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4.26.2010

Gestão de pessoas: O trabalho sob a ótica dos jovens

..:: Fonte: ABRH-SP

Para comemorar o Dia do Trabalho, celebrado no próximo sábado, o JRH ouviu quatro representantes da geração que está prestes a entrar ou acaba de entrar no mercado de trabalho. Nesses depoimentos, eles falam sobre o significado do trabalho, plano de carreira, relacionamento com outras gerações e como uma associação de profissionais pode ajudá-los no dia a dia. Leia a seguir:

“O trabalho é essencial para realizar todas as minhas aspirações e sonhos. Tenho prazer em trabalhar com algo que gosto, ver o resultado disso e ser reconhecido no mercado. Além do ganho financeiro, quando você faz o que gosta, o trabalho traz amizade, reconhecimento e, no meu caso, até diversão, que muitas vezes se confunde com a vida pessoal. Mas sempre levado com seriedade e cumprindo o que deve ser feito. Como comecei a trabalhar cedo, sempre convivi com pessoas de várias gerações e nunca tive problemas com isso. Muitas vezes, os mais velhos são mais abertos e fáceis de trabalhar que os jovens, porque entre estes existe a competição.” Yan Brehm mora em São Paulo, tem 19 anos e é sócio de uma empresa da área de marketing digital e mídias sociais.
“Eu já tenho um plano de carreira traçado. Ao terminar o meu curso de Direito, quero advogar por um tempo e logo prestar concurso para promotoria ou delegacia federal. Uma vez no mercado de trabalho, espero poder aprender muito com as outras gerações, com suas experiências e habilidades, mas também espero poder ensiná-los alguma coisa. Entendo que o papel de uma associação de profissionais é me ajudar ao me manter antenada com as últimas notícias da área, além de divulgar o meu nome e abrir portas no mercado de trabalho.” Fernanda Barollo, 18 anos, estuda Direito em Taubaté (SP).
“Quando comecei a trabalhar, no primeiro ano de faculdade, achava que tinha um plano traçado, com as áreas que gostaria de estar envolvido. Mas, hoje, no último ano, vi que o plano foi alterado. Minhas áreas de interesse mudaram e o mercado de trabalho me ofereceu outros caminhos para serem traçados. Espero que isso aconteça novamente daqui a uns anos. Em relação ao convívio com outras gerações, cinco anos atrás, achava que, por ser novo, seria tratado de forma inferior e pouco ouvido. Mas hoje vejo que muitas pessoas valorizam os jovens por terem novas ideias e, muitas vezes, vontade de renovar. Por sorte, temos os mais velhos ou mais experientes para solucionar certas situações, impor limites e, muitas vezes, trazer a realidade de volta.” Henrique Macedo, 23 anos, mora em Campinas (SP), estuda Direito e trabalha em uma multinacional há quase três anos.

“Eu já tracei meu objetivo profissional, entretanto não posso afirmar que tudo sairá como o previsto. O que faço é me esforçar para ter êxito em minha carreira hoje e espero continuar fazendo isso sempre. Assim que ingressar no mercado de trabalho, espero me relacionar bem com as outras gerações, absorvendo toda a experiência positiva que possam me proporcionar. Quanto ao papel de uma associação de profissionais, deve ser o de lutar pelos interesses de nossa classe, estar atenta às decisões que possam nos prejudicar e encontrar os melhores meios, dentro da lei, para zelar pela qualidade dos profissionais.” Edson Cândido Vicente Neto, 20 anos, faz faculdade de Economia.

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