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11.12.2007

Segundo, terceiro, quarto idioma... sem contar a língua pátria!!

Matéria publicada no site da Revista Fator...

Gestor de RH e política de idiomas: Quais aspectos o RH deve levar em conta na hora de escolher uma escola de idiomas para sua empresa.

O fenômeno da globalização, ocasionado em larga medida pelos avanços tecnológicos e pela rapidez da comunicação entre as nações, intensificou ainda mais a necessidade de se falar outras línguas além da materna. Assim, a área de recursos humanos das corporações se viu obrigada a investir na implantação de políticas de idiomas para seus colaboradores e executivos. O que antes era visto como simplesmente um benefício, hoje se tornou uma necessidade para geração de resultados.

“Com o boom da globalização, as empresas perceberam que seus colaboradores tinham uma real demanda de falar outro idioma no seu dia-a-dia”, diz Valéria de Almeida, consultora de negócios da Seven Idiomas, instituição que há 17 anos é responsável pela implantação de políticas de idiomas em diversas empresas no País. Segundo Almeida, diferentemente de um benefício, o programa de idiomas, hoje, apresenta objetivos ligados diretamente à função exercida pelo colaborador. “O projeto é desenhado após avaliação das necessidades peculiares da empresa, criando-se um plano de trabalho e o formato do curso, se será individual ou em grupo e a carga horária necessária”, explica.

Veja na íntegra:
http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=23603 : 08/11/2007 - 12:35
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