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1.07.2011

2011, seja muito bem vindo!

Prezados leitores,

Escrevo nosso primeiro post do ano com muita alegria. Caminhamos juntos há mais de três anos, tempo suficiente para que eu pudesse conhecer e servir pessoas, colegas e mesmo criar amigos.

A experiência de criar e compartilhar conteúdo é muito bacana e me ensinou que a estratégia que adotamos quando iniciamos nosso projeto, em outubro de 2007, pode ser muito enriquecedora e útil, além de um ótimo meio para consolidar bons negócios.

..:: Indicadores de desempenho ::..

Lançamento: 02 de outubro de 2007
Postagens: 1.708
Acessos: 64.281 (38 visitantes por postagem, em média)

Estes são os três principais índices que determinam o caminho – virtual – tomado por nosso blog, que originou nossa empresa.

..:: Metas do ano ::..

Acessos: 100.000 (faltam: 35.719)
Atualizações semanais: 48 (sendo uma média de 10 postagens por atualização)
Serão aproximadamente 150 postagens, que deverão convidar cerca de 240 visitantes. Destes, pretendemos obter cada vez mais comentários e participações. Teremos de multiplicar por seis a média de visitantes por postagem. Um desafio.
..:: Conteúdo ::..

Retomaremos alguns projetos e ações. Há idéias e planos sendo amadurecidos. Precisamos ainda de um pouco de tempo. Aguardem, valerá a pena! Em relação ao conteúdo disponibilizado em nosso blog, voltaremos a escrever artigos e relatos de eventos e viagens, bem como voltaremos a publicar artigos de colegas também.

Compartilharemos ainda mais vídeos e slides que os profissionais de RH poderão utilizar em suas atividades. Gradativamente passaremos a publicar oportunidades de negócios e trabalho. E focaremos, sobretudo, nas redes sociais enquanto meios para o alcance das citadas metas.

Contamos com a participação de todos! Envolvam-se e comentem! Vamos juntos consolidar o blog [RH em Hospitalidade] como um espaço para a troca democrática de idéias e reflexões!

Compartilhem notícias e conteúdos! Será um prazer publicar material de colegas e estabelecer novas parcerias! Contem sempre conosco!

Um forte abraço,
Sucesso sempre,
Aristides Faria

1.20.2010

2010: sem choro nem vela...

Hoje, todos sabemos que as "expectativas" formadas pelos agentes econômicos com relação à boa governança e à política econômica (fiscal, monetária e cambial) executadas pelo governo, são a base fundamental para o seu sucesso e o consequente crescimento robusto do PIB com equilíbrio interno e externo. Com relação à política monetária, isso foi aprendido mais cedo. Lentamente, os bancos centrais tiveram de deixar de ser o "templo dos segredos" (sacerdotes possuidores de uma "ciência oculta") para se transformarem em instituições cuja independência, transparência e previsibilidade deveria dar-lhes a "credibilidade". Esta seria capaz de induzir o setor privado e o governo a coordenar suas "expectativas" sobre a taxa de inflação, sob pena de verem frustrados seus objetivos:

1)
se os sindicatos tentassem obter aumentos do salário real acima da produtividade, usando o poder de qualquer natureza (o poder de monopólio consentido pelo Estado ou escassez de mão de obra etc.), um aumento da taxa de juro real reduziria a taxa de crescimento do PIB e produziria desemprego;

2) se os empresários, usando o poder econômico (permitido pela falta de controle concorrencial por parte do Estado ou o excesso de demanda), tentassem um aumento da sua margem de lucro, um aumento da taxa de juros real cortaria a demanda e lhes imporia prejuízos;

3) se o Estado produzisse déficits, ele teria que colocar papéis da dívida publica (porque o Banco Central não pode financiá-lo diretamente) e a taxa de juro real aumentaria, porque o Banco Central se recusaria a financiá-lo indiretamente comprando-os à taxa de juro real vigente. Isso produziria: a) um aumento da relação dívida/PIB; b) um aumento das despesas de juros (e, logo, o corte do investimento público, o que reduziria a produtividade do setor privado); e, ainda por cima, c) uma redução do ritmo de crescimento do PIB, que levaria a uma queda da receita; e, finalmente;

4) a elevação da taxa de juro real tenderia a produzir (quando há liberdade de movimento de capitais), uma sobrevalorização cambial que desarticularia o setor exportador e reduziria, ainda mais, o crescimento do PIB.

..:: Confira o artigo na íntegra
: Valor On-line!