"Entre as coisas que eu mais escrevo e vivo batendo na tecla está a importância da educação. E não estou falando de faculdades e cursos MBA apenas. Na verdade, hoje o MBA pode até queimar o seu curriculum. Isto, porque todo mundo pode fazer um e continuar a ser o mesmo profissional medíocre de sempre. Um curso de graduação é muito importante e, se o aluno for comprometido e determinado, conseguirá aproveitar algo em torno de 30% de um curso de quatro, cinco, talvez seis anos. Isso, porque as faculdades de hoje são totalmente voltadas para a teoria e esquecem de uni-la à prática, o que forma profissionais cada vez menos maduros para trabalharem em uma época onde os profissionais precisam de sentido de urgência. Eu não estou defendendo a anarquia dos cursos de graduação. Nem que se desdobre em esforço para conseguir algo sem uma faculdade. MAS, é depois da faculdade que os verdadeiros estudos devem começar.
Como assim? Eu vou dar dois exemplos…"
..:: Leia o artigo completo: Mais Vale o Conhecimento na Mão, do que Diplomas Voando | Administrando.biz
..:: [Pesquisa] ::..
..:: [Translate] ::..
Mostrando postagens com marcador currículo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador currículo. Mostrar todas as postagens
11.26.2009
Mais Vale o Conhecimento na Mão, do que Diplomas Voando | Administrando.biz
Marcadores:
autoconhecimento,
autoestima,
capacitação,
currículo,
gestão de carreira,
gestão de pessoas,
investimento em treinamentos,
rhemhospitalidade
10.01.2009
Catho é condenada por furtar currículos de concorrente
Por: Paula Nunes - colaboração para a Folha de S.PauloUma das maiores empresas de recursos humanos e recrutamento profissional do país, a Catho foi condenada a pagar R$ 13.623.950 por furtar currículos da concorrente Gelre.
A determinação para o pagamento da indenização à empresa Gelre foi dada pelo juiz Mário Galbetti, da 33ª Vara Cível de São Paulo, na segunda-feira, 28. Galbetti destacou em sua decisão que "não há como deixar de reconhecer a prática desleal praticada pela Catho".
A empresa pode recorrer da sentença, mas, por intermédio de sua assessoria de imprensa, o grupo limitou-se a informar que não comentará o caso.
De acordo com os termos da decisão judicial, gerentes e funcionários da Catho planejaram a captura de dados do site da Gelre e desenvolveram programas de computador para copiar currículos de sites concorrentes. Além disso, foram encontrados e-mails trocados por colaboradores da Catho em que eles afirmam que o trabalho deles é o de "roubar currículos", afirma a sentença.
A decisão judicial indica ainda que a empresa recompensava com bônus os funcionários que conseguissem capturar mais dados de currículos dos concorrentes e que utilizava o montante total de seu arquivo para fazer propaganda e, com isso, conquistar mais clientes.
Na mesma 33ª Vara Cível da capital paulista, tramita outro processo, similar a este, movido pela empresa de recrutamento Curriculum, também contra a Catho, acusando a empresa de retirar informações de sua base de dados.
Procurada pela Folha, a Curriculum não se manifestou até o fechamento desta edição.
A determinação da Justiça foi baseada em laudo pericial que indicou, no confronto de 3,8 milhões de endereços eletrônicos da Catho com os 449 mil da Gelre, que 272.479 deles eram coincidentes e estavam com indicação de que haviam sido retirados da concorrente.O valor da indenização por concorrência desleal foi calculado com base no preço mensal de R$ 50 cobrados pela Catho para armazenar currículos em seu sistema.
Para Galbetti, o fato de a empresa ser uma das maiores do setor somente torna seus atos mais reprováveis. A Gelre não se posicionou sobre a decisão.
Marcadores:
caso de polícia,
Catho,
Curículum,
currículo,
falcatrua,
Gelre,
multa,
rhemhospitalidade,
roubo
6.22.2009
A ocasião faz o ladrão...
...mas não convém esquecer nenhum documento no local do crime!Por: Marco Zanfra - Blog Fala, Zanfra
Lembro-me de um ex-colega de escola – ele havia estudado comigo ainda no curso primário, e não acredito que tenha frequentado por muito mais tempo os bancos escolares – que foi um exemplo cabal da situação acima: aproveitou a ocasião e virou ladrão, mas deixou cair sua carteira profissional na cena do crime e acabou sendo identificado e preso.
A ocasião apresentou-se num bar (que ele frequentava com assiduidade), logo após a entrega das bebidas: o dono do estabelecimento deu uma rápida saidinha do recinto e esse meu colega aproveitou-se de sua ausência para surrupiar um engradado de cerveja e correr com ele para casa. No ato de abaixar-se para guindar a caixa, ele deixou cair o documento e não percebeu.
É claro que o dono do bar podia ter considerado o fato de possuir certo conhecimento com o ladrão, poderia tê-lo procurado e pedido de volta sua mercadoria, e tudo ficaria por isso mesmo. Mas ele preferiu chamar a polícia. O resultado é que meu colega, um pobre pé-de-chinelo atrapalhado, acabou cumprindo pena por furto.
Algo semelhante aconteceu no Rio de Janeiro no final da semana passada: um dos três rapazes acusados de assaltar os passageiros de uma van em Campo Grande, na Zona Oeste, esqueceu a mochila dentro do veículo e com isso possibilitou sua identificação. O curioso é que, além da carteira com os documentos do rapaz, de 21 anos, os policiais encontraram um currículo profissional, desses usados na solicitação de emprego, onde o assaltante – que confessou o crime e entregou os dois comparsas – afirma ser “educado, de fácil trato” e ter “facilidade de trabalhar em equipe, muita vontade de crescer profissionalmente e disponibilidade de horário”.Louve-se a provável intenção do rapaz de procurar um emprego – quem carregaria um currículo na bolsa se não tivesse esse propósito? – mas a somatória dos fatos nos remete a um clima de pastelão, de trapalhada, que é impossível deixar passar em branco. Olhando com os olhos de assistente social de minha mulher, dona Mary Kazue, o rapaz foi levado à opção criminosa pelo desemprego, foi carregado ao desespero pela impossibilidade de alimentar a família.
Tudo bem, até concordo. Só que perco a análise social mas não perco a piada. O caso deve ter certamente um enfoque assistencial, com pitadas de crise mundial, mas não deixa de ser engraçado. Principalmente porque uma das anotações no currículo do rapaz pode dar margem a uma, digamos, interpretação menos subjetiva: nos meios policiais, “facilidade de trabalhar em equipe” também é conhecida como “formação de quadrilha ou bando”.
Voltando a falar em curso primário: quando estava no último ano, disse inocentemente a meu pai que queria parar de estudar e ser motorista de ônibus. Quase apanhei. Em sua douta opinião, só quem estudava chegava a ser alguma coisa – não desmerecendo os motoristas de ônibus – e ele me obrigou a continuar na escola.
Como eu me tornaria jornalista e como para ser jornalista não é mais necessário diploma, segundo decisão recente do STF, esse esforço de meu pai para me manter nos bancos escolares não parece agora algo totalmente inútil e descabido?
Marcadores:
currículo,
fala zanfra,
hospitalidade,
rh
Assinar:
Postagens (Atom)