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10.06.2008

Caos nas empresas: diretoria, gerência e RH confundem suas funções.

Falta comunicação clara entre diretoria, gestores e profissionais de recursos humanos. Como conseqüência, as tarefas deles, no que se refere à gestão de pessoas, são confundidas.

A conclusão é de levantamento realizado pela Caliper, baseado em experiências obtidas com profissionais do mundo inteiro. "Os departamentos estão confundindo as suas funções e também há falta de diálogo, ponto de partida para ajudar as empresas a serem mais eficazes e gerarem mais resultados", diz o diretor organizacional da Caliper no Brasil, George Brough.

Erros comuns: Enquanto profissionais de Recursos Humanos sofrem porque precisam cobrar dos gerentes as avaliações de desempenho, as pesquisas de clima e vários outros resultados relacionados às suas equipes, a maioria desses gerentes não vêem a conexão dessas ações com os resultados da organização, desvalorizando o trabalho.

Já os diretores pecam por não comunicar a todos os pontos principais de planejamento estratégico, quantas vezes forem necessárias.

"Esses pontos devem ser reforçados para que todos os funcionários compreendam e consigam relacioná-los com as atividades de seu dia-a-dia", diz Brough. À diretoria cabe também definir e deixar claro as competências mais importantes exigidas pela organização para que as pessoas atinjam os resultados esperados.

Quem escolhe novos profissionais?
É dever do gestor recrutar e definir quais profissionais formarão suas equipes, mesmo que o departamento de RH seja o responsável pelo processo de recrutamento. O motivo é que os gerentes têm mais contato com os resultados de todos em sua equipe, decidindo quem entra nela, quem fica e quem sai. Eles também devem avaliar o desempenho dos profissionais e desenvolvê-los.

O RH, por sua vez, deve ser responsável por levar aos gestores as melhores práticas e ferramentas de gestão de pessoas, além de mostrar como utilizá-las, e formar parcerias com empresas especializadas no assunto, que podem fornecer o conhecimento que a organização precisa e não possui internamente.

Entender as responsabilidades de cada peça do jogo é só o primeiro passo em busca do crescimento da organização. O segundo passo, e mais importante, é colocar ações em prática, antes que a concorrência o faça. Uma vez realizado este trabalho, as empresas gastam menos tempo e dinheiro e alcançam mais resultados, pois todos estão sintonizados em torno de um mesmo objetivo.

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