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3.20.2010

Sampa recebe Congresso Brasileiro de Ética nos Negócios

O Instituto Brasileiro de Ética nos Negócios realizará entre os dias 23 e 25 de março de 2010, em São Paulo, o 1º Congresso Brasileiro de Ética nos Negócios, que trará o tema “Ética nos Negócios: A base da atuação responsável e o pas saporte para a Sustentabilidade”.

O evento, inédito no país, contará com palestrantes especialistas e abordará questões como responsabilidade social empresarial, ética, meio ambiente, sustentabilidade, comunicação e transparência corporativa.

Entre os palestrantes estão André Franco Montoro Filho, presidente do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO); Jorge Cajazeira, executivo de Sustentabilidade da Suzano e Presidente do Comitê Mundial da ISO 26000; Pascal Borel, presidente da certificação ETHICS – Ethical Integrity Corporate Standard (Suíça); Vitor Seravalli, presidente do Comitê Brasileiro do Global Compact da ONU; entre outros profissionais conceituados.

..:: Atividades Complementares ::..

Além do destaque aos principais temas que envolvem a questão da ética nos negócios, o congresso contará com quatro atividades complementares.

No primeiro dia, serão apresentados os resultados da 3ª Pesquisa Código de Ética Corporativo, tendo como base de estudo as 500 maiores empresas em atuação no País. A pesquisa tem como principal objetivo incentivar o maior número de executivos e empresários a adotar e divulgar o Código de Ética, principal instrumento de gestão responsável e governança corporativa, contribuindo, inclusive, para a conquista da sustentabilidade. A edição 2010 deste estudo será publicada na Revista Ética nos Negócios.

Na ocasião também será relançado o Programa Responsabilidade Ética Empresarial. O Programa REE Brasil pretende que os instrumentos nele sugeridos possam contribuir para a melhoria da qualidade da Atuação Responsável Empresarial, especialmente das micro, pequenas e médias empresas, inclusive aquelas que integram a cadeia produtiva das grandes corporações e, desta maneira, o programa possa ser um grande aliado na formação da imagem e da reputação das empresas participantes.


O congresso também foi o local escolhido pelo Instituto Brasileiro de Ética nos Negócios para o lançamento do Prêmio Ética nos Negócios, que a cada ano homenageará uma personalidade com grande legado no meio empresarial. Nesta edição de lançamento o homenageado será o engenheiro João Augusto Conrado de Amaral Gurgel. Os prêmios serão entregues às empresas com excelência na atuação responsável em seis categorias: Ética, Responsabilidade Social, Meio Ambiente, Comunicação e Transparência, Voluntariado Empresarial e Sustentabilidade.

Encerrando o 1º Congresso Brasileiro de Ética nos Negócios, em 25 de março, será palco realizado o lançamento oficial do movimento Étitude: Tenha uma Atitude Ética!, que visa conscientizar toda a sociedade brasileira sobre os benefícios sustentáveis das atitudes éticas.

..:: Sobre o Instituto Brasileiro de Ética nos Negócios ::..

O Instituto Brasileiro de Ética nos Negócios, com sede em Campinas (SP), foi fundado em 2003, como uma associação de direito privado, sem fins lucrativos, sendo qualificado, no mesmo ano, como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) pelo Ministério da Justiça. Seu objetivo principal é fomentar a ética tanto no meio emp resarial quanto junto às crianças, adolescentes e universitários. É desta maneira, contribuindo para a melhoria da qualidade ética das empresas e com a formação de adultos cidadãos e líderes responsáveis, que a instituição potencializa a perspectiva de um futuro mais ético e, assim, naturalmente sustentável.

..:: O evento ::..

Data: 23 a 25 de março de 2010

Local: Espaço Wynn (complexo World Trade Center)

Av. das Nações Unidas, 12.551, 2° andar, Business Tower

Brooklin Novo – São Paulo/SP

www.congressoeticanosnegocios.org.br

3.13.2010

Gestão e Realidade: atualidade exige mais serenidade das lideranças


Confiança, relacionamento e proximidade são algumas das características que devem ser preservadas e cultivadas pelos gestores.

Enquanto, e lamentavelmente, uma parcela expressiva das empresas, cooptou por todos os novos apetrechos e ferramentais do “wikiworld” única e exclusivamente para se mostrar moderna, esqueceram-se de jogar a velha moldura fora, como recomendou Drucker.

Porém, muitas empresas evoluem de forma consistente e verdadeira em novas práticas, comportamentos e relações. Diante desta nova realidade, selecionei seis competências que caracterizam o novo mundo dos negócios. Confira.

1ª – Confiança – Não existe uma segunda maneira de se conseguir a lealdade dos clientes que não seja o estabelecimento de uma relação de absoluta e total confiança. Os novos consumidores só permanecerão para sempre junto as marcas em que verdadeiramente possam confiar. Assim como confiarão em empresas que em eventuais dúvidas e mal entendidos não percam um único segundo em questionar o desconforto revelado por seus clientes.

Hoje, mais do que nunca, o cliente sempre tem razão. Nenhuma empresa é obrigada a atender todas as pessoas que a procuram. Mas, uma vez estabelecida a relação, e tendo demonstrado seu interesse, e a aceita como cliente, daí para frente não existe espaço para discussões. O cliente, mais do que nunca, e sempre, tem razão.

..:: Artigo completo: HSM Management

12.11.2009

Redes sociais internas são tendência para as empresas em 2010

Estudo aponta adoção das redes sociais para melhorar processos de comunicação. O recurso tecnológico já está na mira de 65% das companhias.

Um estudo global, conduzido pela consultoria Watson Wyatt, consolida a idéia de que as redes sociais são muito mais abrangentes do que o uso em propaganda e promoções. De acordo com a pesquisa Communication ROI, 65% das empresas planejam utilizá-las para melhorar seus processos internos de comunicação já em 2010.

O levantamento foi feito com 328 companhias de vários países e os resultados mostram que as empresas estão em pleno processo de melhorias de suas plataformas eletrônicas de comunicação. Cerca de 78% delas melhoraram suas infraestruturas nos últimos 24 meses, 55% implantaram programas de comunicação face-to-face e 48% buscaram formas de diminuir os memorandos e relatórios impressos.

De acordo com a coordenadora da pesquisa, é natural que essas companhias procurassem inovações ainda maiores para redefinir a forma como se comunicam internamente. Para Kathryn Yates, consultora da Watson Wyatt, os empregados mostram necessidades novas de adequar suas agendas e afazeres de acordo com as mudanças rápidas de mercado e as empresas estão explorando as redes sociais como uma nova fronteira nesse sentido.

Atualmente, vivemos uma fase intermediária entre as antigas plataformas de comunicação interna e as novas, baseadas nas novas mídias. Embora haja muito interesse e isso deva se consolidar já no próximo ano, por enquanto há desafios a serem resolvidos. Muitos pesquisados apontam dificuldades na implementação dessas novas mídias. Há problemas técnicos ou de usabilidade para 36%, outros 40% reclamam de falta de conhecimento sobre os tópicos e 45% das empresas sentem falta de participação maior dos funcionários nas mídias sociais implantadas internamente.

Nesse retrato atual, os meios internos de comunicação permanecem mais populares. As reuniões de grupo são preferidas para 73% e outros 43% ainda preferem a intranet do jeito que está. O estudo completo pode ser conferido no site da Watson Wyatt.

Gilberto Pavoni Junior para o IT Web

..:: Fonte: HSM Inspiring ideas

10.02.2009

Seja CEO da sua carreira e, depois, da empresa dos seus sonhos

Por: Carlos Cruz - Portal Administradores

Por isso, o jovem inicia sua carreira com o olhar direcionado para os altos cargos. Dentre eles, o posto de CEO (Chief Executive Officer ou, em português, Diretor Executivo) é o mais desejado. Ao contrário do que muitos pensam as competências e talentos necessários para ocupar um cargo como esses podem ser executados em qualquer etapa da carreira. Na verdade, quanto mais cedo se põe em prática, mais chances o jovem terá de realizar o sonho de um dia assumir a liderança de uma empresa.

Na verdade, poucos sabem o que faz um CEO e alguns até se questionam se ele é uma espécie de “Super Homem” dentro das organizações. Será que é? A resposta é simples: não. Esse profissional é reconhecido por sua capacidade de realização e transformação. Suas competências fazem com que ele consiga trazer melhores resultados para a empresa, tanto no que diz respeito aos lucros como à produtividade. Sua figura inspira os demais membros a trabalharem melhor e alcançarem suas metas de forma concreta e objetiva.
Acredito que antes de atingir esse cargo, o primeiro passo a ser dado é assumir a direção da própria vida, tanto profissional quanto pessoal. O que isso quer dizer? Precisamos assumir a responsabilidade das nossas ações, bem sucedidas ou não, dos nossos acertos e erros; aprender a tomar decisões e sustentá-las. Outras habilidades que precisam ser desenvolvidas para que se alcance o sucesso profissional são as capacidades de liderar e estabelecer metas ambiciosas, porém alcançáveis, para que não se crie frustrações desnecessárias.
Do outro lado do processo, ou seja, para quem já chegou ao cargo de CEO, é imprescindível que se mantenha o espírito jovem somado à voz da maturidade. Assim, esse profissional poderá transformar, aprender e inovar com mais facilidade e consistência. Estudos comprovam que as mudanças que demoravam anos para se concretizar durante as décadas de 80 e 90, hoje acontecem em três e cinco dias.

Dentre as competências mais importantes para um executivo que deseja obter sucesso no mercado, em ordem de importância, segundo uma pesquisa realizada pela PricewaterhouseCoopers, estão: flexibilidade para mudanças, liderança, capacidade de desenvolver pessoas, espírito colaborativo, criatividade, inovação e, por último, visão a longo prazo para antecipar e administrar os riscos para a empresa.

É importante que o jovem fique atento para não colocar o objetivo de se tornar um CEO em primeiro foco para sua carreira, nem com um fim, mas encarar esse fato como uma conseqüência de suas realizações ao longo do tempo. Estar no topo significa que mais responsabilidades serão assumidas, por isso, volto a dizer que é melhor começar pelas responsabilidades da própria carreira.

..:: Algumas ações podem ajudá-lo a ser o CEO do futuro, como ::..

Priorizar atividades que geram resultados – Não perca tempo com atividades que não tragam bons resultados. Conte com o planejamento estratégico para alcançar níveis de excelência ao longo do seu dia-a-dia;

Buscar responsabilidades e assumi-las – Sabe aquele projeto importante que o seu chefe está para começar? Prepare-se e esteja à disposição para colaborar. Para que você possa ser visto, muitas vezes é preciso se expor. Não espere, crie suas próprias oportunidades e lembre-se: quem não é visto não é lembrado;

Inovar e criar – Não realize suas tarefas de maneira automática, ou seja, pense sempre no que pode ser melhorado. Inovação é algo que toda empresa busca e, se você fizer isso também, há grandes chances de criar algo que faça a diferença para sua organização;

Aprender a cada instante – Aproveite todas as oportunidades para aprender algo novo. Acredite que não existem erros e acertos, apenas resultados. A partir deste pensamento, idealize maneiras de aprender com os resultados e ir à busca das suas metas;

Investir em você – Estude, trabalhe seu desenvolvimento pessoal e busque atividades que realmente lhe dão prazer e geram mais impacto positivo nos seus resultados. Para crescer na empresa é preciso crescer internamente, como indivíduo.

Conviver com profissionais experientes; estudar seus comportamentos, a forma como pensam, agem e superaram desafios; a maneira de se comunicar com o restante da equipe; e as estratégias que usam para lidar com as crises pode contribuir significativamente para o jovem “comprimir décadas em dias”. Com isso é possível aprender em pouquíssimo tempo o que seu modelo demorou para aprender em uma vida. Mas, não adianta conhecer e saber o que eles fazem e como fazem se nada for colocado em prática. Por isso, não se esqueça: o segredo está em entrar em ação para descobrir qual será o seu real caminho.

Carlos Cruz atua como Coach Executivo e de Equipes, Conferencista em Desenvolvimento Humano e Diretor da UP TREINAMENTOS & CONSULTORIA.

7.07.2009

O papel da ética

"Saiba mais em artigo que discute o posicionamento das áreas de recursos humanos referente à ética.

Muito se tem falado sobre ética atualmente. Parece-me que o assunto é quase uma novidade no mercado e o pensamento de uma grande maioria é de que se trata apenas de mais um “modismo”, uma onda passageira que arrastaria as organizações para um processo de revisão de seus procedimentos internos e externos nos âmbitos social, cultural, de convívio com clientes, fornecedores e acionistas diante de uma crise mundial ora instaurada."

Artigo completo: O papel da ética