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5.16.2010

O improvável equilíbrio entre o hoje e o amanhã

Por Jack Welch com Suzy Welch - Portal Exame

Diante da tendência dos mercados de privilegiarem os resultados de curto prazo, como podemos nos preparar para os de longo prazo?
(Wayne Abernathy, Washington)
A solução é uma só: gestão. Em outras palavras, equilibrar as demandas por resultados trimestrais com a pressão por lucros futuros. É para isso que os executivos são pagos. Desculpe se a resposta parece meio rude, mas, todas as vezes que ouvimos essa pergunta, a seguinte indagação nos vem à mente: "Afinal de contas, por que você acha que foi contratado?" Para lidar com um paradoxo, foi para isso que o contrataram. Cabe a você dar um jeito na situação - e não apenas uma vez, mas muitas e muitas vezes.

Qualquer um pode gerenciar só o curto prazo. Basta "espremer" seus custos até o bagaço. Também é simples se concentrar apenas na administração de longo prazo. Basta dizer todos os dias às pessoas: "Calma, com o tempo nossa estratégia dará o retorno esperado". O difícil é fazer ambos ao mesmo tempo, e isso exige liderança. O líder é um sujeito de fibra, de visão e de coragem, capaz de lidar com as expectativas de longo e de curto prazo ao mesmo tempo.

Um bom exemplo disso é a área de gerência de pessoal. Esse é um setor que, mais do que qualquer outro, exige um perfeito equilíbrio entre o longo e o curto prazo. Você, naturalmente, quer motivar sua equipe a produzir resultados imediatos. Pode fazê-lo com incentivos e recompensas, objetivos definidos e também com uma atitude contagiante de vitória. Contudo, não pode jamais deixar de se preocupar com o crescimento de seus funcionários. Inscreva-os nos programas de treinamento interno ou externo da empresa, proporcione a eles diferentes experiências e submeta-os a novas atividades, encorajando-os a correr riscos. Essas iniciativas podem não produzir resultados imediatos, mas são investimentos para o futuro.

..:: Leia a matéria na íntegra no Portal Exame!

3.13.2010

Feira de Responsabilidade Social Empresarial Bacia de Campos

Evento será em Macaé (RJ) e terá como tema:

..:: Consumo Consciente por uma Economia Sustentável ::..

Promovida desde 2008 pela revista Visão Socioambiental e parceiros para disseminar conceitos e estimular ações de Responsabilidade Social e Sustentabilidade nos municípios da área de influência da Bacia de Campos, região que tem como principal atividade econômica a exploração de petróleo - fonte energética não renovável -, a Feira de Responsabilidade Social Empresarial Bacia de Campos será realizada este ano nos dias 19, 20 e 21 de maio, no Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho (Macaé Centro), das 14h às 21h.

Como aconteceu nas duas versões anteriores, a III Feira de RSE Bacia de Campos – cujo tema central é “Consumo Consciente por uma Economia Sustentável - terá a participação de empresas, organizações não governamentais, gestores públicos, universidades, profissionais liberais, estudantes, instituições de classe, entidades socioambientais, entre outros.

No evento estão incluídos stands, Fórum com palestras, painéis e mesa-redonda, Rodada de Negócios Sustentáveis, Sala de Projeção de Filmes e Vídeos ambientais, apresentações artísticas e culturais com talentos da terra e artistas já consagrados etc. A entrada é inteiramente gratuita, inclusive para o Fórum, bastando o interessado se credenciar pela internet ou no local.

A III Feira de RSE Bacia de Campos contará com a participação de nomes consagrados na área de Responsabilidade Social Empresarial e Sustentabilidade, tais como a economista Amyra El Khalili, o também economista e ambientalista Sérgio Besserman, presidente da Câmara Técnica de Desenvolvimento Sustentável e de Governança Metropolitana do Rio de Janeiro e professor de economia brasileira na PUC-Rio, a jornalista Amélia Gonzalez, editora do caderno Razão Social de O Globo, Higino Aquino, presidente do Instituto Brasileiro de Florestas, entre outros convidados, além de representantes de organizações não governamentais e de grandes empresas e entidades que lideram o movimento em prol da sustentabilidade no Brasil e no exterior.

De acordo com o jornalista Martinho Santafé, diretor da Revista Visão Socioambiental, as duas Feiras anteriores mostraram ser o e vento uma excelente oportunidade para a troca de conhecimentos e experiências, possibilitando, inclusive, o surgimento de parcerias e de ações pela sustentabilidade regional envolvendo atores diversos, como prefeituras, entidades empresariais, sindicatos, universidades, ONG´s e Agendas 21 locais. “O grande objetivo da Feira de Responsabilidade Social Empresarial Bacia de Campos é sensibilizar pessoas a participarem ativamente da construção de um mundo mais sustentável”, diz o jornalista.

..:: Serviço ::..

Evento: III Feira de Responsabilidade Social Empresarial Bacia de Campos

Período: 19, 20 e 21 de maio de 2010

Horário: 14h às 21h

Objetivo: Apresentação de projetos e ações nas áreas de Responsabilidade Social e Sustentabilidade, disseminando, através de palestras, oficinas do conhecimento, painéis, mesas-redondas e debates, conceitos e ações de Responsabilidade Social e Sustentabilidade, direcionados para o desenvolvimento regional sustentável.

Realização: Revista Visão Socioambiental e parceiros.

Tema: “Consumo Consciente por uma Economia Sustentável”.

Target: Empresários, gestores públicos, educadores, profissionais que atuam nas áreas de Responsabilidade Social Corpora tiva, Meio Ambiente e Recursos Humanos, organizações não governamentais, universitários e integrantes das demais instituições representativas da sociedade organizada.

Programação: Fórum de palestras e debates, Rodada de Negócios Sustentáveis, Feira de Exposições, Oficinas de Conhecimento, Projeção de Vídeos e Filmes sobre Sustentabilidade e Apresentações Artísticas e Culturais de ONGS, talentos da terra e artistas consagrados.

Local: Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho (Macaé Centro)

Estacionamento para 1.500 carros
Rodovia Amaral Peixoto, Km 170 - Barreto – Macaé/RJ

Informações: www.feirabaciadecampos.com.br

Apoio: Planeta Voluntários

..:: Entrada gratuita ::..

Atenção: Mediante credenciamento, que inclui a participação no Fórum de Palestras.

11.07.2009

RH.com.br - Carreira - A aposentadoria chegou. É hora de mudar

"Desfazer-se da rotina do ambiente organizacional, bem como das atividades laborais, com a chegada da aposentadoria, pode ser motivo de alegria para muitos trabalhadores, uma vez que após vários anos de trabalho terão a oportunidade de desfrutar das vantagens do tão desejado benefício. No entanto, para outros, o fim da carreira profissional pode ser considerado como um período difícil, tendo em vista a mudança de hábitos diante da nova realidade, que para alguns pode significar uma vida de ociosidade.

Para que os funcionários aproveitem bem cada momento até deixarem o mercado, é de fundamental importância que as empresas invistam em ações destinadas à responsabilidade social, valorizando, assim, o seu maior capital: os colaboradores. Dessa forma, a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (ISCMSP) instituiu o Projeto de Aposentadoria Humanizada, que visa conscientizar os profissionais sobre as vantagens da aposentadoria, os procedimentos possíveis para alcançar o equilíbrio emocional nessa fase, além de fornecer orientações de como elaborar um projeto de vida pós-aposentadoria.

A Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo é uma instituição filantrópica - sem fins lucrativos - que atende cerca de cinco mil pacientes por dia. Composta por 18 unidades, a mais antiga instituição hospitalar em funcionamento na cidade de São Paulo, foi fundada há mais de quatro séculos e conta atualmente com mais de 11 mil funcionários. Vale ressaltar que o estabelecimento é o primeiro neste segmento a desenvolver um projeto de aposentadoria."

..:: Artigo completo: RH.com.br - Carreira - A aposentadoria chegou. É hora de mudar

8.10.2009

Dá para simplificar?

Por: Eloi Zanetti - Consultor de Marketing

Nunca o ambiente empresarial brasileiro contou com tanta gente "bem preparada" à disposição dos gerenciamentos dos negócios como nos dias atuais. Por outro lado, nunca se viu tanto desperdício financeiro, de tempo e de esforço humano por causa de projetos mal elaborados, planos infalíveis e má-gestão administrativa. As possibilidades se abriram e hoje todo mundo é doutor em alguma coisa - menos na arte da simplicidade. Com mestres em gerenciamento brotando por todos os cantos, sobram arrogância e vaidade e faltam simplicidade e humildade.

De uns tempos para cá, aqueles que sabem resolver as coisas, receosos de serem tachados de simplórios, deixam de expor suas idéias e opiniões porque pode pegar mal e parecer ingênuo falar o óbvio ululante. Afinal, as cabeças coroadas foram recrutadas por meio de complexos processos de busca e seleção. Seguem os gurus da moda e discutem processos administrativos inovadores com nomes "que a gente nunca ouviu falar". São íntimos do linguajar técnico-acadêmico, frequentam com desenvoltura as universidades estrangeiras e muito pouco o nosso quintal - o enorme mercado brasileiro, seu povo e seus costumes.

Em meio a tanta empáfia, o funcionário comum, aquele que detém a experiência e sabe resolver as coisas de forma simples e direta, se sente intimidado e pensa: "Vou ficar quieto e na minha, porque eles é que sabem das coisas. Não adianta dar opinião porque a conversa ainda não chegou ao meu setor." É o velho Brasil do "canudo" e do "doutor" repetindo-se em um ambiente que deveria ser de inovação e modernidade - o empresarial.

A conversa é parecida em toda parte. Promessas de metas a qualquer custo, cortes implacáveis nas despesas, agregação de valores, quebra de paradigmas, mudanças, reengenharias, incorporações, satisfação aos stakeholders, sustentabilidade e governança corporativa. Eles chegam com suas mochilas da moda e seus laptops carregados de apresentações cheias de efeitos e virtuosismos, mas vazias de conteúdo e praticidade. Como dizia o humorista: "Tá todo mundo enrolando." Mas, como a busca da simplicidade dá muito trabalho, criam-se dificuldades, justamente para esconder incompetências. Desconfie daqueles que não sabem sintetizar e explicar um projeto em apenas duas folhas de papel.

Foram fabricadas tantas cabeças coroadas nos últimos tempos, que encontrar alguém que pense de forma simples e enxergue o óbvio está como procurar uma mosca branca. É famosa a história do vendedor de ração animal que replicou um arrogante gerente de produto que tentava justificar seu baixo desempenho comercial: "Ora, a nossa ração de cachorro não vende porque a cachorrada não gosta dela."

Está na hora de reler um clássico da administração, "O Óbvio Adams", um livrinho escrito em 1916 que trata da história de um cidadão que só enxergava o óbvio e por causa disso resolvia os problemas mais complicados. Personagem que foi replicado na figura do senhor Chance, vivido por Peter Sellers no filme "Muito Além do Jardim". E, atenção, simples não quer dizer simplório.

Num país que pela formação cartorial tem na cultura o gosto pela complicação ser visto como simples é ser visto como esquisito. Complicamos tanto a nossa legislação e sistema político que beiramos à ingovernabilidade. Criamos tantos emaranhados nas leis trabalhistas e ambientais que inviabilizamos empregos e o bom andamento dos processos. Por causa deste nosso gosto em dificultar as coisas, tornamo-nos campeões em perda de tempo, dinheiro e oportunidades. Nossos concorrentes no mercado internacional adoram a nossa maneira de fazer negócios. Faz parte da cultura brasileira criar dificuldades para vender facilidades.

É preciso entender que a simplicidade, por carregar na sua essência o máximo de sofisticação e elegância, é como a verdade - nos liberta.