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12.11.2009

ABBTUR: Comissão de Turismo e Desporto da Câmara Federal presta homenagem à nova diretoria

Na reunião ordinária da Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados (CTD), realizada no dia 09 de dezembro, o presidente Afonso Hamm (PP-RS), fez homenagem a nova diretoria eleita da Associação Brasileira dos Bachareis em Turismo (ABBTUR), para o período de 2010/2011. Na oportunidade, foi empossada a presidente, Tania Omena - Seccional Rio de Janeiro.

Também foram empossados outros membros da diretoria: vice- presidente, Rosana Lima - seccional Ceará; diretor financeiro - Paulo Henrique Martins - Seccional Rio de Janeiro; e Secretária executiva - Rita Michelon – seccional do Rio Grande do Sul. Também prestigiou a solenidade o secretário de Turismo de Porto Alegre, Luiz Fernando Morais.

Conforme Hamm, a associação tem como objetivo principal contribuir para o desenvolvimento da atividade turística em geral e conhecimento de novas tecnologias, disponibilizando e trabalhando em prol da cadeia produtiva do turismo. A sua missão é congregar, defender e representar os bachareis em turismo promovendo ações que favoreçam maior atuação dos profissionais no mercado de trabalho de forma ética e comprometida.

..:: Turismo ::..

O presidente da CTD destacou que é uma honra para a comissão ter sido escolhida para servir de cenário da posse da diretoria desta entidade que muito bem representa essa categoria que tem promovido a expansão e desenvolvimento do turismo nacional.
Na oportunidade, o secretário de Turismo de Porto Alegre parabenizou o deputado Afonso Hamm pelo trabalho que tem desenvolvido em prol do turismo brasileiro, em especial o Rio Grande do Sul. “O deputado tem capacidade de movimentação, integração e articulação em diversos segmentos do turismo brasileiro”, observa.
Ele informou que os secretários de Turismo das capitais e destinos indutores formaram a Associação Nacional de Secretários e Dirigentes de Turismo das Capitais e Destinos Indutores (Anseditur), cujo objetivo é integrar o Brasil, trocar experiências e ser interlocutor nas esferas governamentais.

A presidente da ABBTUR NACIONAL, a turismóloga Tania Omena, destaca que a escolha pela CTD se deve ao apoio que tiveram dos parlamentares para o reconhecimento desta profissão, que no país tem 180 mil egressos. “A Comissão é o fórum de reconhecimento público da sociedade brasileira e o turismólogo precisa deo aval desta entidade que tem importantes decisões para o turismo brasileiro”, ressalta.

A secretária executiva, Rita Michelon, que também é presidente da Associação no Rio Grande do Sul, comenta que a entidade tem trabalhado na capacitação dos turismólogos e no desenvolvimento de base. A primeira subseccional do país surgiu no Rio Grande do Sul, Atuando de acordo com a Regionalização do Turismo. Rita comemora que a CTD é presidida por um gaúcho que tem se interessado e trabalhado pelo crescimento do turismo.

..:: PROJETOS APROVADOS NA REUNIÃO ORDINÁRIA DA CTD ::..

Confira os projetos aprovados na reunião desta quarta-feira na Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados, presidida pelo deputado federal Afonso Hamm (PP-RS).

* PROJETO DE LEI Nº 6.270/09 - do Sr. Silvio Torres - que "estabelece normas sobre a definição das ações destinadas à Copa do Mundo de Futebol de 2014 e aos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016 e sobre a forma de planejamento, execução, acompanhamento e fiscalização da aplicação de recursos públicos destinados aqueles eventos". RELATORA: Deputada THELMA DE OLIVEIRA. PARECER: pela aprovação, com emendas. APROVADO O PARECER.

* PROJETO DE LEI Nº 4.078/08
- do Sr. Vital do Rêgo Filho - que "dispõe sobre o exercício da Profissão de Agente de Turismo". RELATORA: Deputada LÍDICE DA MATA. PARECER: pela aprovação deste, e da Emenda de Relator 1 da CEC, com emenda. Vista ao Deputado Valadares Filho, em 11/11/2009. APROVADO O PARECER.

* PROJETO DE LEI Nº 5.534/09 - do Sr. José Mentor - que "veda a transmissão de lutas marciais pelas emissoras de televisão na forma que especifica e dá outras providências". RELATOR: Deputado FÁBIO FARIA. PARECER: pela rejeição. VISTA AO DEPUTADO VALADARES FILHO.

* PROJETO DE LEI Nº 5.862/09 - do Sr. Valadares Filho - que "dispõe sobre concessão de incentivos fiscais do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica - IRPJ, a empresas de turismo que empreguem, no seu quadro de funcionários, jovens oriundos de programas sociais do Governo Federal na condição de Aprendiz, e dá outras providências". RELATOR: Deputado FÁBIO FARIA. PARECER: pela aprovação. APROVADO O PARECER
..:: Mais Informações ::..

COMISSÃO DE TURISMO E DESPORTO / Gabinete do deputado AFONSO HAMM
Telefones (61) 32166830 / 32155467
Jornalista e Chefe de Gabinete - Márcia Godinho Marinho
(61) 99099010 – imprensamarciamarinho@gmail.com
www.afonsohamm.com.br

Com a palavra o Ilmo. Sr. Ministro do Turismo Luiz Barretto

12.10.2009

Injetar recursos é confiar no próprio negócio

Informe Publicitário - Cadero do Empreendedor - Vol.6

Planejar gastos para crescer e se aperfeiçoar fortalece a empresa e a torna mais segura.

"Além de melhorar a competitividade, investir na própria empresa é a maior prova de que o empreendedor acredita no que está fazendo e tem interesse em crescer. A definição é do consultor do Sebrae-SP, Luis Alberto Lobrigatti, para quem o investimento sólido no próprio negócio é a melhor aposta que o empresário pode fazer.

Investimentos são os recursos com os quais se vai montar, expandir ou melhorar um negócio. Para que eles sejam bem-sucedidos, é fundamental que, antes, tenham sido bem-planejados. O pior cenário para qualquer empresa - embora ele às vezes possa ocorrer - é decidir um investimento na base da correria, para atender a uma necessidade urgente, e ainda com elevado endividamento.
O planejamento começa com uma avaliação sobre a necessidade de investir, em que (máquinas, instalações, veículos, capital de giro, estoque, etc.), quanto e como, sempre com o intuito de manter a empresa competitiva ou, melhor ainda, incrementar seu desempenho. No caso da indústria, o resultado não precisa necessariamente elevar a capacidade de produção. Pode, por exemplo, melhorar a produtividade, modernizar o processo produtivo ou reduzir os custos. Também é possível obter avanços com o aumento da capacidade de vendas ou da prestação de serviços, ou ainda ganhar fôlego para financiar os clientes - o que, em geral, resulta em mais vendas ou novos contratos.
O passo seguinte é decidir como o investimento será pago. O empreendedor tem de saber se a empresa já tem o dinheiro para isso, se vai necessitar de aporte de capital por parte dos sócios, se vai fazer uma reserva a partir do lucro para aplicar mais tarde ou se pretende pagar o investimento em parcelas.

Caso pretenda usar recursos da própria empresa, o empreendedor tem de ter cuidar para não afetar o capital de giro. Para pagar o investimento de forma parcelada - diretamente com os fornecedores ou o banco - a dica é conhecer antes o potencial de lucro. A ideia, nesse caso, é que a lucratividade antes do investimento seja capaz de cobrir as parcelas com alguma folga. Assim, a empresa não só não se aperta como não corre risco excessivo e tem mais segurança por conta do aumento da lucratividade depois que o investimento começar a dar retorno.

Quando o investimento é pago com recursos dos sócios (aportes de capital), eles precisam entender que há um prazo de maturação para que o montante possa ser devolvido em forma de lucratividade maior. Já no caso de financiamento obtido com terceiros, o consultor recomenda 'bastante cautela e avaliação'. É que o recurso costuma aumentar bastante o risco da operação.

Segundo Lobrigatti, o financiamento exerce uma pressão sobre a empresa para cumprir prazos e valores acertados com o credor. Nessa situação também é importante conhecer o potencial de geração de lucro para checar se as parcelas cabem sem sacrifícios no resultado da empresa.

..:: Início também é investimento ::..

Abrir uma empresa também requer investimento e planejamento, assim como saber onde buscar os recursos. Veja as dicas do consultor do Sebrae-SP, José de Arimatea Dantas.
- O primeiro passo é saber quanto será necessário investir para montar o empreendimento. Isso pode ser feito com um plano de negócios.

- Uma loja, por exemplo, terá de se instalar, comprar mercadorias, fazer a divulgação necessária e contratar funcionários.

- Mesmo depois de aberto, muitos gastos deverão ser cobertos pelo empreendedor antes de a receita obtida pela empresa ser suficiente para honrá-los. O tempo varia de negócio para negócio e é fundamental que o empreendedor tenha bom conhecimento do tipo de mercado.

- Se o proprietário do negócio não tiver reservas próprias suficientes para cobrir essas despesas, deve analisar a melhor estratégia para obter o dinheiro com o menor custo financeiro."

Informar-se ajuda a tomar decisões certas

Empreendedor precisa saber o que dizem os números para administrar melhor seu negócio.

Diz um velho adágio que informação é poder. De fato, quem está atualizado pode tomar decisões mais rápidas, práticas e seguras. Mas quando se tem a responsabilidade de conduzir uma empresa, como saber que tipo de informação é preciso ter? O primeiro grande desafio é conhecer o próprio negócio, afirma o consultor do Sebrae-SP, Jorge Luiz da Rocha Pereira. Tão importante quanto saber onde se está pisando é a capacidade de analisar a situação financeira da empresa. Para isso, o empreendedor dispõe de duas ferramentas básicas: fluxo de caixa e demonstrativos de resultado.
"Deve-se sempre fazer o controle de contas a pagar e a receber, a da entrada e saída de dinheiro", afirma José de Arimatea Dantas, também consultor do Sebrae-SP. Esse é o chamado fluxo de caixa, no qual são lançadas diariamente as entradas e saídas de dinheiro. É o instrumento que permite saber exatamente quanto a empresa tem disponível, quanto terá nos próximos dias e quanto falta ou sobra para honrar despesas mais imediatas.
Pelo fluxo de caixa, consegue-se visualizar se a entrada de recursos é ou não suficiente para suportar as despesas ou se é necessário buscar algum tipo de financiamento externo. Ele também ajuda a planejar compras, pagamentos e até recebimentos, embora seja comum a empresa de pequeno porte não ter muito controle sobre essas variáveis.

Quase sempre, a simples análise de como ocorrem os descasamentos pode indicar possíveis caminhos para solucionar o problema, como renegociar prazos ou recorrer ao capital de terceiros (empréstimos). No entanto, só o acompanhamento diário das informações permite visualizar com exatidão onde estão os buracos a serem tapados.

Já o Demonstrativo de Resultado do Exercício (DRE) serve para mostrar qual o resultado financeiro da empresa em um período de um ano, embora seja importante o acompanhamento da evolução mensal. Por meio dele, o administrador consegue verificar se estão sendo cumpridas suas metas (de vendas, de lucratividade, etc.). A informação permite ainda analisar como a empresa está trabalhando, detectar eventuais problemas na gestão financeira e buscar alternativas para melhorar o desempenho do negócio.

Embora o DRE e o fluxo de caixa sejam ferramentas essenciais, o gestor financeiro não deve ater-se somente a elas. Toda informação que possa melhorar a análise financeira do empreendimento e causar impacto positivo no negócio pode e deve ser levada em conta. Saber, por exemplo, o que os analistas projetam para a economia como um todo e para o seu mercado em particular, como vão se comportar preços e salários, qual é a expectativa de trabalho e renda do público que consome seus produtos e serviços, quais as tendências do mercado e onde podem surgir novas oportunidades, entre outras, é uma boa maneira de planejar as ações e ter uma noção de mais longo prazo sobre o que pode ser feito para incrementar o negócio.
O que o DRE pode mostrar.

Como está o faturamento em relação ao ponto de equilíbrio, ou seja, se o retorno do negócio está ou não sendo suficiente para pagar os custos.

Como estão as margens de lucro. Se estiverem baixas, é sinal de que os preços fixados pela empresa estão subestimados.

O peso das despesas financeiras. Quando ele é grande demais é porque a empresa tem uma necessidade de caixa não coberta, ainda que de forma temporária. Ela acaba gastando com juros um dinheiro que poderia se transformar em investimento, capital de giro ou até lucro.

..:: Como fazer o fluxo de caixa ::..

Anote todos os recursos que entram em saem da empresa, diariamente.

Vendas ou prestação de serviços pagas a prazo devem ter seus valores lançados no dia do vencimento. O mesmo vale para os pagamentos a efetuar.

Analise o fluxo. Veja se a entrada de recursos prevista para os próximos dias ou semanas é compatível com os pagamentos a serem feitos.

Caso os pagamentos vençam antes dos recebimentos, veja se é possível renegociar prazos para evitar ter de cobrir as despesas com financiamento externo, sempre sujeito a juros, ou com uma parcela do capital de giro.

Corrija datas e valores caso receba ou pague fora do prazo (antes ou depois) inicialmente estipulado, para manter o controle do fluxo.

..:: Fonte: Folha On-line!