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11.28.2008

Cinco toques com... Alexandra Gonsalez

O blog [RH em Hospitalidade] apresenta quinzenalmente um espaço de entrevistas chamado “Cinco toques com...”. São entrevistas rápidas com pessoas do trade turístico e com profissionais de RH acerca de seu momento na carreira, as perspectivas do mercado e projetos futuros. Com a palavra, o pessoal um com o pé no mercado, atualizado com o que acontece nos diversos segmentos da Hospitalidade Comercial.

Aristides Faria: Alexandra! Fico feliz com sua participação em nosso espaço de entrevistas! Seja muito bem vinda! Convido-a a apresentar-se ao pessoal da comunidade [RH em Hospitalidade]. Fique à vontade!
I - Alexandra Gonsalez: Olá a todos. É um grande prazer estar com você e poder compartilhar um pouco de minhas experiências na área de turismo. Bem, sempre fui uma apaixonada por viagens, por conhecer lugares novos e ter experiências diferentes. Para você ter uma idéia, aos 15 anos, quando todas as minhas amigas estavam fazendo festas de debutante, eu pedi um curso de mergulho autônomo para meus pais e lá fui eu para o mar. Sempre me fascinou a idéia de conhecer o Brasil e o mundo e isso acabou se intensificando após a faculdade de Jornalismo, quando decidi que queria enveredar pela então embrionária área de turismo. Em 13 anos de profissão, passei pelas revistas Scuba e OffShore, de mergulho e de náutica, respectivamente, e depois trabalhei algum tempo como "frila" nas revistas ´Náutica, Mergulho, Família Aventura, etc. E, claro, nesse meio tempo, sempre que podia aperfeiçoava meus conhecimentos em idiomas em seus países de origem o que, para mim, foi uma magnífica experiência.

Aristides Faria: Show! Como surgiu o primeiro trabalho na área de Turismo? Por quais publicações de grande circulação você passou?
II - Alexandra Gonsalez: Como disse, meu primeiro contato com o turismo foi na revista OffShore, cobrindo pautas de náutica, uma área que amo muito até hoje. Depois dessa experiência náutica, passei para o mundo dos automóveis, trabalhando no Guia 4 Rodas. Foi uma época extremamente rica, pois tive a oportunidade de aprender muito, conhecer pessoas incríveis pelo Brasil afora, bem como ver de perto muitas belezas e contrastes de nosso país, passando a valorizá-lo mais, mesmo com suas diferenças e mazelas.

Aristides Faria: Sobre o livro Mulheres sobre Rodas. Gostaria que você nos contasse como foi sua trajetória até o projeto. Cada uma das “Mulheres” terá, certamente, uma visão da história. Qual a sua?
III - Alexandra Gonsalez: O livro foi um projeto conjunto com outras quatro jornalistas: Sonia Xavier, Karina Greco, Beatriz Santomauro e Cristina Capuano, todas amigas e também colegas de trabalho no Guia 4 Rodas. A idéia era passar para o leitor um pouco de nossas experiências pessoais através dessas viagens. Porque quando falávamos que trabalhávamos em uma publicação de turismo, todos só viam a parte boa desse trabalho (que realmente existe, mas não se resume a visitar lugares bonitos, bons restaurantes e hotéis de luxo). Queríamos mostrar o lado humano, que era de comer poeira, ficar longe da família e dos amigos e encarar hotéis e restaurantes na maioria das vezes nada glamourosos. Acho que conseguimos isso e foi uma grande vitória, uma satisfação imensa compartilhar essas histórias com o leitor, através do livro (www.mulheressobrerodas.com.br) e com o internatua através de nosso blog.

Aristides Faria: Fiquei sabendo que você realizou sua Especialização em Jornalismo Científico e Novas Tecnologias da Comunicação na Espanha, em Pamplona, na Universidad de Navarra. Após seu regresso ao Brasil, quais maiores benefícios para sua carreira você julga interessante mencionar? Hoje você cursa Mestrado pela Universidade Metodista de São Paulo, em São Bernardo do Campo (ABC paulista). E como está sendo esta empreitada? Quais os maiores desafios? Talvez conciliar família, trabalho e estudos, não?
IV - Alexandra Gonsalez: É verdade. Estive em Pamplona entre o final de 1999 e o começo de 2000. Desembarquei em São Paulo e, na semana seguinte, já estava na redação do Guia 4 Rodas. Foi bem corrido, mas imensamente prazeroso! Sempre valorizei muito os estudos. Gosto muito de estudar e, se não estou fazendo algum curso de graduação, estou matriculada em uma escola de idiomas - item fundamental para prosseguir bem na área de Turismo. Mas voltando à Pamplona, o curso de Novas Tecnologias da Comunicação me abriu algumas portas na área de internet. Entrei no Guia 4 Rodas em 2000 e retornei em 2003. Nesse hiato de tempo, explorei meus conhecimentos de internet em dois portais: o Decolar.com, que mantinha um ótimo conteúdo de turismo antes da bolha cibernética explodir, o que foi uma pena, pois tínhamos uma equipe muito afiada e competente. Depois, passei um período na revista Época on-line, onde me distanciei um pouco da área de turismo. Vi que não era muito a minha praia e voltei para a redação do Guia 4 Rodas, dessa vez como colaboradora, onde permaneci até 2007.

Agora, depois de algumas mudanças do mercado, senti que, mais uma vez, era hora de voltar aos estudos. Estou terminando minha dissertação de Mestrado em Comunicação, mas não me distanciei do turismo. Tanto que meu tema de projeto é: Cluster no Núcleo de Turismo da Editora Abril, onde estudo todos os produtos editoriais produzidos por este Núlceo de Negócios: a revista Viagem e Turismo, o Guia 4 Rodas, a revista National Geographic Brasil e o portal viajeaqui.com.br. Tenho me dedicado muito a esse trabalho e tem sido um processo fascinante me interar sobre a vida acadêmica. Afinal, um dos meus desejos para 2009 é poder compartilhar toda essa experiência sobre o mercado de turismo e o editorial dando aula em alguma universidade. Acho de extrema importância ter gente do mercado dentro das salas de aula.

Sem dúvida é um desafio conciliar trabalho, estudo e família. Tenho um filho pequeno, o Daniel, de 4 anos, que é maravilhoso e super companheiro em todas as viagens, e um marido ótimo, o Arnaldo, que me ajuda bastante e compreende essa divisão de papéis. Porém, atualmente, a maioria das mulheres é multi-tarefas e está feliz com essa situação. Às vezes é cansativo e desgastante, mas muito recompensador.

Aristides Faria: Alexandra, encerramos sempre com dicas do pessoal que participa do espaço “Cinco toques com...”. Então, vamos lá! Dicas para quem está investindo forte na carreira, estudando, trabalhando e, ainda, querendo curtir a família. Compartilhe sua experiência, por favor! Como buscar sucesso profissional em harmonia com a vida pessoal. Nada melhor do que consultar a especialista, não é mesmo? Fique à vontade...
V - Alexandra Gonsalez: Bem, a palavra-chave para a vida funcionar com tantas coisas caminhando juntas, como carreira, estudo, família é ter foco e organização. Foco para priorizar as coisas que são mais importantes no momento e organização para realizá-las. E foco, agora, significa minha família. Desde que meu filho nasceu, todo meu planejamento de estudos e trabalho tem girado em função dele. Abri mão de muitos trabalhos em Turismo onde precisaria me afastar por mais do que uma semana porque não queria ficar longe dele e da minha família. Não recrimino quem o faça, mas viagens longas não têm mais espaço nesse momento da minha vida, vou esperar ele crescer um pouco. Esse é o momento que ele precisa de mim, que preciso estar presente ao seu lado no dia-a-dia, formar sua personalidade, brincar e participar. Confesso que sinto falta das viagens, mas tenho curtido muito fazer tudo isso com meu filho.

E, ao invés de perder área e me frustar, fui presenteada com a oportunidade de trabalhar em uma publicação diferente para mim: a revista AnaMaria, também da editora Abril. È uma revista feminina, voltada para o público da classe C, um projeto apaixonante, com uma gestão segura, moderna e de sucesso da Redatora-chefe Lídice Bá e do Diretor de Núcleo Demetrius Paparounis, e que tem me ensinado muito. Lá, confesso que escrevo pouco sobre turismo, mas quando o faço é com um foco tão grande, de uma maneira tão maravilhosa, que compensa tudo, porque estou apresentando o Turismo e a possibilidade real de viajar para diversos lugares para pessoas que estão sendo introduzidas pela primeira vez ao mundo das viagens. São pessoas que compram pela primeira vez sua passagem de avião, que precisam ser orientadas sobre compra de pacotes e passeios e que ainda sonham em conhecer lugares que, para o leitor de uma publicação de turismo, não são mais novidade. Então, tem sido uma experiência incrível compartilhar minha experiência na área com quem está começando a consumir viagens como um produto de mais valia em suas vidas, de uma forma diferente e de qualidade.

11.26.2008

Santa & Bela Catarina

Não é demagogia ou oportunismo. Aliás, abomino tais atitudes e posturas. A questão do caos que assola o Estado de Santa Catarina me comove profundamente. Aos 17 anos empreendi a primeira grande mudança de minha vida: fixei residência por lá. Em Floripa.

Escrevo estas palavras com um apertado nó na garganta. Um sufoco e uma vontade de me reencontrar. Sim, pois desde que voltei a morar em Santos sinto-me repartido. Algo como um homem lá e um profissional cá. Enfim, é uma introdução para expressar meu nível de amor, carinho, admiração por aquele Estado (e sua história) e sua gente.

Foi na "Santa & Bela Catarina" (slogan bastante verdadeiro) onde consolidei valores, relacionamentos e de lá vêm minhas referências. Minha carreira, sobretudo, é catarinense. Meu currículo é 98% catarinense. O sotaque não carrego mais, contudo, num piscar de olhos, passo a ouvir o falar cantado de meus amigos. Ouço ainda o tom da voz da(s) pessoa(s) amada(s).

Sim, a tecnologia propicia-nos manter contato. Não resolve, mas ajuda a sanar um pouco da saudade delas e do cenário em que nossas vidas se cruzaram. Há um ditado popular que diz algo como "para saber a alegria de regressar é preciso partir um dia". Eu parti. O fiz tão subitamente que nem percebi lá ter deixado meu coração. Se vivo duas vidas, a catarinense ficou com o lado do coração.

Os problemas que as chuvas têm ocasionado são tristes. É o caos. Para quem conhece a região e a assiste agora pela TV, resta uma comoção sem tamanho. Escrevo estas linhas com lágrimas nos olhos. Sinto algo que as mães dizem sentir: "se eu estivesse lá, tudo seria diferente". Como se fosse mudar alguma coisa. Como se eu pudesse ajudar de alguma maneira mais ou menos especial. Insanidade? Amor, prefiro!

Espero que os colegas que participam de nossa comunidade possam colaborar em oração pelo povo catarinense - natos ou adotivos - e, eventualmente, com envio de mantimentos, roupas, dinheiro. Parece piegas? Ok, então pelo menos prestigie o Estado nas próximas férias, conheça/volte a Oktoberfest (que inclusive nasceu no começo da década de 1980, quando caos semelhante acometeu a região do Vale do Rio Itajaí), curta o frio catarinense no próximo inverno e viva a emoção que vivi, torne-se catarinense ao menos por uma dia em sua vida. Viva, experimente e deixe fluir essa energia em seu coração.

Um forte abraço, moçada!
Sucesso sempre,
Aristides Faria

VidaSegregadas

Por: Aristides Faria

Em mais uma de minhas viagens introspectivas, enquanto buscava explicação para uma série de eventos que aconteceram recentemente, encontrei algumas respostas. E isso foi muito bom. O problema é que demorei muito para perceber, agora, que estas saídas estavam bem aqui, ao lado esquerdo de meu peito.

Fico menos angustiado por um lado, mas por outro o temor aumenta, pois não sei se terei a mesma percepção em outras ocasiões. Espero que sim, espero que este seja resultado do amadurecimento que estas “viagens introspectivas”. Não que deseje outros momentos tão infelizes, mas que, caso aconteçam, eu esteja preparado para recorrer ao meu coração e não à opiniões alheias.

A visão de outras pessoas é importante e pode nos presentear com novos horizontes e pontos de vista. Muitas vezes olhar pelas lentes de outros óculos pode ser saudável e construtivo. Muitas outras, entretanto, pode distorcer a imagem à nossa frente. A questão é que a interpretação daquilo que fitamos é realizada por nossos Valores.

Entendo por “Valores” tudo aquilo que nos faz aproximar ou afastar de alguém ou de determinados comportamentos. Nossos Valores são a base de nossos julgamentos. Quando pré-julgamos incorremos no erro de sub-estimar ou super-estimar nossos Valores. Percebo que acabamos, assim, agindo de maneira diferente do usual e nos comportando de forma estranha a nossa natureza.

Os pensamentos não conseguem ser expressados por nossas palavras, as feições não exprimem nossos sentimentos, estes, por sua vez, ficam entorpecidos por emoções e, ainda, nossa visão fica nublada, não conseguimos interpretar corretamente os eventos que “aconteceram recentemente”. Neste sentido, devemos passar a olhar com o coração.

Alguns chamariam isso de inteligência emocional, ou seja, o processo de perceber o tipo de respostas que daríamos às situações que se apresentam, controlá-las, e oferecer outras mais convenientes. Sim, faz sentido. Mas, proponho um olhar mais acurado, um olhar mais cuidadoso, carinhoso e amoroso. Por isso olhar com o coração.

Quem sabe você tenha a oportunidade de embarcar em uma destas viagens introspectivas e curtir a beleza de observar os eventos que se apresentam a partir da perspectiva do coração. Espero que venha a ter esta oportunidade!

O mais fascinante nesta mudança de perspectiva é poder olhar assim a tudo e em todos campos da vida. No trabalho, na família, no lar. É tão bom passar a julgar com base em seus valores, observando tudo a partir do ponto de vista do coração! É bastante gratificante mirar e sacar o real Valor das coisas, das pessoas e eventos – agradáveis ou não.

Ao buscar, também no lado esquerdo do peito, um título para este texto pensei em algo que representasse justamente este novo prisma, de onde passei a olhar o mundo. Cheguei a este, “vidaSegregadas”. É um paradoxo propositalmente estabelecido em que a letra “S” coloca-se oportunamente como um elo. Ora, como pode haver um elo entre duas vidas segregadas? Se foram apartadas, como pode haver ainda um elo? Como é que pode sustentar-se esta intrigante contradição, já que aparecem juntas duas vidas, então, segregadas?

Respostas que julgo saber, mas apenas a partir do instante em que passei a olhar o mundo por este novo ponto de observação. Sinto-me melhor, mais calmo e em paz. Vejo um mar de calma e um horizonte, até, infinito de possibilidades, oportunidades e alegrias. Questão de tempo e de ponto de vista.

11.25.2008

O executivo mais procurado em tempos de crise

Da Redação - Economia UOL

Em meio à crise financeira, o vaivém de executivos se intensifica. Muitos são demitidos e outros tantos são contratados. Fica a pergunta: quem é o executivo ideal para driblar a turbulência econômica?

O CEO (sigla em inglês para diretor executivo) da CT Partners, Eduardo Antunovic, respondeu a pergunta. Ele lembra que o momento é propício para as empresas contratarem e, consequentemente, para os executivos encontrarem novas oportunidades.

"Muitas empresas que passam por dificuldade financeira estão deixando ir embora profissionais com conhecimento e experiência ímpares. Talentos que, geralmente, são difíceis de encontrar", explica ele. "Esses executivos não estavam disponíveis há um ano, quando o Brasil protagonizou uma onda de IPOs (Initial public offering).

Características

Para Antunovic, neste momento de escassez de recursos, as empresas estão precisando mais do que nunca de alguém muito polido na execução do trabalho, na implementação dos projetos. Detalhista, mas não perfeccionista, caso contrário nada sai do papel.

Em outras palavras, o executivo precisa saber gerenciar os recursos, tendo em vista que o dinheiro está mais escasso. "A capacidade financeira é muito importante. Esse executivo precisa ter excelente consciência da forma como o caixa é gerido, otimizando a utilização de recursos e controlando os fluxos financeiros", diz ele, ao lembrar que o problema é que os bancos não estão emprestando e as organizações precisam aprender a sobreviver com recursos próprios.

Executivo visionário

Outra característica necessária: o executivo precisa ter visão de curto, médio e longo prazo. Ele deve ser capaz de identificar oportunidades que os outros não enxergam facilmente, para que, quando a crise acabar, a empresa esteja melhor posicionada que os concorrentes, já que as oportunidades irão amadurecer ao longo do tempo.

"Mas não adiante só enxergar oportunidades no longo prazo, pois a empresa precisa sobreviver no curto prazo, antes de mais nada", acrescenta.

Por fim, o executivo certo para enfrentar a crise deve ter capacidade de manter os talentos estratégicos para a empresa e até de atrair novos talentos. "A crise é o momento certo para investir em pessoas, caso a empresa disponha de recursos. É importante, acima de tudo, não perder os profissionais especializados em um momento difícil como o atual", completa Antunovic.

ABBTUR SP e ABBTUR RN: evento em parceria

A Associação Brasileira de Bacharéis em Turismo Seccional do Rio Grande do Norte realizou no dia 19 de novembro de 2008 no auditório da Faculdade Câmara Cascudo em Natal, a palestra “Grupos de Interesse e Políticas Públicas”, ministrada pela Segunda Secretária da ABBTUR São Paulo, Luciana Sagi.

O evento teve como objetivo reiniciar as atividades da Seccional do Rio Grande do Norte, procurando filiar os alunos. De acordo com o Profº Msc. Marcelo Taveira, membro da diretoria, os alunos das IES procuram muito a instituição para se associarem. Porém, em virtude da reestruturação desta seccional encontram dificuldades para conseguir se filiar. O evento marca a reativação da instituição, que pretende organizar um espaço para sua sede e desenvolver eventos, cursos, e parcerias. Atualmente, os alunos que se filiarem a instituição possuem descontos que podem chegar a 35% em instituições como a Microlins.

A forte união das IES do Rio Grande do Norte é um dos fatores de maior relevância para o sucesso do retorno da ABBTUR, já que em cada uma delas, há docentes que podem dar informações e filiarem os alunos interessados.

A palestra apontou de forma geral a importância que os grupos de interesse (incluindo a ABBTUR) possuem no desenvolvimento do turismo no país, e como a atuação destes grupos impacta os diversos atores sociais envolvidos com o turismo, sejam os habitantes, turistas, profissionais, empreendedores, turistas, gestores de destinos, estudantes, entre outros. Procurou despertar no público a importância da união dos profissionais de turismo para que tenhamos um bom desempenho no mercado e que benefícios sejam colhidos por todos os envolvidos.

Desejamos muito sucesso para a ABBTUR do Rio Grande do Norte!

Profa. Msc. Luciana Sagi
Segunda Secretária - ABBTUR São Paulo

11.24.2008

Fábula: "E tu, a quem escolherás"?

Mais uma mensagem que recebi via e-mail. É uma fábula que ilustra muito bem as escolhas que fazemos na vida. Provoca uma reflexão bastente gostosa acerca daquilo que pensamos e, naturalmente, atraímos para nosso lar, nossa carreira e nossos relacionamentos.

Um pensamento que me surgiu foi a questão da hospitalidade vs. preconceitos... leia e veja se pensa o mesmo. Boa leitura!

Uma mulher regava o jardim da sua casa e viu três idosos com os seus anos de experiência em frente ao seu jardim. Ela não os conhecia e disse-lhes:
- "Penso que não vos conheço, mas devem ter fome. Por favor entrem em minha casa para que comam algo".

Eles perguntaram:
- "O homem da casa está"?
- "Não, não estão", respondeu ela.
- "Então não podemos entrar".

Ao entardecer, quando o marido chegou, ela contou-lhe o sucedido.
- "Então os diga que já cheguei e convida-os a entrar".

A mulher saiu e convidou os homens a entrar em sua casa.
- "Não podemos entrar numa casa os três juntos, explicaram os velhos".
- "Por quê?, quis saber ela".

Um dos homens apontou para seus amigos e explicou:
- "Este homem é Riqueza e o outro é Êxito. Eu chamo-me Amor. Agora vai para dentro e decide com o teu marido qual de nós três desejam convidar para a vossa casa".

A mulher entrou em casa e contou ao seu marido o que eles lhe disseram. O homem ficou muito feliz, disse:
- "Que bom! Já que é assim então convidemos a Riqueza para que entre e encha a nossa casa".

A sua esposa não estava de acordo:
- "Querido, porque não convidamos o Êxito"?

A filha do casal estava a escutar da outra esquina da casa e veio dizendo:
- "Não seria melhor convidar o Amor? O nosso lar ficaria então cheio de amor".
- "Escutemos o conselho da nossa filha, disse o esposo à sua mulher. Vai lá fora e convida o Amor para que seja nosso hóspede".

A esposa saiu e perguntou-lhes:
- "Qual de vocês é o Amor? Por favor entre e seja nosso convidado".

O Amor começou a avançar para a casa. Os outros 2 também se levantaram e seguiram-no. Surpreendida, a mulher perguntou à Riqueza e ao Êxito:
- "Eu só convidei o Amor, porque vêm vocês também"?

Os homens responderam juntos:
- "Se tivesses convidado a Riqueza ou o Êxito os outros 2 permaneceriam cá fora, mas já que convidaste o Amor, aonde ele vá, nós vamos com ele. Onde houver amor, há também riqueza e êxito".

Motivação: Atitute é tudo!

Uma mulher acordou uma manhã após a quimioterapia, olhou no espelho e percebeu que tinha somente três fios de cabelo na cabeça. Ela disse ao espelho:

- "Bom, acho que vou trançar meus cabelos hoje". Assim ela fez e teve um dia maravilhoso.

No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e viu que tinha somente dois fios de cabelo na cabeça. Pensou em:

- "Hummm, acho que vou repartir meu cabelo no meio hoje".

Assim ela fez e teve um dia magnífico.

No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que tinha apenas um fio de cabelo na cabeça. Falou para sim mesma:

- "Bem, hoje vou amarrar meu cabelo como um rabo de cavalo".

Assim ela fez e teve um dia divertido.

No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que não havia um único fio de cabelo na cabeça. Exclamou:

- "Yeeesss!! Hoje não tenho que pentear meu cabelo".

Atitude é tudo! Seja mais humano e agradável com as pessoas. Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha. Viva com simplicidade. Ame generosamente. Cuide-se intensamente. Fale com gentileza. E, principalmente... jamais reclame daquilo que lhe é oferecido diariamente. Se preocupe em agradecer pelo que você é, e por tudo o que tem! E deixe o restante com Deus.
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Dia desses recebi esta mensagem, de autor desconhecido, via e-mail. O texto simplista, mas bastante real, me tocou profundamente. É um tema que vem me provocando profundas reflexões e longos passeios introspectivos. Estou sempre na estrada, hora de carro, hora de ônibus, e nesses momentos tenho me encontrado "preso" entre agradecimentos pelas lições e aprendizados e dúvidas acerca de quais caminhos seguir.

Há horas em que nos sentimos olhando para uma densa floresta, em que todas árvores são iguais e parece não haver sequer um caminho a seguir. Provavelmente foi esta visão que os Bandeirantes tiveram ao ter a missão de desbravar a Mata Atlântica a alcançar o planalto, a partir de Cubatão (SP). Cruzar a Serra do Mar aqui no litoral se São Paulo não deveria ser coisa fácil para os anos de 1500. Se hoje é complicado, sobretudo no verão, imaginem naquele tempo... E é nesta mesma Serra do Mar em que passo muitas horas olhando para dentro de mim mesmo, buscando forças para fortalecer aos que estão comigo na jornada da vida pessoal e profissional.

Desejo uma semana grandiosa e plena de realizações a todos que participam de nossa comunidade. Que venham os problemas, vamos encara-los e aprender com eles. Precisando de uma força, é só entrar em contato. Como diriam os jovens franceses: "Et nous dans le ruban" ou "É nóis na fita"!

Um forte abraço!
Sucesso sempre,
Aristides Faria

Fim de ano é tempo de planjamento

Por Pollyanna Melo - Administradores

O ano de 2008 ficou para trás e chegou o período em que as empresas se fecham para avaliar seu desempenho. E, mais importante, planejar os próximos passos no ano que se inicia. O que nem sempre é uma tarefa fácil.

Muitas vezes a inexperiência ou falta de preparo impedem os gestores de visualizar as tendências do mercado ou mesmo a situação real do próprio empreendimento. Especializado na organização de empresas, o consultor e diretor da AG9 Sistemas de Informação, Luiz Alcantara indica que esse período de avaliação e planejamento é fundamental.

Segundo Alcantara, "É importante fazer um levantamento patrimonial ao final de cada ciclo. Mensurar o aumento ou não do capital de giro próprio da empresa". O consultor pontua que é com base nos dados adquiridos nessa avaliação que devem ser tomadas as ações.

Capital x Estratégia

Se a empresa fechou o ano no vermelho, é hora de buscar mais eficiência e minimizar os custos. "Outra saída é buscar a ampliação de mercados, conseguindo assim maiores margens, abrir mão de gastos supérfluos e estudar os processos operacionais para viabilizar os produtos que geram maiores contribuições à organização", explica o consultor.
Para quem ficou no zero a zero, a perda é tão significativa quanto a de quem teve prejuízo. "Só se faz investimentos para buscar resultados, caso contrário o esforço foi em vão. Quem não saiu do lugar em 2008 perde sua posição de mercado, afinal alguém saiu ganhando no seu lugar".

Já no caso das empresas que sobreviveram à crise e conseguiram um bom capital para investimento, o caminho em 2009 com certeza será mais fácil. “O ano promete uma boa jornada, com as possibilidades de alavancagens financeiras e expansão de mercado com captação de capital com melhores prazos e taxas de financiamentos”, prevê Alcantara.

Feridas do passado: traumas interferem na carreira

Da Redação - Economia UOL

O inconsciente pode sim destruir uma carreira. Esta é a principal conclusão do consultor Luiz Fernando Garcia, depois de realizar um trabalho de psicodinâmica com 850 empresários ao longo de oito anos, somando mais de 20 horas de atendimento em encontros que visavam à mudança de comportamento com foco em resultados.

O estudo está no livro "O inconsciente na sua vida profissional", que relata casos verdadeiros em que, agindo inconscientemente, as pessoas comprometeram sua vida profissional.

O consultor propõe as seguintes reflexões
: por que uma filha de uma executiva bem sucedida, que morreu aos 40 anos de enfarto, repete o comportamento da mãe? Por que essa mesma menina tem dificuldades em liderar pessoas mais velhas que ela? Por que uma criança pressionada pela mãe a cuidar dos irmãos mais novos tem dificuldade em lidar com um sócio?

Fatos passados

"O que noto é que muitos dos problemas de comportamento estão ligados a fatos passados mantidos em segredo", afirmou o consultor. "E pode estar aí a origem de dificuldades como a falta de flexibilidade de um empresário ou a impossibilidade de estabelecer uma condição real de ajuda mútua dentro de uma família, além de severos problemas psíquicos", explicou ele.

Conforme Garcia explicou, essas dificuldades começam a se manifestar, normalmente, durante a adolescência, momento considerado mais complicado para a vida de qualquer pessoa.

Muitas dessas feridas são originadas em temas não tratados de maneira aberta pela família, mas que também não são esquecidos pelos membros, tornando-se de alguma forma, com o passar dos anos, um tabu. Estes segredos estão relacionados a assuntos que, muitas vezes, não passam de desconfiança, mas ainda assim são transmitidos de geração para geração.

^Excessiva valorização da aparência provoca mal-estar em profissionais

Da Redação - Economia UOL

De acordo com o consultor de qualidade de vida do Instituto Quiron, Wagner da Rocha, a excessiva valorização da aparência, dissociada dos sentimentos e do bem-estar, cria muitas tensões nos profissionais atuantes no mercado de trabalho, que buscam se destacar, para poder impressionar.

Tratamentos como massagens, meditação, respiração e yoga, dentre outras técnicas para ajudar o indivíduo a cuidar de si mesmo por dentro, ajudam a eliminar este problema da preocupação com o aparência tão presente no dia-a-dia das pessoas.

Benefícios. Confira, abaixo, o benefício do uso destas técnicas aos profissionais:

Equilíbrio emocional; Desenvolvimento da consciência; Responsabilidade sobre o bem-estar pessoal e coletivo; Criatividade; Auto-estima elevada; Melhoria da aparência.

Com isso, acaba por melhorar a produtividade dos profissionais. Daí que se ressalta a importância da qualidade de vida para a carreira das pessoas. Mas as empresas também saem ganhando. Confira abaixo os benefícios das técnicas para elas:

Fortalece a essência da organização; Melhora os relacionamentos; Aumenta a motivação; Melhora a integração; Aumenta a produtividade; Melhora a criatividade; Melhora a qualidade de vida.

Qualidade de vida: Quando o assunto é a carreira, muitos falam em ter qualidade de vida. Mas, a verdade é que nem todos sabem o real significado do termo.

De acordo com o presidente da ABQV (Associação Brasileira de Qualidade de Vida), Alberto Ogata, a qualidade de vida não se resume a ter uma pressão arterial controlada, um bom nível de colesterol ou fazer exames periódicos. Ela vai muito além das condições físicas.

"As dimensões de qualidade de vida (física, emocional, social, espiritual e intelectual) compõem todo ser humano. E todas estas dimensões devem ser cultivadas e desenvolvidas. A receita é integração, equilíbrio e harmonia entre as dimensões", disse. Isso significa que é preciso se sentir bem para ter qualidade de vida, inclusive com a aparência.

Empregabilidade: recém formados, atenção!

90% dos recém-formados que estão empregados são provenientes de instituições de ensino particular

Por Pollyanna Melo - Administradores

De acordo com pesquisa realizada pelo Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp), a conclusão do ensino superior oferece melhores oportunidades e colocações profissionais no mercado. Setenta e dois por cento [72%] dos entrevistados tiveram aumento de salário e 69% mudaram de cargo ou de empresa em até um ano após a conclusão da faculdade. Um dos pontos mais relevantes desta pesquisa é que 90% dos funcionários recém-formados das grandes organizações do Estado de São Paulo são provenientes de instituições de ensino superior particulares.

Na Trevisan Escola de Negócios, dos mais de 110 alunos formados em 2007, 78 responderam pesquisa encomendada pela instituição à empresa de contact center Fortis e apontou que 88% deles já estão colocados no mercado de trabalho. Dentre as empresas em que os recém-formados estão trabalhando, incluem a Microsoft, BDO Trevisan, Delloite, Adidas, Bosch, Bradesco e Unilever.

Para o diretor geral da faculdade, Fernando Trevisan, este dado reforça a sintonia entre o projeto pedagógico da Trevisan e o mercado. “Os números confirmam que nossos alunos estão obtendo importantes colocações no mercado de trabalho desde o início de suas carreiras”.

A faculdade também oferece aos seus alunos a possibilidade de estar no mercado de trabalho. Além de se situar dentro das empresas Trevisan, os estudantes têm a oportunidade de trabalhar na Junior Trevisan Consultores, empresa que atende micro e pequenas companhias nas áreas financeiras, recursos humanos, marketing e contabilidade. Para marcar esta data, a empresa lançará um novo segmento de atuação: gestão de pessoas.

O que um estagiário não deve fazer

Por Pollyanna Melo - Administradores

O estágio é um momento de aprendizado e, para alguns jovens, é o primeiro contato com um ambiente corporativo. Ao contrário do que muitos pensam, comportar-se adequadamente em uma empresa, mesmo nas mais “modernas”, não é coisa do passado ou pouco relevante. Os estudantes que almejam uma possibilidade de prorrogação e, principalmente, de efetivação, devem tomar alguns cuidados para não cometerem deslizes comprometedores com os chefes e colegas de trabalho.

Algumas pessoas associam etiqueta de comportamento a formalismos, regras inflexíveis e postura que não condizem com a usual. Cada empresa tem as suas normas de conduta, que não são regras formalizadas, mas cabe a cada um saber como agir da maneira adequada; a recompensa é o reconhecimento e até mesmo uma promoção. Mas hoje essa boa conduta também é associada à qualidade dos relacionamentos, à criação e manutenção de uma imagem de profissionalismo centrados na ética e no bom senso.

Segundo o diretor de comunicação de uma empresa especializada na seleção de estagiários, Giuliano Bortoluci, o estágio é um momento de aprendizagem na vida do jovem e deve ser tratado como tal. “É natural que sinta-se perdido em um primeiro momento, mas é importante ir atrás do conhecimento, procurar saber como faz e também não acomodar-se em conhecer somente a sua área de atuação. Um bom líder não é aquele que conhece bem a sua área, mas o que conhece todas as outras e sabe como a empresa funciona. Quem almeja uma efetivação deve pensar nisso”, alerta.

Há algumas expressões que são comuns no cotidiano do jovem, mas elas devem ser evitadas em um ambiente corporativo. Isso passa uma imagem de falta de profissionalismo e de postura. É claro que com os colegas de trabalho que permitam uma relação mais informal, o uso é livre, mas não use tal maneira de falar com os mais velhos e com seus superiores.

Já dizia o ditado: não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje. Tenha isso como um lema para o seu trabalho. Normalmente, uma das formas de avaliar o estagiário é pelas tarefas que realizam, se não atrasam as atividades e se as fazem com qualidade. Isso pode fazer a diferença e o destacar dos demais”, explica o especialista.

A vergonha é uma característica que não pode existir no estagiário. É natural e totalmente aceitável que o estagiário tenha dúvidas durante seu período de estágio. Não tenha vergonha de perguntar, mesmo que não seja algo relacionado à sua atividade, mas que sejam questionamentos relacionados ao ambiente de trabalho ou segmento de negócio da Empresa. Seus gestores e chefes estão preparados para solucionarem suas questões.

Administrar bem o tempo no trabalho é algo louvável para qualquer profissional, seja estagiário ou não. Essa atitude mostra responsabilidade e dedicação ao trabalho e aos resultados da empresa. Isso significa que é preciso realizar todas as suas tarefas nas seis horas diárias de estágio. Para isso, evite navegar na internet para coisas sem importância, utilizar programas de relacionamento, como Orkut e MSN, e perder tempo à toa com outras coisas que não fazem parte do seu trabalho”, conclui. [a palavra-chave aqui é Assertividade]

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O enigma chamado “Liderança”

Por: Patrícia Bispo RH.com.br

Evolução. Essa palavra tem sido citada constantemente nos mais variados canais de comunicação, nos centros acadêmicos e, como não poderia ser exceção, também tem sido amplamente utilizada no ambiente corporativo. Afinal, cada vez mais as informações chegam às empresas e conseqüentemente aos profissionais em uma velocidade que assustam. E quem não se adapta a esse mundo de constante transformação, torna-se um forte candidato a ficar à margem da concorrência e perder espaço no mercado.

Contudo, essa mesma evolução logicamente exige adaptações tanto das empresas quanto dos profissionais. Mas será que esse processo ocorre naturalmente, sem que haja necessidade da presença de determinados "atores" que ajudarão a conduzir esse "espetáculo mutante"? Obviamente que a resposta é negativa. Para que as mudanças sejam assimiladas corretamente pela empresas, torna-se necessária a presença do líder - aquele que ajudará os colaboradores a formarem equipes eficazes e que atendam às necessidades do negócio.

Para César Souza, consultor organizacional e especialista no desenvolvimento de líderes - ainda existem conceitos antigos que são utilizados pelas organizações no que se refere à atuação das lideranças. "Liderança não é cargo, nem posição social, nem uma coisa de uns poucos privilegiados. Não é coisa de visionários, como a literatura quer nos fazer acreditar. O líder deve ter conteúdo, pois 'saco vazio não fica em pé muito tempo'. Líder também não nasce pronto. Não existe DNA de líder", afirma. Em entrevista concedida ao RH.com.br, César aborda questões sobre o papel da liderança e quais os impactos que a nova geração de líderes causará às organizações. Confira a entrevista na íntegra e compartilhe o conteúdo dessa publicação com seus gestores e os demais colaboradores!

RH.COM.BR - O conceito de liderança passou por várias evoluções e continua em constante processo de mudança. Em sua opinião, qual a transformação mais acentuada que envolveu as lideranças no ambiente organizacional brasileiro nos últimos dez anos?
César Souza - Infelizmente, poucas mudanças. O paradigma continua o mesmo. Os conceitos são antigos. Ainda se fala em liderança como sinônimo de carisma, liderança como sendo cargo. Pouco evoluiu. Temos que mudar nossa forma de pensar e de exercer a liderança. Liderança não é cargo, nem posição social, nem uma coisa de uns poucos privilegiados. Não é coisa de visionários, como a literatura quer nos fazer acreditar. Liderança tampouco é sinônimo de carisma. Se uma pessoa tem carisma ótimo, pois ajuda a sua liderança. Mas se o seu grau de carisma é baixo, ótimo também. O líder tem de ter conteúdo, pois "saco vazio não fica em pé muito tempo". Líder também não nasce pronto. Não existe DNA de líder. A gente não nasce líder, a pessoa aprende a ser líder. Infelizmente, os exemplos de líderes que temos tido, de vários políticos e de vários presidentes de empresas, são os piores possíveis. As mudanças positivas que vejo estão relacionadas a pessoas que inspiram os outros pelo exemplo, como Ulisses Tapajós - presidente da Masa da Amazônia é um deles -, em vez de tentar inspirar apenas pela hierarquia ou pelo carisma. Lamentavelmente, formamos lideres para uma realidade que já não existe mais.

Confira a entrevista no Portal RH.com.br

Padrões aplicáveis da organização informal à Gestão de Pessoas

Por: Leonardo Passos

Os conceitos primordiais da Teoria das Relações Humanas são apresentados oficialmente na Experiência de Hawthorne, a qual foi concebida e dirigida por George Elton Mayo, um dos principais vultos da Escola Humanística de Administração. Tal pesquisa é posteriormente relatada por diversos autores de renome, notadamente Fritz Roethlisberger e William Dickson. Estes, por sua vez, observaram em seus estudos que o comportamento dos indivíduos no trabalho não poderia ser adequadamente compreendido sem que houvesse a consideração de um importante vínculo coesivo nas relações grupais: a organização informal.

Embora não sejam percebidos expressamente, ou seja, não estejam constituídos no organograma corporativo, os padrões de relações de grupos encontrados nas empresas levam em conta amizades e antagonismos. O que significa que indivíduos se identificam com outros, grupos que se afastam dos demais, bem como uma grande variedade de relações no âmbito laboral ou até mesmo fora dele.

O desenvolvimento da organização informal inicia-se a partir da interação imposta e determinada por ela mesma. Os padrões informais são extremamente diversificados no que tange a forma, o conteúdo e a duração; valoriza as distinções sociais e não exprime as diferenças em distância e valores da sociedade. Entretanto, existem os processos sociais que participam diretamente da realização do objetivo da empresa, reafirmando o sentido da organização informal ou racional.

Cabe ressaltar que muitas manifestações da organização informal têm caráter essencialmente lógico. É através daquela que o colaborador busca expressar as suas faculdades lógicas, fazendo da estrutura racional em comento, um dos principais meios de expressão racional do homem moderno.

Conforme o exposto, depreende-se que a “informalidade organizacional” sedimenta usos e costumes, tradições e ritos, cuja função não só enriquece, mas também, consubstancia-se nos elementos rituais da cultura organizacional. Diante disso, faz-se necessário uma boa prática da política de reconhecimento funcional por parte da cúpula da administração (Alta Administração em si), traduzindo um modelo de constituição de salários justos, boas condições de trabalho, pressões moderadas no que se refere ao cumprimento das metas organizacionais, dentre outros.

Como características comuns entre a Gestão de Pessoas e as da organização informal, há o mérito de se destacar as mais evidentes. Aí estão:

1. Colaboração espontânea: o que não é imposto pode ser aplicado em níveis superiores ao desejado.

2. Relação de coesão e antagonismo: refere-se à formação de grupos afins em diferentes setores e níveis da empresa.

3. Padrões de desempenho: pode-se sumarizar esta característica como sendo o produto ou o resultado da colaboração espontânea.

O valor atribuído a essas peculiaridades evidencia tanta importância que os profissionais de Recursos Humanos, especialmente os psicólogos atuantes na área, estão sempre monitorando as relações de coesão e antagonismo - relações interpessoais propriamente ditas - de forma que prescindi-las poderia levar a conseqüências desastrosas, como, por exemplo, perda de produtividade, degradação da climatização do ambiente de trabalho e, em outros casos extremos, até mesmo gerar paralisações gerais - greves. Percebe-se, assim, que o excesso de coesão ou de antagonismo tem potencial para prejudicar substancialmente o modelo organizacional proposto em detrimento das estratégias organizacionais.

No contexto brasileiro, infelizmente, ainda se observa que muitas empresas não possuem um completo controle dessa situação, o que vem a se tornar um obstáculo “invisível”. Ou seja, sem perceber, o problema ocorre e ninguém consegue detectá-lo e, conseqüentemente, solucioná-lo. Para tanto, a busca por profissionais especializados é o ponto crucial à minimização de tais entraves, pois se referir a extingui-los é algo impossível, haja vista a abrangência e a complexidade da estrutura organizacional.

Diante do que fora exposto, a implantação de uma adequada e rigorosa política de gerenciamento de relações e conflitos no seio empresarial não só se revela como atitude lógica, mas também necessária. A relativa inércia por parte de determinadas pessoas ocupantes de certos cargos pode pôr todo o planejamento estratégico, tático e operacional a perder, se não coibida por quem de direito.

Contudo, o surgimento de melhorias de índices de turnover, de produtividade, entre outros, vêm se tornando uma constante nas empresas brasileiras; até as micro e de pequeno porte já incorporaram a relevância de empecilhos tidos como colossais nas grandes corporações e lidam com tais de igual para igual. Certamente, é mais uma boa notícia para todos nós, admiradores do desenvolvimento empresarial brasileiro.

Não basta ser bom, é preciso ter excelência profissional

Por: Flávio Martins da Costa

Não resta dúvida alguma que, seja nos períodos de crise ou de abundância de oferta de trabalho, somente conquistam oportunidades no mercado os profissionais que atendam ou mesmo superem às suas crescentes exigências e que, além disto, se destaquem entre os demais. No aspecto da formação profissional, com o aumento das ofertas de cursos e outras formas de desenvolvimento, a seleção do mercado tem sido maior.

Para cargos que tinham como requisito de escolaridade apenas o Ensino Fundamental, agora é exigido o Ensino Médio. Para outros, enquanto antes se exigia a conclusão de curso superior, hoje é comum exigir-se especialização, MBA e muitos cursos complementares.

Experiências e habilidades antes não solicitadas são atualmente condições indispensáveis. Os profissionais de visão, preocupados e sabendo da necessidade de evoluírem continuamente passaram a buscar a EXCELÊNCIA PROFISSIONAL, que não significa apenas serem muito bons nas suas atividades de profissão, mas estar entre os melhores, até mesmo superar as expectativas das empresas e alcançar a posição de melhor dos melhores.

O profissional que quer garantir a sua empregabilidade e perspectivas de crescimento não pode se contentar em ser apenas bom: deve almejar ser o melhor e efetivamente lutar para alcançar o topo. E para se chegar à excelência, fundamentalmente é preciso:

A. Ter objetivos bem claros e definidos, bem como energia e disposição para chegar lá e estar efetivamente agindo para tal.

B. Conhecer os requisitos da atividade onde pretende atuar e da posição aonde quer chegar.

C. Considerando esses requisitos deve montar os seus próprios, que deverão superar com folga os definidos pelo mercado para que possa estar no topo.

D. Elaborar um plano de desenvolvimento profissional contínuo, investindo no seu autodesenvolvimento, que deverá contemplar não apenas o objetivo de ser bom, mas de ser o melhor.

E. Formatar um plano de desenvolvimento da vida pessoal na busca das boas relações familiares e de amizade, saúde, esportes, lazer e bem-estar espiritual, porque o crescimento profissional caminha junto com o pessoal e espiritual.

F. Estabelecer um sistema de marketing pessoal na empresa onde você trabalha ou no mercado, com o fortalecimento de sua rede de relacionamentos (“network”), investir na aparência, postura e projeção da sua imagem profissional (que deverá incluir ética e excelência nos resultados dos trabalhos realizados), além do aumento da visibilidade (conhecimento de você e de suas habilidades).

G. Administrar efetivamente o seu tempo, para que ele seja utilizado adequadamente e auxilie na geração de maior produtividade e qualidade do trabalho e de vida no mesmo tempo disponível.

H. Desenvolver sua capacidade de trabalhar em equipe e formar parcerias para melhorar ainda mais as suas condições de trabalho e obtenção de parceiros e aliados profissionais.

I. Aumentar e consolidar a sua capacidade de comunicação, seja como emissor ou receptor, especialmente quando precisar de gerar mensagens através da verbalização e na capacidade de observância do feedback dos clientes interno e externo para corrigir seus erros e melhorar seus pontos fortes.

J. Praticar a automotivação continuamente, encontrando os motivos que o levem a agir e trabalhar intensamente, não apenas em função das fontes externas (busca de emprego, promoções, prêmios etc), mas nele mesmo, nos seus fatores internos, gerando “combustível” extra, mesmo quando os fatores externos não estiverem presentes.

L. Ter comprometimento, que significa responsabilidade e envolvimento no que faz. Diferentemente do que muitos dizem, o profissional não trabalha para a empresa; mas para ele mesmo, pois tudo que faz retornará como reconhecimento da capacidade e como auto-satisfação e sentimento de realização do dever cumprido e feito da melhor forma, independentemente se a remuneração recebida não é aquela esperada.

M. Ser proativo, no sentido de aproveitar as oportunidades que normalmente estaria lhe passando “ao largo”.

É preciso que cada um pare e reflita no rumo que está dando na sua vida profissional, se o caminho que está sendo trilhado o está levando para onde quer efetivamente chegar e se há alguma correção de rota a ser feita. Refletir se este rumo vai levar à EXCELÊNCIA PROFISSIONAL, porque hoje para se manter firme no mercado é aí que precisamos de fato chegar.

Cada um deve buscar ser o melhor e isto vale para todos na empresa, em qualquer nível hierárquico. Cada um deve pensar sempre: “Se eu sou apenas uma planta simples no jardim, por menor que seja, deverei ser a melhor. Isso porque mesmo que existam muitas rosas, se eu for a planta mais viçosa, serei destaque e certamente a escolhida”.

O desligamento nem sempre é negativo

Por: Patrícia BispoRH.com.br

Na maioria dos casos de demissão, seja por iniciativa do funcionário ou não, as empresas preocupam-se geralmente com a tramitação das documentações legais para que não existam problemas futuros junto à Justiça do Trabalho. No entanto, há organizações que vêem o momento de desligamento do funcionário como uma oportunidade para identificar os acertos e os erros que podem comprometer o bom andamento de uma gestão.

É nesse momento que o profissional de Recursos Humanos utiliza a chamada Entrevista de Desligamento – uma ferramenta que bem utilizada permite que a área de RH, através de uma conversa aberta com o ex-funcionário, descubra a imagem que aquele profissional levará da organização, sem deixar de mencionar que essa se torna uma ótima oportunidade para descobrir os fatores que geram o absenteísmo e o turnover.

Confira a matéria na íntegra no Portal RH.com.br

11.21.2008

Podcast 10: Recepcionistas de Meios de Hospedagem

Olá pessoal!

Nesta sexta chega ao ar nosso décimo podcast. São a gravação em áudio de nossa coluna "Crônicas de uma Viagem Corporativa", na qual tratamos sobre temas diversos acerca da profissionalização do mercado de viagens de negócios. O pano de fundo de nossos textos é o programa de certificação profissional desenvolvido pelo MTur, pelo IH e a ABNT.

Os textos vão ao ar no blog Administrando. Confiram, acompanhem! Colecionem nosso material, temos o prazer em compartilhar. Entre em contato e solicite: rhemhospitalidade@gmail.com!



Forte abraço, galera!
Sucesso sempre,
Aristides Faria

Palestra na CIESP de Santos (SP): Go fast!

11.19.2008

Gestão de seja lá o que for...

Por: Aristides Faria

Há diversas maneiras de fazer referência às pessoas que trabalham dentro das diversas organizações, sejam privadas, públicas ou do terceiro setor. Uma delas é, justamente, a visão do trabalhador enquanto um cliente interno. Não necessariamente como um comprador de seus produtos ou serviços, mas como alguém que assume, adquire frutos da companhia. Frutos? Sim, salário, benefícios, prêmios, reputação, status, por exemplo.

Outra possibilidade é trata-lo enquanto um colaborador. Alguns críticos pensam que se trata de pura retórica e que é apenas “politicamente correto” chamar o trabalhador de “colaborador”, enquanto as tarefas continuam enfadonhas e a remuneração inferior à média. Bem, a verdade é: laborar é sinônimo de trabalhar e o prefixo “co” quer dizer algo comum, compartilhado. Assim, duas pessoas que trabalham juntas... co/laboram. Sem mitos. Independente das condições de trabalho, é correto usar o termo. Agora, a questão é melhorar as condições de trabalho e promover a alto estima e o orgulho de pertencer a uma comunidade.

Existe a possibilidade de intitular o trabalhador como “empregado”. Mais uma vez, polêmica. Ora, se a pessoa está vinculada a uma determinada organização por meio de um contrato de trabalho... ela é empregada. E pronto. Há correntes que preferem não usar este termo para designar os colaboradores. Como se isso transformasse toda uma prática diária, que pode ser das piores ou “dos sonhos”.

Bem, uma última visão que gostaria de abordar é a dos “recursos humanos”. Não vejo problemas em considerar as pessoas como recursos, desde que o gestor tenha discernimento para considerar tudo o que está por trás do desempenho destas pessoas. Elementos como família, traumas, trabalhos paralelos, compromissos do cônjuge que o envolvem, estudos, sonhos, saúde/doença, distúrbios.

Convenciona-se chamar de “Fatores de Produçã” cinco recursos básicos a todo processo produtivo/comercial. Idalberto Chiavenato (Administração de empresas: uma abordagem contingencial, Idalberto Chiavenato, McGraw-Hill, São Paulo, 1982, pag. 57) desenvolveu a teoria conhecida como 5M´s. São os seguintes:
A. Recursos materiais ou físicos (tradicional Natureza), em inglês "Materials and Machinery";
B. Recursos financeiros (tradicional Capital), em inglês "Money";
C. Recursos humanos (tradicional Trabalho), em inglês "Man";
D. Recursos mercadológicos, em inglês "Marketing";
E. Recursos administrativos, em inglês "Management".

Invariavelmente, todos estes elementos inerentes ao processo produtivo fundem-se hora em maior, hora em menor escala para materializar o processo produtivo e/ou comercial. Na questão do equilíbrio na fusão, as diferenças entre os setores primário (agrícola), secundário (produtivo), terciário (serviços) são, por exemplo:
1. A demanda por mão-de-obra braçal no setor primário, que contempla toda atividade relacionada com a exploração dos recursos naturais, sem a manufatura dos mesmos. Fazem parte deste setor a mineração, a agricultura, a silvicultura, a pesca e a pecuária.

2. A necessidade de tecnologia e estrutura produtiva do setor secundário, que inclui os processos de transformação das matérias primas. Fazem parte dele as indústrias de siderurgia, químicas, mecânicas, têxteis ou de bens de consumo, entre outras muitas.

3. A dependência de mão-de-obra intelectual (ou Capital Intelectual), pois os serviços abrangem setores como o transporte, a comunicação ou as transações financeiras, além de outros destinadas a satisfazer as demandas relacionadas com o lazer, ou o turismo, por exemplo.

Importante observar que o nível de desenvolvimento econômico de um país pode ser medido pelo índice de transferência de um setor a outro. As sociedades modernas tendem a ocupar a maior porcentagem da sua população ativa no setor terciário e cada vez menos no primário.

Concluindo, cabe ressaltar que pouco importa o nome com o qual a organização se refere ao seu empregado. Mas, vale a pena ser polido e trata-lo por “co/laborador”, pois, apesar de estar vinculado por um contrato de trabalho (“empregado”), adquirir bens, serviços, remuneração e produtos (“cliente interno”) a partir do negócio, ser um elementos/recurso produtivo (“recurso humano”) ao mesmo tempo, é uma pessoa que compartilha seu trabalho para o sucesso do projeto de toda empresa (comunidade).

11.18.2008

Um idioma é pouco nos dias de hoje

Por Pollyanna Melo - Website Administradores

Hoje, exigir o domínio de uma língua é considerado pouco entre os requisitos que realmente contam no mercado de trabalho. Mesmo com a globabilização ou a internacionalização das economias que tornou a língua inglesa como a oficial no mundo dos eventos e dos negócios em qualquer lugar, outros idiomas também estão em alta, como o espanhol, francês, alemão, mandarim e japonês, tanto que muitas empresas solicitam entre os intens de avaliação, numa seleção ou promoção, junto com competências, formação acadêmica, experiência, reciclagem e aprimoramento, saber falar uma terceira língua.

Quanto a fluência do inglês, o que acontece atualmente, segundo Paula Grzybowski, dirigente da Challenges Idiomas, que fica nos Jardins, em São Paulo, são as solicitações de novos produtos, ou o aperfeiçoamento do idioma em algumas áreas mais específicas. Por exemplo, uma grande empresa de advocacia solicitou um treinamento em inglês para secretárias que atendem clientes internacionais também pelo telefone.

“Cerca de 50 secretárias estão participando do treinamento, que acontece três vezes por semana. O grupo foi dividido em turmas menores conforme o nível de conhecimento do idioma. Nesta empresa, as secretárias quando conversam com os clientes, principalmente ao telefone, precisam de orientação e qualificação. Elas são consideradas fundamentais no fechamento dos negócios, pois acabam sendo a porta de entrada da empresa”, explica Paula.

Existe uma procura expressiva por aulas individuais e para pequenos grupos, tanto por parte das empresas como de estudantes e profissionais liberais em busca de mais conhecimento em línguas. As aulas acabam sendo mais do que necessárias mesmo em momentos de contenção de verba e de crise, já que em muitas circunstâncias, o aperfeiçoamento de um idioma pode ser o grande diferencial.

A fluência de idiomas ajuda a romper fronteiras e cria condições para aberturas no âmbito cultural, no desenvolvimento pessoal e profissional de todos, portanto é preciso estar atento com a formação e atuação dos professores de línguas estrangeiras. Eles são os responsáveis pela forma de transmitir o conteúdo, escrita e pronúncia, através de aulas dinâmicas, com assuntos que interessam cada aluno. Para a especialista Paula Grzybowski só assim é possível criar vínculos e conseguir prender a atenção do aluno. “Nós somos uma empresa voltada ao ensino de idiomas que precisa investir constantemente em treinamento, motivação e avaliação da equipe para manter a qualidade e a credibilidade num mercado exigente e com muitas opções”, conclui.

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A ABBTUR São Paulo oferecerá um curso de 6 horas/aula sobre Espanhol aplicado a Turismo & Hotelaria. Quem ministrará as aulas é a Profa. Msc. Alida Saona, Bacharel em Turismo, nativa do Peru.

O investimento para associados é de R$30,00 e para não-membros da entidade R$50,00. Para saber mais sobre o evento e inscrever-se clique aqui! Bacharel em Turismo e áreas a fim são convidados a filiarem-se à ABBTUR São Paulo. Fortaleça nossa categoria!

Dez mandamentos para um chefe destruir a empresa sem fazer força

Por: Washington Sorio

Apresento a seguir dez mandamentos importantíssimos para um chefe destruir a empresa sem fazer força:

1ª LEI – A CENTRAL DE CENTRALIZAÇÃO: Você é um chefe e está atrás desta mesa enorme não é à toa. Você tem que ficar sentado aí o dia inteiro. Os outros é que devem vir até você... Arme-se logo contra os espertinhos independentes... Crie a Central de Centralização, ou seja, a sua própria mesa. Tudo deve passar por você. Não deixe nada de fora. Afinal, essa é a sua função. Crie o "Você Decide" na sua empresa, onde todos têm que ligar para o seu número telefônico e pedir autorização. Não deixe escapar nada, nem mesmo se algum funcionário deve receber vale-transporte para ônibus, metrô ou bicicleta. Controle tudo.

2ª LEI – A INTELIGÊNCIA BURRA: Valoriza sempre os funcionários "puxa-saco". Aqueles que fazem tudo aquilo que você manda, do jeito que você manda. Bom funcionário é aquele que faz exatamente o que você quer.

3ª LEI – A COMUNICAÇÃO: A comunicação é sua fonte do poder e de mais ninguém. Um chefe sabe muito bem que quanto mais explicar como funcionam as coisas, menos os funcionários entenderão. Quanto mais se explica, mais desconfiados eles ficarão, mais facilmente sabotarão as suas idéias, mais rapidamente darão risadas pelas suas costas. Ora, você é um excelente chefe, então por que tolerar isso? Os seus funcionários não têm e nunca vão ter capacidade para entender os detalhes técnicos ou gerenciais. Isto vale dizer que quanto menos você se expor e menos falar, mais eles vão trabalhar e produzir.

4ª LEI – O CLIENTE EM PENÚLTIMO LUGAR: "Cliente tem sempre razão" desde que concorde com suas idéias. Adote esse pensamento. Essa história de ficar preocupado com aquilo que o cliente deseja é pura tolice. O cliente nunca sabe o que quer, sempre causa transtorno, reclama de tudo sem razão alguma, cria sempre problemas de toda ordem. Portanto, em vez de gastar tempo e dinheiro procurando saber o que ele deseja, faça aquilo que for mais interessante para a sua administração. O Cliente não entende do seu negócio. É um leigo. Não sabe nada de Gestão e só dá opinião errada. Você tem sempre razão e uma desculpa pronta para dar em diversos idiomas.

5ª LEI – O FUNCIONÁRIO EM ÚLTIMO LUGAR: Um chefe que se preze tem a obrigação de valorizar o funcionário. Depois, é claro, de ter valorizado todo o resto. Colocar o funcionário como prioridade só traz despesas extras. O importante são os processos. Os funcionários têm que se adaptar a sua realidade. Não se preocupe em formar equipes ou times competentes e comprometidos com a sua Empresa. Ninguém dura para sempre.

6ª LEI – CRIATIVIDADE: Para uma empresa funcionar cada vez melhor e produzir cada vez mais, o chefe deve investir em criar atividades. Criar cada vez mais atividades para seus funcionários, a fim de não deixá-los um minuto sequer ociosos. Faça-os controlar o consumo de clips, canetas, borracha, lápis, papel, envelopes e xerox no setor. Exija um relatório mensal dos produtos consumidos e um "Business Plan" anual de consumo. Com essas tarefas sendo criadas, você verá a produtividade aumentar estrondosamente.

7ª LEI – SOLUÇÃO DE CONFLITOS: Conflitos sempre existirão. Então por que perder tempo para resolvê-los? Os conflitos devem ser ignorados. Um bom chefe não pode perder tempo, produtividade e dinheiro com pequenos detalhes. Afinal, em cada conflito os funcionários sempre passam a defender um dos lados e transformam um desentendimento sem importância em uma comoção descontrolada. E além disso, os conflitos sempre criam fofocas e boatos que facilitam as condições e os relacionamentos de trabalho. Quando os conflitos aparecerem, faça de conta que eles não existem. Seu tempo é precioso demais para isso.

8ª LEI – POLÍTICA SALARIAL: Mostre aos seus funcionários o custo total de despesas com pessoal. Comece a reformular a política salarial da sua empresa: corte os Vale-Transporte – caminhar faz bem à saúde. Essa decisão é importantíssima. Contenção de despesas começa com os salários e benefícios. Não esqueça de mostrar o quanto a empresa gasta com contribuições para o governo. E se algum funcionário engraçadinho pedir aumento de salário, demita-o.

9ª LEI – MOSTRAR RESPEITO: Cada pessoa que trabalha para você é um indivíduo. Por isso eles não precisam de elogios Precisam de críticas para trabalhar mais e mais. As pessoas gostam de ouvir que elas não estão trabalhando direito, isso incentiva mais o trabalho. Critique tudo e todos.

10ª LEI – AUTORIDADE: Os funcionários precisam de certa autoridade para realizar o seu trabalho. Eles precisam saber que é você que manda. Crie um clima de tensão. Assim eles vão trabalhar mais e não vão ficar passeando pelos corredores ou setores vizinhos. Se você pegar algum funcionário fora do seu setor de trabalho dê uma suspensão de 10 dias. Sua autoridade é poder.

Se você se encaixou em algum desses mandamentos é hora de começar a mudar o seu estilo gerencial. Lembre-se: é com o chefe que as pessoas convivem no dia-a-dia Chefes que sabem liderar pessoas são peças importantíssimas para um ambiente de trabalho estimulante, saudável e criativo. Ao contrário, chefes despreparados para lidar com pessoas perdem em produtividade, criatividade e, conseqüentemente, em
resultados.

É o chefe que orienta as pessoas, ou, desorienta. É o chefe que as ajuda a crescer ou a estagnar. O chefe tem o poder de melhorar, ou piorar, sensivelmente, a vida de seus subordinados. Depende dele, em grande parte, os aumentos, promoções, oportunidades e o avanço profissional de todos os que a ele se reportam.

Se o chefe souber lidar com as pessoas, for competente, orientar e aproveitar o que elas têm de melhor, for líder e justo, os subordinados vão gostar cada vez mais da empresa. Mas, se o chefe for autoritário, desmotivador, não souber estimular e se não tiver as qualidades profissionais e humanas básicas, as pessoas vão deixar a
empresa na primeira oportunidade. Por fim, algo que faz toda a diferença: um bom chefe é a alma do negócio, pois ele define, inspira e impregna o ambiente de trabalho.

Quanto custa perder uma marca?

Por: Rudinei R. Modezejewski - E-Marcas

É engraçada a reação das pessoas quando entrego meu cartão de visitas, ao lerem “E-Marcas” a primeira reação é dizer “eu já tenho marca registrada”, como uma defesa, como se eu fosse um predador e eles a caça.

Claro que a maioria não tem sequer um pedido de registro, quanto mais a “marca registrada”, mas tem medo da abordagem e da exposição, de admitirem que estão desprotegidos – já me acostumei com essa realidade.

Mas esquisita mesmo é a afirmação que alguns fazem: “se der problema eu mudo de marca”. Parece fácil, uma coisa corriqueira: se não dá certo ir pela esquerda, vamos pela direita e pronto!

Então vamos analisar friamente a questão e pelo ponto que realmente interessa: QUANTO CUSTA MUDAR DE MARCA?

Se tiver que mudar de marca, muitas vezes terá que alterar a Razão Social na Junta Comercial e na Receita Federal (CNPJ), isso através de um contador, folha timbrada, cartões de visita, notas fiscais, pastas, pintura dos veículos, etc... mudamos também a fachada da empresa, se for pintada gasta-se uns R$ 500,00 ou R$ 600,00 mas se tiver aqueles back lights ou coisa assim, o custo pode chegar a 4, 5 mil.

Anúncio na lista telefônica? Só no próximo ano! E para avisar todos os clientes que mudou de nome? Mesmo assim, ainda tem uma coisa que não consideramos: PROCESSO JUDICIAL.

Se você tiver que mudar de marca, provavelmente é porque já existe outra empresa que tem essa marca registrada e, segundo a lei 9.279, essa empresa pode exigir uma indenização por você ter usado a marca deles, sem autorização, essa indenização geralmente fica entre 3 e 5% do faturamento bruto dos últimos 5 anos.

Mas torça para que eles também não peçam indenização por dano moral e material, além de desvio de clientela, porque se fizerem isso o prejuízo pode ser bem maior!

O registro da marca garante, antes de tudo, a possibilidade de usar a marca tranqüilamente, sem correr o risco de, da noite para o dia, ter que mudar de nome e ainda pagar indenização para alguém.

Alguns empresários acham que o registro de marca só serve para você impedir alguém de usar sua marca, mas serve também para não ser impedido e isso é muito mais importante!

Se você faz seguro do carro, da casa, tem plano de saúde, etc... Por quê não protege a marca da sua empresa que, provavelmente, é de onde sai o dinheiro para pagar o carro, a casa e até o seguro? Não é lógico?

Simioni: Preconceito de idade na hotelaria

Mais uma enriquecedora publicação do Consultor Hoteleiro Gilberto Simioni. Ofereço meus cumprimentos e agradeço a cordialidade com que respondeu a minha procura. Tenho o maio prazer em convidar aos participantes da comunidade [RH em Hospitalidade] a apreciarem suas brilhantes palavras!

Trata-se de um tema que venho buscando abordar em nosso blog, pois acredito muito na gestão de uma equipe diversificada, tanto em nível cultural, quanto em relação a idade de seus membros. Vale a pena a leitura!

"Ser administrador hoteleiro, planejador, estrategista, que se cerca de pessoas competentes, que não precisa provar a ninguém que é competente, pois os números falam por si, é difícil encontrar. E essas pessoas ofuscam aqueles que se julgam entender de hotelaria, sem saber como se serve uma mesa, se faz um prato, acolhe um cliente, opera um evento, sem nunca haver participado de uma reunião do trade, sindicato, escola de hotelaria, Equipotel".

Confira o texto completo aqui: Hôtelier News - Notícias online da hotelaria, eventos, hotéis

11.17.2008

Festilval das águas: inovação e orgulho japonês

Olá Moçada!

Compartilho um vídeo belíssimo que mostra uma apresentação cultura (?) japonesa. Não da tradição japonesa, mas uma exaltação à tecnologia de ponta e à inovação do povo de olhos puxadinhos.



Não sei se é um vídeo que traz tantas lições, mas é interessante, em minha visão, para ilustrar a necessidade de criatividade e inovação no mercado contemporâneo. Penso que o criador/inovador deste festival das águas tenha bastante orgulho de ver sua obra multiplicando-se na web. Assim, vejo que "orgulho" possa ser abordado também.

Um abraço, pessoal!
Sucesso sempre,
Aristides Faria

COACH: Alguém que chegou para ajudar você a atingir suas metas

Vivemos numa sociedade que não tolera mais pessoas que se acham "vítimas", pessoas que justificam o seu fracasso. O mundo avança muito rápido e o indivíduo que ficar parado vai naturalmente ser deixado para trás. Para ajudar a essas e outras pessoas, surgiu a figura do "Coach", para ajudar a pessoa tanto na vida pessoal quanto empresarial, para relembrar ao indivíduo que existem maneiras de transformar sonhos em realidade, potencial em excelência. Inteligência emocional, equilíbrio de vida, liderança, negociação efetiva, competências de excelência, alto desempenho, são habilidades aprendidas e nada melhor do que ter um coach para ajudá-lo a desenvolvê-las.

É comum vermos pessoas bem-sucedidas mencionarem a presença de um mentor, alguém mais experiente que acreditou nelas e ajudou-as de alguma forma, para que elas não perdessem tempo cometendo os mesmos erros.

Embora o Coach se assemelhe a figura do mentor, na prática, ele atua de maneira diferente. Seu foco principal é fazer o cliente assumir o controle de sua própria vida, desenvolvendo competências que o façam atingir as metas determinadas por ele (o cliente).

Emprestou-se este nome "Coach" do mundo esportivo, onde o coach (técnico do time) faz o papel do mentor, com objetivo de aumentar o nível de excelência de seus atletas.

Nos últimos dez anos surgiu com força total o papel do coach pessoal e profissional. Existem dois principais motivos para esta atividade estar se difundido tão rapidamente:

1) ele atende a necessidade social e histórica de necessitarmos de um mentor que nos oriente, que nos ajudem a ter mais excelência em nossas vidas pessoais;

2)
ele, comprovadamente contribui para uma melhora na produtividade do profissional na empresa, tornando-o mais efetivo e expandindo suas competências

Apesar de lidar com potenciais humanos, o processo de coaching é totalmente diferente de psicoterapia. Com o terapeuta, fala-se de transtornos e traumas emocionais; com o coach fala-se das metas que se pretende alcançar.

O objetivo do coaching é criar a vida mais próxima do ideal projetado pelo cliente, com foco na ação e desempenho.

No campo pessoal: o life coaching ajuda o cliente a reavaliar e equilibrar todas as áreas de sua vida. O objetivo é estabelecer as bases para o cliente ser a melhor pessoa que puder ser. É ajudar o cliente a transpor os bloqueios que o impedem de ter uma vida de alta qualidade, através da habilidade de ficar focado nos passos que o levará de onde ele está para onde ele quer chegar.

No campo empresarial: o coaching é usado para aumentar as competências do executivo ou empresário, para que ele se torne um líder mais efetivo com inteligência emocional mais avançada. Pesquisas mostram que entre os fatores que causam mais prejuízo para a carreira do executivo estão:

1) a falta de capacidade de lidar com adversidades de maneira equilibrada

2) a qualidade de relacionamentos que ele estabelece com seus colegas, subordinados ou chefes na empresa.

"Um líder só consegue ser efetivo e ter credibilidade quando desenvolve estas competências", acredita Huáras Duarte - Empresário, diretor da OMNIS MIND, com formação Internacional em Coaching Integrado e Master Coaching pelo ICI - Integrated Coaching Institute e a Arte de “Ser Coach”, pela Amadeus Talentos (Espanha).

Fonte: Website Administradores!

Motivação apenas por salários e benefícios?

Por: Dieter Kelber

Encontrar um profissional que atenda aos requisitos de competência próprios da função a ser exercida e, ainda por cima, esteja plenamente motivado, é uma das tarefas mais complexas exercidas por quem lidera os departamentos de Recursos Humanos do país.

Exemplo, claro, é o número de contratações e promoções que frustram as expectativas de ambos os lados, comprometendo o desempenho de uma área ou até de toda a empresa. E a ‘desmotivação’ é, invariavelmente, uma das principais causas do problema.

Para melhor entender essa situação, é necessário inicialmente conceituar as duas formas de motivação. A externa, ou extrínseca, vem de fora para dentro, representa o ‘mundo do desejo’ e tem como principais características. O melhor exemplo prático é quando trabalhamos exclusivamente pelo dinheiro, não nos importando se o trabalho é agradável ou não. Infelizmente, devido às fortes pressões do mundo corporativo de hoje, é uma situação bastante comum.

Já a motivação interna, ou intrínseca, nasce de dentro para fora e significa o ‘mundo da vontade’. Pode ser mais bem caracterizada como sendo a força que impulsiona a ação. Dentro deste conceito, uma pessoa não consegue motivar alguém, mas, sim, estimular o outro a buscar atender suas necessidades. Portanto, a probabilidade de que alguém siga uma orientação de ação desejável está diretamente ligada à eliminação de suas ansiedades internas.

Considerando, então, a necessidade de estimular as pessoas a aliarem desejos internos às tarefas que executam, eliminando assim as tensões internas, o líder passa a ter um papel decisivo para que isso aconteça. Deve ele usar a emoção para inspirar seus comandados, liberar a energia e assim soltar a sua motivação de dentro para fora. Cabe aos líderes serem os grandes estimuladores da motivação intrínseca no ambiente de trabalho.

Nos tempos atuais há um constante conflito entre as duas formas de motivação. Seduzidos por salários e benefícios e de olho na rápida ascensão profissional (motivação externa), ou mesmo por falta de alternativas no mercado, os executivos acabam aceitando atividades pouco desafiadoras e, muitas vezes, sem relação com os seus traços motivacionais.

Quando analisamos a somatória destes fatores, fica fácil concluir a necessidade de uma combinação equilibrada de liderança e gestão. Estes líderes-gestores também devem alinhar suas motivações intrínsecas com os desafios profissionais, pois cada vez mais serão obrigados a trabalhar com uma lógica cristalina aliada a uma intuição poderosa.

Nas organizações do século 21 o homem quer saber o porquê, para quê, para quem e com quem ele trabalha. Por isso, é necessário não só mudar pessoas, mas também caminhar para uma cultura organizacional que busca um entendimento integral dos fenômenos. Cada vez mais, ao agirmos localmente, precisamos pensar globalmente. A interculturalidade e interdisciplinaridade irão moldar os novos líderes. Estes, com as novas habilidades desenvolvidas, terão melhores condições de estimular seus liderados a liberarem e canalizarem sua energia interna para as atividades que realmente gostam.

O Autor é pesquisador, consultor e diretor-executivo do INSADI Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual e da Business Processes School. Entre em contato: dieter.kelber@insadi.org.br.