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12.01.2009

Cinco dicas para ser mais assertivo

A assertividade é a capacidade de agir de forma correta, sincera e pontual, ou seja, uma competência muito difícil de praticar diariamente, pois as pessoas confundem assertividade com agressividade.

A atitude agressiva é também direta e pontual, mas impulsiva e sem levar em consideração seus efeitos no outro. Já a atitude assertiva tem como principal diferencial o entendimento do impacto que esta ação tem sobre o outro.

..:: Cinco Dicas ::..

1. AUTO-CONHECIMENTO - o primeiro passo para agir de forma mais assertiva é ampliar o conhecimento sobre sua forma de lidar com as situações do dia-a-dia. Como você reage diante de uma situação-problema?

2. SEJA PRÓ-ATIVO - agir com assertividade significa tomar uma posição a respeito das coisas que acontecem, não se omitir, opinar, realizar.

3. SEJA HONESTO - é fundamental agir com honestidade para si mesmo. Há pessoas que dizem sim somente para agradar os outros e vivem frustradas. Seja franco com seus sentimentos, desejos e vontades. Apenas tome cuidado para não ser rude.

4. SEJA DIRETO - não enrole, não deixe para depois, faça agora. Assertividade é ir direto ao ponto, de modo claro e objetivo.

5. PENSE ANTES DE AGIR - o que diferencia a assertividade da agressividade é esta capacidade de pensar antes de agir. Para isso, o controle emocional é fundamental. Portanto, pense, analise e faça.

Qual sua dica para ser mais assertivo? Qual a maior dificuldade que você encontra para ser mais assertivo? Comente, participe.

11.26.2009

Mais Vale o Conhecimento na Mão, do que Diplomas Voando | Administrando.biz

"Entre as coisas que eu mais escrevo e vivo batendo na tecla está a importância da educação. E não estou falando de faculdades e cursos MBA apenas. Na verdade, hoje o MBA pode até queimar o seu curriculum. Isto, porque todo mundo pode fazer um e continuar a ser o mesmo profissional medíocre de sempre. Um curso de graduação é muito importante e, se o aluno for comprometido e determinado, conseguirá aproveitar algo em torno de 30% de um curso de quatro, cinco, talvez seis anos. Isso, porque as faculdades de hoje são totalmente voltadas para a teoria e esquecem de uni-la à prática, o que forma profissionais cada vez menos maduros para trabalharem em uma época onde os profissionais precisam de sentido de urgência. Eu não estou defendendo a anarquia dos cursos de graduação. Nem que se desdobre em esforço para conseguir algo sem uma faculdade. MAS, é depois da faculdade que os verdadeiros estudos devem começar.

Como assim? Eu vou dar dois exemplos…"

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11.20.2009

Enfrente os conflitos no trabalho

Por: Patrícia Bispo - Portal RH.com.br

Por mais que uma pessoa seja considerada flexível, paciente, assertiva, haverá um momento em sua vida em que ela vai deparar-se com um momento de conflito, inclusive no meio organizacional. Isso é normal, afinal, nas empresas existem pessoas com opiniões, visões, paradigmas completamente diferentes. Mas, isso não significa que quando uma divergência surge no trabalho, os profissionais vão calçar luvas de boxe e entrar em um ringue. Pelo contrário, quando o conflito surgir é possível resolvê-lo, mas para isso é preciso saber lidar com ele. A seguir encontram-se algumas sugestões que podem ser adotadas pelos profissionais dos mais variados níveis hierárquicos.

1. Muitos conflitos deixam de ser solucionados, porque as pessoas negam-se a dar o primeiro passo de ter um diálogo com o colega em que as divergências tornaram-se acentuadas.

2. Caso você tome a iniciativa de conversar com a outra parte envolvida no conflito, lembre-se de ser transparente com a pessoa e fale o que realmente pensa sobre a situação em que ambos envolveram-se e seu ponto de vista.

3. No diálogo, considere que a outra parte também quer e precisa ser ouvida. Não existe quem seja o "dono da verdade". Por isso, vá disposto a ser um bom ouvinte e considerar os valores e a visão que o outro tem sobre o fato.

4. Muitas vezes, o início de uma conversa é prejudicado porque as pessoas não têm a sensibilidade para falar de forma ponderada, calma, madura. Quem não consegue falar e está disposto a ouvir na mesma proporção só agravará a situação.

5. Se em algum momento da conversa surgir agressividade, a alternativa é retornar o diálogo em outro momento. Com "cabeça quente" a situação só tende a piorar.

6. Depois que a conversar for concluída, reflita sobre o que foi dito por você e a outra parte. Pondere as observações da outra pessoa, pois mesmo sem perceber algumas ações suas podem contribuir significativamente para uma situação constrangedora.

7. Quando uma boa conversa não resolve o conflito, é o momento de comunicar o que está acontecendo ao gestor. Esse, por sua vez, deverá ouvir as duas partes e procurar solucionar o caso, para que a situação não se agrave e acabe prejudicando o clima organizacional.

8. Lembre-se que as pessoas estão em constante processo de transformação e você não é uma exceção. Quem sabe não seja o momento de rever determinados conceitos, paradigmas, convicções e partir para uma mudança comportamental?

9. Não dê ouvidos a fofocas que envolvam você e o colega envolvido no conflito. Muitas vezes, o que poderia ser solucionado através de uma conversa termina transformando-se em uma bola de neve, porque outras pessoas se envolvem na história.

10. Quando em algum momento de sua vida, o conflito bater à porta não finja que ele não existe. Como o velho ditado diz: "não tape o sol com a peneira". Se alguém pensa que pode fugir de um problema, pode até minimizar a situação temporariamente. Mas, quando tudo vir à tona as consequências podem ser mais sérias. Por essa razão, não fuja do conflito. Enfrente a situação de frente, mas com equilíbrio emocional.

11.13.2009

Howard Gardner: "É difícil fazer o certo se isso contraria os nossos interesses" | Formação | Nova Escola

Howard Gardner: "É difícil fazer o certo se isso contraria os nossos interesses" | Formação | Nova Escola: "Howard Gardner, que se dedica a estudar a forma como o pensamento se organiza, balançou as bases da Educação ao defender, em 1984, que a inteligência não pode ser medida só pelo raciocínio lógico-matemático, geralmente o mais valorizado na escola. Segundo o psicólogo norte-americano, havia outros tipos de inteligência: musical, espacial, linguística, interpessoal, intrapessoal, corporal, naturalista e existencial. A Teoria das Inteligências Múltiplas atraiu a atenção dos professores, o que fez com que ele se aproximasse mais do mundo educacional.

Hoje, Gardner tem um novo foco de pensamento, organizado no que chama de cinco mentes para o futuro, em que a ética se destaca. 'Não basta ao homem ser inteligente. Mais do que tudo, é preciso ter caráter', diz, citando o filósofo norte-americano Ralph Waldo Emerson (1803-1882). E emenda: 'O planeta não vai ser salvo por quem tira notas altas nas provas, mas por aqueles que se importam com ele'.

Além de lecionar na Universidade de Harvard e na Boston School of Medicine, ele integra o grupo de pesquisa Good Work Project, que defende o comportamento ético. Esse trabalho e o impacto de suas ideias na Educação são temas desta entrevista concedida à NOVA ESCOLA em Curitiba, onde esteve em agosto, ministrando palestras para promover o livro Multiple Intelligences Around the World (Inteligências Múltiplas ao Redor do Mundo) ainda não editado no Brasil."