarmos em contato com nós mesmos, com os outros, construir relacionamentos, criar respostas, construir uma ponte entre nós e os outros. Por isso, o primeiro conceito de fundamental importância no sucesso da comunicação, ligado ao conceito de inteligência emocional, é a flexibilidade comunicativa, a capacidade e a intenção do comunicador de entender e se adaptar ao contexto situacional e ao interlocutor.
As palavras que falamos a nós mesmos e aos outros, são como sementes, penetram profundamente e fecundam o cérebro ao criar pensamentos e convicções. Elas constroem a realidade, cristalizam nossas emoções, modelam nossas atitudes o que condiciona nossas decisões.

Portanto, é muito importante saber e estar consciente daquilo que “tornamos comum” e de como fazemos isso através da nossa linguagem verbal e não verbal. A maneira com a qual comunicamos reflete o que pensamos e condiciona nosso comportamento, expressa a idéia que temos de nós mesmos e do mundo, as nossas dificuldades e as nossas emoções.

* O autor é consultor, palestrante e diretor da Sociedade Cre-Ser. Autor do livro Viva Como Você quer Viver, da Editora Gente. Website: www.edushin.com.br)
HSM Online