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Mostrando postagens com marcador caiçara expedições. Mostrar todas as postagens
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11.13.2009

Espaço "Dicas de Viagem e Turismo"


Venha curtir com a Caiçara Expedições esse roteiro espetacular: muita natureza, educação ambiental, tranquilidade e exercício físico!
Tudo isso remando a bordo de canoas canadenses no manguezal entre as cidades de São Vicente e Praia Grande/SP.

..:: Data: 21/11/09 (sábado) ::..

Valor: R$ 60,00 por pessoa.

..:: Maiores informações e reservas ::..

contato@caicaraexpedicoes.com

Tel/fax: (13) 3466-6905, (13) 8113-4819

Espaço "Dicas de Viagem e Turismo"


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8.14.2009

E-Zine Treinamento EcoEmpresarial: mês 07

Olá pessoal!

Confiram a sétima edição de nossa E-Zine! A revista eletrônica organizada por nós tem como tema central o Treinamento EcoEmpresarial, que é um serviço de vivências integradas na natureza sob a perspectiva de uma nova postura empresaria. Saibam mais clicando aqui!

8.06.2009

Treinamento EcoEmpresarial: Criatividade e inquietação

Por: Aristides Faria

Note que ao longo da história moderno fazemos a diversos períodos como fases de “revolução”. Perceba, porém, que hoje usamos outro termo para designar os avanços tecnológicos: “evolução”. Essa diferença parece não mudar em nada o dinamismo da tecnologia. Acredito nisso.

Ainda que esta pequena diferença semântica não modifique a relação entre o homem e a tecnologia, isso demonstra uma transformação dramática em nossa percepção acerca do tema.

Deixamos de nos espantar com as novidades tecnológicas e passamos a não mais acompanhá-las. Em verdade, continuamos a nos surpreender... mas com nossa desinformação. Tornou-se impossível acompanhar os altos índices de produção da informação.

Este quadro pode ser resumido pelo distanciamento entre o homem e o meio ambiente natural. Vivemos hoje em um espaço muito mais virtual, computacional e informacional do que liberto, ao ar livre.
Ainda quando estamos em ambientes abertos, curtindo nosso tempo de lazer em família ou com amigos, estamos com o telefone celular em nosso bolso. Outra perspectiva que se mudou completamente é a da conectividade. Este conceito praticamente inexistia até que as (re)voluções tecnológicas apresentassem-nos os dispositivos móveis. Refiro-me aos modernos, já que tábuas esculpidas, madeiras marcadas e os primórdios do papel e, depois, da impressão são entendidos assim também.
Em nossa experiência no desenvolvimento de treinamentos empresariais ao ar livre estes conceitos fundem-se. Concordo, parecerem idéias dispersas. Mas note que o fato de os participantes não levarem celulares para a trilha e nós da equipe comunicarmo-nos via rádio são um resumo destas reflexões.

A participação em treinamentos empresariais ao ar livre nos dá novas perspectivas sobre a conectividade entre as pessoas, acerca da comunicação interpessoal propriamente dita e da tomada de decisão, entre outras. Esta última é muito marcante, pois é em momentos de crise que surgem (re)voluções criativas e inovadoras.

Os momentos de crise e de necessidade são estopins, então, mas é a atitude que determina pela ação ou pela fuga. É a inquietude que movimenta o mundo. São os empreendedores quem criam soluções novas para problemas antigos e, ainda, desenvolvem soluções aos problemas que virão. É o tal do planejamento. Conceito bastante comum no meio empresarial.

A vida na mata pode nos provocar. Ela pode nos apresentar diversos destes “momentos de crise”. Contudo, é a nossa própria natureza quem determinará nossa postura. Decidiremos por soluções inovadoras? Seremos inquietos e hospitaleiros o bastante para resolver as intempéries da natureza.

Publicação simultânea no blog da ABBTUR São Paulo e no Blog do Caiçara.

7.11.2009

E-Zine Treinamento EcoEmpresarial (mês 06)

Olá pessoal!

Lançamos oficialmente hoje a nova edição da E-Zine Treinamento EcoEmpresarial, que é a coletânea mensal dos artigos publicados semanalmente sobre o tema. Os artigos semanais vão ao ar por meio do blog da ABBTUR São Paulo, do website Outro Lado da Notícia e, agora, do Blog do Caiçara.

..:: Confiram nossa sexta edição ::..

7.07.2009

Treinamento EcoEmpresarial: Carreira vs. ocupação

Por: Aristides Faria

Enquanto profissional da área de gestão de recursos humanos venho me questionando rotineiramente acerca da situação do mercado de trabalho, sobretudo, sobre o momento de entrada, após a realização de algum curso de formação.

Eu e alguns colegas temos algumas dúvidas sobre “qual” ou “quais” competências, habilidades e atitudes são essenciais para a conquista de boas posições na carreira. Perceba que a cada ano o acesso a informação e à formação são mais amplos e menos restritos a poucos afortunados. O ponto-chave da discussão não é exatamente a qualidade de tais cursos, mas o que é feito com a informação obtida durante estas vivências.

Verifica-se, então, que são as atitudes, os comportamentos e a habilidade de comunicação os elementos diferenciais dos profissionais de ponta. Note que são itens de nossa personalidade. Apenas com muito amadurecimento e autoconhecimento é que podemos educar nossa maneira de agir. E isso só acontece com o tempo.
A vivência integrada na natureza nos possibilita sair do meio controlado e nos percebermos “de fora”. Nossas fraquezas e fortalezas afloram. A socialização no meio ambiente natural é interessante a grupos que precisam incrementar a qualidade da comunicação que compartilham. São vivências na mata que ajudam a evoluirmos enquanto profissionais, acadêmicos e seres humanos.
Ver mudanças no comportamento de colegas que julgamos conhecer é uma experiência única e que só pode efetivamente acontecer em situações, ambientes adversos, como a mata. Agir instintivamente frente a crises e ao medo, a incerteza e a insegurança é natural. Entretanto, compreender este comportamento não é.

Só mesmo com amadurecimento, muito boa vontade e esforço focado neste sentido é que se torna possível gerenciar nossos gatilhos emocionais. Na empresa, em casa ou em nossas relações amorosas não devemos agir instintivamente. Temos de gerir nossas emoções para construir relações agregadoras e de aprendizado mútuo.

É muito bacana notar como evoluímos com a idade, mas é mais gostoso ainda ver que não é meramente a idade que lapida nossa maneira de ser. São os próprios relacionamentos que nos transformam em pessoas melhores. Comparo com o ato de cozinhar.

Além de ser uma arte, cozinhar pode ser entendido como uma reverência a Deus, um ritual de agradecimento pelo alimento. Cozinhar e compartilhar do alimento podem ser momentos entendidos como de reverência à natureza, quem nos proporciona esta energia tão positiva. Bem, mas comparo mesmo, por que só se aprende a cozinhar, cozinhando. Treino, dedicação e investimento (de tempo e diversos recursos).

..:: O que isso tem a ver com carreira, ocupação? ::..

Quando falo em carreira, visualizo um aprendizado contínuo. Vejo investimento convicto em um plano de longo prazo. Percebo construção, alicerce e acabamento durante um bom espaço de tempo. Comparo com a arte de cozinhar.

Ocupação? São os restaurantes de fast food. São as soluções de curto prazo, imediatistas e que resolvem apenas em parte o “problema”. Não são de menor valor, mas de menos profundidade em nossas vidas.

..:: Invista atenção em você e descubra todo o potencial latente em seu coração! ::..

Clique aqui e conheça nossa proposta de socialização em ambientes naturais!

PUBLICAÇÃO SIMULTÂNEA NO BLOG DA ABBTUR SÃO PAULO, NO BLOG DO CAIÇARA E NO WEBSITE OUTRO LADO DA NOTÍCIA.

6.30.2009

Treinamento EcoEmpresarial: Ética da responsabilidade vs. Ética da convicção

Por: Aristides Faria

Caros leitores, gostaria de compartilhar nesta oportunidade um tema que gosto bastante de refletir sobre ele. Trata-se da ética. Não me refiro a seus fundamentos sociológicos ou algo tão profundo assim. Interesso-me pela distinção entre o que dizem ser “duas éticas”: a ética da responsabilidade e a ética da convicção.

Os treinamentos ao ar livre, como discutimos semanalmente, proporcionam socialização, convivência ou, pelo menos, coabitação, em ambientes hostis, não-controlados e repletos de significados nada ou pouco compreendidos para nós, seres urbanos.

Os paradigmas de interação que estabelecem-se ao ar livre colocam-nos de frente a desafios e seguidos momentos de tomada de decisão. Estas “horas da verdade” são interessantes, pois despertam em nosso cérebro (especificamente no córtex pré-frontal, região da testa) uma espécie de gatilho emocional. Tomamos decisões basicamente fundamentadas em nossas emoções, que são, por sua vez, construídas a partir de experiências de nossa vida, seja em casa, no clube ou no trabalho.

Este disparo, que é a própria decisão – ainda que não voluntária por completo –, abre caminho para nossa ética. Isto significa afirmar que, ao tomarmos consciência de nosso comportamento, ora disparado, passamos a orientá-lo “por querer”.

É a partir deste imediato que decidimos por qual das “duas éticas” escolher. Cabe, agora sim, comentar o significado destes dois universos.

Ética da responsabilidade: ao optar por agir, comportarmo-nos como manda o figurino escolhemos este caminho, ou seja, é tomar a decisão correta, mais responsável e idônea, independente de nossas preferências pessoais;

Ética da convicção: ao contrário, optar por agir, comportarmo-nos e decidir conforme pede a ocasião, seguimos o caminho balizado por nossas preferências, anseios e convicções, o que nem sempre é responsável, correto e idôneo.
É interessante notar que a tal ética, que tanto ouvimos falar, mas pouco entendemos o que significa, é uma espécie de dispositivo moral que somente existe entre os seres humanos. Como disse, a ética surge apenas depois que tomamos consciência de nossas ações, comportamentos, atitudes e decisões.
O que chamo de “dispositivo” trata-se, em verdade, de um meio que a natureza descobriu para tornar a relação entre seres sociais, que somos, mais harmoniosa e viável. Convencionamos chamar de “pessoas sem ética” aquelas que acabam ultrapassando o limite da boa convivência. Note que uma definição bem próxima da ética é a moral.

Nossa proposta de vivências de socialização no ambiente natural carrega justamente este propósito: aguçar nossa percepção acerca dos comportamentos que “devemos” e os que “queremos” adotar. Parecem ser situações normais da vida, mas não são!

..:: Pense nisso! ::..

Para saber mais sobre nosso trabalho, confira o website [RH em Hospitalidade]!

PUBLICAÇÃO SIMULTÂNEA NO BLOG DA ABBTUR SÃO PAULO E NO WEBSITE OUTRO LADO DA NOTÍCIA.

6.25.2009

Palestra: IFSP Campus Cubatão

Olá pessoal!

Gostaria de compartilhar uma experiência muito bacana vivida ontem (24). Ministrei uma palestra ao alunos do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Turismo do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo - Campus Cubatão.

..:: Há alguns pontos que gostaria de ressaltar ::..

A.
Minha família é original do município. Minha avó materna reside no entorno da Unidade, onde eu costumava brincar há mais de vinte anos atrás. Assisti a construção do prédio e da estrutura muito bonita da "Escola" quando caminhava com meu avô na avenida - hora de terra batida - que ladeia o Instituto pelas manhãs aos finais de semana. Certamente ele sentiu minha emoção durante a palestra de onde quer que ele esteja. O mais notório, talvez, tenha sido meu avô paterno, Aristides Lopes dos Santos, que foi vereador na 4a. legislatura do município. Carrego o mesmo nome e um orgulho desmedido por nossa história;

* Confira aqui o texto-base da apresentação!

** A seguir os slides utilizados na apresentação:

B. O convite surgiu de meu parceiro e professor do Curso, Renato Marchesini, empreendedor da Caiçara Expedições. O tema escolhido foi "Os benefícios da socialização por meio de vivências ao ar livre", que fundamentalmente é a essência de nossa parceria, o Treinamento EcoEmpresarial ao ar livre. Obrigado, Renatão!;

C. Foi a primeira vez em que apresentei a proposta de trabalho, o histórico de nossa Consultoria [RH em Hospitalidade]. Tudo parece ter mudado há alguns dias, quando chegamos à milésima postagem em nosso blog. Alteramos nossa estratégia, criamos a promoção "Comentário premiado", inserimos tags e aos poucos estamos colhendo frutos destas mudanças. O que parece uma "brincadeira de internet" aos mais desavisados, é, em verdade, um negócio de baixo custo, alta capilaridade e foco nas pessoas.

..:: Mensagem aos alunos ::..

Queridos, obrigado pela participação. Foi uma experiência muito legal para mim. Não só pelo lugar especial e pelas pessoas especiais que me proporcionaram esta oportunidade, mas pela energia positiva que senti de vocês.

Espero poder participar de mais capítulos da vida profissional e que, além de reuniões de trabalho, possamos compartilhar de momentos de descontração e confraternização. Torço por vocês! Contem sempre comigo!


Um forte abraço!
Sucesso sempre,
Aristides Faria

6.22.2009

Treinamento EcoEmpresarial: Comum-unidade

Por: Aristides Faria

Há discussões bastante correntes no meio dos profissionais de recursos humanos. Normalmente, conversamos sobre tudo o que engloba recrutamento, seleção, treinamento, desenvolvimento, ética e trabalho em equipe, além de outros assuntos que compõem nossa carreira.

Gostaria de chamar atenção a um destes: a demissão do técnico de futebol Muricy Ramalho (foto), do São Paulo Futebol Clube, após eliminação na Copa Libertadores da América para o Cruzeiro Esporte Clube, de Minas Gerais.

O referido treinador sempre foi conhecido por sua seriedade e profissionalismo. Além de grande conquistador quando técnico, foi há algumas décadas jogador do tricolor paulista, seu time do coração, inclusive. Após uma sucessão de incidentes e desentendimentos internos, a Diretoria o afastou do cargo. Esta eliminação foi “apenas” o evento culminante.

Ao que tudo indica, a Diretoria já havia contratado (ou ao menos contatado) o treinador Ricardo Gomes. Vamos parar o levantamento dos fatos por aqui para contextualizarmos com o pano de fundo de nosso espaço. Bem, neste caso nota-se uma série de elementos da vida corporativa, que podem ser abordados em treinamentos ao ar livre. Alguns deles são:

Confiança: o Muricy estava no clube há mais de três anos. A torcida confiava em sua capacidade técnica e em seu histórico no clube. Os dirigentes acreditavam em seu trabalho, afinal lhe deram o desafio de conquistar um dos mais importantes títulos do hemisfério ocidental e o mais notório do hemisfério Sul;

Comunicação: a torcida, o ex-treinador, a Diretoria e os demais públicos de interesse – patrocinadores, a imprensa e os associados/investidores – parece não falar a mesma língua e muito menos compartilhar decisões ou opiniões no clube;

Ética e transparência: a Diretoria do clube parece ter contratado um jovem técnico sem grande expressividade e que não possui conquistas relevantes, tampouco um histórico de conquistas como seu antecessor. O intervalo entre a dispensa e a apresentação do novo nome foi de menos de 24h. Havia um contato prévio? Um pré-contrato?

Competências: o novo treinador é genro do presidente da Confederação Brasileira de Futebol. O estádio do Morumbi deverá ser eleito para sediar a abertura e o encerramento da Copa de 2014. Deverá! E nada como empregar a “filha do dono” para aproximar-se dos gestores do evento no Brasil. Se a leitura for essa, competência social do novo treinador é, então, incomparável a qualquer outro profissional;
São reflexões preliminares que mostram quão complexo é o convívio corporativo. De nada adiantou ser ético, partilhar de identidade, paixão e história com o clube; pouco pesou as conquistas do passado recente; nada foi maior do que a ganância contra o Muricy.
..:: E os treinamentos ao ar livre? ::..

A vida na mata é deita de confiança – em nossos colegas e em nossos equipamentos –, comunicação – conosco, em silêncio, e com os demais a nosso redor –, transparência para ajudar desinteressadamente quem precisa de você (que é de quem você talvez precisará logo à diante) e competências complementares, afinal enquanto equipe, precisamos de somas, complementos e pessoas que preencham nossas lacunas.

Conheça nossa proposta de treinamentos vivenciais ao ar livre! [RH em Hospitalidade]

PUBLICAÇÃO SIMULTÂNEA NO BLOG DA ABBTUR SÃO PAULO E NO WEBSITE OUTRO LADO DA NOTÍCIA.