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2.14.2010

Por que o ROI é valioso para a área de treinamento?

Por: Patrícia Bispo - Portal RH.com.br

Ao comprar um objeto, por mais simples que seja, geralmente, o cliente procura informações se aquele investimento valerá ou não a pena, quais as vantagens de adquirir o produto e o retorno que dará a quem o obtém. Isso é perfeitamente compreensível, afinal ninguém quer jogar dinheiro na lata do lixo. Em uma organização também acontecem situações parecidas, pois quando se faz alguma aquisição ou são realizadas ações que requer gastos, é necessário saber qual será o retorno que a companhia receberá.

É neste momento que entra em cena o Retorno Sobre o Investimento (ROI - Return On Investment), uma ferramenta que permite à empresa saber que benefícios ela terá no futuro ao promover, por exemplo, um treinamento para capacitar os profissionais. O ROI pode ser medido em termos de um período para a recuperação de um investimento, como um percentual de retorno em relação a uma despesa de caixa ou, ainda, como o valor presente líquido descontado dos fluxos do caixa livres de uma aplicação de capital.

Para a área de Recursos Humanos, o ROI tem sido uma ferramenta importante, uma vez que através dele é possível justificar os gastos direcionados a iniciativas voltadas aos talentos humanos. Para falar sobre as vantagens instituir o ROI na rotina dos setores de uma empresa, inclusive da área de Recursos Humanos, o RH.com.br entrevistou Ricardo Vieira Borges Franco, diretor da Take 5 - empresa especializada trabalhos corporativos e profissional traz experiência em coordenação de programas e projetos com abrangência no Brasil e América Latina. "O primeiro passo para calcular o ROI é estabelecer metodologias de medição que sejam aceitas por todas as áreas e considerar nestas medidas todos os benefícios indiretos e intangíveis que já mencionei anteriormente", destaca ao ser questionado sobre como iniciar o cálculo do Retorno Sobre o Investimento. Aproveite a leitura e avalie se os investimentos que você realiza na sua empresa estão dando os resultados esperados!

..:: Confira a entrevista no Portal RH.com.br

Atitude positiva, o motor das transformações empresariais

Por Rodrigo Gonsales - HSM Online

Não é necessário esquecer os problemas, basta encará-los e encontrar os seus pontos fortes para crescer pessoalmente e profissionalmente. Leia mais!

Por que parar de analisar os problemas pode transformar uma empresa? Apoiar-se nas potencialidades e nos pontos fortes, sonhar, imaginar e construir novas formas de trabalhar e organizar-se constitui uma maneira diferente e eficaz para qualquer mudança duradoura.

Até agora, o modelo tradicional com que se abordam essas transformações está baseado na lógica aristotélica, o que significa concentrar-se nos problemas para logo encontrar as causas e soluções.

A experiência indica que essa filosofia aplicada em um processo de transformação profundo pode ser, por um lado, lento e por outro, intrusivo. Lento porque não são colocadas em prática ações dirigidas a impulsionar a mudança até se ter finalizado uma profunda análise inicial. E intrusiva, pois como as diversas áreas que sofrerão mudanças são sinalizadas, isso acaba por interferir diretamente na vida das pessoas de forma negativa.

Nesse contexto, é saudável refletir sobre uma série de elementos que podem compor uma maneira diferente de abordar as transformações de negócios. Podemos citar, por exemplo, chamar a atenção para o que funciona e não apenas para os problemas, além de motivar a participação do grupo sendo as pessoas o centro das atenções.

Os pilares para sustentar tal esquema são a orientação positiva - que atua sobre nossa percepção de realidade - a influência no futuro presente - já que a visão em longo prazo interfere em nossa maneira de atuar no curto prazo - e na orientação de soluções, e não tanto na análise.
A atitude positiva é o motor das transformações empresariais. É a base para obter a energia necessária para conseguir que as pessoas “rompam” as espirais de problemas e mudem a mentalidade para encontrar seus pontos fortes sobre os quais devem se apoiar.

Então vocês devem estar se perguntando se devemos esquecer os problemas. E a resposta que eu dou é: claro que não. Devemos enfrentá-los, mas apenas quando temos os elementos necessários para que eles não abrandem o nosso progresso. E a visão de alimentar o futuro com base nos pontos fortes e por meio das pessoas da organização.




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