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5.20.2009

Experiências em EaD: Evolução histórica (parte 1)

Por: Aristides Faria & Lucas Siqueira

Um país de dimensões continentais como o Brasil encontra na Educação à Distância o meio para diminuir parte das disparidades socioculturais existentes entre suas diferentes regiões. Trata-se de uma ferramenta de possibilidades tão múltiplas, que não é difícil pensar que ela é a “salvação”. É importante, contudo, que o Poder Público e a iniciativa privada compreendam-na como uma alternativa e uma nova ferramenta.

Aristides Faria: a modalidade distancial jamais deve preterir completamente a presencial, não por questões ideológicas ou por um pensamento retrógrado, mas pelo fato de cada pessoa possuir dispositivos diferentes de aprendizagem.

Imagine uma pessoa com baixa visão ter de estudar diariamente por meio da interface computacional. Pense em alguém de perfil altamente sociável estudando todos os dias na solidão do lar. Imagine um deficiente auditivo tenho que ler todas informações de uma web aula e ainda empenhar-se em contribuir, participar e emitir perguntas digitando suas palavras. São pequenos exemplo que mostram que a EaD é parte de um futuro que já é realidade, mas que não pode ser entendido como o único meio para difusão da informação.

O artigo “Uma visão histórica da evolução da educação à distância” é bastante interessante – vale a leitura – e aborda em alguns pontos este tópico. Destaco alguns eventos históricos da EaD para nosso amigo Lucas Siqueira comentar:
“Meados de 60 a meados de 70. Os anos formativos da Tecnologia de Sistemas Educacionais: Meados de 70 a meados de 80”; “O crescimento da EAD: uma perspectiva brasileira”; e “Meados de 80' aos meados de 90'. Aprendizagem Online”.
Lucas Siqueira: Compreender o processo e o contexto histórico das áreas do conhecimento é fundamental e no caso da EaD não é diferente. O artigo em que foi baseado o post dessa semana relata de forma bastante interessante, citando exemplos do ínicio do século passado, quando as iniciativas eram isoladas devido as tecnologias disponíveis na época. A concepção da EaD contemporânea tem início com a substituição do modelo de sociedade essencialmente industrial para a sociedade da informação, que também é denominada de pós-moderna.

Os estudos sobre a ciência da aprendizagem influenciaram, sobremaneira, os novos métodos educacionais propostos, quebrando conceitos rígidos que predominavam até então. Além disso, não há como desconsiderar o desenvolvimento tecnológico que a nova sociedade da informação presenciou.

É importante, ressaltar que assim como a Educação Ambiental (EA) a Educação à Distância (EaD), pode ser realizada de duas maneiras, formal e não-formal. A formal é aquela realizada pelas instituições de ensino de qualquer nível, já a EaD não-formal, que pode ser considerada aquele em que o próprio indivíduo é responsável, seja assistindo um programa de caráter educativo oferecido pelas emissoras públicas (em sua grande maioria), mas também em alguns canais de TV paga (abordaremos uma questão relacionada a esse tipo de TV na próxima semana). E lógico, a internet, a quantidade informação que existe na rede mundial de computadores, é suficientemente vasta para que a EaD não-formal aconteça, a força motriz desse processo é a própria curiosidade e a vontade de aprender da pessoa. Portanto, exemplos como estes reforçam que a EaD é algo dinâmico e que está em constante evolução. Cabe a nós trabalhadores do conhecimento utilizarmos essas ferramentas para o nosso aprimoramento profissional!

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