..:: [Pesquisa] ::..

..:: [Translate] ::..

Mostrando postagens com marcador mercado internacional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mercado internacional. Mostrar todas as postagens

4.19.2010

Iata critica ação da Europa no tráfego aéreo

Por: Juliana Cardoso - Valor Online

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês) criticou a falta de liderança dos governos europeus para lidar com as restrições no espaço aéreo por causa da erupção de um vulcão na Islândia. A entidade pediu que seja repensado o processo de tomada de decisão.
"Estamos longe o suficiente desta crise para manifestar nossa insatisfação em como os governos têm a administrado, com nenhuma avaliação de risco, nenhuma consulta, nenhuma coordenação e nenhuma liderança. Esta crise está custando às empresas aéreas ao menos US$ 200 milhões por dia em receitas perdidas e a economia europeia está sofrendo bilhões de dólares em negócios perdidos", sustentou o executivo-chefe e diretor-geral da Iata, Giovanni Bisignani.
Ele observou que os governos devem dar urgência ao caso e focar em como e quando o espaço aéreo europeu pode ser reaberto com segurança."A escala atual de fechamento do espaço aéreo na Europa é sem precedentes. Vemos atividade vulcânica em muitas partes do mundo, mas raramente resultou em fechamento do espaço aéreo e nunca deste tamanho", sublinhou Bisignani.

O representante da Iata pediu que o Eurocontrol, a organização europeia para a segurança aérea, estabeleça um centro de contingência capaz de tomar decisões coordenadas.


O último boletim do Eurocontrol, de ontem, mostrou que aproximadamente 5 mil voos foram operados no domingo no espaço aéreo europeu. Em um dia normal, essa expectativa gira em 24 mil voos.

O relatório apontou que, até aquele momento, não havia serviço de controle de tráfego aéreo para o setor de aviação civil na maior parte da Europa, incluindo Bélgica, parte da Croácia, República Checa, Dinamarca, Estônia, Finlândia, partes da França, grande parte da Alemanha, Hungria, Irlanda, norte da Itália, Holanda, partes da Noruega, Polônia, Sérvia, Eslovênia, Eslováquia, Suécia, Suíça, Ucrânia e Reino Unido.

Espanha, Portugal, a área sul dos Balcãs, sul da Itália, Bulgária, Grécia e Turquia estavam com seu espaço aéreo aberto e havia operação de voos, conforme a última atualização da situação apresentada ontem.

..:: Fonte: Iata critica ação da Europa no tráfego aéreo

3.13.2010

Teixeira Duarte cresce 46% no Brasil

Grupo português de construção somou volume de negócios de 78,2 milhões de euros no mercado brasileiro no ano passado.

A Teixeira Duarte aumentou em 46,4% o seu volume de negócios no mercado brasileiro no ano passado. O grupo português de construção aumentou o volume de negócios no Brasil de 53,4 milhões de euros em 2008 para 78,2 milhões de euros em 2009, revela o relatório de resultados da Teixeira Duarte.

O Brasil foi um dos mercados que mais cresceram na lista de países onde a Teixeira Duarte está presente. Em Portugal o volume de negócios da Teixeira Duarte recuou 10,2%, para 497 milhões de euros. Na Argélia caiu 24,7%, para 101,7 milhões. Em Angola, pelo contrário, a Teixeira Duarte cresceu 11,4%, somando vendas de 495,7 milhões.
Em mercados de menor expressão para o grupo português a Teixeira Duarte registou crescimentos de 8,6% em Espanha e 105% em Moçambique. Marrocos, Ucrânia e Venezuela tiveram quedas de dois dígitos.
Outra rubrica onde o Brasil desempenha um papel relevante na actividade do grupo é o endividamento, que cresceu no ano passado, passando de 3,18 mil milhões de euros para 3,51 mil milhões. Um acréscimo "essencialmente em resultado do investimento no Lagoas Park e no Hospital de Cascais, bem como nas actividades em desenvolvimento em Angola e no Brasil", explica a Teixeira Duarte.

..:: Grupo passou de prejuízo a lucro ::..

Em 2009 a Teixeira Duarte teve um lucro de 116,6 milhões de euros, que compara com o prejuízo de 347,2 milhões de euros no ano anterior.

Os proveitos operacionais ficaram estáveis, apenas com ligeiro crescimento de 0,6%, para 1,38 mil milhões de euros. Já os custos operacionais desceram 1,2%, para 1,17 mil milhões de euros. Dessa forma, o grupo melhorou o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) de 187,8 milhões de euros em 2008 para 209,7 milhões em 2009.

Na receita do grupo português a construção apresentava no final do ano passado um peso de 55%. Os restantes 45% estão dispersos por sete outras actividades, como imobiliário (11%), comércio de automóveis (9%), comércio alimentar (8%), venda de combustíveis (7%), hotelaria (6%), concessões (3%) e cimentos (1%).

..:: Fonte: Portugal Digital: Informação e Comunicação Empresarial Luso-Brasileira

1.11.2010

Japan Airlines pode eliminar mais de 15 mil empregos

Por: Juliana Cardoso - Japan Airlines pode eliminar mais de 15 mil empregos

"A Japan Airlines (JAL) está prestes a eliminar mais de 15 mil vagas e se prepara para pedir proteção contra credores, conforme reportagens divulgadas ontem e hoje.

O Kyodo News, por exemplo, publicou que, pelo plano de reorganização proposto pelo Enterprise Turnaround Initiative Corp. do Japão (ETIC), uma entidade de reestruturação corporativa apoiada pelo estado, a JAL deve eliminar postos de trabalho durante três anos fiscais até março de 2013.

O plano incluiria ainda um novo investimento de 300 bilhões de ienes (US$ 3,3 bilhões) pelo organismo com apoio do governo e o saneamento das dívidas durante o processo de recuperação judicial.

O Mainichi Daily News observou, por sua vez, que o ETIC pretende nomear uma pessoa de fora da empresa aérea como novo executivo-chefe e que a escolha teria recaído em Kazuo Inamori, de 77 anos, fundador do grupo de eletrônicos Kyocera. Para diretor operacional, a indicação sairia do quadro interno.

A publicação acrescentou que a JAL deve pedir proteção contra credores sob a Lei de Reabilitação Corporativa até 19 de janeiro e que a nova equipe administrativa da aérea ficaria encarregada de decidir se fará uma parceria com a Delta ou com a American Airlines no fim de fevereiro.

O ETIC avalia, no entanto, conforme o Mainichi Daily News, rejeitar qualquer capital estrangeiro para ter uma posição firme na proposta de reconstrução da JAL e limitar uma eventual aliança a operações de negócios.

O jornal Asahi reportou que as ações da JAL, que caíram nas últimas semanas, vão ser retiradas da bolsa".



Eletrônicos - Submarino.com.br