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1.04.2010

Othon vai reformar rede e quer sócio em 2013

Por: Alberto Komatsu - Valor Online

A rede brasileira de hotéis Othon, fundada em 1943, pretende investir R$ 50 milhões até 2013 para reformar seus principais empreendimentos no país. Após essa etapa, a empresa quer vender até 40% de suas ações para um fundo de investimento, conta o presidente do Conselho de Administração do grupo, Álvaro Bezerra de Mello, de 78 anos. Outra meta, acrescenta ele, é alcançar o equilíbrio financeiro em 2010, quando espera reverter as perdas de R$ 6 milhões acumuladas até novembro deste ano.


"Na hora em que tivermos com nossos hotéis em ordem, a iniciativa seguinte será agressivamente procurar os grandes parceiros", conta o pernambucano Bezerra de Mello, filho do fundador da rede, Othon Lynch. Parte dos recursos para as reformas serão pleiteados com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que criou uma linha de financiamento de R$ 1 bilhão focada em obras de reformas de interiores de hotéis, com a preservação da fachada (atividade conhecida como retrofit).

Caçula de 11 irmãos, o presidente do Conselho de Administração da rede Othon afirma que ainda não foram iniciadas aproximações com potenciais investidores interessados em adquirir ações da empresa, que tem registro de companhia de capital aberto desde 1980. Seu primeiro hotel, o Aeroporto Othon, no Rio, tem 66 anos de funcionamento.
Com faturamento anual da ordem de R$ 100 milhões, a rede Othon tem 20 hotéis no Brasil, sendo a metade no Rio de Janeiro, onde está a sede da empresa. Também opera cinco empreendimentos no exterior, sendo um nos Estados Unidos (São Francisco), três em Portugal (dois em Porto e um em Lisboa) e outro na Espanha (Madri). De acordo com o balanço do terceiro trimestre, sua receita líquida somou R$ 72,9 milhões até setembro, um crescimento de 5,4% na comparação com igual período de 2008.

"Uma vez que a gente tenha nosso parque renovado, vamos focar nossa bandeira na busca de contratos de gestão. A construção de novos hotéis também é uma porta que gostaríamos de abrir com certeza", afirma o diretor-superintendente da rede Othon, Fernando Chabert. "Queremos fazer o que as multinacionais estão fazendo, por que não?", acrescenta Bezerra de Mello.
O plano do grupo é obter a gestão de hotéis em São Paulo e interior, além de Brasília, regiões prioritárias para a empresa. Já as reformas, que tiveram início em 2009 em dois empreendimentos no Rio, serão direcionadas para hotéis de cidades como Salvador e Belo Horizonte. Uma das reformas mais importantes será a do Rio Othon Palace, maior hotel da bandeira Othon no Rio de Janeiro, inaugurado em 1975, com 600 quartos.

"Nossa ideia é nos fixarmos nos nossos grandes hotéis. Não há nenhuma ideia de vender alguma coisa", diz Bezerra de Mello. Ele se referiu às informações veiculadas pela imprensa de que a rede Othon seria alvo de potenciais investidores, como a GP Investimentos, que negou tanto o interesse no negócio quanto ter havido qualquer aproximação com a rede Othon.

Bezerra de Mello desmentiu qualquer negociação para a venda da empresa, mas admitiu que há investidores que manifestam seu interesse por meio de corretores. "As pessoas que vêm oferecer, e que eu nem recebo, cada dia vêm com um preço diferente. Não há interesse nenhum [em vender a rede]", diz o executivo.

A rede Othon teve lucro operacional de R$ 18 milhões até novembro, informa Chabert. Segundo o diretor-superintendente da empresa, esse valor representa 15% de crescimento em relação ao mesmo período de 2008. Ele afirma que a taxa de ocupação dos hotéis durante o período de festas de fim de ano registram expansão de 8%, na comparação com o ano passado. Para 2010, a perspectiva é a de que a receita aumente 8%.

Em seu último balanço, do terceiro trimestre de 2009, a rede mostrava uma dívida contraída por meio de empréstimos e financiamentos de R$ 10 milhões. O caixa da empresa contava com R$ 518 mil até setembro.

1.03.2010

Say No More: The Banned Words of 2010 - TIME - StumbleUpon

"A new year means a chance to leave some of the tired words and phrases of 2009 in the past. At least that's the theory of the wordsmiths at Lake Superior State University, who released their 35th annual (deep breath) List of Words Banished from the Queen's English for Mis-use, Over-use and General Uselessness.
This year's fifteen offenders make up a tech-heavy list. 'Tweet' (and any variation thereof) is included, as is 'friending' or 'unfriending' someone. 'App' — as a shortened word for application — is another offender. And at the end of a rough financial year, much of the jargon of economic pain has run its course: 'In these economic times,' 'toxic assets' and 'too big to fail' have no place in 2010. (See the top 10 buzzwords of 2009.)
Some surprising omissions? None of 2009's most overused health care buzzwords were included ('public option,' anyone?). But Obama himself makes the list, though only as a prefix — Obamanomics, Obamanation, etc. — as do his 'czars.' Glenn Beck could need to come up with a whole new vocabulary in 2010. .

The small Michigan university receives thousands of nominations over the course of the year before culling to the most flagrant offenders. Does the list hold any actual power? Some of the banned words from 2008 still crept into conversation last year: 'bailout', 'Wall Street/Main Street' and 'carbon footprint' continue to be abused. Thankfully, 'first dude', 'maverick' and 'game changer' were relegated to the sidelines. (See the top 10 quotes of 2009.)

The complete 2010 list:

1. Shovel-ready
2. Transparent/Transparency
3. Czar
4. Tweet
5. App
6. Sexting
7. Friend as a verb
8. Teachable Moment
9. In These Economic Times...
10. Stimulus
11. Toxic Assets
12. Too Big to Fail
13. Bromance
14. Chillaxin'
15. Obama as a prefix"

..:: Font
: Say No More: The Banned Words of 2010 - TIME - StumbleUpon



Vinhos & Cia - Submarino.com.br

Confira 11 dicas para conquistar seus objetivos

..:: Fonte: InfoMoney

Final de ano é o momento ideal para fazer o balanço dos acontecimentos, avaliar a carreira, refletir sobre erros e acertos e planejar o futuro. Se você já fez isso no final do ano passado e seus objetivos não foram cumpridos, algo está errado. Mas o que será?

Para a coach e diretora da CrerSer Mais - Desenvolvimento Humano e Profissional, Roselake Leiros, as pessoas devem parar de responsabilizar fatores externos por seus insucessos. O que impede a realização de desejos e planos está dentro das pessoas.

..:: As 11 dicas ::..

A coach destacou 11 dicas para a realização das metas em 2010, tanto na vida pessoal como na profissional. Confira abaixo:

1. Continue querendo sempre o melhor;

2. Formule objetivos de forma positiva. Diga o que quer e não o que não quer;

3. Sustente o seu objetivo: se quer que seu chefe lhe dê um aumento, diga que vai desenvolver determinadas ações para conquistar o aumento;

4. Você é uma individualidade. É comum acreditar que as pessoas vivem um padrão e que não têm poder de mudar, mas você pode viver do jeito que achar melhor;

5. Separe o tempo de sonhar, o de planejar/realizar e o de avaliar/criticar. É importante assumir o planejamento e fazer os ajustes necessários para poder realizá-lo;

6. Lembre-se de alimentar todas as áreas da vida, tanto a familiar como a profissional e a financeira;

7. Tenha pensamento positivo sobre seus objetivos, mesmo que algo o desanime;

8. Avalie o contexto geral. Pergunte-se se dentro de você existe alguma objeção em relação ao que deseja. Faça uma análise e evite o "auto-boicote";

9. Use todos os sentidos para realizar suas metas. Crie um quadro mental com todos os detalhes de seu objetivo, complete e ajuste até ficar do jeito que deseja. Viva como se já estivesse lá e sinta este momento da realização. Esse exercício abre caminhos neurais que fazem a realização dos objetivos;

10. Faça uma lista e escreva o que deseja. É importante tornar o que você quer algo palpável;

11. Comemore a realização. A alegria e a gratidão são emoções que validam o esforço da trajetória e motivam para novas realizações.



1.02.2010

Simplicidade e Simpatia – Receita para o primeiro dia de trabalho

Por: Ione Luques - O Globo

O primeiro dia de trabalho sempre causa um friozinho na barriga. A maneira como se comportar e como será recebido pelos colegas são questões que causam ansiedade e insegurança em muitos profissionais que estão iniciando uma nova fase na carreira. Pois as principais dicas dos consultores de RH para quem quer causar boa impressão são: simplicidade e simpatia. O ideal é não chamar atenção demais. Nem, claro, passar despercebido.

Para Rudney Pereira Junior, gerente de projetos do Grupo Foco, colher informações sobre a empresa e seus gestores transmite a segurança necessária para o dia D.

- Mas o novo funcionário precisa entender que, nos primeiros dias, deve adotar uma postura de observador e não ter vergonha de perguntar. Claro que deve refletir bem sobre quais perguntas fazer. Caso contrário, pode tornar-se inconveniente - afirma o consultor.

Para Mauro Schweizer Leite, sócio-diretor da Insight Consulting, empresa de consultoria especializada na área de gestão empresarial, há situações distintas, conforme a faixa etária do novo funcionário. Se for uma pessoa jovem e com pouca ou nenhuma experiência, deve-se levar em conta que quem o contratou não espera uma contribuição revolucionária logo de cara.

Da mesma opinião de Pereira Junior, Schweizer afirma que o novo empregado deve buscar entender o ambiente, conhecer bem a empresa e seu papel, demonstrando interesse, humildade e entusiasmo. Uma boa forma de buscar informações, diz ele, é navegar no site da empresa, procurar notícias na mídia e conversar com quem conhece bem a companhia.

- Isso acelera a adaptação e demonstra empenho e interesse. Saber ouvir também é importantíssimo - completa.

Para causar boa impressão, simpatia é a palavra-chave na opinião de Pereira Junior. Da mesma forma que tudo é novidade para o novo funcionário, a empresa, as áreas e as pessoas também o verão como uma nova peça da engrenagem:

- A adaptação é mútua. Estar inserido no contexto e procurar ser simpático, sem ser forçado, são condições que trazem uma adaptação sem traumas.

Schweizer acrescenta que o novo funcionário não deve querer passar por algo ou alguém que não é, pois, normalmente, o disfarce é logo desmascarado. Também não deve subjugar quem já atua na área: antes de sair afirmando ou sugerindo transformações, o novato deve entender o que já foi feito e o porquê. Deve ainda descobrir ''o caminho das pedras'' para ver qual a melhor forma de viabilizar suas idéias.

- Humildade, cordialidade e simpatia são as melhores armas para causar boa impressão e se adaptar bem à nova empresa - afirma Schweizer.

..:: Como lidar com o chefe ::..

Lidar com os chefes no começo pode ser motivo de ansiedade e o o ideal é conhecer o terreno primeiro. A forma como o funcionário deve agir vai depender muito do gestor - se é mais formal ou despojado.

- Independentemente de seu estilo, a regra básica é olho no olho, mas sempre de forma respeitosa. O chefe quer saber se o funcionário é digno, responsável e, sobretudo, que pode confiar nele - diz Schweizer.

Pereira Junior acredita que, no período de adaptação, discrição é fundamental. Evitar comentários que podem ser mal interpretados e respeitar os horários são atitudes fundamentais.

- O ideal é observar o funcionamento de sua área para que a adaptação seja rápida e indolor.

..:: A hora do almoço ::..

A hora do almoço é um capítulo à parte. Não é de bom tom se convidar para acompanhar os novos colegas, mas o indivíduo pode se aproximar das pessoas procurando saber quais as opções de restaurantes, as preferências e sugestões, aconselha Schweizer. Sendo simpático e espontâneo, certamente um convite irá surgir.

Na opinião de Pereira Junior, o ideal é tentar se enturmar, sem forçar sua presença. O que não pode é o novo funcionário se isolar, inventando motivos para não interagir com os colegas de trabalho.