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Mostrando postagens com marcador aviação comercial. Mostrar todas as postagens
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4.26.2010

OceanAir passa a se chamar Avianca

Por: Eduardo Laguna - Valor Online

A companhia aérea OceanAir anunciou hoje que passará a se chamar Avianca, marca da empresa colombiana controlada pelo mesmo grupo (Synergy). De acordo com o presidente da Avianca no Brasil, José Efromovich, a mudança foi feita mediante contrato de utilização de marca sem remuneração à Avianca.

A razão social da companhia segue como OceanAir Linhas Aéreas. Junto com este anúncio, a agora Avianca no Brasil reportou a compra de quatro aeronaves Airbus A319, o que elevará a frota da empresa para 18 aviões.

O primeiro Airbus entrará em operação "nos próximos dias", para percorrer a rota Porto Alegre, Guarulhos, Brasília e Salvador, durante dois meses. Em seguida, a aeronave passará a operar na ponte aérea Rio-São Paulo.

A chegada da segunda aeronave da Airbus está prevista para maio, enquanto a terceira chegará entre junho e julho, ficando o quarto avião para o segundo semestre.

As aeronaves vão ampliar a oferta de assentos em 30% e a expectativa da companhia aérea é chegar a uma participação no mercado doméstico próxima a 4% até dezembro. No mês passado, o "share" da OceanAir no mercado doméstico ficou em 2,4%.

As novas aeronaves fazem parte de um plano de investimento de US$ 250 milhões para este ano. O negócio foi fechado mediante uma operação de leasing com a instituição financeira americana Sky.

Sobre a mudança da marca, a empresa promete realizar uma grande campanha publicitária a partir do mês que vem, que consumirá aproximadamente R$ 5 milhões.

"O nome que todos conhecem e admiram tem uma história de 90 anos. Um sinônimo de bons serviços, eficiência e pontualidade, que vai nos diferenciar ainda mais das outras companhias", afirmou Efromovich, ao justificar a mudança do nome.

4.21.2010

Setor aéreo europeu ensaia retomada

Por: Juliana Cardoso - Valor Online

O setor aéreo na Europa tenta retomar suas operações após limitações ao tráfego em razão das cinzas de um vulcão que entrou em erupção na Islândia.

O último boletim do Eurocontrol, órgão europeu para a segurança aérea, divulgado ontem, mostrou que não havia serviços de controle de tráfego aéreo para a aviação civil na Bélgica, Dinamarca, Estônia, Finlândia, Alemanha, Irlanda, Holanda, norte da Itália, Romênia, Eslovênia, Suíça, partes da Ucrânia e Reino Unido.

Eram registrados voos no sul e na parte central da Europa, como sul da Itália e França, Grécia, Portugal, Espanha e Turquia, entre outros. Também havia operações em determinadas partes do norte europeu. O Eurocontrol estimou que 8,7 mil voos foram realizados ontem no espaço aéreo da Europa.

Há notícias que as autoridades britânicas autorizaram a volta das atividades nos aeroportos escoceses, mas ainda é incerta a retomada de voos no sul do Reino Unido.

Ontem, a União Europeia definiu zonas para ir levantando as restrições aos voos, dependendo do grau de concentração de cinza vulcânica no ar. A decisão sobre o fim das limitações caberá a autoridades da Aeronáutica e de segurança nacional.

4.19.2010

Iata critica ação da Europa no tráfego aéreo

Por: Juliana Cardoso - Valor Online

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês) criticou a falta de liderança dos governos europeus para lidar com as restrições no espaço aéreo por causa da erupção de um vulcão na Islândia. A entidade pediu que seja repensado o processo de tomada de decisão.
"Estamos longe o suficiente desta crise para manifestar nossa insatisfação em como os governos têm a administrado, com nenhuma avaliação de risco, nenhuma consulta, nenhuma coordenação e nenhuma liderança. Esta crise está custando às empresas aéreas ao menos US$ 200 milhões por dia em receitas perdidas e a economia europeia está sofrendo bilhões de dólares em negócios perdidos", sustentou o executivo-chefe e diretor-geral da Iata, Giovanni Bisignani.
Ele observou que os governos devem dar urgência ao caso e focar em como e quando o espaço aéreo europeu pode ser reaberto com segurança."A escala atual de fechamento do espaço aéreo na Europa é sem precedentes. Vemos atividade vulcânica em muitas partes do mundo, mas raramente resultou em fechamento do espaço aéreo e nunca deste tamanho", sublinhou Bisignani.

O representante da Iata pediu que o Eurocontrol, a organização europeia para a segurança aérea, estabeleça um centro de contingência capaz de tomar decisões coordenadas.


O último boletim do Eurocontrol, de ontem, mostrou que aproximadamente 5 mil voos foram operados no domingo no espaço aéreo europeu. Em um dia normal, essa expectativa gira em 24 mil voos.

O relatório apontou que, até aquele momento, não havia serviço de controle de tráfego aéreo para o setor de aviação civil na maior parte da Europa, incluindo Bélgica, parte da Croácia, República Checa, Dinamarca, Estônia, Finlândia, partes da França, grande parte da Alemanha, Hungria, Irlanda, norte da Itália, Holanda, partes da Noruega, Polônia, Sérvia, Eslovênia, Eslováquia, Suécia, Suíça, Ucrânia e Reino Unido.

Espanha, Portugal, a área sul dos Balcãs, sul da Itália, Bulgária, Grécia e Turquia estavam com seu espaço aéreo aberto e havia operação de voos, conforme a última atualização da situação apresentada ontem.

..:: Fonte: Iata critica ação da Europa no tráfego aéreo

3.13.2010

Senadores criticam duopólio Tam/Gol

Senadores criticam duopólio Tam/Gol e denunciam abandono da aviação regional e dos aeroportos brasileiros.

A audiência pública não contou com os presidentes da ANAC e da Infraero


Os senadores da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo criticaram, hoje, 10, em audiência pública, em Brasília, as péssimas condições dos aeroportos brasileiros, o duopólio na aviação nacional, exercido pela TAM e pela Gol; e o abandono da aviação regional, o que deixa várias cidades importantes do interior do país sem transporte aéreo. A audiência foi requerida pela senadora Serys Slhessarenko (PT-MT).

As reclamações se justificaram com o não comparecimento à reunião da presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Solange Vieira; e o presidente da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), Murilo Marques Barbosa. "Trata-se de uma desconsideração extrema", considerou o senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR).

Participaram do debate o diretor de Regulação de Mercado e Acompanhamento Econômico da ANAC, Juliano Noam; o diretor de Mercado Internacional da Embratur, José Luiz Viana da Cunha; o defensor público da União para a área de Direitos Humanos e Tutela Pública, André da Silva Ordacgy; e o presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV), Carlos Alberto Amorim Ferreira.

..:: Matéria completa: Turismo Opinião