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12.10.2009

Changements climatiques : le grand tournant - Les blogs du Diplo

"Organisée par la Convention-cadre des Nations unies sur les changements climatiques (CCNUCC), la conférence de Copenhague (7-18 décembre 2009) regroupe les 193 nations membres, plus d’une soixantaine de chefs d’Etat et nombre d’institutions internationales et d’organisations non gouvernementales qui tenteront de trouver un accord et de nouveaux objectifs pour poursuivre les efforts (modestes) engagés en 1997 lors de la création du Protocole de Kyoto. Ratifié par 175 pays (tous sauf les Etats-Unis…), il viendra à expiration en 2012. Les participants auront deux semaines pour s’entendre sur un nouveau chiffre de réduction pour les émissions de gaz à effet de serre, et surtout sur la répartition des efforts entre les pays riches et les pays pauvres.

Le président des Etats-Unis, M. Barack Obama, qui sera de la fête, a annoncé fin novembre, à la surprise générale, des objectifs chiffrés: une réduction de 17% des émissions de gaz à effet de serre d’ici 2020 par rapport au niveau de 2005. Cette annonce a déjà été jugée insuffisante par les mouvements écologistes qui ont demandé aux Etats-Unis de faire plus d’efforts. En réponse, Washington s’est dit prêt à s’engager sur 30% de réduction en 2025 et 42% en 2030. Quasi simultanément, Pékin dévoilait ses propres chiffres: une réduction de 40% à 45% de son « intensité carbonique » (émissions polluantes par unité de PIB) d’ici 2020 par rapport à 2005, soit un objectif beaucoup plus ambitieux. Par ailleurs, l’Union européenne s’est engagée sur une réduction de 20% et s’est dit prête à aller jusqu’à 30%.

Les scientifiques, par la voix du Groupe d’experts intergouvernemental sur l’évolution du climat (GIEC), estiment qu’une réduction de 25 à 40% d’ici 2020 par rapport au niveau de 2005 est indispensable pour contenir l’élévation de la température à moins de 2 degrés, chiffre au delà duquel les dérèglements climatiques vont s’aggraver de manière irréversible."

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Brasil terminará ano com mais de 1,3 milhão de empregos, afirma Lula

Por: Azelma Rodrigues - Valor On-line

Mesmo com o aperto da crise no início do ano, o Brasil deve fechar 2009 com a geração líquida de mais de 1,3 milhão de empregos formais, segundo afirmou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Há "viés de alta no emprego", disse, ao comentar ainda que a crise mostrou "a analistas e palpiteiros que aumentar salário dos pobres não causa inflação."

Ao discursar na última reunião do ano do Conselhão, Lula afirmou que o pacote de medidas pós-crise anunciado hoje tem o objetivo de consolidar a economia brasileira. Ele comentou, em especial, a criação da Letra Financeira, espécie de debênture que possibilitará aos bancos captarem recursos de longo prazo, para também emprestarem a prazos maiores.
"Por que fazemos isso? Porque nós queremos a economia brasileira cada vez mais consolidada. Ela não pode depender de um banco, não pode depender de uma empresa; não pode depender de um governo; não pode depender de uma pessoa. Nós temos que depender de um todo. É como se fôssemos uma orquestra", disse Lula.
Segundo ele, a crise financeira global deixou lições importantes, ao mostrar que "não foi apenas por uma questão de sorte" que seu governo passou com sucesso por ela, já que em três crises anteriores "o país quebrou".

Disse que o país comemora a geração de empregos, num ano em que o presidente Barack Obama comemora, nos Estados Unidos, "a diminuição de queda no emprego". De janeiro a outubro, o Ministério do Trabalho acusou a criação de 1,1 milhão de empregos com carteira assinada.

Pouco antes de Lula, na mesma reunião, o ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, previu que em 2010 podem ser gerados cerca de 2 milhões de novos empregos.

Mesmo tendo saído da crise, Lula disse que não cabe ao governo comemorar e, sim, deixar que o povo festeje. "Se está dando certo, temos que fazer mais", prosseguiu. Em referência às medidas oficiais anticrise, ele acrescentou que houve distribuição de renda, e destacou a importância do diálogo do governo com empresários e trabalhadores.

O presidente Lula lembrou os tempos em que representantes do Brasil procuravam o Fundo Monetário Internacional (FMI) "cabeça baixa", quando "a humilhação era do porteiro do prédio ao diretor-geral", enquanto hoje o país "tem poder de veto" na concessão de financiamento pelo organismo internacional. "Olha que chique. Parece pouco, mas quem não lutou por liberdade, não sabe o amor de uma conquista como essa", comentou.

Ele também disse que o governo tem que ficar de olho nas despesas, "não ficar rasgando dinheiro. Não é porque tem eleição ano que vem que vai se fazer dívida, que depois não se consegue pagar".

Lula se despediu dos membros do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (Conselhão) estimulando-os a comprarem "quantos panetones quiserem" para comemorar as festas natalinas.

12.09.2009

Recolocação no mercado de trabalho: existe diferença entre Brasil e outros países?

As previsões de contratação no mercado de trabalho para 2010 são otimistas em todos os setores, depois do ano turbulento que foi 2009. Pelo menos no Brasil. Notícia boa para quem está sem emprego. E em relação ao resto do mundo, será que existe diferença na recolocação e volta ao mercado de trabalho?

Segundo o gerente da Robert Half, Fabio Saad, a situação econômica brasileira permite mais facilidade no momento de contratação do que em outros países, como os Estados Unidos, que foi afetado mais fortemente pela crise. Outro motivo é a expansão dos investimentos no Brasil, que tem reflexos diretos na contratação de mão-de-obra.

..:: Comparação entre processos seletivos ::..

Ao comparar o processo seletivo brasileiro e de outros países, nota-se que eles são praticamente iguais. Na primeira fase, existe uma dinâmica de grupo, seguida de entrevista na consultoria que é responsável pelo processo ou na área de recursos humanos da empresa e da aprovação do gestor da área, de acordo com a função para a qual o candidato concorre.

Uma das poucas diferenças está no tempo em que se leva desde a abertura da vaga até a contratação. No Brasil, a velocidade é muito maior, já que existe uma demanda grande por parte das empresas.

Também existe diferença na quantidade de pessoas entrevistadas: no País, as empresas selecionam de cinco a seis candidatos por vaga, enquanto no exterior o número é maior. Isso pode ser explicado pelo fato destes países terem menos postos de trabalho, o que aumenta a concorrência.

..:: Volta ao mercado de trabalho ::..

Mesmo com as novas oportunidades de trabalho disponíveis no Brasil, o profissional que ficou um tempo sem trabalhar encontra dificuldades na recolocação.

O candidato que ficou um período sem exercer sua profissão tem desvantagens ao concorrer com uma pessoa que está ativa no mercado de trabalho, pois as empresas preferem aqueles que estão atualizados.

Ao ser comparado com o mercado de trabalho externo, a situação é a mesma, com o agravante que, como o número de vagas é menor no exterior, as chances de conseguir emprego também são.

..:: Dicas ::..

O primeiro passo para quem deseja mudar de emprego ou recomeçar sua carreira é acessar e manter contato com seu networking.

"A melhor maneira de encontrar uma oportunidade é pelos amigos ou ex-colegas de trabalho. Até mesmo as empresas, quando abrem uma vaga, vão procurar candidatos primeiro por indicações", afirma Saad.

Outras dicas são enviar currículo para a área de recursos humanos das companhias e se cadastrar em empresas de recrutamento.

..:: Fonte: Infomoney

Entre a Solidão e o Medo

Por Enrico Cardoso - Administrando.biz

A vida de um empreendedor não é fácil. Digo isso, não pelos desafios, pelas dificuldades e pelas grandes tarefas que um empreendedor tem que fazer. Obviamente, todo mundo que entra nessa sabe que isso será o mínimo. Que os desafios serão inúmeros e que, provavelmente, as coisas nunca mais serão as mesmas.

Eu falo isso porque no início de um negócio (a não ser que você tenha um investidor milionário), o caixa não vai fechar, as coisas não vão andar, as pessoas vão achar que você é louco por estar trabalhando de graça. Sim, você, queira ou não, vai ter de trabalhar de graça por um tempo.

As pessoas vão, a todo tempo, mandar você procurar um emprego, porque empreendedorismo não enche barriga, não dá dinheiro. E você, muitas vezes não vai ter paciência para explicar as pessoas que empreendedorismo não está relacionado com dinheiro, mas sim com construção.

Já que você não vai ter tempo, nem paciência de explicar sobre o que é feito o empreendedorismo, eu vou ajudá-lo e explicar de uma vez, para que quando alguém venha lhe falar alguma coisa, você simplesmente mostre este artigo a esta pessoa.

Empreendedorismo não está, nem um pouco relacionado com ganhar dinheiro. Pelos menos diretamente. Empreendedorismo significa construir. Quando você tem um filho, você quer que o seu filho tenha uma boa educação, que seja ética e moralmente correto, que não seja roubado de você pelo tráfico, pelas drogas, pelas pessoas erradas. Você quer que ele seja o melhor filho do mundo, mas não se importa se ele vai ser o homem mais rico do Brasil, ou se ele terá, todo mês que sofrer para fechar o orçamento. Obviamente, que você quer que ele tenha uma folga financeira, mas não poderá fazer as escolhas dele no lugar dele. Os passos precisarão ser dados por ele.

A mesma coisa é o empreendedorismo. Empreendedorismo é construir. Você que construir uma empresa que tenha uma cultura diferenciada, que proporcione a clientes e funcionários um prazer inenarrável em estar ao seu lado, que esteja pronta para contar uma história, que seja reconhecida por entregar valor.

O dinheiro é consequência. O dinheiro vai vir se você tiver pensando em coisas que realmente importam, como entregar valor, ser amado por seus clientes (como Amazon.com e a sua mais nova aquisição, a Zappos). O dinheiro vem como consequência de um trabalho bem realizado. LEVA TEMPO (mais do que você imagina), mas ele chega.

E aí, você ainda vai ter que continuar não tendo foco no dinheiro, sem perder o foco dele. O que eu quero dizer com isso? Você tem que continuar deixando o dinheiro como consequência de um trabalho MUITO bem realizado, que seja um TESÃO para seus clientes e funcionários e, mesmo assim, controlar o dinheiro, para que ele não acabe. Até porque, muitas pessoas têm a péssima mania de falir não quando estão sem clientes e sem pedidos, mas sim, quando estão cheios de pedidos transbordando e com alguns clientes.

Mesmo assim, quando você estiver no auge, muitos vão continuar achando que você é louco. Isso porque, muitos a seu redor NUNCA irão trocar um emprego fixo, com garantias de ganhos mensais, CLT, 13º salário, férias, FGTS, PIS e etc. para mergulharem no submundo secreto do empreendedorismo.

Por isso que eu disse que o empreendedor é sozinho. Por um lado, muitos, dentro da empresa só querem saber de amizades para tirar algum proveito do chefe. Será difícil, muito difícil mesmo, alguma aproximação sem nenhum interesse. Isso quando houver alguma aproximação. Muitas pessoas não estão acostumadas com liderança de verdade, mas sim com chefes. Por outro lado, em casa, muitos vão achar que você está maluco, que está se desligando das pessoas e, se você for casado, sua mulher terá que ter uma cabeça muito boa. Caso contrário, ela vai achar qualquer coisa (que você a está traído, que não a ama mais, etc.), menos que você está trabalhando todo dia até tarde. Assim, os empreendedores vão crescendo suas empresas e, cada vez mais estão mais sozinhos, com a companhia de sua empresa e de seu dinheiro. Por um lado são loucos, por outro infiéis.

Cabe a alguns deles, a sorte de familiares compreensíveis e de amigos loucos, assim como ele. Caso contrário, vamos nos consolando com os livros, escritos por doidos como nós.

Isso até que a morte nos separe. Ou até que as pessoas comecem a entender o nosso estilo de vida.

Acorda!! Tá na hora de mudar o mundo...



Vinhos & Cia - Submarino.com.br