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11.15.2010

Top 100 Blog de Variedades Profissionais 2010



Prezados leitores,

Escrevo este post para agradecer os votos durante a campanha do Prêmio Top Blog 2010. Muito, muito, muito obrigado! Assim como em 2009, ficamos entre um dos 100 mais votados. Fantástico!

Este resultado tem nada de vaidade, mas representa um ideal. Um propósito por meio do qual criaremos a reputação de nossa empresa e projeto de vida. Com este sonho, vão os amigos, colegas, entusiastas, clientes, parceiros, concorrentes e todos que de um modo ou de outro participam de nossas ações.

Em 2010 passamos por uma série de experiências que ajudaram a amadurecer nossa visão de mundo e a definir como nosso blog será administrado em 2011. São planos, ainda prefiro guardá-los comigo. Em breve todos saberão das novidades.

Por hora fiquem com o novo layout...

Um forte abraço!
Sucesso sempre,
Aristides Faria

8.31.2010

Sacrifício

Perseguir um objetivo que dê sentido à vida exige sempre alguma forma de sacrifício. Para alguns, sacrificar-se significa desistir do que querem a favor do que o outro quer. Poderia ser também desistir de um desejo menos importante para alcançar um objetivo mais digno, uma causa mais nobre.

..:: Para refletir ::..

Quais são os confortos que você está disposto a sacrificar em prol de uma contribuição mais significativa?

Pense na última semana: você se sentiu mais um “espectador” ou alguém que contribuiu?


Na sua opinião, qual é a origem da sorte, da felicidade e da esperança?

Há alguma coisa que você possa fazer hoje, na sua comunidade, empresa ou dentro da sua casa, que possa lhe trazer mais felicidade?

7.25.2010

10 pensamentos de Confúcio

- A vida é realmente simples. Nós é que insistimos em torná-la complicada;

- Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida;

- O que você não quer para você mesmo, não faça aos outros;

- Se você atirar nas estrelas e acertar na lua, tudo bem. Mas você tem que atirar em algo. A maioria das pessoas nem sequer atira;

- O silêncio é um amigo que nunca trai;

- Exige muito de ti e espera pouco dos outros. Assim, evitarás muitos aborrecimentos;

- De nada vale ajudar aqueles que não se ajudam a si mesmos;

- Ser ofendido não tem importância nenhuma, a não ser que continuemos a lembrar disso;

- Eu escuto e esqueço. Eu vejo e lembro. Eu faço e entendo;

..:: Qual seria a sua idade se você não soubesse quantos anos tem? ::..

12.09.2009

Recolocação no mercado de trabalho: existe diferença entre Brasil e outros países?

As previsões de contratação no mercado de trabalho para 2010 são otimistas em todos os setores, depois do ano turbulento que foi 2009. Pelo menos no Brasil. Notícia boa para quem está sem emprego. E em relação ao resto do mundo, será que existe diferença na recolocação e volta ao mercado de trabalho?

Segundo o gerente da Robert Half, Fabio Saad, a situação econômica brasileira permite mais facilidade no momento de contratação do que em outros países, como os Estados Unidos, que foi afetado mais fortemente pela crise. Outro motivo é a expansão dos investimentos no Brasil, que tem reflexos diretos na contratação de mão-de-obra.

..:: Comparação entre processos seletivos ::..

Ao comparar o processo seletivo brasileiro e de outros países, nota-se que eles são praticamente iguais. Na primeira fase, existe uma dinâmica de grupo, seguida de entrevista na consultoria que é responsável pelo processo ou na área de recursos humanos da empresa e da aprovação do gestor da área, de acordo com a função para a qual o candidato concorre.

Uma das poucas diferenças está no tempo em que se leva desde a abertura da vaga até a contratação. No Brasil, a velocidade é muito maior, já que existe uma demanda grande por parte das empresas.

Também existe diferença na quantidade de pessoas entrevistadas: no País, as empresas selecionam de cinco a seis candidatos por vaga, enquanto no exterior o número é maior. Isso pode ser explicado pelo fato destes países terem menos postos de trabalho, o que aumenta a concorrência.

..:: Volta ao mercado de trabalho ::..

Mesmo com as novas oportunidades de trabalho disponíveis no Brasil, o profissional que ficou um tempo sem trabalhar encontra dificuldades na recolocação.

O candidato que ficou um período sem exercer sua profissão tem desvantagens ao concorrer com uma pessoa que está ativa no mercado de trabalho, pois as empresas preferem aqueles que estão atualizados.

Ao ser comparado com o mercado de trabalho externo, a situação é a mesma, com o agravante que, como o número de vagas é menor no exterior, as chances de conseguir emprego também são.

..:: Dicas ::..

O primeiro passo para quem deseja mudar de emprego ou recomeçar sua carreira é acessar e manter contato com seu networking.

"A melhor maneira de encontrar uma oportunidade é pelos amigos ou ex-colegas de trabalho. Até mesmo as empresas, quando abrem uma vaga, vão procurar candidatos primeiro por indicações", afirma Saad.

Outras dicas são enviar currículo para a área de recursos humanos das companhias e se cadastrar em empresas de recrutamento.

..:: Fonte: Infomoney

Entre a Solidão e o Medo

Por Enrico Cardoso - Administrando.biz

A vida de um empreendedor não é fácil. Digo isso, não pelos desafios, pelas dificuldades e pelas grandes tarefas que um empreendedor tem que fazer. Obviamente, todo mundo que entra nessa sabe que isso será o mínimo. Que os desafios serão inúmeros e que, provavelmente, as coisas nunca mais serão as mesmas.

Eu falo isso porque no início de um negócio (a não ser que você tenha um investidor milionário), o caixa não vai fechar, as coisas não vão andar, as pessoas vão achar que você é louco por estar trabalhando de graça. Sim, você, queira ou não, vai ter de trabalhar de graça por um tempo.

As pessoas vão, a todo tempo, mandar você procurar um emprego, porque empreendedorismo não enche barriga, não dá dinheiro. E você, muitas vezes não vai ter paciência para explicar as pessoas que empreendedorismo não está relacionado com dinheiro, mas sim com construção.

Já que você não vai ter tempo, nem paciência de explicar sobre o que é feito o empreendedorismo, eu vou ajudá-lo e explicar de uma vez, para que quando alguém venha lhe falar alguma coisa, você simplesmente mostre este artigo a esta pessoa.

Empreendedorismo não está, nem um pouco relacionado com ganhar dinheiro. Pelos menos diretamente. Empreendedorismo significa construir. Quando você tem um filho, você quer que o seu filho tenha uma boa educação, que seja ética e moralmente correto, que não seja roubado de você pelo tráfico, pelas drogas, pelas pessoas erradas. Você quer que ele seja o melhor filho do mundo, mas não se importa se ele vai ser o homem mais rico do Brasil, ou se ele terá, todo mês que sofrer para fechar o orçamento. Obviamente, que você quer que ele tenha uma folga financeira, mas não poderá fazer as escolhas dele no lugar dele. Os passos precisarão ser dados por ele.

A mesma coisa é o empreendedorismo. Empreendedorismo é construir. Você que construir uma empresa que tenha uma cultura diferenciada, que proporcione a clientes e funcionários um prazer inenarrável em estar ao seu lado, que esteja pronta para contar uma história, que seja reconhecida por entregar valor.

O dinheiro é consequência. O dinheiro vai vir se você tiver pensando em coisas que realmente importam, como entregar valor, ser amado por seus clientes (como Amazon.com e a sua mais nova aquisição, a Zappos). O dinheiro vem como consequência de um trabalho bem realizado. LEVA TEMPO (mais do que você imagina), mas ele chega.

E aí, você ainda vai ter que continuar não tendo foco no dinheiro, sem perder o foco dele. O que eu quero dizer com isso? Você tem que continuar deixando o dinheiro como consequência de um trabalho MUITO bem realizado, que seja um TESÃO para seus clientes e funcionários e, mesmo assim, controlar o dinheiro, para que ele não acabe. Até porque, muitas pessoas têm a péssima mania de falir não quando estão sem clientes e sem pedidos, mas sim, quando estão cheios de pedidos transbordando e com alguns clientes.

Mesmo assim, quando você estiver no auge, muitos vão continuar achando que você é louco. Isso porque, muitos a seu redor NUNCA irão trocar um emprego fixo, com garantias de ganhos mensais, CLT, 13º salário, férias, FGTS, PIS e etc. para mergulharem no submundo secreto do empreendedorismo.

Por isso que eu disse que o empreendedor é sozinho. Por um lado, muitos, dentro da empresa só querem saber de amizades para tirar algum proveito do chefe. Será difícil, muito difícil mesmo, alguma aproximação sem nenhum interesse. Isso quando houver alguma aproximação. Muitas pessoas não estão acostumadas com liderança de verdade, mas sim com chefes. Por outro lado, em casa, muitos vão achar que você está maluco, que está se desligando das pessoas e, se você for casado, sua mulher terá que ter uma cabeça muito boa. Caso contrário, ela vai achar qualquer coisa (que você a está traído, que não a ama mais, etc.), menos que você está trabalhando todo dia até tarde. Assim, os empreendedores vão crescendo suas empresas e, cada vez mais estão mais sozinhos, com a companhia de sua empresa e de seu dinheiro. Por um lado são loucos, por outro infiéis.

Cabe a alguns deles, a sorte de familiares compreensíveis e de amigos loucos, assim como ele. Caso contrário, vamos nos consolando com os livros, escritos por doidos como nós.

Isso até que a morte nos separe. Ou até que as pessoas comecem a entender o nosso estilo de vida.

Acorda!! Tá na hora de mudar o mundo...



Vinhos & Cia - Submarino.com.br

8.21.2009

Falso simpático ou sincero demais: veja com qual deles é mais fácil trabalhar

Por: Karin Sato Karin - InfoMoney

O sujeito sincero demais fala o que pensa, "doa a quem doer", como diz o ditado. Como algumas pessoas preferem não ouvir a verdade, ou ignorá-la, é comum que ele seja visto como o colega de trabalho intragável, difícil de suportar.

Na mesa ao lado, está o falso simpático. Ele sorri o tempo todo, raramente está de mau humor, nunca critica seu trabalho. Costuma-se apreciar tamanha simpatia, por isso, este tipo de profissional é querido... Até o dia em que mostra sua verdadeira face e passa a perna em alguém da equipe.

Comuns no mundo corporativo, essas figuras nos fazem questionar: como lidar com esse tipo de pessoa? Até que ponto o simpático é melhor do que o crítico?

..:: Falso simpático é pior ::..

Para a diretora da RMML Consultoria de Imagem Corporativa, Renata Mello, difícil mesmo é lidar com o falso simpático.

"Quando a pessoa tem esse perfil, você nunca sabe o que ela está pensando. Ou, até pior, não se sabe o que ela pode fazer com as informações que tem a seu respeito", avisa.

Para lidar com esse tipo de colega ou chefe, Renata Mello sugere "não alimentar seu repertório". Desta forma, fale o mínimo possível. Diga apenas o necessário, de forma objetiva, sem dar margens a especulações.

"Evite ainda falar o que pensa a respeito dela, de situações do trabalho ou sobre postura de outras pessoas. Não vale a pena se expor, pois tudo que for dito pode ser usado contra você", alerta.

..:: Verdadeiro demais ::..

Com relação ao sincero em excesso, Renata diz que, quando você sabe que a pessoa é honesta, é mais fácil de lidar com ela, pois ela é quem é.

"Por mais dura que a pessoa seja com você, na hora de dar uma opinião ou fazer um comentário, é bom saber que está sendo verdadeira. Quer o seu bem (se for seu amigo) ou mostrar que você está errado (caso seja um colega de trabalho)", diz a consultora.

O problema é que algumas pessoas são tão honestas que até nos magoam. "Mas, se for seu amigo, acho que vale a pena mantê-lo por perto, no entanto, avise que poderia ser mais sutil, caso seu jeito seja muito agressivo. Se não for seu amigo, mas um colega de trabalho, agradeça a opinião, avalie se tem razão ou não, e use a informação a seu favor, caso concorde com ele. Caso não concorde, não prolongue o assunto", aconselha.

7.29.2009

A felicidade está em casa

Por: Reinaldo Polito

Às vezes ficamos tão preocupados em manter um bom relacionamento com as pessoas que trabalham conosco que chegamos a nos esquecer de que a boa convivência deve começar dentro da nossa própria casa. Quem consegue se relacionar bem com parentes e amigos têm mais facilidade para estreitar os contatos no ambiente profissional.

Nem sempre temos consciência de que as pessoas da nossa própria família, de maneira geral, são as primeiras que desconsideramos. Pense bem, como tem sido o seu relacionamento com as pessoas da sua família. Você tem conversado com os filhos, com a esposa, com o marido, com os pais, com os irmãos? E que tipo de contato tem sido? Só olá, tchau e uma ou outra pergunta ou comentário, quase como se fosse obrigação?

O que poderia existir de mais importante do que olhar nos olhos daqueles que fazem parte da nossa família e procurar saber com sinceridade se estão com algum problema, se possuem algum plano, se estão se dedicando a alguma causa, se estão se sentindo sozinhos, tristes, ou se estão precisando de alguém para comemorar uma vitória?

Criticar o filho ou o irmão porque foi mal em alguma matéria na escola, ou se desentendeu sem motivo com amigos ou colegas de trabalho, é fácil. Montamos o nosso tribunal de acusação e baixamos a sentença de culpado. Mas será que nossa indiferença e descaso nos momentos em que eles se sentiram sozinhos e sem saber a quem recorrer não contribuíram para que a situação tivesse esse fim?

Não estou dizendo que somos culpados pelos problemas das pessoas que estão à nossa volta, mas sim que se agíssemos de maneira mais solidária e presente talvez o resultado pudesse ser diferente. Você pode estar pensando: 'Mas, por que eles também não se preocupam comigo? Será que só eu devo levantar essa bandeira? Se alguém precisa tomar a iniciativa, e se ninguém fez nada até agora, considere-se escalado para essa missão - e em beneficio próprio.

Às vezes passamos dias e até semanas sem um contato mais próximo com nossos pais. As pessoas quando envelhecem ficam ansiosas, perdem um pouco a paciência, tornam-se exigentes, em alguns casos até rabugentas, mas acima de tudo se sentem sozinhas e carentes de atenção.

Não existe prazer maior para elas do que quando encontram alguém disposto a ouvir suas histórias. Separe alguns minutos do seu dia para se dedicar a esse contato com as pessoas mais idosas da sua família. São apenas alguns minutos e se não puder ser todos os dias que seja pelo menos uma ou duas vezes por semana.

Nada de ouvir, entretanto, com aquele jeito de quem está atrasado para algum compromisso e torcendo para a conversa acabar e poder cair fora. Nada disso. Faça desse momento um ritual de atenção e de interesse verdadeiro. Sente-se sem pressa e demonstre que aquele momento está sendo dedicado para ouvir e contar alguns casos interessantes. E não se incomode se tiver de ouvir as mesmas histórias que já ouviu dezenas de vezes. Lembre-se de que as histórias serão apenas o pretexto para que exista maior aproximação.

Esse deve ser um plano de curtíssimo prazo, que não pode ser adiado de jeito nenhum. Amanhã nossa vida poderá se transformar inesperadamente com a mudança de emprego que nos leva para uma cidade distante, ou nos confina em projetos que por longo tempo nos retiram do convívio com a família. Sem contar que com o passar do tempo chegará o dia em que eles irão nos deixar, e aí serão apenas lembranças. E essas recordações serão o resultado da qualidade dos contatos que mantivermos agora.

Cuidado. Se você não estiver acostumado a conversar de maneira mais profunda com seus familiares, a tendência é a de começar a falar com o tom de quem faz um interrogatório ou carrega a receita irretocável de como as pessoas devem se comportar. Por isso, nada de fazer sermão ou cobrar mudanças de conduta, apenas se aproxime para conversar.

Embora essa oportunidade de aproximação possa servir para resolver problemas, não imagine que esse deva ser o único objetivo. Ao contrário, será sempre muito agradável se puder se divertir, contar umas piadas e rir sem reservas.

Você conhece bem as pessoas da sua família e sabe quais são as características de cada uma. Umas são mais diretas e objetivas, outras preferem explicar os fatos com detalhes e pormenores, enfim, são pessoas diferentes e que possuem maneiras próprias de se relacionar. E aí é que está o segredo da boa comunicação com os familiares - falar com cada um de acordo com a personalidade e o jeito de ser deles.

Não espere para pensar nas pessoas da família apenas quando ficarem doentes, estiverem distantes ou morrerem. Não, aproxime-se delas agora e faça do bom relacionamento com elas a base da sua disposição para viver bem.

Dá trabalho, exige dedicação, mas os resultados são muito compensadores, pois, além de melhorar o relacionamento e tornar o ambiente mais agradável, é também um excelente exercício de comunicação que será útil em todas as circunstâncias da vida.