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9.05.2008

Cinco toques com... Ana Paula Peguim!

O blog [RH em Hospitalidade] vem desenvolvendo o espaço de entrevistas “Cinco toques com...”. Serão entrevistas rápidas com pessoas do trade turístico e com profissionais de RH, acerca de seu momento na carreira, as perspectivas do mercado e projetos futuros. Com a palavra, o pessoal um com o pé no mercado, atualizado com o que acontece nos diversos segmentos da Hospitalidade Comercial. Nesta edição, conheçam Ana Paula Peguim!

Aristides Faria: É um prazer lhe apresentar ao pessoal aqui da comunidade, Ana Paula! Fale um pouco sobre sua formação e ocupações atuais, por favor. Você é Pedagoga, então...
I - Ana Paula: Sou Pedagoga com Especialização em Psicopedagogia. Atualmente trabalho na Secretaria da Faculdade Barretos e sou Tutora do curso de Pedagogia/EAD da Universidade Norte do Paraná.


Aristides Faria: Legal, sua Especialização foi em Psicopedagogia. Soube que o tema de seu trabalho de conclusão foi “Família e escola: uma parceria que dá certo”. Você é capaz de nos resumir a idéia do trabalho? Acredito que o termo “acolhimento” lhe dia alguma coisa...
II - Ana Paula
: O trabalho tem como objetivo aproximar a família da escola, ou seja, construir uma parceria com os pais, no intuito de melhorar a qualidade de ensino. Orientando-os na hora de procurar uma escola, acompanhar os rendimentos de seus filhos e o que fazer quando estes apresentam resultados não satisfatórios. Por outro lado, a escola deve aprender a “acolher” estes pais, a permitir que os mesmos possam participar das atividades escolares, dando sugestões. São os pais que trazem informações necessárias sobre o comportamento dos alunos possibilitando diminuir as dificuldades de aprendizagem.

Vale ressaltar a importância dos pais terem uma participação ativa na escola, ou seja, não serem convocados somente para uma reunião de entregas de boletim ou para ajudarem nas festividades. Quando os pais vão a escola e sentem-se felizes naquele ambiente, a criança também se sentirá feliz. É necessário que esta relação seja equilibrada, contribuindo para uma formação íntegra, consciente e atuante no exercício de sua cidadania.

Aristides Faria: O ensino à distância vem ganhando força e adeptos. Com que olhos você enxerga o distanciamento físico entre docentes e discentes?
III - Ana Paula
: Acredito que este distanciamento físico não venha prejudicar o aluno. No ensino formal e no não-formal, cabe ao aluno ser o protagonista de seu conhecimento. Ele é o centro da aprendizagem, portanto deverá ter autonomia para buscar novos conhecimentos. A EAD poderá ter ou não momentos presenciais, mas terá com certeza momentos de formação constante. É uma modalidade de ensino que exige dedicação, ação criativa, colaboração e organização.

Aristides Faria: Nas diversas áreas do Turismo iniciativas de ensino formal ou não-formal têm sido importantes, uma vez que a dispersão de pessoas, unidades corporativas e consolidadores de vendas tem caracterizado o setor. De que maneira podemos humanizar essa relação intermediada pela tecnologia?
IV- Ana Paula
: Por ser uma modalidade de ensino que permite estarmos interligados com outras pessoas em tempo real, ou não, favorecendo o acesso às informações, acredito que a troca de idéias, participações em chat, fóruns, teleconferência é uma forma de humanização. Uma vez que nossas sugestões e dúvidas são compartilhadas e diante destas contribuições, podemos adquirir novos conhecimentos e aumentar nossos contatos sociais.

Aristides Faria: Muito bacana, Ana! Mudando de assunto, costumo encerrar pedindo dicas ao pessoal a quem entrevisto. Com você será diferente, gostaria que falasse um pouco de seu trabalho como Pedagoga Voluntária na Casa da Criança Ogum Beira Mar, na cidade de Barretos (SP), onde você reside. E qual a importância do trabalho voluntário na carreira de um profissional, independentemente de sua área.
V- Ana Paula
: A Casa da Criança Ogum Beira Mar é uma Instituição séria e comprometida não somente com a educação, mas também com a formação integral do indivíduo. Como pedagoga trabalhei com a equipe multidisciplinar na formação das professoras e estagiárias, e ainda, orientando a coordenação para um melhor atendimento nas necessidades educacionais das crianças. O trabalho voluntário proporcionou-me conviver com realidades diferentes, enfrentando situações novas e desafiadoras e, ainda, a reforçar a parceria família e escola. O trabalho voluntário possibilita colocar em prática o conhecimento adquirido, aprender novos métodos e técnicas e, ainda, trabalhar a responsabilidade social. Ressaltando que muitas empresas vêem o trabalho voluntário como um diferencial na hora da contratação.
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