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3.06.2010

Redes Sociais: quem quer vender? - Fabricio Gimenes - Mídia e Marketing Digital

Por: Fabricio Gimenes é líder web da agência Wik Solutions (MG). Já trabalhou em campanhas publicitárias off-line, produção cultural e campanhas envolvendo mídias sociais.

"'We run this company based on data, not assumptions', era a máxima utilizada por Larry Page e Sergey Brin - os fundadores do Google. Traduzindo a idéia, seria algo como: 'nós construímos esta empresa baseado em dados, não em achismos'. Isso te diz alguma coisa?

A popularização da atuação de empresas em Redes Sociais reflete as mudanças que o mundo sofreu. A publicidade se reinventou. Vivemos num mundo onde a notícia agora é a propaganda e a propaganda está sempre virando notícia. E o que isso tudo quer dizer? Quer dizer que a forma como interagimos com o mundo mudou, conteúdo hibrido, relevante e ao alcance do mouse... a verdadeira revolução. E é sobre isso que vamos falar hoje. Sobre a era do alcance.

Há algumas semanas a AgênciaClick divulgou preciosos dados sobre a realidade das redes sociais e os perfis de usuários de internet ativos no país. Não há como negar o potencial existente em toda essa malha virtual. Contudo, como já dissemos aqui, é preciso saber onde pisar.

Na rotina de uma agência web freqüentemente somos indagados sobre como posso atrair mais visitantes para o um site, ou como a minha comunidade no Orkut pode ganhar mais usuários? E tantas outras do gênero.

Seria muito cômodo caso houvesse uma fórmula aplicável a todos, mas não existe. O que existe, quando se trata de internet, são possibilidades. As ferramentas disponíveis hoje nos permitem mensurar 100% das ações realizadas no meio online. Um sem-número de dados, estatísticas e palavras à espera de análise. É preciso colocar a mão na massa. Lembre-se: Dados, não achismo.
Muitas vezes basta apenas fazer o dever de casa. Estar na hora certa e no lugar certo. É preciso estar disponível para o seu usuário. Uma das vantagens da atuação em mídias sociais é a atemporalidade. Não precisamos de trinta segundos para uma idéia. Precisamos apenas de um argumento convincente. A idéia permanece lá, está feito.

As Redes Sociais são como uma grande praça, ou grande mercado central. Imagine 55 milhões de usuários conectados? atemporais, únicos e independentes. Toda essa multidão está pronta para comprar sua marca, seu produto, seu conceito. Cada clique traz uma nova possibilidade. E é exatamente aí que você (anunciante ou agência) deve intervir? de maneira simples e descomplicada.
Como todos sabem, Social media é um produto único. Um produto que sempre existiu, mas nunca esteve a venda como está agora. Diante disso, muitas são as possibilidades de trabalho. A era do alcance está aí para todos. Quem quer vender?"

..:: Fonte: Redes Sociais: quem quer vender? - Fabricio Gimenes - Mídia e Marketing Digital

Como lidar com funcionários 2.0?

Por: Tabatha Dutra - Revista Melhor: Gestão de Pessoas

Quando falamos sobre inovação, existe a tendência de focarmos os avanços tecnológicos ou, quando muito, a melhoria da produtividade que essa inovação pode nos oferecer. No entanto, ela traz consequências sociais, educacionais e até mesmo trabalhistas. Encontramos uma amostra dessa tendência nos nativos digitais e nas mudanças que eles estão provocando no ambiente corporativo.

Atualmente, como a grande maioria desses nativos ainda está na faculdade ou no colégio, existe um intenso debate sobre os métodos e a forma de educação para eles, já que muitos dominam as novas ferramentas tecnológicas melhor que seus próprios professores. Mas se dermos um passo além, o que acontecerá nos próximos anos quando esses estudantes entrarem para o mercado de trabalho? As empresas estão preparadas para aproveitar o potencial desse novo tipo de profissional?

Nas organizações em que eles já estão atuando, podem-se notar características diferentes: a percepção da privacidade mudou, pois em muitos casos a identidade pessoal está ligada à informação digital (uso de redes sociais) ; a forma como realizam seu aprendizado é mais ágil e normalmente online, por isso não entendem o ambiente de travalho sem as ferramentas colaborativas (chat, p2p, blogs, fóruns, wikis, etc); buscam e precisam de mais autonomia e, por último, contam com um sistema diferente de valores, com mais ênfase na colaboração e na inovação, mas também visando uma maior capacidade de mobilidade.

Muitas empresas ainda estão criando sua identidade corporativa na rede ou, no caso das mais avançadas, adaptando-se à chamada web 2.0. No entanto, não podem ficar limitadas a isso, já que devem enfrentar mudanças (motivadas pelas tecnologias de última geração e pelos novos colaboradores), tanto em nível organizacional quanto no técnico, para não ficarem ancoradas no passado e perderem a competitividade.

Vamos focar, neste momento, o plano organizacional. Há que se adaptar a mentalidade e a filosofia corporativa: as empresas devem se posicionar mais como redes e menos como hierarquias para aproveitar as melhores características desse novo trabalhador. Um exemplo pode ser encontrado nos processos de contratação.

As redes sociais passam a ter um papel fundamental na seleção de talentos e é nesse ambiente que devm se mostrar atraentes aos olhos dos novos trabalhadores. Deve-se adotar um modelo de "empresa 2.0", criando um diálogo entre direção, trabalhadores e clientes. O objetivo é criar uma comunidade, na qual a empresa se apresenta a seus futuros funcionários, assim como a seus possíveis novos clientes.

Considerando as mudanças educacionais e trabalhistas que os nativos digitais estão causando, as empresas têm de se atualizar e lutar para diminuir a defasagem que existe entre o uso das últimas tecnologias por parte dessa nova geração e o modo de trabalho mais tradicional, uma diferença que repercute na eficiência de todos os trabalhadores.

Matéria da Tabatha Dutra, gerente responsável por RH da Everis Brasil, publicada na Revista Melhor Gestão de Pessoas n° 267 (fevereiro - 2010).



Informática - Submarino.com.br

Investir nessas ferramentas transmite qualidade e segurança ao cliente

Por: Simone Coelho

As redes sociais – Orkut, Facebook, Twitter, entre outras - são ferramentas que precisam ser exploradas pelas empresas, incluindo o varejo. Mas, não basta publicar uma série de informações. Os empresários precisam orientar o cliente e chamar a sua atenção de maneira criativa. “Não é só para publicar ofertas. Isso todo mundo faz. O empreendedor precisa agregar valor”, afirma Ricardo Pastore, diretor da consultoria de planejamento estratégico Growbiz.

Se uma loja é voltada para o ramo musical, pode colocar clips, disponibilizar trechos de músicas, mostrar a capa de um cd novo. Se vende calçados, pode mostrar fotos dos pares exibindo cada detalhe do produto. Segundo os especialistas, a palavra para utilizar bem esse tipo de ferramenta é a inovação. “É essencial formar e multiplicar fãs e seguidores da marca”, diz Pastore sobre o Twitter, Orkut e as outras redes sociais. Essa maneira de pensar faz com que essas plataformas sejam elevadas a redes de comunicação, pois permitem a fixação do nome da empresa, o conhecimento sobre a linha de produtos vendidos e despertam a curiosidade de saber mais sobre o assunto.

Essas informações, se transmitidas com coerência, valorizam a qualidade da venda. “As pessoas quando pensam em uma marca pensam no conjunto”, afirma Edmour Saiani, sócio-diretor da agência de gestão estratégica Ponto de Referência. O cliente se sente mais satisfeito pelo serviço prestado e mais seguro para uma nova compra. A utilização de mais recursos para apresentar o trabalho de uma companhia interessa o público final. “O consumidor é visto como o protagonista do processo”, afirma Francisco Alvarez, professor de Marketing da USP e responsável pela consultoria de marketing Trade Marketing.

* Contribuição recebida por e-mail!

2.14.2010

Hôtelier News - Accor registra crescimento de 40% com vendas pela internet

Por: Juliana Albino - Hôtelier News

Para estreitar o relacionamento com o consumidor final, a Accor Hospitality foca suas ações com as vendas através da web. Segundo Emanuel Baudart, diretor de Distribuição Vendas e Marketing de Relacionamento para América Latina, enfatiza que a rede registrou um milhão de room nights comercializadas até hoje pela internet.

'Queremos abordar o consumidor final através da internet, que é um canal de relacionamento e integração. Já registramos 40% de crescimento com as vendas através da web', diz.

Ele completa, 'na França as compras realizadas pela internet representam somente 10%, já nos países da América Latina até 20% do share de vendas online', completa Baudart.



Telefonia - Submarino.com.br

11.30.2009

IBM abre inscrições para Programa de Estágios "Passaporte IBM 2010"

A IBM Brasil abriu inscrições para o seu programa de estágios "Passaporte IBM". A empresa oferece aproximadamente 150 vagas durante o primeiro trimestre de 2010. Podem participar da seleção alunos que se formarão entre dezembro de 2011 e julho 2012 e que tenham conhecimentos do idioma inglês, ao menos no nível intermediário.

Atualmente, algumas das especializações mais procuradas pela IBM são Ciências da Computação, Engenharia da Computação, Processamento de Dados, Análise de Sistemas e Tecnologia da Informação e demais cursos de Tecnologia. Também existem oportunidades para estudantes de áreas como Administração de Empresas, Ciências Contábeis, Economia, Direito, Marketing e para cursos técnicos em informática e eletrônica.

As vagas são principalmente para as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Hortolândia (cidade próxima a Campinas), onde está situado o segundo maior Centro Global de Serviços da IBM no mundo. Há também vagas nas cidades de Porto Alegre, Brasília, Belo Horizonte entre outras localidades.

As inscrições devem ser feitas apenas pela Internet no endereço www.ibm.com/br/estagio. Os candidatos devem se inscrever somente para vagas nas áreas que estão cursando. Para facilitar a localização das vagas no site, o candidato deve buscar pelas vagas com Passaporte IBM no título.

..:: Processo de Seleção ::..

A seleção para o programa de estágio é dividida em três fases eliminatórias. Na primeira são feitos testes de inglês e raciocínio lógico. A segunda fase é um processo de dinâmica de grupo. Já a terceira é composta por entrevistas individuais com os gerentes das vagas em aberto.

Os resultados das etapas serão divulgados por e-mail aos candidatos e os aprovados no processo do 1º trimestre de 2010 iniciam seu estágio no mês de março. O estágio tem duração de até dois anos. Outros processos seletivos do “Passaporte IBM 2010” serão abertos posteriormente.

O valor da bolsa estágio varia de acordo com o nível de inglês, carga horária (4 ou 6 horas) e ano letivo.

..:: Fonte: Você S/a

11.26.2009

Gestores da internet preparam novas regras

Por: Ana Luiza Mahlmeister - Valor On-line

Com 40 anos de vida, a internet se prepara para mudanças importantes. Criada como uma rede universitária, a Arpanet, no fim da década de 60, a rede mundial de computadores massificou o protocolo IP - o padrão que permite a troca de dados entre os computadores -, foi acumulando camadas de outras redes e agora precisa dar novos passos para continuar crescendo. Para ir além dos atuais 2 bilhões de computadores conectados, os gestores da rede iniciaram um movimento de migração gradual do protocolo IPv4 para o IPv6, que aceita um número praticamente ilimitado de máquinas interligadas.

Outra mudança importante será nos nomes de domínio de primeiro nível (".com", ".net", ".org" etc) que somam apenas 22 e limitam a expansão dos negócios na rede. Previsto inicialmente para o ano que vem, o guia do candidato aos novos domínios - o conjunto de normas que regulará a candidatura aos nomes que serão criados - está em sua versão três, mas a definitiva não tem data para ser lançada. "Há muitos interesses em jogo, pois [a mudança] afetará diretamente marcas e produtos, além de abrir um leque muito maior de empresas registradoras de domínios", explica Karla Valente, diretora de produtos e serviços da Corporação para a Atribuição de Nomes e Números na Internet (Icann, na sigla em inglês) que esteve em São Paulo para participar do evento "A internet do futuro", também patrocinado pela Associação Brasileira de Internet (Abranet).

A Icann, que elabora as normas da internet, propõe a ampliação ilimitada de domínios genéricos de primeiro nível ou gTLDs (generic Top-Level Domain), o nome que vem depois do ponto (com, org etc), sem incluir os nomes de países, regidos por outras regras. Na prática, uma empresa poderia se candidatar a ser proprietária de qualquer palavra na rede mundial como www.notícias, www.finanças ou www.futebol, por exemplo. Os novos domínios podem ser comunidades como www.ianomami, marcas de empresas, setores como www.bancos, produtos e entidades. Para a Icann, isso aumentará muito a complexidade de administração dos domínios, que podem chegar às centenas e até milhares.

Só podem se candidatar pessoas jurídicas. Para se aplicar a um domínio será necessário preencher uma proposta on-line no site da Icann e pagar US$ 185 mil de taxa de análise. Essa candidatura será analisada por vários conselhos internos e colocada em consulta pública para a manifestação de outras empresas. Caso haja oposição, há outras taxas de defesa do domínio. Uma vez aprovado o domínio, a taxa de manutenção anual é de US$ 25 mil. As empresas que se candidataram a determinado domínio poderão fazer uso dele ou licenciá-lo para outros interessados. "A empresa que detém o 'notícias', por exemplo, poderá comercializar o nome para um jornal ou revista que queira fazer uso dele", diz Karla. No caso de duas empresas se aplicarem ao mesmo domínio, haverá leilão, elevando o gasto para muito além dos US$ 185 mil iniciais.

A Icann também poderá enviar a candidatura para análise do World Intelectual Property Organization, que arbitra sobre marcas e propriedade intelectual.

Um dos principais obstáculos ao lançamento do Guia do Candidato é definir possíveis bloqueios de candidaturas e se a Icann poderá fazer isso. A propriedade virtual de palavras como "Deus", "holocausto", "Jesus", "Islã", entre muitas outras, devem provocar polêmica. Há também a oposição de empresas que anteveem a pressão de registrar domínios de todos os seus produtos, elevando muito os custos. Outra dificuldade está nas normas de aceitação de nomes de comunidades pois haverá dificuldade para provar que são representativas (como o domínio www.tupi-guarani, por exemplo). Essas questões não são fáceis de resolver e podem consumir todo o ano que vem, afirma Karla.

Hoje, existem 900 empresas registradoras de domínios (as chamadas "registrars") no mundo. A mais famosa é a Verisign (dona do ".com" e ".net"), com 50% do mercado. Eduardo Parajo, presidente da Abranet, acha difícil que a ampliação dos nomes de domínio represente uma oportunidade para os pequenos provedores de acesso à internet. "O investimento de uma licenciadora de domínios começa em US$ 500 mil. É um mercado para grandes empresas", afirma Parajo.

11.24.2009

Editoras começam a se preparar para o leitor digital

"De fato, toda paixão confina com um caos, mas a de colecionar com o das lembranças. (...) Para ele [o colecionador], não só livros, mas também seus exemplares têm seu destino. E, neste sentido, o destino mais importante de todo exemplar é o encontro com ele, o colecionador, com sua própria coleção." Esses são trechos do ensaio "Desempacotando a minha biblioteca", escrito na década de 30 pelo filósofo alemão Walter Benjamin.

No texto, Benjamin defende a existência de uma relação de apego material entre leitor e livro. A discussão sobre o livro como mera plataforma de texto ou objeto com outras dimensões simbólicas é antiga, mas ganhou força recentemente com o lançamento do leitor eletrônico de livros Kindle, da Amazon, e de aparelhos semelhantes, como o Sony Reader. No Brasil, o equipamento chegou ao mercado há pouco mais de um mês, mas já estimulou editoras a repensar as estratégias de vendas.

..:: Matéria completa: Valor On-Line!

11.23.2009

A evolução da comunicação mediada!



Google não comenta notícia sobre plano para desindexar notícias

O Google preferiu não comentar as notícias de que a Microsoft estaria incentivando a retirada do conteúdo da News Corp do buscador mais usado do mundo. Em nota, o Google repetiu a avaliação de que sistemas de busca são um " benefício real " para os jornais e que mantém políticas de " respeitar os desejos dos donos do conteúdo ".

A polêmica surgiu com reportagem do jornal britânico Financial Times, segundo a qual a Microsoft e a News Corp teriam conversado a respeito de um plano em que o conglomerado de Rupert Murdoch deveria ser pago para que o conteúdo produzido por seus veículos de mídia fosse retirado do sistema de buscas do Google. As informações foram atribuídas a uma fonte próxima, que frisou que as negociações estariam em estágio inicial.

A agência de notícias Reuters também ouviu uma fonte não identificada, segundo a qual as conversas com a News Corp realmente ocorreram. Entre os órgãos de imprensa da News Corp estão o The Wall Street Journal, a Fox News e o The Sun.

Segundo o Financial Times, a companhia de Murdoch não foi a única a ser abordada pela Microsoft, dona do mecanismo de busca Bing. Para o jornal, a iniciativa sinaliza uma tentativa da gigante de software de atingir as margens de lucro do rival, já que o Google teria de começar a pagar por conteúdo dos jornais se a ideia for para a frente. Os Murdoch já disseram que procuram fórmulas para cobrar pelo conteúdo na internet.

Leia mais: Valor On-Line

10.30.2009

Gratuito, uma tendência além da internet

"'There is no such thing as a free lunch'. A clássica frase americana, que se traduz para “não há almoço grátis”, simboliza um tradicional ceticismo do consumidor em relação a produtos ditos gratuitos. Mas, pensemos nos últimos dez anos, alguns dos produtos mais usados da década são os gratuitos Google Busca, Hotmail, MSN, Skype, Twitter. São invenções que modificaram o dia a dia do consumidor, reorganizando a forma como o mundo se vê, comunica e entende.

É inegável que a internet tenha acostumado o público a não pagar por certos tipos de serviços. O que antes era visto apenas como brindes feitos para chamar a atenção a algo comprável virou um modelo de negócios consolidado e bem-sucedido. Em 2008, o Google foi uma das organizações mais lucrativas."

..:: Artigo completo: ABRH-SP

10.19.2009

Internet além das reservas online: mídias sociais

Contato com pessoas diferentes e do mundo inteiro, dinamismo, falta de rotina e agilidade: estamos falando de um hotel ou da internet? Esses dois universos que apresentam tantas coisas em comum estão cada vez mais interligados.

Só no que diz respeito a reservas on line, temos exemplos como a Hoteis.com, que vai investir cerca de US$ 2 bilhões para ter crescimento de 300% no Brasil; o Real Classic Hotel, no qual 86% das reservas são feitas por alguma ferramenta online e a Atlantica Hotels que conseguiu aumento de 57% no acumulado até agosto.

A Hotel 10 teve um incremento de 150% após reformulação de seu site e também a Accor Hospitality está promovendo mudanças em sua página, a qual terá um link para contas pessoais. Outro meio de hospedagem que tem intenção de aumentar o número de reservas nesta modalidade é o Mantra, localizado no Uruguai. A expectativa é obter um crescimento de 15% depois da reestruturação do site.

Embora esses números cresçam cada vez mais, não há nenhuma novidade em se usar a internet para facilitar o processo de reservas. A utilização da web para reforçar os conceitos citados no primeiro parágrafo, referentes ao relacionamento pessoal, é que têm chamado atenção. Entre as principais ferramentas estão os Blogs, Orkut e o Facebook, mas aquela que se destaca atualmente é o Twitter - um serviço de micro blog, no qual as pessoas podem publicar mensagens de até 140 caracteres e escolher outras pessoas de quem elas verão os recados. Só nós aqui do Hôtelier News seguimos cerca de 45 empreendimentos e redes hoteleiras - sim, nós também temos: www.twitter.com/hoteliernews.

Fábio Elói de Oliveira, profissional graduado em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo e com MBA em Planejamento e Gestão Estratégica de Marketing pelo Centro Universitário Fundação Santo André, explica que a rapidez com que uma marca pode ser consolidada com o uso das mídias sociais é um dos pontos fundamentais da questão. "O feedback é imediato e a propagação das informações também. Por isso é necessário ser transparente e cauteloso", diz.

O Beach Park, localizado no Ceará, aproveitou uma de suas personagens - a Dona Foca - para interagir com os hóspedes. A @donafoca conta quem foram os visitantes famosos e indica jogos disponíveis no site do empreendimento.

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7.29.2009

Networking em redes sociais: você acompanha essa tendência?

Por: Renato Grinberg* – Portal Administradores

Networking nada mais é que a construção de relacionamentos que atendem a interesses pessoais e profissionais.

É estar antenado às novidades e às tendências de mercado para se atualizar ao que acontece e fazer novos contatos. Antes da revolução da internet, os únicos meios de fazer esse relacionamento eram por meio de visitas, almoços, cartas e feiras de negócios, métodos necessários ainda hoje, mas que demandam muito tempo e nem sempre são viáveis.

Os meios de comunicação eletrônicos revolucionaram o modo com que as pessoas se relacionam e constroem suas listas de contatos. Hoje muitos profissionais e executivos aderem às novas redes sociais online graças à facilidade do uso, a rapidez e à instantaneidade. Por esses motivos, ferramentas como o Twitter e o LinkedIn, por exemplo, deram certo e hoje fazem tanto sucesso.

Para a conquista de uma oportunidade de emprego, nada melhor mesmo que um bom networking. O microblog Twitter é cada vez mais utilizado para este fim. Portais de recrutamento agora o utilizam para divulgação de vagas e os seguidores economizam tempo, pois as recebem em sua página principal em tempo real. Já o LinkedIn é utilizado exclusivamente para fins profissionais e tem a finalidade de permitir a troca de experiências, a atualização dos acontecimentos do mercado e a interação sobre novas práticas de empresas.

Além disso, uma novidade que, pouco a pouco, toma conta do mercado são as redes colaborativas, que conectam o empregador aos candidatos que estão em busca de uma oportunidade de emprego. Há alguns anos as empresas eram acostumadas a receber pilhas de currículos e demoravam muito tempo para filtrá-los. Hoje as ferramentas da internet e do computador fazem isso em segundos. É muita facilidade e possibilidade de integração.

Esses são apenas alguns exemplos das muitas possibilidades de interação. O que mudou com a ascensão da internet foi que ela trouxe uma maneira muito mais rápida, prática e assertiva de realizar contatos. Basicamente, o acesso a informação se tornou muito mais democrático. Mas é importante ressaltar que não podemos esquecer-nos completamente do contato pessoal e que a internet e qualquer outra ferramenta de comunicação deve ser usada como um facilitador para esse tipo de contato e não como um substituto.

Se utilizados corretamente, os meios de comunicação online e as redes sociais podem ser ótimas ferramentas de apoio ao profissional para conquistar espaço no mercado de trabalho, por meio de outras pessoas que já estão lá, além de divulgar o seu potencial e as competências a quem precisa saber da sua existência. Tenha bom senso e aproveite o que a internet oferece ao seu favor.


* O autor é diretor Geral da Trabalhando.com.br e especialista em mercado de trabalho. Aos 35 anos, Grinberg tem em seu currículo passagem por várias multinacionais, como a diretoria Geral da Latin American Multichannel Advertising Council (LAMAC), além de uma carreira internacional tendo trabalhado em empresas como a Sony Pictures e Warner Bros. em Los Angeles. Renato é formado em Música e Filosofia pela FAAM, pós-graduado em administração de empresas pela UCLA e possui MBA pela University of Southern California, Marshall School of Business.