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1.02.2010

O melhor do país é o povo brasileiro: Você acredita na EMBRATUR?

Por: João dos Santos Filho

Desde o momento que tomei conhecimento do resultado da pesquisa encomendada pela EMBRATUR ao Instituto Zaytec, intitulada o “Perfil do Turista Estrangeiro e Imagem do Brasil”. Venho tentando saber mais do referido trabalho, qual foi o projeto elaborado, o problema destacado, a problemática delimitada, a construção e seleção de hipóteses, a metodologia utilizada, a construção de objetivos e a elaboração do questionário. Na verdade tenho buscado entender o tratamento científico dispensado aos dados coletados dessa pesquisa, pois há resultados extremamente inéditos e inesperados diante da percepção que o turista estrangeiro tem sobre o Brasil.

Mas até o presente momento desconhecemos por completo a metodologia utilizada ou qualquer outra informação desse discutível trabalho. E se enganam aqueles que pensam que esta minha preocupação é mera implicância de alguém crítico a “Política Nacional de Turismo”. Nosso questionamento se deve a essência das pesquisas de opinião que podem até de forma involuntária levar a constatações equivocadas ou errôneas.

O filósofo Pierre Bourdieu acredita que a pesquisa de opinião pública apresenta sérios limites, pois banaliza as sondagens e possui pouco rigor científico em sua execução, bem como, não podemos supor que a opinião esteja ao alcance de qualquer indivíduo e que todas têm a mesma opinião ou tenham de fato interesse sobre o assunto. Demonstra que as pesquisas desse tipo em turismo são questionáveis e passíveis de erros qualitativos em razão da hegemonia dos dados coletados.

..:: Clique aqui e baixe o artigo completo (PDF)!

6.16.2009

Dois lados da história: é importante saber fazer e aceitar correções no trabalho

Por: Flávia Furlan Nunes - InfoMoney

Você se esforça para fazer o trabalho, demora dias para terminá-lo, acha que está perfeito, mas, ao final, é corrigido. Como você age diante dessa situação?

Se você se incomoda frequentemente com as correções que são feitas em seu trabalho, saiba que isso é sinal de imaturidade. Agora, se aceita essas correções, saiba que não é sinal de fraqueza.
"Submissão é a disposição para aceitar a liderança daqueles que são responsáveis profissionalmente por liderar nossa vida. Algumas pessoas entendem que a liderança significa força e que a submissão implica fraqueza. Porém, a verdadeira submissão é a evidência de flexibilidade, de confiança e de humildade. É a qualidade dos campeões e o portão para a promoção", avaliou a headhunter e diretora executiva da Catho Amazonas, Paula Pedrosa.
De acordo com ela, os profissionais devem perguntar aos líderes, rotineiramente, quais mudanças recomendariam que fizessem nas tarefas diárias. Assim, no lugar de abrir espaço para correções, eles estariam aumentando o nível de excelência de seu trabalho.

..:: O outro lado ::..


Muitas vezes, é difícil diferenciar correção de crítica. Além disso, é mais fácil receber a correção de um mentor ou de um amigo leal. Por outro lado, é difícil aceitar a correção de um crítico ou de uma pessoa com a qual não se tem intimidade.

Por esses motivos é que as pessoas também tem de ter cuidado ao fazer correções. "Seja sensível sobre o momento de compartilhar suas observações com seu colega. Quando as pessoas têm dias difíceis no escritório, espere, pacientemente, a hora apropriada para falar sobre as mudanças", recomendou Paula.

A headhunter contou que existem pessoas que aceitam as correções, e que mudam com alegria. Outras, por sua vez, se frustram com as mínimas correções, mesmo que sejam valiosas. O resultado é que a liderança pode acabar por limitar as responsabilidades destas, o que as mantêm em um nível mais baixo na vida profissional.

"Infelizmente, elas nunca vão provar a recompensa da grandeza máxima nem a experiência de ter prosperidade. Correções aceleram a promoção, a provisão e a liderança em sua vida. Aceite isso, deseje isso. O sucesso em sua vida profissional depende da habilidade em aceitar a correção. Suas falhas não irão, necessariamente, desqualificá-lo. Mas sua atitude pode", finalizou.