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4.26.2010

Vitaminas Corporativas

Por: Gumae Carvalho e Carolina Sanchez Miranda - Revista Melhor - Gestão de Pessoas

Cuidar do treinamento, fortalecer a cultura organizacional e fazer uma boa avaliação de desempenho são algumas das ações de RH que merecem atenção por parte das empresas que desejam crescer e ficar fortes - e das que já atingiram esses objetivos e não querem que eles se desfaçam.

O que dizer de uma empresa, vamos chamá-la de "A", que, há uns seis anos, teve um faturamento de 300 mil reais. Pouco? Pode até ser, mas talvez fosse algo razoável para um grupo de apenas quatro pessoas que atuavam num mercado praticamente desconhecido no país. Vamos, agora, olhar para outra companhia, "B": em 2009, ela faturou 20 milhões de reais. Um bom resultado? Levando em conta que possui 80 funcionários e é jovem, nada mau. Acontece que "A" é igual a "B" e este, por sua vez, é diferente de "A". Complicado? Vamos por partes. De fato, falamos da mesma empresa: a Crivo, de São Paulo, especializada em oferecer soluções em automação para a tomada de decisão de crédito e risco. Só que, por tratarmos de cenários e épocas distintas, temos duas organizações diferentes, como diz Rodrigo Del Claro, seu diretor de relacionamentos. "Dobramos o faturamento ano a ano. É uma empresa nova a cada ano", ressalta. O que há em comum tanto em "A" quanto em "B" é a preocupação com o fator humano no processo de crescimento.

Recentemente, assistimos a um exemplo de companhia que, depois de atingir um crescimento considerável no segmento em que atua, vive em maus lençóis. E um dos aspectos que contribuíram para isso refere-se à gestão de pessoas, nas palavras de seu presidente. Duvida? Depois de ter de anunciar um recall que está mobilizando cerca de 9 milhões de carros em todo o mundo, o presidente da Toyota, Akio Toyoda, reconheceu que a empresa pode ter crescido rápido demais, não dando o treinamento adequado a seus funcionários.

..:: Leia o artigo completo na Revista Melhor - Gestão de Pessoas

Cuidado com o vírus Bofofo

Por: Rodrigo Cardoso* - HSM Management

Consultor alerta para os perigos dos boatos e fofocas no ambiente de trabalho como atraso para o sucesso profissional.

Em todas as empresas existe um vírus altamente prejudicial à saúde da organização e, antes de tudo, a você mesmo! O vírus Bofofo. Esse vírus normalmente se espalha pelos corredores, no elevador ou durante as pausas para o cafezinho. Mas o que muita gente não sabe é que ele é contagioso. Ou seja, muito cuidado porque o Bofofo pega!

O vírus Bofofo é o causador de boatos e fofocas e, se você for portador dele e não se cuidar, pode ter sérios problemas em sua carreira e ver o seu sucesso desastrosamente prejudicado. Muitas vezes, um boato começa sem nenhum fundamento, comprometendo completamente a atitude e o comportamento dos colaboradores de uma empresa e acabando com a energia da equipe.

O desastre fica bem claro numa situação que é mais comum do que imaginamos, infelizmente! O que deveria ser uma conversa produtiva e um trabalho em equipe, pode terminar se tornando uma verdadeira epidemia do vírus, causando estragos absolutamente desnecessários a todos os envolvidos.

..:: Leia o artigo completo em: Cuidado com o vírus Bofofo

* O autor é palestrante e autor do livro 'A resposta do sucesso está em suas mãos'. É também professor de Planejamento Estratégico, Vendas, Atendimento ao Cliente, Liderança e Motivação.

3.20.2010

Saiba como lidar com o estresse no dia-a-dia

Pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde mostra que o estresse é a epidemia número um do século 21.

Com a aceleração das tecnologias, a diferença entre as melhores empresas e profissionais e as medianas é a rapidez em que se criam novas oportunidades de negócios e solucionam os problemas. Para isso, a pressão é inerente ao dia-a-dia dos executivos que são cobrados 24 horas.

Além disso, longas jornadas de trabalho fazem parte da rotina dos executivos, assim como os conflitos administrativos e pessoais. O resultado do mundo contemporâneo é o que a Organização Mundial da Saúde (OMS) chama de "technostress", ou seja, o estresse se tornou a epidemia número no século 21.

Segundo o presidente do Instituto Brasileiro de Coaching, José Roberto Marques, o estresse é a forma que as pessoas encaram as pressões externas e internas. "Com a falta de equilíbrio emocional para enfrentar os desafios, o organismo reage às alterações físicas e psicológicas", diz.

Uma das competências mais essenciais no mercado de trabalho é o equilíbrio emocional. "No desenvolvimento de alta performance de um líder coach trabalhamos situações de conflitos que são intrínsecos no mundo dos negócios. Um líder coach saberá solucionar e prevenir conflitos e problemas com maturidade profissional. Com isso, o executivo melhora as relações interpessoais conseqüentemente, a sua qualidade de vida", afirma o Master Coach José Roberto Marques.

No treinamento de alta performance o profissional muda os paradigmas, crenças e sua forma de encarar os problemas. "Os obstáculos fazem parte de qualquer rotina, seja doméstica, social e profissional. A forma como a pessoa desafia os problemas é que irá fazer-la ter qualidade de vida e maior rendimento profissional".

Um profissional estressado adoece toda a equipe ou a empresa. Para eliminar o estresse das corporações, muitas corporações adotam o coaching na sua gestão, visto que esse trabalho desenvolve competências positivas criando padrões de pensamentos favoráveis. "O coaching é uma ferramenta importante para a "saúde" na gestão de pessoas, pois proporciona equilíbrio emocional e devolve ao profissional a autoconfiança", explica Marques.

Nesse cenário, o coaching trabalha as emoções e desenvolve as habilidades existentes, mas adormecidas, nos profissionais. "O líder coach saberá lidar com as adversidades como ansiedade, pressão, angústia, conflitos existentes dentro e fora das corporações".

..:: Contribuição recebida via e-mail. Fonte: Assessoria IBC

10.02.2009

Assim nasceu o 'Super RH'

Por: Auri Rodrigues Filho*. O autor conta como e por que a Área de Gestão de Pessoas assumiu a responsabilidade de elaborar e conduzir todo o planejamento estratégico da Ferramentas Gerais

Quando o departamento de Recursos Humanos de uma empresa se transforma em "Área de Gestão de Pessoas", é preciso mudar mais do que a plaquinha que fica na porta do setor. É necessário, também, formar uma equipe estruturada e alinhada com os objetivos e metas da organização. Uma equipe que seja capaz de enxergar a parte submersa do iceberg lá onde se encontram as percepções, sentimentos, atitudes, valores e comportamentos que regem a organização. E de executar um conceito bastante difundido, mas ainda pouco praticado: o de que as pessoas têm um papel estratégico no ambiente corporativo.

A Ferramentas Gerais inovou ao colocar em prática esse discurso. Agora, o Planejamento Estratégico da empresa parte de dentro do RH - ou melhor, da "Área de Gestão de Pessoas". Trata-se de uma mudança essencial, que traduz não só uma tendência, mas uma necessidade da organização como um todo. O discurso de que "empresas são feitas por pessoas" precisa ser aplicado na prática. Vivenciar essa nova experiência é algo que oportuniza a ampliação dos horizontes, a identificação de novos rumos e o aumento do leque de ideias por parte dos colaboradores. É justamente aí que a empresa ganha em vantagem competitiva.

Na prática, o que muda é o raciocínio que guia a gestão do Planejamento Estratégico. Antes, escolhíamos um caminho e depois, as pessoas para trilhá-lo. Hoje, escolhemos as pessoas e elas é que indicam o caminho. A própria mudança de nome do departamento de Recursos Humanos, que passou a se chamar "Área de Gestão de Pessoas", reflete essa nova realidade. Geralmente, o termo "recurso" é associado à área financeira ou tecnológica. É comum pensar em "recurso" como uma coisa ou um objeto, e não como uma pessoa. Daí a troca do nome: se pessoas são diferentes de recursos, nada mais lógico do que colocar "pessoas" no nome dessa área tão importante.

..:: Gestão de pessoas ::..

Para encarar esse desafio, é preciso que todas as pessoas que atuam na Área de Gestão de Pessoas tenham o planejamento em mente. A forma que encontramos para mudar a cultura dos colaboradores que atuavam no RH foi criar uma ferramenta palpável, que eles pudessem tocar, ver e ouvir todo dia. Foi assim que nasceu o "Modelo de Gestão de Pessoas". Trata-se do Planejamento Estratégico da empresa desdobrado para dentro da área. Na prática, nada mais é do que os objetivos gerais da corporação traduzidos para os limites nos quais podemos atuar.

No modelo estão descritos desde o objetivo principal da Ferramentas Gerais - "Vender Mais, Melhor e Sempre" - até o desdobramento dentro da Área de Gestão de Pessoas, que tem a missão de transformar 2 mil colaboradores em 2 mil vendedores. A partir daí, tornamos mais explícitos os planos estratégicos, táticos e operacionais da empresa, permitindo que as pessoas tenham uma visão macro, saibam entendê-la e principalmente, discuti-la.

..:: Mudança organizacional ::..

A cultura da Ferramentas Gerais e de seu presidente, Marcelo Favieiro, é fortemente alicerçada em um tripé: Tecnologia, Disponibilidade e Pessoas. Trata-se de uma premissa fundamental para o desenvolvimento e crescimento da empresa no longo prazo. Nesse contexto, a mudança relegou à Área de Gestão de Pessoas uma atuação estratégica ativa. A área é responsável por proporcionar o desenvolvimento pessoal e profissional a todos os colaboradores para que, em equipe, eles possam atingir os objetivos estratégicos construídos pelo próprio grupo.

Até o momento, o impacto da mudança tem sido muito positivo, tanto em relação ao público interno quanto ao externo. Nossos stakeholders têm, hoje, um entendimento muito mais claro de quais são as atribuições da Área de Gestão de Pessoas. Eles sabem que a área participa ativamente dos assuntos estratégicos da empresa - isto é, que discute o futuro da organização e tem um papel fundamental na construção do nosso Planejamento Estratégico. Ao mesmo tempo, os colaboradores e os gestores reconhecem a importância dessa nova abordagem - o que fica claro ao início de cada novo projeto ou ação.

É um trabalho de longo prazo. As pessoas, de um modo geral, estavam descrentes de que seria possível praticar a teoria e fazer com que a área de Recursos Humanos atuasse estrategicamente. A superação dessas dificuldades se deu, principalmente, com a entrega de resultados, quando as pessoas começaram a sentir os efeitos de toda essa mudança - que ocorreu sem perdas na qualidade do trabalho e no cumprimento dos prazos. De certa forma, estamos mostrando a todos como a Área de Gestão de Pessoas pode contribuir verdadeiramente para o alcance de resultados das demais áreas.

Ao mesmo tempo, sabemos que desenvolver um trabalho pioneiro exige um alto investimento. Mas, quando esse projeto der certo, estaremos à frente das empresas que ainda não o fizeram. O grande desafio é ter perseverança (e uma boa dose de paciência) diante das eventuais resistências. Temos nossos objetivos bem definidos e estamos com as pessoas certas. Barreiras e obstáculos certamente aparecerão pelo caminho. Para superá-los, basta dar tempo ao tempo e sermos persistentes em nossos propósitos e práticas de gestão. É preciso vivenciar essa atmosfera todos os dias, rever nossos planos de ação, avaliar e aprimorar constantemente nossos indicadores e, principalmente, envolver a equipe nesse processo. Somente assim conseguiremos gerir pessoas - e não apenas recursos humanos.

* O autor é gerente corporativo da Área de Gestão de Pessoas - o antigo departamento de RH - da Ferramentas Gerais

7.20.2009

Fazer uma indicação na empresa pode gerar ciúme nos colegas; veja o que fazer

Por: Roberta de Matos Vilas Boas - InfoMoney

Indicar uma pessoa para uma vaga que está aberta na empresa pode gerar ciúmes entre os colegas de trabalho. Isso porque, se a indicação for boa, ela poderá melhorar a sua imagem com o chefe, o que pode ser visto como uma ameaça para alguns. Além disso, há pessoas que poderão não ver com bons olhos a relação de amizade existente entre você e o novo funcionário.

Para a consultora da Career Center, Claudia Monari, o ciúme entre colegas, nesse tipo de situação, pode ocorrer principalmente se esses profissionais desempenharem cargos de concorrência direta.

Ela também ressalta que algumas atitudes podem evitar essa reação dos colegas. "Se você vai indicar uma pessoa para trabalhar na sua empresa, fale com os outros funcionários, para explicar por que está fazendo essa indicação, além de dar detalhes sobre como essa pessoa é no dia-a-dia", considera.

..:: Boicote ::..

Já se, após a contratação da pessoa indicada, algum funcionário decidir boicotar o novo colega, prejudicando o seu desempenho, Claudia acredita que há formas de corrigir a situação sem prejudicar ninguém.

"Nesse caso, o líder tem de tentar se aproximar do colega que está boicotando, para integrá-lo e aproximá-lo tanto do novo funcionário quanto daquele que fez a indicação", explica.

A consultora também ressalta que procurar o chefe é uma atitude que só deve ser tomada em último caso. "Primeiro, é preciso tentar resolver entre eles, e, caso não consiga, deve-se buscar uma orientação do chefe, pedindo sugestões de como lidar com a situação", afirma.

..:: Realidade do mercado ::..

Porém, Claudia afirma que casos de ciúmes e boicote a um profissional indicado ou a quem fez a indicação não são comuns. "Hoje, no mercado, o que se incentiva muito é a indicação. Até há empresas que dão prêmios ao funcionário que faz uma boa indicação", diz.

Para ela, indicar uma pessoa para o lugar de outro funcionário, que acaba sendo demitido logo após, ou ainda indicar um amigo para ser seu subordinado são situações com um risco maior de gerar ciúmes ou conflitos entre os colegas, que poderão se sentir ameaçados ou que há favorecimento no ambiente de trabalho.

Mas Claudia também ressalta que uma boa indicação poderá refletir positivamente. "Quando o profissional indica alguém que dá certo no emprego, ele começa a ser visto como um funcionário que conhece o perfil da empresa e sabe do que ela precisa", lembra.

7.16.2009

Resiliência: exigência do mundo corporativo

"Com as mudanças acontecendo com rapidez, a resiliência torna-se uma competência altamente valorizada.

Na engenharia, o conceito de resiliência pode ser definido como a resistência e flexibilidade de uma edificação, necessária para que ela não desabe com as forças da natureza como furacões ou tremores de terra. Há algum tempo a medicina passou a adotar este conceito para definir a capacidade de um indivíduo se comportar frente as pressões e adversidades da vida moderna, impedindo que elas interfiram negativamente na maneira como ele interage com o mundo."

Confira o artigo completo: Resiliência: exigência do mundo corporativo

7.07.2009

Brinquedos no trabalho melhoram a produtividade

Por: Rhymer Rigby (Financial Times) - Valor Online

Todd Redfoot tem um lançador de mísseis USB em sua mesa, que de vez em quando ele pluga em seu PC. O diretor de desenvolvimento interno da Go Daddy, uma companhia de tecnologia dos Estados Unidos, diz: "Se você está em uma reunião chata, pode disparar alguns mísseis de espuma em seus colegas. Isso dá uma sacudida no ambiente. Também funciona bem em entrevistas para emprego - os candidatos parecem de fato gostar".

A Go Daddy não é a única empresa que acredita que ter alguns brinquedos por perto no escritório melhora o ambiente e aumenta a produtividade. Muitas empresas, especialmente as dos setores criativos, enchem seus ambientes de trabalho com essas coisas. Elas vão de pequenos itens comprados pelos funcionários, como o lançador de mísseis de Redfoot, até brinquedos que fazem parte dos projetos dos prédios. Provavelmente o mais conhecido desses grandes "brinquedos" é um escorregador que passa por vários andares do escritório em Londres da Red Bull, fabricante de bebidas energéticas.

A consultoria de Londres especializada em inovações WhatIf! também é adepta de um ambiente de trabalho divertido. "Geralmente há bolas de futebol nas sessões de 'brainstorm'", diz Chriz Baréz-Brown, diretor de aprendizado global. Há também brinquedos maiores: a companhia tem um modelo de vaca na portaria cujo couro tem uma estampa do Homem-aranha. As pessoas também são encorajadas a levar para o serviço coisas que gostam: "Elas adaptam seus espaços", explica Baréz-Brown. "Outro dia, alguém trouxe uma raposa empalhada que comprou em um leilão de antiguidades."

Os escritórios da agência de propaganda Wieden and Kennedy em Londres também têm uma atitude alegre em relação ao trabalho. O diretor de criação David Bruno explica que junto com a usual mesa de pebolim, a mesa de vidro na recepção abriga "uma das menores galerias de arte de Londres", onde os funcionários podem mostrar tudo que for de interesse, como suas coleções de tênis. As paredes da sala do conselho de administração são forradas com cortiça, os bancos têm o formato de teclas gigantes de um teclado de computador e a mesa tem o formato de um bloco gigante de Post-It; outra sala é uma cela acolchoada para pequenas reuniões e leitura.

..:: Tudo muito divertido ::.. Mas existe um componente de seriedade nessas trivialidades?

Simon Jordan, presidente da Jump Studios, que projetou os escritórios da Red Bull, diz que esse tipo de coisa é mais do que um artifício divertido. "Características incomuns como esta são engraçadas, agradáveis, se transformam em motivo de comentários e os visitantes gostam; além disso, acompanham a imagem do produto."

Baréz-Brown acredita que os brinquedos no escritório têm duas funções: "Uma é agir como estímulo e ajudar as pessoas a pensarem de maneira diferente. A segunda é que eles criam um ambiente mais relaxado, no qual as pessoas são mais criativas". Ele acrescenta que é importante fazer com que isso inspire os funcionários, e não os tranforme em completos idiotas.

Além disso, a geração mais nova espera que seus locais de trabalho sejam divertidos, e não os escritórios sérios de seus pais. "Inevitavelmente, a vida no trabalho e a vida social acabam colidindo, de modo que os escritórios ficaram mais domésticos", diz Jordan.

Jeremy Myerson, professor de estudos de design do Royal College of Art, emite um alerta. Primeiro, diz ele, o que é apropriado para uma agência de propaganda pode não ser para um private bank - brinquedos no escritório funcionam melhor quando estão em harmonia com sua marca. "Há também uma coisa de gerações. Para os mais velhos, esse tipo de coisa pode ser muito excludente. Você precisa se lembrar que nem todo mundo quer jogar videogames e assistir a MTV no trabalho."

Sua maior preocupação é que a ideia que está por trás dos brinquedos no escritório é a de que eles ajudam a estimular a colaboração. "Mas ela é apenas uma parte do trabalho criativo. As pessoas precisam de espaço para contemplação e silêncio para se concentrarem". Certamente, escorregadores e lançadores de mísseis são legais, mas você precisa ter também celas acolchoadas.