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7.20.2009

Seleção ou discriminação?

"Confira artigo que trata um pouco mais sobre os métodos utilizados para contratação de profissionais.

Em março de 2008, o Presidente da República sancionou uma lei impedindo a exigência de comprovação de experiência prévia por tempo superior a 6 (seis) meses. Isso fez fervilhar as áreas de Recursos Humanos. Nós, com nossos perfis cuidadosamente analisados, estudados e desenvolvidos, ficamos com esta “batata quente” na mão.

Mas a “batata” é mais quente do que se presume, pois este fato ressuscitou a velha polêmica do perfil por idade, sexo, e até mesmo aparência e raça. Há alguns anos trabalhei numa empresa que não contratava pessoas com barba e hoje ouço colegas comentando (cuidadosamente, é claro) sobre empresas que não contratam fumantes, obesos, enfim, o funil está cada vez mais estreito."

Artigo completo: Seleção ou discriminação?

Brasil: nem X, nem Y. Geração XY

"Em nosso País é possível criar o seu próprio modelo, chamado pela especialista de Geração XY. Leia mais sobre o assunto.

A chegada da geração Y ao mundo corporativo americano já suscitou centenas de análises no Brasil sobre os melhores métodos para atrair e reter os talentos dessa safra. Não abriu, contudo, espaço para uma questão essencial e anterior: temos no País realmente contingente significativo de profissionais da geração Y, da mesma maneira característica que há nos EUA? A resposta é não.

Jovens entre 20 e 30 anos com grande potencial de liderança, os Y são ambiciosos, buscam dedicar-se a projetos que representem suas causas, reconhecimento e evolução rápida na carreira. Ao mesmo tempo, não lidam bem com restrições e se pautam pelo imediatismo: sem resultados palpáveis para seus projetos, tendem a dispersar."

Confira o artigo completo: Brasil: nem X, nem Y. Geração XY

Siga o Twitter na busca por emprego

Do Jornal do Commercio

As redes sociais já estão mais do que consolidadas como canais de relações profissionais e a cada novidade os meios de ligação encontram novos caminhos. O Twitter é a mais nova ferramenta para aqueles que estão atrás de emprego, não só porque as empresas e organismos utilizam cada vez mais o espaço para falar de seus projetos como os próprios “twiteiros” se encarregam de divulgar oportunidades.

Até mesmo as agências de recrutamento de mão de obra, como a www.trabalhando.com.br já divulgam suas oportunidades pelo serviço de microblogging, ou seja, os usuários fazem atualizações de textos com no máximo 140 caracteres. O suficiente para um anúncio de vagas.

“A grande vantagem é que antes o usuário tinha de ir no nosso site para verificar as vagas. Agora, com as nossas atualizações, se ele for nosso seguidor, fica sabendo na hora da oportunidade e só acessa o site se tiver realmente interesse na vaga”, explica o assessor de Marketing do site trabalhando.com.br Bruno Carone.

Ele informa que em menos de um mês de lançamento do serviço o Twitter da empresa já possui 2.500 seguidores. “Temos neste período mais de 400 vagas publicadas, só não sabemos quanto delas foram ocupadas por conta do Twitter porque não fazemos este controle”, informa.

Rui Belfort, diretor de operação da Jynx Playware, empresa do Porto Digital especializada na criação de games, diz que no setor de tecnologia a utilização de ferramentas de rede social estão mais do que consolidadas. Sua empresa utiliza todas, a exemplo do Facebook, Plaxo, LinkedIn também.
"Chegamos a conclusão de que este é o melhor canal para procurar profissionais. Muito mais eficiente do que espalhar cartazes pelas universidades. Recentemente divulgamos três vagas e uma já foi ocupada. Recebemos 60 currículos e, o melhor, é que todos com perfil de pessoas altamente capacitadas”, comentou.
Belfort afirma que apesar de o setor de tecnologia estar mais avançado neste tipo de networking, empresas dos mais variados setores já se utilizam da ferramenta de microblogging. “O melhor é que a busca se torna pró-ativa. O interessado também pode ir atrás das companhias. Recentemente precisei de um serviço da Receita Federal e vi que ela já está no Twitter divulgando suas novidades. Até as estatais estão usando o canal para divulgar seus concursos”, disse.

Na área de tecnologia a webdesigner Manuella Nejaim é uma das que conseguiram trabalho pelo Twitter. “Um amigo que eu não tinha contato há tempos me achou no twitter e começou a me seguir. Ele me mandou uma mensagem me oferecendo um trabalho temporário, eu aceitei, e terminamos de acertar tudo por e-mail”, conta ela.

Fazer uma indicação na empresa pode gerar ciúme nos colegas; veja o que fazer

Por: Roberta de Matos Vilas Boas - InfoMoney

Indicar uma pessoa para uma vaga que está aberta na empresa pode gerar ciúmes entre os colegas de trabalho. Isso porque, se a indicação for boa, ela poderá melhorar a sua imagem com o chefe, o que pode ser visto como uma ameaça para alguns. Além disso, há pessoas que poderão não ver com bons olhos a relação de amizade existente entre você e o novo funcionário.

Para a consultora da Career Center, Claudia Monari, o ciúme entre colegas, nesse tipo de situação, pode ocorrer principalmente se esses profissionais desempenharem cargos de concorrência direta.

Ela também ressalta que algumas atitudes podem evitar essa reação dos colegas. "Se você vai indicar uma pessoa para trabalhar na sua empresa, fale com os outros funcionários, para explicar por que está fazendo essa indicação, além de dar detalhes sobre como essa pessoa é no dia-a-dia", considera.

..:: Boicote ::..

Já se, após a contratação da pessoa indicada, algum funcionário decidir boicotar o novo colega, prejudicando o seu desempenho, Claudia acredita que há formas de corrigir a situação sem prejudicar ninguém.

"Nesse caso, o líder tem de tentar se aproximar do colega que está boicotando, para integrá-lo e aproximá-lo tanto do novo funcionário quanto daquele que fez a indicação", explica.

A consultora também ressalta que procurar o chefe é uma atitude que só deve ser tomada em último caso. "Primeiro, é preciso tentar resolver entre eles, e, caso não consiga, deve-se buscar uma orientação do chefe, pedindo sugestões de como lidar com a situação", afirma.

..:: Realidade do mercado ::..

Porém, Claudia afirma que casos de ciúmes e boicote a um profissional indicado ou a quem fez a indicação não são comuns. "Hoje, no mercado, o que se incentiva muito é a indicação. Até há empresas que dão prêmios ao funcionário que faz uma boa indicação", diz.

Para ela, indicar uma pessoa para o lugar de outro funcionário, que acaba sendo demitido logo após, ou ainda indicar um amigo para ser seu subordinado são situações com um risco maior de gerar ciúmes ou conflitos entre os colegas, que poderão se sentir ameaçados ou que há favorecimento no ambiente de trabalho.

Mas Claudia também ressalta que uma boa indicação poderá refletir positivamente. "Quando o profissional indica alguém que dá certo no emprego, ele começa a ser visto como um funcionário que conhece o perfil da empresa e sabe do que ela precisa", lembra.